Lusofonia Tem Maior Participação Na Feira Internacional de Macau

Participam da Feira Internacional de Macau pela primeira vez: Russia (mapa)...
A 14ª edição da Feira Internacional de Macau começa nesta quinta-feira com 288 delegações de 61 países e regiões, entre os quais sete países de língua portuguesa, que terão a maior participação de sempre no evento.
Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e Timor-Leste estão unidos no Pavilhão dos Países de Língua Portuguesa, para promover oportunidades de negócio e investimento e Portugal terá o seu próprio espaço de exposição na Feira Internacional de Macau, que estará de portas abertas entre quinta-feira e domingo no centro de convenções do hotel The Venetian.

... Colombia...
De acordo com a organização, o estado brasileiro de São Paulo terá este ano pela primeira vez o seu próprio pavilhão na feira com quatro stands e o Brasil enviará a maior delegação de sempre ao evento.
Lee Peng Hong, presidente do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau, responsável pela organização da feira, salientou hoje em conferência de imprensa que “a participação dos países de língua portuguesa é este ano a maior de sempre, o que permite reafirmar o papel de Macau como plataforma de negócios entre a lusofonia e a China”.

... Peru (mapa)...
PAÍSES DE LÍNGUA PORTU
GUESA
“Entendemos que o interesse sobre os países de língua portuguesa pelo continente chinês e empresários chineses é cada vez maior e, nesse sentido, Macau tem como estratégia a longo prazo trabalhar com os países lusófonos”, sustentou.
Segundo a coordenadora do Gabinete de Apoio ao Secretariado Permanente do Fórum Macau, Rita Santos, está prevista a deslocação a Macau de “mais de 100 individualidades da lusofonia, entre empresários e representantes dos organismos de promoção do comércio e investimento”.
Os sete embaixadores dos países de língua portuguesa em Pequim vão também deslocar-se à Feira Internacional de Macau para participarem num seminário sobre as oportunidades de negócio entre as comunidades empresariais da China e dos países lusófonos e os desafios da Nova Economia.
Com mais de 1000 stands de 600 expositores oriundos de 48 países e regiões – 14 dos quais participam pela primeira vez, como a Rússia,
PRIMEIRA VEZ
Colômbia, Peru e Cuba -, a Feira Internacional de Macau assume-se este ano como a maior de sempre, através de um reforço da área de exposição e componente internacional.
O aumento do potencial de atracção do evento resulta, de acordo com Lee Peng Hong, do “reconhecimento do papel de Macau como plataforma de cooperação comercial e económica”.

... E Cuba: 61 países, novo viés econômico para revitalizar o capitalismo globalizado, onde a ideologia deve ficar de fora
“Estamos a tentar transformar esta grande participação internacional em oportunidades de negócio para as pequenas e médias empresas, além de se procurar promover o papel de Macau como plataforma internacional para os negócios com a China”, objectivos que se coadunam com as políticas do governo, acrescentou Lee Peng Hong.
Num ano em que se celebra o décimo aniversário da transferência de soberania, a Feira Internacional de Macau tem como tema central a “Diversidade – Chave para uma nova década de prosperidade”, com vista a apresentar o desenvolvimento social e económico do território ao longo da última década e explorar novas oportunidades de negócio, além do jogo, que dinamizem no futuro o mercado.
A feira resultará de um investimento de 20 milhões de patacas (1,6 milhões de euros), segundo a organização, esperando-se que venha a atrair cerca de 60 mil visitantes, três mil dos quais profissionais de mais de 60 países.
Carlos Jorge Mota, correspondente da Nós - Fora dos Eixos em Portugal
Serviço
In Público, enviada por Carlos Jorge Mota,
especial para Nós – Fora dos Eixos
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