M.P.Haickel fala do livro Cinza da Solidão no videolog
O escritor M.P.Haickel disponibilizou no videolog, na sessão de curtas metragens, o vídeo de aproximadamente 7 minutos, onde ele fala sobre seu novo romance Cinza da Solidão, que terá distribuição nacional nas principais livrarias do país, a partir do próximo mês.
“A idéia é divulgar, utilizando os recursos que a Net oferece, já que essa tem sido uma saída para os novos escritores divulgarem suas obras” - argumenta o escritor. O vídeo de aproximadamente 7 minutos, mostra o autor falando sobre o livro, um romance que partindo da abertura política do país, traça um panorama da geração de 90, caminhando pelo undergroud da capital federal da República. Uma trama envolvente, que narra as aventuras de uma turma de jovens amigos que se unem para realização de um curta-metragem para participar no Festival de Cinema de Brasília e para tanto eles não vão medir consequências, beirando a delinquência juvenil.
“Labirinto em ruínas” talvez fosse a última imagem a ser ajustada à paisagem aberta de Brasília. No entanto, ela é pertinente ao conflito interior onde realmente vivem os personagens do romance Cinza da Solidão” de Marco Polo. Brasília, apesar disto, está sempre muito presente, e marca, inclusive, fortemente, o espírito dos personagens. Aí a contradição interessante que logo ressalta na narrativa: jovens da nova metrópole buscam afirmar-se artistica e vivencialmente como se a falta da tradição lhe trouxessem a impressão de caos, igual a de um mundo perdido num passado qualquer, presos na falta de perspectiva de um labirinto de difícil saída, e com a sensação, nas vias largas e de prédios modernos da capital, de estarem cercados de ruínas.
Na estrutura do romance, a realidade e os sonhos se interpenetram, a ponto de o roteiro de um filme idealizado por um deles (Alênca) se misturar com a ação narrativa. A continuidade é tão bem realizada que dela emerge uma transparência. A maior delas, que serve à colocação mosaica de percepções, e nisto refletindo a compreensão dos choques das oposições que marcam nosso tempo, é a existência de dois focos narrativos, como se fossem duas câmaras filmando de lugares opostos. O músico (Dérick) narra em primeira pessoa a primeira parte do romance. O resultado é formar o romance uma grande “canção” onde signos formam a segunda parte e as palavras sentidas vão sendo pensadas pelo poeta narrador (Zeto).
O vídeo com mais detalhes do livro pode ser assistido através do link: http://videolog.uol.com.br/video.php?id=196141&ordem=1&periodo=1&tamanho_pagina=16&pagina=4&tags=
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Fala companheiro,
fico feliz em saber que as coisas estão tomando um rumo!!! Faz tem po que a gente não se fala, então tô te mandando um abraço.
espero que esteja tudo bem em bsb!!!
o caranaval em slz chegou bonito, faltou aquela molecagem de outrora!!
abraços