Bienal 2007 bate recorde de público

A XIII Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro recebeu o maior público da história do evento: entre os dias 13 e 23 de setembro cerca de 640 mil pessoas visitaram a feira. O anúncio foi feito pelo presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, Paulo Rocco, que organiza a Bienal do Livro em parceria com a Fagga Eventos. Foram vendidos 2,5 milhões de livros que representam um faturamento de R$ 43 milhões, contra 2,3 milhões de livros vendidos em 2005 e faturamento de R$ 41,5 milhões. Sucesso entre o público visitante e consagrada pelo mercado editorial, a próxima edição do evento já tem data marcada: 10 a 20 de setembro de 2009.

Outro motivo de comemoração foi o aumento do número de exemplares adquiridos pelos estudantes por meio da Nota da Bienal, um dos benefícios oferecidos pelo projeto Visitação Escolar, que este ano levou mais de 170 mil alunos ao Riocentro: “Esta foi a melhor Visitação Escolar já realizada. O número de livros comprados por estudante subiu de 2,1 em 2005 para 2,8 este ano, um aumento significativo”, declarou Rocco.

A Programação Cultural da Bienal 2007 contou com novidades: ao lado dos já consagrados Café Literário, Fórum de Debates, Arena Jovem e Jirau de Poesia, estrearam o Botequim Filosófico, com curadoria de Guiomar de Grammont, e a Esquina do Leitor, de Rosa Maria Araújo. No total, as atrações tiveram mais de 133 sessões e contaram com a participação de 345 autores, dos quais 21 eram estrangeiros. A coordenadora da programação cultural da Bienal do Livro, Rosa Maria Barboza de Araújo, destacou a importância da diversidade de atrações oferecidas ao público. “Os novos espaços – Botequim Filosófico e Esquina do Leitor – foram um sucesso absoluto, o público participou ativamente com perguntas e comentários no Botequim e através de votação eletrônica na Esquina. As demais sessões literárias da Bienal levantaram questões importantes, idéias e reflexões, sempre com um público muito interessado e comprometido com os debates”, ressaltou.

Nesta edição, o Prêmio José Olympio, concedido pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros às instituições ou personalidades que contribuem para a difusão do livro e da cultura, foi entregue à Academia Brasileira de Letras. Já o Grupo Santillana foi o grande vencedor do Prêmio Alfredo Machado, que elege o estande mais bem montado, bonito e funcional do evento. Em segundo lugar ficou a Editora Intrínseca e em terceiro, a Casa da Palavra.




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