Quem tem medo da Astrologia?
Por Magali Suchy*
Parafraseando o nome do programa dominical de Artur da Távola, referente a Música Erudita (QUEM TEM MEDO DA MÚSICA CLÁSSICA?), estamos convidando o leitor a refletir sobre uma célebre frase emitida por Isaac Newton, quando o eminente físico mecanicista declarou que ninguém deveria falar, ou emitir qualquer juízo de valor, a cerca do que não conhece em profundidade., para não incorrer no erro dos pré-conceitos e incontáveis enganos cometidos até hoje.
Já que iniciamos este texto citando um ilustre físico, vamos continuar enumerando outros pensadores não menos ilustres e que deixaram as marcas de suas inteligências brilhantes em nosso planeta nos mais variados campos do conhecimento Entre tantos gostaríamos de privilegiar Platão, Pitágoras, Leonardo da Vinci, Shakespeare, Einstein, Kepler, Francis Bacon, C. G, Jung, mais modernamente Fritjof Capra e, com certeza, muitos e muitos outros, que apesar de terem dado provas incontestáveis de suas mentes excepcionais, TODOS ELES, compartilharam da percepção de um mundo muito mais amplo do que este mundo físico em que vivemos e que os racionalistas mais ferrenhos teimam em considerar como o único confiável para suas consciências ainda retraídas.
O mais interessante é que quanto mais esses seres evitam ou negam uma concepção mais ampla da realidade, mais permitem que as superstições que eles tanto abominam estejam presentes em suas vidas, pois não entenderam que a História se incumbiu de mostrar através dos livros, retrospectivas e toda sorte de jornais que, desde a Idade Média, estamos sofrendo uma verdadeira lavagem cerebral dos grupos que pregam regras éticas e morais para toda humanidade, com se fossem donos da Verdade, não permitindo, através da inserção do medo e do terror em nossas mentes, que o homem desenvolva o sagrado poder de se autoconhecer e se tornar completo em sua essência. Essa é, sem sombra de dúvida, a crença mais perversa que se pode impor ao ser humano, e é desse perigo que os racionalistas deveriam fugir.
A Astrologia e todas as outras Artes Sagradas levam ao autoconhecimento, têm como objetivo fazer com que o Homem se reintegre ao ritmo cósmico; deixe sua alienação que acontece por conta do desmembramento psíquico sofrido quando mergulhou nesta dimensão física e acorde para sua origem divina, não para um Deus externo, muitas vezes colocado tão longe dele que Sua Sagrada Presença precisa ser buscada em algum credo auto-imposto e de origem muitas vezes questionável. É só ler bons livros de História. O que os céticos chamam de Feitiçaria e Superstição, provavelmente seja uma tênue ponte que podemos erigir nas primeiras buscas por uma dimensão mais sutil e que, felizmente, nunca deixamos de intuir. A busca por esse caminho, o do autoconhecimento, se feita através de um instrumento de captação energética como é o da Astrologia, Ciência Sagrada de origem bastante remota, torna essa busca possível e, de certa forma, bastante clara, pois permite mesmo ao ainda não iniciado, ter contato com chaves que abrirão sua consciência para dimensões cada vez mais sutis. Dependendo do desenvolvimento espiritual de quem busca, as chaves citadas vão dando quantas voltas se façam necessárias, abrindo mais e mais o campo de percepção das Sagradas Verdades que, por sua vez, são inscritas em Sagradas Leis, sob a forma de símbolos, única maneira de se preservarem do desgaste do tempo e da ignorância dos ainda não iniciados. Só assim o Homem se tornará completo e se sentirá livre para partir rumo a uma nova odisséia de Luz.
* Magali Suchy é Pesquisadora da área esotérica, simbólica e mitológica, desde 1964, hoje ministra cursos de Astrologia voltados para o autoconhecimento, assim como analisa mapas individuais tendo por base a chamada Astrologia Esotérica e o concomitante aprofundamento deste conhecimento, trazendo ao cliente uma visão esclarecedora quanto à sua Evolução nesta vida e, também, a Astrologia Mitológica, remetendo-o à conscientização dos seus arquétipos pessoais e mito dilemas atemporais. Está no prelo com o livro “Os Sete Gênios Planetários”, trata da Astrologia Esotérica versus a Astrologia Mitológica, dando ênfase à análise profunda do Sol na Carta Astrológica, através do estudo do Regente deste Sol, ou melhor ainda, de seu Gênio Planetário e sua sombra, permitindo um processo de individuação que abrirá as portas para uma melhor harmonização do nativo com o Plano Cósmico. Contato: astromagal@hotmail.com
Se você gostou deste artigo, deixe um comentário abaixo e considere
cadastrar nosso RSS, para ser notificado nas próximas atualizações do blog.

Comentários
Nenhum comentário.
Comente este artigo