Manifesto de Alto Paraíso
Por Luís A. W. Salvi*
No mês de Janeiro de 2009, reuniram-se na cidade de Alto Paraíso de Goiás, com a participação de residentes em Brasília, um grupo de pensadores e buscadores da Verdade que, sob a tônica do universalismo e da historicidade, redigiram o seguinte “Manifesto de Alto Paraíso”.
Considerando que toda a segurança e também a evolução do mundo dependem das Harmonias Cósmicas, propugna-se que toda a cultura humana seja edificada sobre a busca de: a. harmonia entre Céu e Terra; b. harmonia entre Interior e Exterior; c. harmonia entre Masculino e Feminino; e d. harmonia entre Passado e Futuro. Não obstante devidamente inclinados também na busca de harmonizar o Ideal final com o Real progressivo. Logo, este Manifesto busca servir de instrumento para a geração de um novo consenso planetário, sob o trinômio Arte-Ciência-Filosofia. Considerando então o conjunto de informações ecumênicas, multiculturais, plurisociais e panraciais existentes na Terra, propugna-se:
1. Segundo a natureza da nova época (Espírito Santo, Aquário), deve-se fomentar uma visão atual de Deus ou da “Matriz cósmica” como INTELIGÊNCIA AMOROSA-PODEROSA.
2. Que a data de 2013 d.C. seja adotada como Marco de um Novo Tempo para a humanidade, especialmente definido sob os ciclos de 5 mil anos de civilização ou “modelo cultural dominante”. Ciclo este universalmente admitido e de satisfatórias bases cientificas, caracterizando as suas transições por oferta de novos paradigmas, sínteses culturais, crises civilizatórias de raiz (prenunciadas por várias culturas antigas como envolvendo na atualidade o “fogo” por elemento de transição), quando apresenta grupos de arautos e de autoridades culturais favoráveis a novos modelos de civilização, sob o entorno da Nova Encarnação Divina.
3. Tal como o “Quinto Mundo” foi aberto no Planalto Central mexicano (e na cidade de Teotihuakan), o novo “Sexto Mundo” será aberto oficialmente no Planalto Central brasileiro (e na cidade de Alto Paraíso), e nos mesmos termos, ou seja, através da reunião ecumênica de autoridades naturais e da sociedade em geral, devidamente consensuadas entre si em torno das Novas Coisas, como demonstra o item seguinte.
4. A geração de um novo consenso que possibilite o avanço da cultura humana, no sentido geral da espiritualidade, na conformação das instituições universais sob esta tônica dominante, tendo em vista a consolidação de uma última etapa civilizatória “humana-humana”, preparação da grande etapa futura na qual a humanidade se voltará para o universalismo superando assim o atual ciclo médio de setorizações. Destarte o processo de complexificação da cultura ou da evolução (ou “Noosfera I”, Manvantara) terá atingido o seu ápice através das quatro estruturas de espécie, raça, etnia e classe, retornando daí na seqüência através de sínteses progressivas ou na direção da simplificação interior (ou “Noosfera II”, Pralaya), pela universal aceitação e sem perda, portanto, da diversidade exterior adquirida através da evolução humana e cultural.
5. A forma cultural dominante será a da pós-racionalidade e do “intuicional”, entendo-se como tal a revalorização do sensível e da Natureza, assim como da visão “interior” das coisas e da supremacia da mente abstrata, sem a perda das bases racionais e intelectuais adquiridas no decurso do ciclo civilizatório precedente. Isto será alcançado através de sistemas de educação permanente e multinível, visando atingir a realização de um novo modelo antropológico. Nisto, a nova tônica vigente se define pelo “feminino”, incluindo aqui o sensorial, o pragmático e o espiritual-religioso.
6. A nova humanidade deve alcançar um uso positivo amplo do seu livre-arbítrio, devendo ser orientada nesta direção, especialmente através de uma educação vitalícia, em ambientes favoráveis e no sentido do equilíbrio “pleno” no trato das coisas. O “homem espiritual” será o paradigma humano do novo ciclo de civilização, caracterizando-se pela busca do equilíbrio universal e da evolução integral, e tendo por meta definida a iluminação, sujeita à corroboração moral e científica, e visando a almejada “imortalidade da alma”.
7. Ao lado do fomento da auto-gestão econômica, propõe-se basicamente, na área do governo coletivo, a valorização das lideranças naturais e a organização espontânea da sociedade, tendo em vista o novo modelo cultural necessário, de modo a, através disto, se vir a influenciar as massas humanas e as instituições em geral. Um modelo sócio-eco-espiritual deverá ser enfatizado hoje.
Veja mais, opine e debata este Manifesto em:
http://manifesto-de-alto-paraiso.blogspot.com/
Fones (62) 9602-9646 e (51) 9861-5178
* Luís A. W. Salvi é escritor polígrafo (autor de mais de 130 obras), especializado em Geosofia e em Astrosofia e correspondente desta página na cidade de Alto Paraíso de Goiás. As obras do autor podem ser encontradas na Thesaurus Editora – Livraria virtual. Ver página
http://www.thesaurus.com.br/busca/?palavras=salvi
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Estou profundamente decepcionado com Alto Paraíso. Há que haver justiça na cidade antes de se considerarem a Nova Jerusalém.