Cremado em Luziânia (GO) o Corpo do Poeta Ariosto Teixeira

Ariosto Teixeira, lendo poesia, já com a saúde debilitada.

Por Redação

O corpo do poeta e jornalista e cientista político Ariosto Teixeira, que faleceu na madrugada de segunda-feira, 23, foi cremado segunda-feira, 26, em Luziânia (GO). Ariosto tinha 56 anos deixou viúva e dois filhos, um livro de poesia publicado, Poemas do Front Civil e um outro inédito.

Poetas e colegas jornalistas de Ariosto Teixeira o homenagearam terça-feira, 26, com um recital no Café Martinica, que contou com um público de mais de 200 pessoas.

O velório do poeta, realizado domingo, 24, no cemitério Campo da Esperança, em Brasília (DF), contou com a presença de familiares, amigos, jornalistas e artistas.

Entre os pressentes a cerimônia do adeus, o presidente do Congresso Nacional, senador José Sarney e o presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, além de outras personalidades do mundo político.

Sem medo

O Coletivo de Poetas, do qual Ariosto Teixeira fez parte, vai editar a coletânea Fincapé, com seis poemas inéditos de Ariosto Teixeira, por ocasião das comemorações do primeiro cinquentário de Brasília, 21 de abril.

No recital de homenagem póstuma, que durou mais de duas horas, organizado pelos integrantes do grupo Poesia na Lua, do qual também fazia parte, foram lidos trabalhos do livro Poemas do Front Civil (7 Letras, Rio de Janeiro, 2008).

O momento mais emocionante do recital foi quando a viúva de Ariosto, a jornalista Solange e o filho mais novo, João Manuel, subiram ao palco e leram dois poemas inéditos.

“Meu pai não tinha medo da doença e sempre se esforçou muito para continuar vivendo. Ele fazia muito esforço para vim aqui recitar poemas com vocês. Ele sempre chegava a ensaiar em casa para dizer seus poemas da melhor maneira possível”, revelou João Manuel.

Para Ariosto Teixeira, “o poema é minha vitória sobre o nada.”




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Comentários

Tio, és um exemplo a ser seguido por todos nós, descanse em paz ao lado do meu pai.

Velho e querido amigo dos tempos em que não eras mestre em nada.
Emérito pandeirista do conjunto Os Jovens, vai em paz que dia desses nos encontraremos e sentaremos nos degraus da pira da pátria, em Bagé, a discutir temas que não compreendemos mas nos quais somos especialistas.
Vamos discutir qual a melhor solução para aquela cena do Trativelindepraglitifitotinquelux, antes de irmos para Arcozelo.
Um beijo meu , do Pedro, do Otacilio, do Cholante, da Lulu, do Betinho,do Sereia, do Chinês, do João, da Valdi, do Jaca e de toda aquela turma que pegou Hepatite C junto contigo. Um beijo meu amigo e até um dia.

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