Especialistas comentam a aprovação da reforma ortográfica em Portugal
O Itamaraty e a Academia Brasileira de Letras (ABL) comemoraram, em 16 de maio, a aprovação da reforma ortográfica da língua portuguesa pelo parlamento de Portugal. O presidente da ABL, Cícero Sandroni, considerou a assinatura do acordo um “marco histórico” e informou que a ABL começou a trabalhar na elaboração do acordo no início dos anos 1970. Até então, apenas Brasil, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe haviam assinado o documento. “A Língua Portuguesa é língua oficial em oito países denominados lusófonos. (Brasil, Portugal, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau e Timor-Leste). O Acordo Ortográfico é uma proposta de uniformização da língua escrita entre os países lusófonos, sendo que somente os quatro primeiros aprovaram-no e poderão adotá-lo como oficial. As alterações ortográficas propostas são mínimas - como a eliminação do trema -, mas demandam alguns esforços, como atualização na edição de livros, periódicos, reorganização de arquivos e documentação de editoras, livrarias, bibliotecas, instituições educacionais, órgãos governamentais e material de concursos públicos. Muito se tem falado desse acordo, todavia o mais importante é ele ser reconhecido como mais um tento na cooperação entre os povos de culturas irmãs, pertencentes à CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) e não apenas como um manual técnico de instrução ortográfica”, dizem as professoras do curso de Pedagogia das Faculdades Integradas Rio Branco, Rosana Morais Weg e Virgínia Maria Antunes de Jesus.
Se você gostou deste artigo, deixe um comentário abaixo e considere
cadastrar nosso RSS, para ser notificado nas próximas atualizações do blog.

Comentários
Nenhum comentário.
Comente este artigo