Crônicas “Poemadas” - Almanaque Via de Regra
Um “banho” de povo. Singelo e quase ingênuo, como convém a um almanaque, o livro tem o encanto de uma conversa fiada e a simplicidade de um cordel.
Descompromissado, é poético sem o formalismo de uma poesia convencional.
Acende uma vela ao deus e outra ao diabinho que se degaldiam dentro de cada um de nós.
Maior parte, composto de crônicas em forma de poema. Explora as situações pessoais e familiares, algumas vezes, para dar seu recado, com a dose precisa de humor, sem ficar esperando risos nem aplausos.
Sobram segundas intenções, boas ou más, permitindo releituras a gosto do freguês, aliás, do leitor.
Boa companhia para um chope ou um uísque, solitário, cabe também numa sala de espera, no cabeleireiro e para animar um papo.
Quem tem “passado” vai vai se encontrar no livro, quem ainda não tem pode ir bebericando um pouquinho de experiência.
O autor escreve o óbvio. De modo leve e agradável, com poucas e até com meias palavras.
leitura recomendada para leitores iniciantes, para os de vista já cansada e até para os que perderam o hábito de ler. A obra economiza palavras mas esbanja graça e humor. Cabe nos intervalos comerciais.
Ah, as ilustrações merecem uma leitura, só por conta delas.
O livro Almanaque - Via de Regra foi escrito por Dejavair Silva e está disponível do site da Editora Thesaurus.
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