O Relacionamento Extraconjugal: as taras e as dúvidas do homem casado

capa_sexualidade_masculina.jpgO relacionamento extraconjugal sempre fez parte da história dos homens casados. Ora considerado como pecaminoso, ora como crime ou como imoral, é uma prática bastante comum em nossa sociedade. É uma alternativa perigosa quando há envolvimento emocional porque pode levar a rompimento de casamentos. os casos mais comuns são os de uma “noite de aventura” que visa única e exclusivamente o prazer sexual e que pode rapidamente ser esquecida e escondida, podendo de modo eventual, ser repetida.

Procuramos saber quantos dos nossos entrevistados casados tiveram relações extraconjugais e 64% responderam que sim, que já tiveram, inclusive 5% informaram que tinham amante fixa. Concluímos também em nosso questionário que 26% tiveram amante por aventura; 6% por não serem sexualmente felizes em casa; 3% por não serem felizes em casa; 2% pro amarem a amante e 3% traem sem saberem por quê.

Os motivos que fazem um homem ter aventuras extraconjugais vão de uma vida insípida dentro de casa, até a curiosidade por uma situação desconhecida ou a necessidade de provar a sua própria sexualidade. É uma experiência que pode ser satisfatória e gratificante mais que é tambpem bastante perigosa, sendo sua descoberta causa de muitos escândalos e até de violência entre os envolvidos.

Grande parte dos homens que têm “caso” fora do casamento confessam que amam suas esposas e que não desejam pôr em risco nem seu casamento nem sua família. Reconhecem que embora o sexo clandestino seja muito excitante, são mais felizes sexualmente com suas esposas que naquelas aventuras.

Outra situação que preocupa demais o sexo masculino é a que envolve as taras sexuais. Alguns homens, mesmo não pondo em prática os seus desejos, apresentam em grau variado, alguns tipos de perverssões sexuais. São as parafilias, prazer nas experiências sexuais incomuns, como o sadomasoquismo (infligir ou sentir dor); o fetichismo (preferir objetos ao invés das pessoas); a bestialidade (ato libidinoso com animais); o voyerismo (espiar corpos ou atos sexuais); o exibicionismo (mostrar os órgãos sexuais); etc.

Em nossa entrevista 39% dos homens informaram ter alguma tara sexual, liberada ou reprimida. Iso confirma que o comportamento sexual humano é complexo e vai muito além do normal e anormal. Enquanto algumas taras são estranhas e aberrantes, algumas outras, em versão atenuada, são usadas beneficamente por parceiros sexuais que desejam acrescentar uma variedade à sua rotina sexual. Entretanto, quando essas preferências são exercidas completamente e quando provocam dependência no homem, transformam-se em processos patalógicos que exigem tratamento psiquiátrico.

***

É com a idéia de que os homens precisam saber mais sobre sua própria sexualidade pois o fato de terem desejo sexual, boa ereção, orgasmo e ejaculação normais, não significa que pode se desinteressar sobre o assunto.

Ao contrário das mulheres que estão sempre atentas às informações, os “senhores” não têm curiosidade sobre o que é veiculado nos jornais, nas televisões e nas rádios.

Conclusão: não sabem como funciona seu corpo, por que seu pênis fica ereto, porque “falham” algumas vezes e, muito menos, sabem como será sua sexualidade quando
envelhecem.
***

Como no trecho acima, em linguagem direta e simples, ler o livro Sexualidade Masculina – verdades e mentiras – já em sua 2ª edição, de Mário Pedro dos Santos, pode significar um salto em qualidade de vida, saúde e prazer.

Sobre o autor – Mário Pedro dos Santos é nascido em Recife, em 13 de janeiro de 1949. Casado com Maria Elizabeth Corrêa Santos, pai de Luana Carolina (29 anos) e Mariana (27). É formado em Medicina pela Universidade Federal de Alagoas, em 1974. Especializado em Urologia pelo Hospital de Base da Fundação Hospitalar do Df, em 1976. Especializado em Andrologia pela Universidade Autônoma de Barcelona (Fundación Puigvert), em 1984. É também autor do livro “Infertilidade masculina – Informações Práticas”, editado pela Andrei, São Paulo, 1992. Médico, urologista – andrologista do Hospital de Base do DF, do Hospital das Forças Armadas, e de clínica privada. Atualmente é presidente da Sociedade Brasileira de Urologia, Secção-DF.




Se você gostou deste artigo, deixe um comentário abaixo e considere
cadastrar nosso RSS, para ser notificado nas próximas atualizações do blog.

Comentários

Muito interessante. Talvez ao ler o livro a mulher consiga entender porque o homem tem essa “necessidade” de casar e trair. Uma incógnita. Porém, pior que não ser fiel, é não ser leal.

Realmente muito interessante.
Como faço pra adquirir este livro? E quanto custa???

Obs.: Não sou casado, tenho apenas 19 anos, mas parece ser muito bom. Acho que vale a pena eu ler, afinal, um livro é sempre bem vindo (livros cultos, é claro)..rs

moro em sao luis maranhão. estou á tres anos vivendo um trio amoroso, namoro um homem casado, ele diz mi amar muito, mais tem suas dificuldades para separar, e já se passarm tres anos e estamos nessa, tenho que admitir que que nao é só cama pois é muito envolvimento, meus filhos e ele se adoram , mais até hoje não teve coragem de separar.

casei com um homem faz 19 anos, temos 2 filhas… para todos se faz de homem correto e perfeito…sempre desconfiei que ele gostava de sexo por telefone,,depois se viciou na internet…e agora tantos anos depois (19 anos)descobri que ama que seu celular tenha chamadas de muitas mulheres, a maioria conhece em internet…essas chams lhe causam muito prazer…e tambem ja foi pra cama com alguma…isso pode ser uma doença…se a pessoa nao vive sem fazer essas coisas???disse que ama a familia…mais jogou tudo pela janela pelos seus prazeres…

nunca esperem fidelidade de ninguem apenas aproveitem os momentos a sos mas mesmo assim cuidado com os pensamentos

acho interesante o que se passa por tras da cabeça de um homen, especialmente os que tem coragem de viver uma vida emocionante

O homem sempre é visto como o culpado na relação extra conjulgal. A visão social do Brasileiro, e completamente deturpada.

Comente este artigo

(obrigatório)

(obrigatório)