Igualdade social: um valor a ser questionado

Por Ático Vilas Boas

A Liberdade guiando o povo (1830, Louvre, Paris) é uma das obras mais nitidamente românticas e célebres de Delacroix

A Liberdade guiando o povo (1830, Louvre, Paris) é uma das obras mais nitidamente românticas e célebres de Delacroix

Evidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenta revolução. De lá para cá, as comunidades humanas têm pretendido pôr na ordem do dia o último referente deste trinômio, isto é, a Igualdade, embora com escassos resultados, pois a igualdade social só se alcança com o indispensável aperfeiçoamento global da sociedade – em sentido horizontal e vertical – e tal objetivo só se consegue por estas duas vias: a revolução ou a evolução. As diversas experiências revolucionárias em nosso Planeta têm realizado muito pouco neste sentido. Quanto à evolução, ela não depende de nossa vontade – e só se consegue com o lento passar do tempo – e será dificilmente avaliada porque, segundo a opinião de alguns estudiosos espiritualistas, “determinadas idéias e propósitos para serem postos em prática necessitam geralmente de séculos ou até mesmo de um milênio”. Contudo, devemos insistir para que se obtenha o advento de tão nobre ideal!

* Prof. Dr. Ático Vilas-Boas da Mota – Escritor. Historiador. Folclorista.




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Comentários

que interessante, alguém fora dos meios anárquicos contestando a igualdade social.
sim, não somos iguais. nem os iguais são iguais. não podemos querer o mesmo para todos. temos, sim, é que RESPEITAR as diferenças e não beneficiar minorias, quaisquer minorias.
gostei!
parabéns.

ACHO Q A IGUALDADER SOCIAL É ALGO MUITO IMPORTANTE PARA TODOS OS CIDADÃOS.QUALQUER CIDADÃO, SEJA HOMEM OU MULHER TEM DIREITO Á SER RESPEITADO DA MESMA FORMA!
iSSO SERVE DE DICA PRA TODOS!
UM GRANDE ABRAÇO!
Gisele Souto;

Somos todos iguais, e devemos deixar nosso egoísmo de lado, pois podemos e devemos querer o mesmo para todos. Temos que entender que não há diferenças. O lema da Revolução Francesa foi um sucesso. Lamento que determinadas pessoas se dêem ao luxo de perder seu tempo tentando questionar algo que e inquestionável.
Lamento deparar-me com este tipo de artigo na internet. Procure fazer alguma que preste para a sociedade.

Igualdade social é um tema não muito discutido perante de uma sociedade individualista onde seus conceitos e opiniões não valem de nada quando não se tem poder.Quando maior sua conta bancária maior será sua influência social e moral,por isso o “povo” não tem muito direito de reclamar dos hospitais públicos por exemplo porque não vai adiantar de nada porque nada irá mudar enquanto os direitos de todos forem os mesmos.Obrigada pela sua atenção
e parabéns pelo texto bem argumentativo.

Isso é muito chato.

Gosto de pensar que a solução para a desigualdade social é as pessoas, se unirem em torno de um mesmo PROJETO SOCIAL! Como por exemplo a que eu desenvolvo que você a acessa pelo link http://www.projetovendabrasil.com.br/?p=284 para uma apresentação de como funciona este PROJETO acesse um dos horários de CONFERENCIA REALIZADA TODOS OS DIAS!

Tá, mais o que poderíamos fazer para termos essa igualdade social?

Na verdade, igualdade é um conceito humano e anti-natural! Não vemos no reino animal um Leão dando passagem para uma manada de Gnus, pois a natureza preza o equilíbrio através da diferenciação. Enquanto o homem achar q a igualdade se faz através de movimentos sociais, continuará a prosperar a desigualdade. SOMENTE A EVOLUÇÃO PODERÁ LEVAR A IGUALDADE! Talvez, movimentos como o feminista, poderão levar a um desiquilíbrio em relação ao sexo masculino(estudos já demonstram isso)com ajuda da pílula (sabemos qual…) levando o homem a um estado de igualdade artificial, onde relacionamentos entre o mesmo sexo serão a resposta de igualdade q todos desejam (mas não entendem) levando a eliminação do núcleo familiar e consequentemente da natalidade… talvez em alguns milênios (ou, menos)até a extinção da humanidade. Mas isso, talvez seja apenas uma divagação, e, talvez, a humanidade resista (se houver tempo!).

isso é tudo que eu queria valeu dono do site éééééé

VOCÊ É DIMAIS!!!!!!!!!

XAUUUUUUUUUUU

A Liberdade guiando o povo (1830, Louvre, Paris) é uma das obras mais nitidamente românticas e célebres de Delacroix
Evidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenta revolução. De lá para cá, as comunidades humanas têm pretendido pôr na ordem do dia o último referente deste trinômio, isto é, a Igualdade, embora com escassos resultados, pois a igualdade social só se alcança com o indispensável aperfeiçoamento global da sociedade – em sentido horizontal e vertical – e tal objetivo só se consegue por estas duas vias: a revolução ou a evolução. As diversas experiências revolucionárias em nosso Planeta têm realizado muito pouco neste sentido. Quanto à evolução, ela não depende de nossa vontade – e só se consegue com o lento passar do tempo – e será dificilmente avaliada porque, segundo a opinião de alguns estudiosos espiritualistas, “determinadas idéias e propósitos para serem postos em prática necessitam geralmente de séculos ou até mesmo de um milênio”. Contudo, devemos insistir para que se obtenha o advento de tão nobre ideal!
* Prof. Dr. Ático Vilas-Boas da Mota – Escritor. Historiador. Folclorista.

Evidentemente estamos diante de um conceito muito relativoEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenta revoluçãoEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenta revoluçãoEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenta revoluçãoEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto emEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenta revolução prática durante aquela sangrenta revoluçãota revoluçãorelativoEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenta revoluçãoEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenta revoluçãoEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenta revoluçãoEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. 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Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenta revolução prática durante aquela sangrenta revoluçãota revoluçãorelativoEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenta revoluçãoEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenta revoluçãoEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. 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O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto emEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenta revolução prática durante aquela sangrenta revoluçãota revoluçãorelativoEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenta revoluçãoEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenta revoluçãoEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. 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Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto emEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenta revolução prática durante aquela sangrenta revoluçãota revoluçãorelativoEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenta revoluçãoEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenta revoluçãoEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. 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Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenta revoluçãoEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenta revoluçãoEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto emEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenta revolução prática durante aquela sangrenta revoluçãota revoluçãorelativoEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenta revoluçãoEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. Na natureza é impossível pensar-se na igualdade universal porque tudo nela se apóia na diferenciação, o que implica, portanto, na manifesta desigualdade. O homem um ser essencialmente político e, por conseguinte, social e concriador, pode sonhar com a igualdade social como sublime exercício do otimismo, porque ele é detentor do livre arbítrio, podendo, portanto aspirar ao melhor, mesmo que as suas idéias estejam apoiadas em sedutoras utopias. Aliás, o conceito de igualdade social, no Ocidente, vem de muito longe, tendo atingido o seu apogeu nos dias turbulentos da Revolução Francesa (1789-1799) com a insistente divulgação do “slogan”: Liberté, Fraternité, Egalité. Não nos esqueçamos de que pelo menos no que se refere à Fraternidade jamais este ideal foi posto em prática durante aquela sangrenta revoluçãoEvidentemente estamos diante de um conceito muito relativo, ou melhor, restritivo, pois se refere, neste caso, apenas à igualdade social, com todas as suas implicações jurídicas e sociais. 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