Mostra realizada pelo CCBB homenageia um dos mais talentosos atores do cinema brasileiro
José Dumont, o homem que virou cinema
Tipo de Evento: Cinema
Local: CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil
Endereço: SCES trecho 02, lote 22
Telefone do Local: —
De: 15/07/2008 a 03/08/2008
Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia, válida para estudantes, professores, correntistas do Banco do Brasil, maiores de 65 anos)
Ponto de Venda: No local
A mostra prossegue em Brasília, de 15 de julho a 3 de agosto, e depois segue para o Rio de Janeiro (de 22 de julho a 3 de agosto). Dumont também participa de um debate aberto ao público, no dia 15, a partir das 20h30.
A mostra de cinema JOSÉ DUMONT, O HOMEM QUE VIROU CINEMA! reúne os 20 filmes mais relevantes da carreira desse ator brilhante e versátil. Sob curadoria de Davi Kolb e Alvaro Furloni, estão títulos que, de uma certa forma, contam um pouco a história do próprio cinema nacional, como Morte e Vida Severina, A Hora da Estrela, Memórias do Cárcere e o recente Abril Despedaçado.
Um dos mais consagrados e frequentes atores do cinema brasileiro, José Dumont atravessa os últimos 30 anos de uma história conturbada em que a produção cinematográfica nacional viu de tudo: da briga por espaço contra os filmes de Hollywood ao fim da Embrafilme na era Collor e à chamada “retomada”. Ele protagoniza ou interpreta personagens relevantes em vários sucessos de antes e em filmes que hoje são considerados inventivos e renovadores da linguagem no País. Está em Kenoma, Narradores de Javé, Cidade Baixa, Árido Movie. Vive também o empresário da dupla Zezé di Camargo e Luciano no mega-sucesso 2 Filhos de Francisco.
Toda esta história começou há muitos anos, depois que o rapaz nascido na Paraíba migrou para São Paulo e descobriu a arte de representar. A arte esteva desde cedo impressa na vida de José Dumont. Foi ouvindo o cordel e relacionando o som com a palavra escrita no livreto que ele aprendeu a ler sozinho. Foi lendo alto o Novo Testamento para o avô e seus amigos que percebeu que gostava de imaginar aventuras e dar vida a outras pessoas. Foi o palco de um teatro que o revelou para o cinema.
O ARTISTA
Filho de Severino e Maria Porpino, nascido em Belém do Caiçara, no sertão da Paraíba, José Dumont perdeu a mãe cedo, vítima de parto de uma de suas irmãs. Viu o pai migrar para João Pessoa e foi criado pelo avô, Joaquim, de quem não herdou o sobrenome Batista.
Desde cedo José Dumont aprendeu a lidar com a precariedade e poucos recursos, mas isso não foi impedimento para que sua infância fosse rica e prazerosa: “passei a minha infância onde se passa a melhor infância: nela mesma. Se você não tem muitos recursos materiais, você passa essa fase da vida na imaginação. Para mim, o que era bonito era a vida florescendo a partir das imagens”, diz o ator no livro José Dumont, do Cordel às Telas, do jornalista Klecius Henrique. A obra ilustra bem o modo como este paraibano desde cedo já trabalhava sua identificação com o cinema, mesmo que de maneira inconsciente.
Aos seis anos de idade, José Dumont aprendeu a ler sozinho: “eu ficava observando, ouvindo o cordel e comparava. Se o cara falava ´batata´ associava a imagem ao que estava sendo dito. Fui soletrando e descobrindo que o que dizia correspondia ao que estava escrito aqui”. O primeiro palco do futuro ator foi a casa do avô. Logo começou a ler novenas e o Novo Testamento para o avô e os vizinhos, que iam próximo ao pé do morro onde seu Joaquim e o neto moravam.
Por habitar uma casinha no sopé da montanha, seu Joaquim Batista era conhecido como Joaquim do Monte. O pai de José Dumont, que não era batizado, era chamado por todos de Severino do Monte. E foi dele que acabou nascendo o sobrenome Dumont. A história é maravilhosa e tem alimentado ainda mais o encantamento em torno de José Dumont: quando seu Severino foi se alistar no exército, um tenente arrogante achou que ele não sabia pronunciar corretamente o próprio sobrenome. Como era possível alguém se chamar Severino do Monte? O oficial, então, tacou Dumont no documento. A partir daí, todos os seus filhos nasceram Dumont e não, Batista. O causo teria agradado Guimarães Rosa.
Muito jovem José Dumont tentou ingressar na Marinha Mercante. Queria conhecer o mundo. Não conseguiu. Mudou-se para São Paulo e trabalhou na Fábrica Progresso, nos Correios e numa fábrica de moinhos. Foi lá que descobriu a arte de representar, aos 25 anos de idade, quando se envolveu numa peça de Eduardo Campos, dirigida por Haroldo Serra, que falava da periferia de Fortaleza, O Morro do Ouro.
O cinema viria pelas mãos de Zelito Viana. Após acompanhar um especial para TV escrito por Gianfrancesco Guarnieri, o cineasta resolveu chamar José Dumont para estrelar, ao lado de Jofre Soares e Stênio Garcia, o filme Morte e Vida Severina. O ator tinha então 27 anos e mudava-se para o Rio de Janeiro, onde acreditava que conseguiria muito trabalho e sucesso.
Morou numa pensão no Catete e passou um ano difícil depois do filme de Zelito. Voltou a aparecer nas telas em participações pequenas como as de Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia de Hector Babenco, Se Segura Malandro de Hugo Carvana, e, depois, como Piauí no filme de Arnaldo Jabor, Tudo Bem. Este personagem rendeu a Dumont um inesquecível elogio de Paulo Gracindo: “esse menino vai ser um dos maiores atores do Brasil”. Mais que elogio, a frase se revelou um prognóstico.
A CARA DO CINEMA BRASILEIRO
JOSÉ DUMONT, O HOMEM QUE VIROU CINEMA! homenageia este ser humano sensível, inteligente e imprescindível para o cinema. Oferece ainda a oportunidade de o público conferir os últimos 30 anos de história da produção cinematográfica nacional. Os primeiros trabalhos, como Morte e Vida Severina e Tudo Bem, refletem ainda o Cinema Novo, cujos filmes trabalham questões ideológicas e políticas dentro da linguagem, da narrativa e da estética. Depois vem a fase Embrafilme, com realizadores que iniciavam a carreira de modo promissor, caso de Tizuka Yamazaki e o filme Gaijin – os Caminhos da Liberdade. Por outro lado havia realizadores consagrados que continuavam mantendo o fôlego, como é o caso de Nelson Pereira dos Santos e sua adaptação do livro homônimo do escritor Graciliano Ramos, Memórias do Cárcere.
O Homem que Virou Suco, de 1981, dirigido por João Batista de Andrade, gerou dividendos para José Dumont, que abocanhou o prêmio de melhor ator nos festivais de Gramado, Brasília, Huelva e ainda o prêmio da Air France. Ainda no período Embrafilme, dois filmes adaptados de obras literárias fundamentais tiveram a presença do ator, A Hora da Estrela, da diretora Suzana Amaral, que fez enorme sucesso no Brasil e no exterior, e Os Trapalhões no Auto da Compadecida, de Roberto Farias, que levou mais de 2 milhões e meio de espectadores às salas de cinema e é considerado o melhor da trupe que contava com Didi, Dedé, Mussum e Zacharias.
Com a extinção da Embrafilme ficou difícil fazer cinema no Brasil. No entanto, Hector Babenco, que tinha obtido certo sucesso com seu filme anterior, O Beijo da Mulher Aranha, é convidado pelo grande produtor americano Saul Zaentz a realizar outro filme. Surge então Brincando nos Campos do Senhor, com elenco principal de estrelas americanas e com brasileiros reconhecidos como Stênio Garcia, Nelson Xavier e José Dumont. Depois disso, Dumont ficou sete anos sem pisar num set de filmagem, ainda reflexo do governo Fernando Collor. Só “retomou” às telas em Policarpo Quaresma, de Paulo Thiago.
O ator participou ainda de Abril Despedaçado, de Walter Salles, filme discutido pela crítica por conta de uma abordagem esteticamente “pop” do sertão brasileiro. Seguiram-se dois papéis de destaque em duas produções nordestinas. Primeiro José Dumont viveu o personagem Zé Elétrico, um índio de conhecimentos holísticos, em Árido Movie. Depois, interpretou Sergipano no filme baiano Cidade Baixa. Este longa-metragem, dirigido pelo estreante em ficção Sérgio Machado, ganhou o prêmio da Juventude no Festival de Cannes de 2005. O ator deu vida ainda a Miranda, o empresário malandro da dupla Emival / Zezé no filme de maior público após a retomada do cinema brasileiro, 2 Filhos de Francisco – a História de Zezé de Camargo e Luciano, do estreante Breno Silveira.
PROGRAMAÇÃO
Terça, 15/7
15h30 – Morte e Vida Severina (85 min)
18h00 – Tigipió – Uma Questão de Amor e Honra (100 min)
20h30 – Debate com o ator José Dumont
Quarta, 16/7
15h30 – Avaeté – A Semente da Vingança (110 min)
18h00 – Onde Anda Você? (103 min)
20h30 – Abril Despedaçado (105 min)
Quinta, 17/7
15h30 – Kenoma (109 min)
18h00 – Brincando nos Campos do Senhor (189 min)
Sexta, 18/7
15h00 – Árido Movie (100 min)
17h30 – Minas – Texas (73 min)
20h30 – Maria, Mãe do Filho de Deus (107 min)
Sábado, 19/7
15h00 – A Hora da Estrela (96 min)
17h30 – Narradores de Javé (100 min)
19h30 – Até a Última Gota (70 min)
Domingo, 20/7
15h00 – 2 Filhos de Francisco (132 min)
17h30 – Cidade Baixa (110 min)
19h30 – O Homem que Virou Suco (90 min)
Terça, 22/7
15h30 – O Baiano Fantasma (95 min)
18h00 – Tudo Bem (111 min)
20h30 – Kenoma (109 min)
Quarta, 23/7
15h30 – A Hora da Estrela (96 min)
18h00 – Memórias do Cárcere (185 min)
Quinta, 24/7
15h30 – Cidade Baixa (110 min)
18h00 – Narradores de Javé (100 min)
20h30 – Avaeté – A Semente da Vingança (110 min)
Sexta, 25/7
15h30 – Até a Última Gota (70 min)
18h00 – Minas – Texas (73 min)
20h30 – Abril Despedaçado (105 min)
Sábado, 26/7
15h00 – O Baiano Fantasma (95 min)
17h30 – Maria, Mãe do Filho de Deus (107 min)
19h30 – O Homem que Virou Suco (90)
Domingo, 27/7
15h00 – Onde Anda Você? (103 min)
17h30 – Árido Movie (100 min)
19h30 – Kenoma (109 min)
Terça, 29/7
15h30 – Tudo Bem (111 min)
18h00 – Até a Última Gota (70 min)
20h30 – A Hora da Estrela (96 min)
Quarta, 30/7
15h30 – Árido Movie (100 min)
18h00 – Brincando nos Campos do Senhor (189 min)
Quinta, 31/7
15h30 – Gaijin – Os Caminhos da Liberdade (112 min)
18h00 – Memórias do Cárcere (185 min)
Sexta, 01/8
15h30 – Morte e Vida Severina (85 min)
18h00 – Narradores de Javé (100 min)
19h30 – Cidade Baixa (110 min)
Sábado, 02/8
15h00 – Minas – Texas (73 min)
17h30 – Abril Despedaçado (105 min)
19h30 – Tigipió – Uma Questão de Amor e Honra (100 min)
Domingo, 03/8
15h00 – Árido Movie (100 min)
17h30 – O Baiano Fantasma (95 min)
19h30 – O Homem que Virou Suco (90 min)
SINOPSES
A Hora da Estrela, de Suzana Amaral (Brasil, 1985) Cor / 35 mm / 96 min
Baseado no romance de Clarice Lispector, conta a história de Macabéa, uma imigrante nordestina que vive em São Paulo e divide seu tempo entre a pensão miserável onde mora, o trabalho como datilógrafa numa pequena firma e o namoro casto e desajeitado com o metalúrgico Olímpico de Jesus. Dias 19, 23 e 29.
Abril Despedaçado, de Walter Salles (Brasil, 2001) Cor / 35 mm / 105 min
Em abril de 1910, na geografia desértica do sertão brasileiro, Tonho vive o dilema de vingar ou não a morte do irmão mais velho, assassinado por uma família rival. Angustiado pela perspectiva da morte, Tonho passa então a questionar a lógica da violência e da tradição. Dias 16 e 25.
Árido Movie, de Lírio Ferreira (Brasil, 2005) Cor / 35 mm / 100 min
Jonas é o repórter do tempo de uma grande rede de TV, que viaja de São Paulo rumo a sua cidade natal no sertão nordestino, para acompanhar o enterro do pai, assassinado inesperadamente. Dias 18, 27 e 30.
Até a Última Gota, de Sérgio Rezende (Brasil, 1980) Cor / 35 mm / 70 min
Documentário sobre o tráfico de sangue humano no terceiro mundo. Dias 19, 25 e 29.
Avaeté – Semente da Vingança, de Zelito Viana (Brasil, 1985) Cor / 35 mm / 110 min
Um garoto indígena sobrevive ao massacre de sua tribo no centro-oeste do Brasil e cresce trazendo dentro de si o desejo de vingança e a busca da própria identidade. Dias 16 e 24.
Brincando nos Campos do Senhor, de Hector Babenco (EUA, 1991) Cor / 35 min / 189 min
Martin e Hazel Quarrier, missionários fundamentalistas, são enviados para a selva amazônica com o objetivo de converter os índios da região. Os dois dividem opiniões contrárias em relação aos nativos. Enquanto Hazel morre de medo dos indígenas, Martin se mostra fascinado por eles. Dias 17 e 30.
Cidade Baixa, de Sérgio Machado (Brasil, 2005) Cor / 35 mm / 110 min
Amigos de infância, Deco e Naldinho são proprietários de um pequeno barco de carga no litoral da Bahia. A amizade dos dois, no entanto, é profundamente abalada quando eles se apaixonam pela mesma mulher, Karinna, uma dançarina de strip tease. Dias 20 e 24.
Dois Filhos de Francisco, de Breno Silveira (Brasil, 2005) Cor / 35 mm /127 min
Francisco, lavrador pobre que vive no interior de Goiás e pai de vários filhos, sonha em criar uma dupla de cantores sertanejos. Para isso, não mede esforços. O filme é baseado na vida dos cantores Zezé de Camargo e Luciano. Dia 20.
Gaijin – Os Caminhos da Liberdade, de Tizuka Yamasaki (Brasil, 1980) Cor / 35 mm / 112 min
No início do século XX, um grupo de japoneses vem para o Brasil, para trabalhar em uma fazenda de café em São Paulo. Lá, os imigrantes encontram dificuldades para se adaptar, sendo tratados com hostilidade pelo patrão. Apenas alguns colonos os tratam bem, entre eles, Tonho, o contador da fazenda. Dia 31.
Kenoma, de Eliane Caffé (Brasil, 1998) Cor / 35 mm / 109 min
Jonas chega em Kenoma, um pequeno povoado nos confins do mundo, e permanece no local atraído pela jovem Tari. Entre os habitantes de Kenoma destaca-se Lineu, que se dedica há 20 anos à tarefa de construir uma máquina capaz de produzir constantemente sem necessidade de combustível: o moto-perpétuo. Dias 17, 22 e 27.
Maria, Mãe do Filho de Deus, de Moacyr Góes (Brasil, 2003) Cor / 35 mm /107 min
Padre Marcelo Rossi narra para garota doente no interior do país a história da virgem escolhida por Deus para conceber Jesus. Dias 18 e 26.
Memórias do Cárcere, de Nelson Pereira dos Santos (Brasil, 1984) Cor / 35 mm / 185 min
Acusado de manter ligações com grupos de esquerda responsáveis pelo mal sucedido golpe de 1935, o escritor Graciliano Ramos é mandado para a prisão junto com outros presos políticos. Dias 23 e 31.
Minas – Texas, de Carlos Alberto Prates Correia (Brasil, 1989) Cor / 35 mm / 73 min
Em uma pequena cidade no interior de Minas Gerais, Januária se prepara para casar com o tímido e ingênuo Amorim. Todavia, o que ela realmente deseja é fugir com o homem dos seus sonhos, o caubói Roy Pereira, e começar uma nova vida no Texas. Dias 18 e 25.
Morte e Vida Severina, de Zelito Viana (Brasil, 1977) Cor / 35 mm / 85 min
Na tentativa de escapar da miséria e da seca, que assolam o sertão nordestino, Severino decide ir até Recife, em busca de uma vida melhor. Dia 15.
Narradores de Javé, de Eliane Caffé (Brasil, 2003) Cor / 35 mm / 100 min
Com o intuito de impedir a construção de uma usina hidroelétrica, que inundaria toda a cidade, a população analfabeta da pequena Javé obriga o trapaceiro Antônio Biá a escrever um livro com a história do lugar. Os moradores, então, começam a lembrar – ou a inventar – grandes eventos e personalidades da cidadezinha. Dias 19 e 24.
Onde Anda Você?, de Sérgio Rezende (Brasil, 2004) Cor / 35 mm / 103 min
Um velho e decadente comediante viaja de São Paulo até o interior do nordeste em busca de um novo parceiro. Dias 16 e 27.
O Baiano Fantasma, de Denoy de Oliveira (Brasil, 1984) Cor / 35mm / 95 min
O paraibano Lambusca chega a São Paulo procurando um emprego, mas acaba se envolvendo com uma quadrilha que vende “proteção” em troca de dinheiro. Numa das cobranças, um homem morre e Lambusca passa a ser perseguido pela polícia, que o toma por assassino. Dias 22 e 26.
O Homem que Virou Suco, de João Batista de Andrade (Brasil, 1979) Cor / 35 mm / 90 min
A polícia de São Paulo confunde Deraldo, um poeta popular recém-chegado do Nordeste,com Severino, um operário acusado de assassinar o próprio patrão a facadas. Dias 20 e 26.
Tigipió – Uma Questão de Amor e Honra, de Pedro Jorge de Castro (Brasil, 1986) Cor / 35 mm / 100 min
Cezário, ex-coronel de terras do Nordeste, trabalha agora em uma pedreira sob as ordens do engenheiro Heitor. Sua filha, Matilde, encontra-se às escondidas com Heitor e fica grávida. Heitor não propõe casamento nem assume o filho. Cezário arma uma bomba na pedreira e a faz explodir no momento em que os três estão novamente juntos. Dia 15.
Tudo Bem, de (Brasil, 1978) Cor / 35 mm / 111 min
Família de classe média acredita viver isolada do que acontece do lado de fora do seu apartamento, até a chegada dos operários encarregados de reformar o imóvel e transformar repentinamente a rotina familiar. Dias 22 e 29.
Serviço:
JOSÉ DUMONT, O HOMEM QUE VIROU CINEMA!
Local: Cinema do Centro Cultural Banco do Brasil em Brasília
Data: 15 de julho a 03 de agosto de 2008
Horários: de terça a sexta, às 15h30, 18h00 e 20h30; sábados e domingos, às 15h, 17h e 19h30 (ver programação)
Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia, válida para estudantes, professores, correntistas do Banco do Brasil, maiores de 65 anos)
Informações: (61) 3310. 7087
Assessoria de imprensa:
Objeto Sim – (61) 3443. 8891/3242. 9805
Carmem Moretzsohn: (61) 8142. 0111
Gioconda Caputo: (61) 8142. 0112
Maria Alice Monteiro: 9831. 5090
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