É Proibido Fumar Vence o 42º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

Glória Pires, melhor atriz, no melhor filme: É Proibido Fumar
Da Redação
Com Divulgação
O longa-metragem É Proibido Fumar, de Anna Muylaert, protagonizado por Glória Pires e Paulo Miklos, foi o grande vencedor do 42º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (FBCB), que encerrou na noite desta terça-feira, 25. O filme venceu ainda o prêmio da crítica.
É Proibido Fumar foi muito aplaudido pelo público, fato que não passou despercebido pelo Júri Oficial. O longa ganhou oito prêmios, entre eles o Candango de melhor filme, de melhor roteiro, melhor atriz (Glória Pires) e melhor ator (Paulo Miklos), ex-integrante da banda Os Titãs. O prêmio é R$ 80 mil.
O melhor filme do Júri Popular ganhou R$ 30 mil de prêmio: Filhos de João, Admirável Mundo Novo Baiano, de Henrique Dantas. O filme venceu ainda o prêmio Especial do Júri e foi eleito o melhor pelo júri popular.

FBCB: alegria dos vencedores
EXPECTATIVA
A exibição do longa-metragem É Proibido Fumar, de Anna Muylaert, protagonizado por Glória Pires e Paulo Miklos – que estiveram presentes à sessão – gerou muita expectativa.

Paulo Miklos, melhor ator, por desempenho em É Proibido Fumar
“É uma honra para nós estarmos aqui. Particularmente estou muito nervosa, pois essa é a primeira exibição do filme e gostaria de dedicar essa sessão aos músicos brasileiros e também aos 50 anos da morte de Heitor Villa-Lobos”, disse a diretora Anna Muylaert.
O filme divertiu a platéia do Cine Brasília e foi muito aplaudido pelo público que lotou a sessão. É Proibido Fumar conta a história de Baby, uma mulher que mora sozinha no apartamento que herdou de sua mãe e que encontra no cigarro sua melhor companhia.
Quando o músico Max se muda para o apartamento vizinho ao seu, ela vê a chance de viver um romance e voltar à vida, mas percebe que o cigarro é o primeiro, mas não o maior de seus inimigos.
FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO
Criado em 1965, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro é o mais antigo do país. De lá para cá, sempre foi referência de crítica e propagação da sétima arte. Idealizado por Paulo Emílio Salles Gomes, crítico de cinema, o evento que nasceu no início da ditadura militar, sempre teve caráter contestatório, o que levou a sua proibição durante os anos de 1972 e 1974.
Uma constelação de artistas já passou pelo tapete vermelho do Cine Brasília, entre eles, Fernanda Montenegro, Grande Otelo e Arnaldo Jabor. Todos premiados na primeira edição do evento. Entre as marcas registradas do Festival, estão a fidelidade à produção nacional, o espaço dado aos novos nomes e seu público extremamente crítico. Para os cineastas, o Festival de Brasília funciona como um termômetro, se o público daqui gostar, é sucesso garantido.
SERVIÇO
Leia mais sobre o 42 FBCB in Nós – Fora dos Eixos e a relação de todos os filmes premiados nos portais:
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Comentários
Prezada Gloria,
Desculpe a honestidade, mas assisti ontem na Globo (3/01/2011)o teu filme com o Tony Ramos o qual me deixou em “extase” pelo fato de perceber que tens o hábito de dirigir descalça, coisa que sempre foi um grande fetiche meu e razão pela qual nunca me acertei com nenhuma namorada por causa disso. Te confesso que tens os pés maravilhosos e que iria amar ser os pedais do seu Tucson” e ser pisado pelos teus graciosos pés…
Mais uma vez, desculpe a confissão desse fato que jamais poderia deixar passar em branco e te dar ciência…
Alberto.

O Paulo é EX INTEGRANTE dos Titãs? Onde isso? Comeu mosca? Mas, fora isso… o filme é um conto para adultos, uma comédia “séria”. Simples e bem feito. Mereceu os prêmios que já venceu.