Euclides Mendonça, lança o livro: Revivências - poemas da Juventude
20/06/2008
O professor e poeta Euclides Mendonça lança no próximo dia 24/06 (terça-feira) os livros: Revivências - poemas da juventude e A Força do Estilo de Napoleão, que chega à sua 2ª edição, revista e ampliada, no Restaurante Carpe Diem, a partir das 19h, na 104 Sul.
Os Livros - Amor, buscas e descobertas; inquietudes existenciais; anseios de transcendência e de fraternidade; conflitos com a vida urbana; intimidade com a natureza; colóquio com as águas que rolam das montanhas ou com as que tombam do mistério das nuvens; devaneios de namorado, evocações e fascínios do Natal - tudo isto o leitor vai, prazerosamente, encontrar na poesia de Euclides Mendonça, que floresceu num tempo já distante e hoje vem a público com o livro Revivências - Poemas da Juventude.
Com os poemas de Reverências, o leitor faz, também, uma viagem de ternura e beleza, com um peregrino olhar pelo fascínio da palavra e das idéias de quem faz da poesia uma expressão de amor e esperança.
Já em A Força do Estilo de Napoleão é uma obra de rara felicidade. Euclides Mendonla revela-nos, nela, faceta pouco conhecida do homem a quem a história da França e da Europa inteira esteve intimamente ligada de 1799 a 1814 - período denominado “Era de Napoleão”.
Napoleão assombrou o mundo como gênio militar, e de fato suas proezas bélicas não tem paralelo nos tempos modernos.
Mas há outro aspecto não menos surpreendente na figura do Petit Caporal: a superioridade cultural, como demonstra este livro, provando mais uma vez que a pena é mais poderosa do que a espada.
Sobre o autor - mineiro de Visconde de Rio Branco, onde nasceu em 03/08/1923, Euclides mendonça é, principalmente, um professor com rica experiência de conferencista, poeta, ensaísta, assessor parlamentar e administrador público.
Sua infância e adolescência Euclides viveu na cidade de Ubá, Zona da Mata mineira, outra pátria pequena desse vitorioso filho de Visconde do Rio Branco. Euclides é, pois, um cidadão da província e do mundo, que tanto gosta de uma pescaria com vara e anzol quando dos livros, da arte e da cultura.
Escritor e homem público, estudou Humanidades Clássicas com os Jesuítas, no famoso Colégio Anchieta de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro. De lá, seguiu para o Rio, matriculando-se na Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ) pela qual, em 1950, graduou-se licenciando-se em Letras neolatinas.
Deixando o Rio de Janeiro, o jovem professor tomou o caminho da Europa, indo viver mais de perto o “sentimento do mundo”, de que nos fala Carlos Drummond de Andrade.
Na França, aperfeiçoou-se em Língua e Civilização Francesas na Sorbonne, tendo retornado mais de uma vez a Paris, para participar de estágios de aperfeiçoamento didático promovidos pelo Centre International Pedagogique de Sèvres. Mais tarde, Euclides esteve, também, nos Estados Unidos como participante de Seminários, cujo objetivo era a permuta de experiências em gestão do Ensino Superior nas Américas.
22 de Junho, 2008 às 11:38 pm
O livro é ótimo, leitura prazeirosa. Gostei tb pq
tem a tradução do francês. Acredito q/ este lançamento vai ser um sucesso, pena que não vou estar aí.
23 de Junho, 2008 às 12:19 pm
Com certeza eu seria suspeito para falar que Euclides Mendonça, tornou-se um professor da vida. Suas liçoes há muito ultrapassaram os limites formais das aulas escolares e acadêmicas. Sua poesia flui naturalmente na forma sutil com que aprecia os pequenos detalhes da vida.
As muitas lições que aprendi e venho aprendendo, surgem sempre de olhares renovados e refinados que esse professor lança sobre aspectos que comumente passam desapercebidos aos nossos olhares.
Esse lançamento com certeza traz ao público a oportunidade de beber um pouco nessa fonte de sabedoria nascida do trabalho, da reflexão e das experiências de um homem que sabe dar à vida um sentido único, autêntico e transcendente.
25 de Junho, 2008 às 11:03 pm
Imaginar o homem que notabilizou-se pelos feitos bélicos deixado aflorar o lado sentimental, parece-nos impossível. Mas, Euclides Mendonça revela-nos a sensibilidade, o amor e a paixão de Napoleão por sua amada Josephine. Descreve-nos tb a sua arrebatadora eloqüência que incendiava a alma dos seus comandados, as vésperas da batalha. Eis, aí, um livro que exalta esta faceta menos conhecida desse grande vulto da história mundial.