Nova Fronteira passa às mãos da Ediouro
Valor Econômico - 20/3/2007 - por Tainã Bispo - Com títulos como O caçador de pipas, de Khaled Hosseini, e da exposição em torno da obra do escritor mineiro Guimarães Rosa, por causa da comemoração do aniversário de 50 anos do clássico Grande sertão veredas, o faturamento da Nova Fronteira aumentou 80%, somando R$ 26,5 milhões no ano passado. O crescimento significativo, no entanto, não evitou o prejuízo líquido da editora em 2006, que totalizou R$ 1,7 milhão.- Com títulos como , de , e da exposição em torno da obra do escritor mineiro , por causa da comemoração do aniversário de , o faturamento da aumentou 80%, somando R$ 26,5 milhões no ano passado. O crescimento significativo, no entanto, não evitou o prejuízo líquido da editora em 2006, que totalizou R$ 1,7 mi.
- Com títulos como , de , e da exposição em torno da obra do escritor mineiro , por causa da comemoração do aniversário de , o faturamento da aumentou 80%, somando R$ 26,5 milhões no ano passado. O crescimento significativo, no entanto, não evitou o prejuízo líquido da editora em 2006, que totalizou R$ 1,7 mi. Segundo fontes do setor, nesta semana será oficializada a venda da Nova Fronteira, que pertence à família Lacerda, fundadores da editora, à Ediouro, empresa nacional de capital fechado e um dos maiores grupos editoriais do Brasil.
Em meados de 2005, a Ediouro já havia adquirido metade dos ativos da Nova Fronteira, que pertenciam naquela época a Armínio Fraga, ex-diretor do Banco Central.
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