A tradição do cordel com a contemporaneidade da poesia visual


28/08/2006

Abraão conta a história da Feira de Brasília através da Literatura de Cordel

A Feira do Livro tem aproximado o antigo do novo. É comum se ver pelos stands pessoas que procuram desde os mais recentes lançamentos literários, assim como também aqueles que não perderam o gostinho de garimpar por edições antigas e clássicas. Com uma programação cultural que vai até o dia 7 de setembro, a 25ª Feira do Livro de Brasília é uma oportunidade para escritores, editores e livreiros divulgarem suas obras e estabelecer novos contatos. Para José Lourenço, cordelista, que participa pela 7ª vez no evento, a Feira do Livro de Brasília este ano cresceu em tamanho e a expectativa é que haja melhora tanto nos negócios como de público e contatos. Lourenço avalia que a procura pela Literatura de Cordel tem seu atrativo na tradição nordestina e como Brasília existe muitas pessoas, cuja origem é do Nordeste, a Feira se tornou um ponto de encontro para aqueles que apreciam a leitura de bons causos e lendas. Já o poeta contemporâneo Marcelo Sahea aproveita o evento para divulgar seu novo trabalho Leve. Para ele, a Feira é importante porque é a oportunidade do escritor passar o livro diretamente para as mãos do leitor e fazer contatos e intercâmbio com as pessoas - acentua.

Para Denílson, que faz parte do público leitor, “O evento é muito importante porque serve para divulgar o livro e aproximar o leitor do escritor, da cultura e isso é importante porque o livro tem poder, assim que você começa a ler, você passa a ver as coisas de outra maneira” – finaliza.

Um comentário para “A tradição do cordel com a contemporaneidade da poesia visual”

  1. marcelo SAHEA comenta:

    Só falta trocar o “Sarrér” pelo “Sahea”. Abraços.

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