SEDH abre 2ª Mostra Cinema e Direitos Humanos e exposição fotográfica da ditadura


7/12/2007

A 2ª Mostra Cinema e Direitos Humanos da América do Sul tem sua estréia em Fortaleza na próxima segunda-feira (10), às 20h, no Cine Benjamin Abrahão (Av. da Universidade, 2591 - Benfica). Paralelamente à mostra, terá a abertura da exposição fotográfica “Direito à Memória e à Verdade - A ditadura no Brasil: 1964 a 1985″, comemorando os 27 anos da promulgação da Lei da Anistia no Brasil. O secretário adjunto da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Rogério Sottili, fará a abertura dos eventos. A 2ª Mostra, que é gratuita, foi nacionalmente aberta na Cinemateca do Rio de Janeiro, na última terça-feira (4), pelo ministro da SEDH Paulo Vannuchi e pela alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Louise Arbour. A atividade faz parte das comemorações dos 59 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, festejada mundialmente no dia 10 de dezembro.

O filme da sessão de abertura é “Tambogrande: Mangas, Morte, Mineração”, de Ernesto Cabellos e Stephanie Boyd, que aborda a questão dos pioneiros que transformaram um deserto num fértil vale de mangas e limões. Também está programado para terça (11) um debate sobre violência, abuso e exploração sexual, às 20h, no Cine Benjamim Abrahão, com a participação de convidados e debatedores de diversos países da América do Sul e de regiões brasileiras, entre cineastas, intelectuais e ativistas.

“A idéia é promover o enriquecimento e a conscientização sobre as questões dos direitos humanos suscitadas pelo filme”, ressalta Sottili. No dia 12 (quarta-feira), às 18h, haverá a exibição do filme > “> Histórias de mora e demolições> “> , de André Costa. Essa sessão será orientada com áudio-descrição para pessoas com deficiência visual.

A mostra é inteiramente gratuita, uma vez que “o objetivo dessas ações é democratizar o acesso à cultura e promover a inclusão e integração social, fazendo do próprio evento uma celebração dos Direitos Humanos”, afirma o curador da mostra, Giba Assis Brasil. A 2ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos na América do Sul é uma realização da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, com produção da Cinemateca Brasileira e do SESC/SP, apoio do Ministério das Relações Exteriores e patrocínio da Petrobras.

Já a exposição é uma viagem ao passado recente, as imagens que recuperam a memória do golpe militar, que no dia 31 de março de 1964 mergulhou o país numa ditadura que durou 21 anos. Os tanques na frente do Congresso Nacional, as passeatas estudantis, o envolvimento de artistas e músicos da época no movimento de resistência, as prisões e mortes a que foram submetidos os opositores do regime poderão ser vistas em painéis de 1,8 metro, conduzidos por um texto que reconta cronologicamente a história destes tempos.

 

Para o ministro Paulo Vannuchi, da SEDH/PR, a exposição é mais uma forma de conhecer o que aconteceu nesse período da vida republicana brasileira. “Estes são registros de um passado marcado pela violência e por violações de Direitos Humanos. Só de posse desse conhecimento o país saberá construir instrumentos eficazes para garantir que esse passado não se repita nunca mais”, ressalta.

 

Confira a programação da Mostra:

10/12 segunda-feira

17h00 Sessão de Curtas

DIREITOS HUMANOS

Kiko Goifman (Brasil, 19 min, 2006)

NEGRO E ARGENTINO

Patrício Salgado (Brasil, 5 min, 2006)

 

DISCRIMINAÇÃO, MINORIAS E RACISMO

Marcelo Caetano (Brasil, 20 min, 2006)

 

EM PRIMEIRA PÁGINA

Pablo Mogrovejo (Equador, 22 min, 2007)

 

UMA HISTÓRIA SEVERINA

Débora Diniz e Eliane Brum (Brasil, 23 min, 2005)

20h00

Sessão de Abertura com o filme TAMBOGRANDE: MANGAS, MORTE, MINERAÇÃO

Ernesto Cabellos e Stephanie Boyd (Peru / Canadá, 85 min, 2007)

11/12 terça-feira - 14h00

IMBÉ GIKEGÜ, CHEIRO DE PEQUI

Coletivo Kuikuro (Brasil, 36 min, 2006)

LA MATINÉE

Sebástian Bednarik (Uruguai, 78 min, 2006)

16h00

HISTÓRIAS DE MORAR E DEMOLIÇÕES

André Costa (Brasil, 56 min, 2007)

17h00

ASILADOS

Gonzalo Rodríguez (Uruguai, 49 min, 2007)

19h00

SEXO E CLAUSTRO

Claudia Priscilla (Brasil, 12 min, 2005)

ARCANA

Cristóbal (Chile, 83 min, 2006)

20h00

DEBATE: Violência, abuso e exploração sexual

12/12 quarta-feira - 14h00

NAS TERRAS DO BEM-VIRÁ

Alexandre Rampazzo (Brasil, 110 min, 2007)

16h00

COMUNIDADES CATIVAS

Alfredo Ovando (Bolívia, 29 min, 2007)

ESTRELAS

Federico León (Argentina, 64 min, 2007)

18h00

HISTÓRIAS DE MORAR E DEMOLIÇÕES

André Costa (Brasil, 56 min, 2007)

Sessão orientada com áudio-descrição para pessoas com deficiência visual. Trata-se de uma descrição oral detalhada no intervalo dos diálogos para auxiliar os deficientes visuais na compreensão da narrativa.

20h00

TAMBOGRANDE: MANGAS, MORTE, MINERAÇÃO

Ernesto Cabellos e Stephanie Boyd (Peru / Canadá, 85 min, 2007)

13/12 quinta-feira - 14h00

WAIKA

José Antonio Elizeche (Paraguai, 28 min, 2007)

MÃES COM RODAS

Mario Piazza e Mónica Chirife (Argentina, 70 min, 2006)

16h00

L CARACAZO

Roman Chalbaud (Venezuela, 107 min, 2005)

18h00

 

A CIDADE DOS FOTÓGRAFOS

Sebastián Moreno (Chile, 80 min, 2006)

VOCÊ TAMBÉM PODE DAR UM PRESUNTO LEGAL

Sérgio Muniz (Brasil, 39 min, 1971)

20h30

CONDOR

Roberto Mader (Brasil, 106 min, 2007)

14/12 sexta-feira - 14h00

XINÃ BENA, NOVOS TEMPOS

Zezinho Yube (Brasil, 52 min, 2006)

INAL MAMA, O SAGRADO E O PROFANO

Eduardo López Zavala (Bolívia, 52 min, 2007)

16h00 - 9-11 / 9-11

Mel Chin (Chile / EUA, 24 min, 2007)

O TEMPO E O SANGUE

Alejandra Almirón (Argentina, 65 min, 2004)

18h00

MEMÓRIA DO SAQUE

Fernando Solanas (Argentina / França / Suíça, 120 min, 2004)

20h30

A DIGNIDADE DOS NINGUÉNS

Fernando Solanas (Argentina / Brasil / Alemanha, 120 min, 2005)

15/12 sábado - 14h00

REINALDA DEL CARMEN, MINHA MÃE E EU

Lorena Giachino Torrén (Chile, 85 min, 2006)

16h00

ARGENTINA LATENTE

Fernando Solanas (Argentina / Espanha / França, 100 min, 2007)

18h00

EU VOU DE VOLTA

Camilo Cavalcante e Cláudio Assis (Brasil, 54 min, 2007)

DO OUTRO LADO

Natalia Almada (México, 70 min, 2005)

20h30

MATAR A TODOS

Estebán Schroeder (Chile / Argentina / Uruguai, 97 min, 2007)

16/12 domingo - 14h00

RUA ACIMA, RUA ABAIXO

Lina Arboleda e Adrian Franco (Colômbia, 27 min, 2005)

ÀS CINCO EM PONTO

José Pedro Charlo (Uruguai, 60 min, 2004)

16h00

PIRINOP, MEU PRIMEIRO CONTATO

Mari Corrêa e Karané Ikpeng (Brasil, 82 min, 2007)

18h00

MEMÓRIA PARA USO DIÁRIO

Beth Formaggini (Brasil, 94 min, 2007)

20h00

CÁNDIDO LÓPEZ, CAMPOS DE BATALHA

José Luis Garcia (Paraguai / Argentina, 102 min, 2005)

A assessora Vera Rotta está acompanhando os eventos. - 61 9909-6560

Mais informações - 61 3429-9805 ou 3429-3498

Um comentário para “SEDH abre 2ª Mostra Cinema e Direitos Humanos e exposição fotográfica da ditadura”

  1. Ricardo Pereira da Costa comenta:

    Meu nome é Ricardo Pereira da Costa, e irei relatar episódios que se deram no meu país Brasil.
    No segundo semestre de 2005 conheci uma moça chamada Thaís Regina da Costa Siqueira na estação Itaquera do metro,embarcamos juntos ao centro da cidade de São Paulo,no dia ela estava indo para sua Universidade ´´Puc São Paulo´´ lá faz curso de letras com tradução para espanhou,conversamos um tempo considerável até que antes de chegar minha estação trocamos telefones e depois desci.
    No inicio do ano de 2006 começamos a sair juntos,eu a buscava após a sua aula na estação Itaquera do metro por volta da meia noite,chegávamos no portão da sua casa eu parava o carro e conversávamos muito,e daí percebi que começaram a surgir diversos fatos estranhos muitas coisas que nós conversávamos no carro,telefone,imail eu ouvia diversas pessoas comentando nos lugares por onde eu passava,eu tinha o abito de chamar a Thaís de fofinha,meu amor,fofis e um dia eu ouvi essas palavras sendo reproduzidas dentro de um elevador e seguida de gargalhadas,pensei…caramba como será que sabem disso? Como também um dia pedi para a Thaís fazer um bolo de chocolate com abacaxi com a massa bem úmida e quando estava no trem que vinha de Guaianazes bairro onde moramos duas senhoras ante de descerem do trem disseram ´´Hum…Aquele bolo de chocolate com abacaxi bem molhadinho´´ e seguido de risadas e outras diversas coisas que eu ouvia pelos lugares,então apartir daí cheguei a conclusão que a moça estava me sacaniando estava zombando com a minha cara. Após chegar a essa conclusão passei a despreza-la pedia para ela fazer comidas para mim ela fazia eu apanhava e ia embora,nos finais de semama chegava em sua casa somente de madrugada, feriados prolongados eu viajava e a deixava sozinha ela ia para casa da tia dela por que todos na casa dela saiam e ela não tinha com quem ficar,ela me ligava no celular eu desligava pois comecei a sair com outras garotas,eu sumia as vezes mais de um mês,tudo isso pois pensava que era obra dá moça.
    Teve uma época na cidade que todas as moças se vestiam com roupas ciganas e tingiam os cabelos de ruivo da mesma forma que a Thaís, foi uma confusão dos diabos que não dava para entender nada .
    Uma vez que estávamos no carro eu ela me mordeu e em um efeito reflexo bati em sua perna ela fingiu que estava chorando e após uma semana entrou no vagão do metro um mulher vestida com roupas iguais a da Thaís sentou na minha frente e começou a fingir que estava chorando,daí pensei estão querendo me avisar de alguma coisa. Tal convicção se reforçava quando eu ia para a faculdade onde eu estudava a ´Unibero´e uma ocasião a professora me disse ´´deve-se ter muito cuidado com quem vai ter um filho´´e em um outro dia outro professor diz´´ela bebe enche a cara´´ ´´engana´´tudo que levava a crer tratar-se de uma pessoa já conhecida e de notória má índole, e ainda aliada a toda a confusão que eu não compreendia nada. Gosto de sair para ler em espaços públicos como Sesc ,bibliotecas,faculdades, mas quando estou nesses lugares não tenho sossego para ler pois ao soar de sirenes ou mesmo sem elas mas na maioria com elas funcionários do local passam a bater na cadeira onde eu estou sentado,batem livros nas estantentes batem as portas da saída de emergência e em um domingo que eu estava no Sesc Vila Mariana visualizei um homem folheando um jornal que me chamou a atenção da forma como ele qualhava as folhas, parei para olhar e havia um anuncio era um veiculo Palio 16v preto 2 portas que continha os dizeres (Sempre uma cor a mais no seu piso) e com a imagem de fundo todo preto.Eu era possuidor de um veiculo com todas as características descritas e as pessoas quando o viam umas atravesavam a rua outras corriam com medo eu não sabia o que estava a ocorrer comecei a desconfiar da Thaís porque no primeiro dia que eu a conheci ela me disse te quero inteirinho, a disconfiança sobre a personalidade da moça aumentava ainda mais, quando eu comecei a estagiar no Tribunal Regional do Trabalho havia uma moça chamada Ana que as vezes se vestia com roupas iguais a da Thaís,um dia a Ana disse para mim cuidado com a faca e eu sei que a Thaís gostava de ir em batizados de capoeira e em muitos desses encontros eles costumam a dançar com facas, uma japonesas da vara me disse ´´coitado vai ser pai solteiro´´,eu acreditava nessas pessoas por que me prometiam um emprego. Uma das minhas funções era verificar os documentos pendentes das iniciais para posteriormente intimar os autores para que fornecerem, e todos os endereços de ruas desses processos começavam com uma patente de algum militar Eu tenho um primo por parte de pai que é Coronel aposentado em Manaus e que mora no Rio de Janeiro.
    No estagiário as promessas continuavam eles diziam na vara,´´é tem gente que tem padrinho aqui dentro vai ser contratado´´e a outra respondia ´´é como vamos contrata-lo se eles esta cheio de contas em atraso?´´
    E as promessas seguiam-se todos os dias,eu tinha um convenio da empresa Unimed e as funcionárias da vara diziam ´´Aqui o convenio é Amil é melhor que Unimed´´ fiz inscrição para um concurso de auxiliar de promotoria e as chefes da secretária como as técnicas disseram ´´Olha! lá na promotoria eles pagão pouquinho aqui a gente paga mais´´ passava sempre pela secretária um homem do sindicato que dizia que após as eleições iram contratar os estagiários.Diante de tais promessas de um futuro melhor resolvi vender o meu veiculo adquiri um ´´troco´´ e comecei a adiantar o pagamento das dividas que se encontravam em atraso,devo dizer também quem em nenhum momento mencionei o que eu fazia da minha vida fora do estágio e não sei como conseguiam diversas informações. Entre varias funções que eu desempenhava uma delas era marcar as audiências que vinham com as marcação suprimida e em uma tarde após o termino de todas as audiência peguei a agenda e continha os dizeres na primeira folha destina a anotação ´´CARGO DE CONFIANÇA´´ isso elevou ainda mais as minhas expectativas de efetivação e a crença de que me queriam bem até o ponto de me avisarem sobre coisas que eu não sabia a respeito ao meu relacionamento,claro diziam que eu tinha um padrinho na verdade tenho um primo por parte do meu pai que é coronel e mora no Rio de Janeiro. Havia uma outra moça também chamada Ana que em um ocasião quando fiz uma pergunta para a técnica Elizabete, interveio de forma grosseira
    na conversa e fui grosseiro com ela também daí no dia seguinte me mudaram para o setor de protocolo.
    Neste novo setor a chateação continuou,continuavam falando da minha vida e um dia a chefe do local me chamou e me disse que duas moças haviam reclamado a meu respeito perguntei quem eram as pessoas ela não quis dizer e somente me pois duas alternativas ou eu mudava o meu jeito ou ela colocaria o meu cargo de estagiário a disposição.Eu não havia o que mudar no meu jeito então escolhi a segunda opção.Entrei em contato com o setor de aperfeiçoamento funcional e me orientaram que eu devia aguardar o retorno deles.Após alguns dias resolvi ir pessoalmente até aquele local e lá me foi exigido para o remanejamento de setor o comprovante da rematrícula na Universidade a qual não havia feito pois tinha que pagar a mensalidade de um veiculo que comprei a prestação, já que o anterior eu tinha vendido para pagar as minhas contas para ser contratado, mas não fui e deixei o estágio.
    A Rede Globo de televisão em sua novela da 20:00 denominada Paraíso Tropical inseriu
    diversos personagem entre os qual havia uma moça chamada Thaís que era a irmã gêmea da Paula essas personagem tinham um avô.Na realidade a minha ex namorada Thaís tem uma irmã chamada Paula que mora na França e elas tem os avôs com as mesmas fisionomia que os apresentados na novela, tinha uma Fabiana que é o nome da minha irmã.A Thaís personagem era uma tremenda vigarista que não media qualquer tipo de esforços para o obtenção de lucro.
    A partir disso o nosso relacionamento que já estava tumultoado se tornou cada vez mais insuportável .Diversos canais de televisão,menciono os que comprovei como SBT,Bandeirantes e Rede globo começaram a xinga-la em seus programas ao vivo e quando não, inseriam reportagens ofendendo-a. As ofensas eram ela é gorda, muito feia, sua gorda,nunca trabalhou,fica o dia inteiro em casa assistindo tv,da o rabo faz brincadeiras homens quanto mais eles a ofendiam mais ela me ofendia também e então brigávamos.Ela comeceu a me chamar de caolho comparar os olhos verdes do seu sobrinho com os meus que não são e outras varias coisas que ela começou a fazer,nós até paramos de ter relações sexuais e o SBT apresentou em seu programa o ´´Caldo de galinha da Tia´´
    O SBT tem um programa no domingo que fala de sexo e então neste programa a apresentadora ficava falando que a moça gostava de sexo anal.
    Ai percebi que virou pessoal, a Thaís começou a insulta-los e eles rebaterem através da televisão pois tinham microfones,satélites,escutas,grampos ou sei lá o que, que capitavam o mais minuciosos gestos ou palavras nossas e isso vim a perceber uns seis meses depois do inicio de tudo.Virou um inferno nosso namoro e começaram a mexer com a irmã dela Ana Lucia que é advogada os país o Irmão Almir que é professor de Educação física a cunhada Tati e seu sobrinho Vinicius, a mãe do menino que é ex-namorada do Almir algumas vezes passou a não confiar mais em deixar o menino com o pai,chegaram até a falar que as pernas da mãe dela eram finas entre outras ofensas que se seguiam.Reviraram nossas vidas em todos os sentidos coliam informações sobre onde fomos o que fizemos nestes lugares o que conversamos o que comemos para depois vincularem as informações obtidas em seus programas de tv.É irriante você ir nos lugares e ver pessoas imitando seu jeito de falar,falando de coisas que você pensava que conversou somente com a pessoa que você amava e muitas vezes gente fazendo suas caretas para você,não é possível ir ao um lugar sossegado sem que fiquem falando na teve onde você vai com que roupa esta vestindo ou gosta de se vestir.Eu entro no orkut faço uma amizade com alguém em qualquer parte do país e começam a falar mal das pessoas desses lugares tenho uma colega que estudou comigo ela mencionou pelo telefone que o lugar onde ela nasceu é ´´terra de índios´´ e pude comprovar nos jornais que recebo por um período gratuito ´´folha de São Paulo´´ em uma reportagem falando mal dos índigenas.
    A Thaís me levou algumas vezes na sua faculdade e pude ver que as pessoas lhe viravam a cara e isso acontecia também na rua, ela também me disse uma ocasião que um professor atribuiu nota de prova que deveria ser sua a outra aluna também vi que os professores ficavam lhe pertubando com com frases como ´´Lá no Rio´´ ou foi me relatado também problemas na locações de filmes em locadoras que reiteradamente lhe davam os filmes errados.Alguns desses problemas também enfrentei na minha faculdade, que não se resumia em uma simples nota dada a outro aluno mas notas erradas,não tinha tempo para estudar pois tinha que ficar procurando professor para corrigilas,procurando a coordenadora para que a faculdade cumprisse o que foi estabelecido tanto na analise curricular como também em matéria de ordem financeira,também não podia fazer uma pergunta a um professor sem que fosse repreendido de forma veemente por ele e alunos da sala. Por esses motivos resolvi mudar de faculdade mas surgiu um problema havia perdido meu diploma de conclusão do ensino médio e fui orientado a procurar a delegacia de ensino da região leste ´´Leste 5´´.Chegando solicitei a segunda via do documento me deram um protocolo e disseram para que eu voltasse dentro de duas semanas. Decorrido o prazo mencionado voltei a delegacia e obtive a resposta que o diploma ainda não havia sido expedido e disseram para que eu voltasse na outra semana .Passada outra semana volto e recebo a mesma informação que ainda não estava pronto e que eu voltasse na sexta feira. De volta ao órgão na sexta feira e de novo não estava pronto.Durante dois meses ou senão mais tive que voltar a delegacia todas as sextas feitas.
    Até que passaram a exigir documentos que pela sua natureza era impossível de se adquirir como, que se fizesse constar em um único documento semestres de instituições de ensino diversas.Resolvi ingressar em outra universidade por meio de transferência dei entrada na analise curricular e aguardei em casa o tempo estipulado para a conclusão. Transcorrido o prazo inicial volto a universidade e recebo a informação que ainda não se encontra pronto e o que possa a vir a soar como um absurdo é que começam a mandar eu voltar todas as sexta feira também.Após a conclusão da análise curricular começaram a exigir para fazer a matricula o certificado do ensino médio,esse procedimento não é necessário já que todos os documentos que uma Universidade julgar necessário ela requer daquela que uma vez o aluno foi matriculado.
    Estive em delegacias de policia relatando os fatos acontecidos tanto em relação a Thaís como em relação a Universidade pois aquilo que estava acontecendo era um absurdo com relação moça me disseram que não podiam fazer nada a respeito que eu estava imaginando coisas e que eu deveria procurar um bom médico psiquiatra para resolver o problema e quanto a Universidade me disseram que eu resolve-se com a Secretária de Educação mas como resolveria tal problema se eram eles mesmos quem não liberavam o meu certificado de conclusão do ensino médio.Não conformado com as respostas fornecidas eu exige que o escrivão registra-se as ocorrências ele me respondeu que não iria registrar e então eu disse que iria até a Corregedoria da Policia e ele simplesmente me disse ´´Vai Correndo´´ verificando que eu não teria êxito algum procurando órgãos governamentais fui até o setor de Direitos Humanos que se encontra dentro da Universidade de São Paulo,quando cheguei já era tarde e me deram um telefone para que eu ligasse no dia seguinte,no outro dia ligo e advogada não estava e pediram para que eu ligasse novamente mais tarde e quando ligo a atendente diz ´´Ela sai de novo foi Correndo e deu risada.´´
    No Natal de 2006 ganhei uma carteira de aniversário da Thaís entregue por ela e seguida da seguinte frase de sua mãe ´´É agora é só encher de dinheiro´´. O que impulsionou essa frase foi a forma como a distinguiam na televisão uma pessoa que queria encontrar alguém para dar o golpe do baú. Nosso relacionamento já havia ruído e chegou ao fim quando passaram a mexer com seus parentes que começaram a me atacar.Saia com a Thaís e ela começou a me irritar nos lugares que íamos,dentro do carro ela ficava se debatendo nos banco,descia batia a porta do carro,brigávamos pelo mais simples balançar dos galhos de uma arvore por causa dos ventos.Os parentes dela são da região sul do país e passaram a falar mal dessas pessoas,concentrarem um grande número de noticias que mostrem desgraças,fazem piadas com essas pessoas na maioria da vezes envolvendo mulheres e atribuem a nós os motivos do por que concentram tais noticias naquela região e isso não esta adstrito somente a região Sul do país mas Norte,Leste,Oeste,Nordeste,Sudeste,Noroeste,Sudoeste,Note-nordeste,Leste-nordeste,Leste-sudeste,Sul-sudeste,Sul-sudoeste,Oeste-sudoeste,Oeste-noroeste e Norte- noroeste. De que forma? Nos programas de televisão apresentam pessoas com o nome de Ricardo em um outro programa Pereira e em outro Costa e um crachá de numero 03 agora sou identificado por este numero ou certas características minhas ,eu tenho a mania de sempre coçar o nariz ou a cabeça quando estou usando boné,tenho um pigarro e então dão as noticias e utilizam meu modo de se vestir, falar andar, pelo número 03 e por ai se segue.Pode ter como exemplo as reiteradas noticias de acidentes de todas as formas,também prisões efetuada,crianças desaparecidas,abandonadas ou passando fome,fazem piadas com idosos ou mostram noticias que traga algum tipo de constrangimento para essa pessoas e atribuem a mim as razões disso tudo.(03 mulheres morrerão,03 crianças estão passando fome ou desabrigadas,falam mal de brancos,negros,japoneses,loiros,baianos,índios e todos tipos de coisas que importem injurias utilizam meu nome e criam para mim um monte de problemas de todas as ordens.
    Isso já vem ocorrendo a mais de um ano pelo o que eu percebi.
    A família da Thaís me tratava bem uma vez o Almir trocou a correia do alternador do um veiculo que eu tinha peugeot e mesmo que não tratasse não eles não deveriam fazer o que fizeram começaram a se meter na vida particular do rapaz, no aniversário do Vinicius filho dele dei uma chuteira de presente e o pais disse da ultima vez que te dei uma chuteira foi um ´´Total 90 da Nike,e o porque de tudo isso é porque ficavam falando que eles queriam dinheiro.
    A rede globo em uma sexta feira no seu programa chamado globo reporte apresento um moça igual a Ana Lucia , quando no Natal dei um vestido para a Thaís imediatamente no jornal nacional da globo inseriram um moça semelhante a Thaís procurando emprego e com um vestido idêntico ao que eu havia lhe dado naquela noite. Lembro uma vez que fomos ao shopping e quase todas as moças se vestiam com roupas parecidas com a dela
    ela ficou chateada..Já nos encontrávamos devidamente identificados não apenas eu e ela mas também todos os nossos familiares no bairro onde morávamos ou em outra parte do país,na Universidade como dito acima nossos amigos viram nos a cara o pai dela vendia produtos de limpeza passou a vender menos ou as vezes a não vender nada pois como pude comprovar,sua mãe vendia massas caseiras também diminuiu seu número de clientes e o que desencadeou a queda no movimento de seus país e os transtornos para todos nós foi que os meios de comunicações trabalhando o subliminar quem vem a ser

    (subliminar

    do Lat. sub, sob + limine, limiar
    adj. 2 gén.,
    inferior ao limiar;
    que não ultrapassa o limiar da consciência;
    Psic.,
    diz-se dos estímulos de fraca intensidade que, quando repetidos, actuam no indivíduo ao nível do subconsciente, podendo interferir na sua conduta sem que ele se aperceba;
    subliminal.

    publicidade -: mensagem publicitária construída de forma a atingir o subconsciente do consumidor.)

    de todo o povo Brasileiro deixou claro que as razões que os motivavam a agirem daquela maneira é o fato de nós dois não termos casado e o obstáculo de não termos casado adivinha da população residente em São Paulo mais precisamente na zona leste,local este onde a Thaís e seus irmãos foram criados e seus familiares e eles moram..Criando um grande transtorno para o país inteiro que acredita que o motivo é São Paulo e São Paulo a Zona Leste e outras regiões da Zona Leste é Guaianazes e os moradores de Guaianazes achavam que era eu ela e seus parentes e para familiares os motivo sou eu e todos fazem pressões para terminar o relacionamento. Até que em um final de semana a sua irmã Ana Lucia,Thaís e seus outros familiares ficaram do sábado a tarde até o outro dia a noite me irritando,mas irritando de uma tal forma que foi impossível agüentar mais e segunda-feira de manhã brigamos mais uma vez e fui embora.
    Eu sei que eles não fizeram outra coisa senão descontar em mim o que estavam fazendo com eles, e que ficam fazendo comigo até hoje,eu converso em algum lugar e os professores na minha faculdade ficam repetindo minhas conversas pessoais ou por telefone nas aulas, a Globo e o SBT nos jornais quando estou assistindo ficam me ´´enchendo o saco´´mas nisso tudo sou inocente eles apenas nos usam como ´´Laranjas´´ não estou tendo nem um tipo de beneficio com isso ao contraria somente transtornos, mas não, as pessoas acham que sou eu o motivo de tudo de ruim que esta acontecendo.Depois de uma semana tentei reatar mas nosso relacionamento já estava mais que arruinado então todas as medidas que adotei como mandar uma semana de flores,ligar para ela mais de dez vezes por dia,enviar dezenas de mensagens ir a sua casa diversas vezes em um dia e ouvir da sua mãe que ela não estava,daí voltava a ligar ela desligar na minha cara e as vezes quando raro atendia dizia que estava indo para sua casa eu voltava para sua casa e mais uma vez sua mãe dizia que ela não estava,tornava a ligar e ela dizia que havia acabado de chegar quando mais uma vez volta em sua casa recebia a noticia que a Thaís havia saído com algumas amigas e não se sabia para onde elas foram,tentar entregar cds que foram deixados comigo e nesse dia a tarde seu pai tentou me agredir foi até o seu carro e apanhou uma arma,tudo que tentei fazer se demonstrou completamente ineficaz.Os motivos que impulsionavam-na a agir assim foi como retribuição das diversas coisas que ocorreram e da forma como eu agia com ela como por exemplo quando eu estava saindo com outras moças também desligava o telefone na sua cara,tudo porque não entendia nada e pensava que ela que estava me sacaniando.
    Por quase cinco meses ou mais não fiquei com nenhuma uma moça, esperei pacientemente pela Thaís pois tinha a esperança de que restabeleceriamos,fiquei tanto tempo na incerteza esperando porque era uma espécie de chance que eu estava lhe dando ou esperando que ela me desse, sei lá,de me ouvir e entender meus argumentos de que eu não fui o culpado por tudo que aconteceu e que mais do que nunca sentia muito do fundo do meu coração.

    Após cinco meses que havia terminado com a Thaís conheci um moça no chat da empresa de telefonia móvel Tim, com o nik de Lyllyth. Lyllyth se chama Valéria Maciel de Souza que mora na rua Coronel José Dias, Zona Oeste da Capital. Nosso primeiro encontro se deu no Shopping West Plaza,lá assistimos um filme e após sentamos na praça e ficamos conversando. Depois de umas semanas a Valéria foi na minha casa em um sábado e no domingo ela me convidou para ir no aniversário de sua priminha lá conheci
    seus país seus tios e tias e seu filho de 02 anos de idade.
    Na outra semana fomos almoçar na casa da sua prima que é enfermeira e mora em Guaianazes essa foi uma das últimas conhecidências que notei a primeira foi que o nome da mãe é Luzia a minha mãe Luiza e filho dela se chama Luan que é a forma masculina para Luana uma moça que namorei por uns sete meses e ela tem uma tia chamada Elza eu também tenho. Sua prima que fomos almoçar na sua casa é enfermeira e mora em Guaianazes igualmente a prima da Thaís. Nunca tive nem um problema em lidar com conhecidências e estavamos namorando já uns 02 para 03 meses e tudo corria bem até passar dia 02 de Setembro de 2007, o professor de processual civil na sua aula de quinta-feira disse que antes de um pai pagar pensão alimenticia para um filho ele deve ter certeza de ser ela o pai da criança e fixou os seus olhos em mim. A Valéria me disse que estava requerendo em juizo pensão alimenticia para o seu filho.Na outra semana o professor de direito civil me falou na sala de aula ´´é tem gente que faz contrato para subir na carreira dentro da empresa, Valéria trabalha na SKY TV empresa da rede globo.E na outra semana mais uma vez o professor de direito processual civil diz ´´ele é liberal,aceita´´ e com seus olhos fixos em mim querendo dizer sua namorada teve um filho com outro homem que não era o marido dela.Um professor de direito constitucional falou assim ´´Ele lá…já está com a vida ganha´´ Sou estudante de direito e procuro estagiários nesse ramo e nós site onde procuro mandam me escritórios de advocacia com o nome de ´´Toro advogados´´.Estou na internet aparece escrito na tela ´´Corno´´ ou coisas parecidas.
    Como disse anteriormente não tenho problemas com conhecidências somente quando me prejudicam, faz mais de um mês encontrei um colega que trabalhou comigo em uma empresa de segurança e ele me disse que naquela semana o Metro de São Paulo estaria com inscrições abertas para o seu quadro de Agentes de Segurança e que ele iria prestar as provas ,trocamos telefones nos despedimos e fui embora.
    Mais ou menos um mês depois estive na casa da minha mãe que acolheu uma amiga que havia feito uma cirurgia e lá se encontrava também seu namorado que dentro de várias conversas que se seguiam mencionou para mim os agentes de segurança do metro de São Paulo.
    Após isso não sei o que aconteceu com a Valéria ela de repente mudou começou a discutir comigo nas ruas por onde passávamos começou a dizer que eu era muito ´´folgado´´ sem motivo aparente nem um, quando eu estava na sua casa ficava andando atrás de mim para procurar alguma coisa errada para poder falar e gritar comigo fez eu comprar pisos com ela para sua casa e me chamava para morar com ela mas sem motivo nenhum começou a fazer o que fazia. Começou a exigir que eu gastasse dinheiro e que ela queria um homem que mantivesse uma família.Eu estava na sala ela ia para o quarto eu ia para o quarto ela para sala eu saia do banheiro e ela entrava para ver se havia alguma coisa errada.Agora não sei se ela começou a agir assim pois como fizeram com a Thaís começaram a dizer na televisão que ela queria dinheiro ou ficam falando mal de crianças e das pessoas do Paraná e os pais dela também são do Sul do país e novamente atribuindo as injurias a essas pessoas mim. Meu aniversário foi dia 04 de Outubro ela não me deu nada de presente e as pessoas na Universidade onde estudo ficaram sabendo disso pois na minha classe as pessoas ficam falando de presentes de aniversário ou entram com presentes dizem que ganharam de aniversário e zombam de mim.A professora atende o telefone depois diz ´´Nossa! bati bem na cara´´. Igualmente com o que aconteceu com a Thaís perdi a paciência discuti e fui embora após uma semana tentei contato telefônico com ela e quando escuta minha voz desliga o telefone na minha cara,manda dizer que vendeu o telefone,a amiga dela atende manda eu não encher o saco diz que a Valéria não existe mais,que saiu com as amigas e deixou o telefone com ela. Quando vou na casa dela ela não esta,ligo no seu celular ela repete as mesmas palavras que a Thaís que eram eu não sou qualquer uma não,você quem foi embora da minha casa,grita que já terminou fazem quase 02 meses mas neste momento quando lhes envio essa mensagem fazem mais 02 meses que isso esta acontecendo, grita pelo telefone que estou enchendo o seu ´´saco´´. Não diferencia em nenhum instante as palavras que a Thaís mencionava no mim no fim do nosso relacionamento. Não tenho problemas com conhecidência somente quando me prejudicam.

    Atualmente estou em tratamento médico por causa de Osteomilite Crônica de fêmur direito com encurtamento de 2,5 Centimetros da pena direita CID M86.0 e faço uso de remédios para depressão e na minha última perícia médica realizada no posto do I.N.S.S em Cotia, apresentei o laudo do médico do Hospital São Paulo que é um Hospitalo Publico Federal, comprovando que estou em tratamento médico e incapacitado para o trabalho e mesmo assim o perito do I.N.S.S me deu alta médica.
    Tenho medo de que volte a época em que me faziam ir todos os meses em diversos lugares para realização da pericia e não mandavam meu prontuario médico.
    As vezes penso que esta acontecendo alguma coisa de anormal mas as pessoas acham que eu estou imaginando coisas então não tenho outra coisa a fazer senão tentar dar publicidade expondo os problemas, na tentativa de que alguém não veja normalidades nos fatos relatados e sim problemas que requerem atenções.
    Estive na Defensoria Publica do Estado de São Paulo relatando os acontecimentos e os advgados flagrantemente defenderam os causadores dos danos que sofri e que venho sofrendo até hoje e se recusaram a ingressar em juizo com a minha pretensão.
    Da mesma forma estive na Defonsoria Publica da União e na tarde do dia 03/12/2007
    dia em que comecei a divulgar aos orgãos que dão proteção aos direitos humanos
    os fatos que sucederam comigo.recebi um telegrama na minha residência com o comunicado da defensoria da união negando a assistência judiciaria em ação de reparação de danos em face do T.R.T enquanto fui estagiário do mesmo, e se ultilizando de argumentos visivelmente equivocados.
    Ricardo Pereira da Costa
    Rg:25766443-9
    fone:8673-9852

    Obrigado.

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