Folhetim Cinza da Solidão de M.P.Haickel, em breve, estréia na Net
O romance-folhetim Cinza da Solidão de M.P.Haickel estréia na Revista Nós Fora dos Eixos (www.nosrevista.com.br) no início de dezembro, dia 04/12 (terça-feira). Publicado inicialmente no Jornal Pequeno, periódico da capital maranhense São Luís, o romance-folhetim alcançou relativo sucesso e rapidamente chegou as páginas do livro, lançado com o apoio do FAC no segundo bimenstre de 2007. “A idéia agora é dar visibilidade nacional para o livro, já que o mesmo se encontra à venda nas livrarias de Rio e São Paulo bem como nas demais importantes capitais do país, através do trabalho de distribuição da Zamboni Books” - argumenta Haickel.
Breve História dos Folhetins - A publicação de romances em folhetins - capítulos diários nos jornais - foi iniciada no Brasil na década de 1830. Na década de 1840 começam a aparecer alguns folhetins de autores nacionais. Antônio Gonçalves Teixeira e Souza (1812 a 1861), considerado por muitos o nosso primeiro romancista, estréia em 1843 com o “Filho do Pescador”. Em seguida, Joaquim Manuel de Macedo (1820 a 1882) surge com “A Moreninha”, publicada em 1844. Outros autores que usaram dos recursos folhetinescos foram Manuel Antônio Almeida (Memórias de um sargento de Milícias), José de Alencar (Iracema, O Guarani), dentre outros.
Tanto na Europa quanto nas traduções brasileiras, essas narrativas eram primeiramente publicadas na imprensa, na forma de capítulos diários ou semanais, aumentando de maneira extraordinária a tiragem dos periódicos. Os leitores não escondiam seu entusiasmo pelo desenvolvimento das histórias, seduzidos pela sucessão de acontecimentos trepidantes, pelas emoções desenfreadas, pela linguagem acessível e pela ausência de qualquer abstração intelectual. Tais romances receberam o nome de folhetins e tinha como regra geral, no último capítulo, após intensos tormentos, maldade e desolação, os obstáculos são removidos e o amor vence. O final de um folhetim tem sempre um caráter apoteótico e desmedido, seja na felicidade, seja na dor. O folhetim não se confunde com a crônica. Suas regras são específicas e invioláveis, a mais importante sendo o suspense obrigatório ao fim de cada episódio.
Existem diversos tipos de romance de folhetim, entre eles pode-se citar o romance policial, romance de aventuras, histórico, científico, tenebrosos (que contam estórias de assombração) entre outros.
O folhetim Cinza da Solidão - Uma trama envolvente e forte. No estilo de folhetim histórico, narra as aventuras de um grupo de jovens estudantes que resolvem fazer a “revolução” através da arte. O plano é simples: através do Alênca (estudante de cinema da UnB) fazer um curta metragem para concorrer no Festival de Cinema de Brasília. Ganhando o Festival promover shows do músico Dérick (personagem principal), lançar o livro do poeta Zeto e montar uma produtora independente. Só que as coisas não são simplesmente com se imagina, e a ânsia dessa juventude não vai se contentar com pouco, e para realizar o vídeo eles vão aprontar todas, inclusive beirando a delinqüência juvenil. Imperdível… Em dezembro, você vai conferir aqui, no site da revista Nós Fora dos Eixos.
Sobre o autor - M.P.Haickel vem se destacando dentro da nova literatura brasileira. Escritor jovem, formado em Letras, autor de diversos livros, entre eles uma série de folhetins que escreveu para o Jornal Pequeno, entre outros, tem uma literatura engajada e crítica. Atualmente leciona Literatura brasileira e portuguesa no Colégio Barão do Rio Branco e escreve matérias especiais para a Revista Meio Ambiente. No início do ano, lançou pela Thesaurus Editora o livro Cinza da Solidão, que atualmente já se encontra à venda nas melhores livrarias de Brasília, Rio e São Paulo, bem como através do site http://www.thesaurus.com.br/produto.asp?produto=1569.
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fala mano…
po… tô te devendo uma visita ainda né?
vou ver isso o mais breve possível, falou?
Abraço…