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><channel><title>Nós - Fora dos Eixos &#187; Victor Tagore</title> <atom:link href="http://www.nosrevista.com.br/author/admin/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.nosrevista.com.br</link> <description>Revista Cultural e Literária</description> <lastBuildDate>Fri, 30 Jul 2010 18:56:46 +0000</lastBuildDate> <generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <item><title>Escravização através da Dívida Pública</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/04/18/escravizacao-atraves-da-divida-publica/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/04/18/escravizacao-atraves-da-divida-publica/#comments</comments> <pubDate>Sun, 18 Apr 2010 20:15:59 +0000</pubDate> <dc:creator>Victor Tagore</dc:creator> <category><![CDATA[Defesa do Consumidor]]></category> <category><![CDATA[Economia]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=10918</guid> <description><![CDATA[
Por Adriano Benayon
As cifras espantosas da dívida
Em junho de 2008, nº 43, A Nova Democracia publicou o artigo de minha autoria, “Perdas com o serviço da dívida”.
2. Mostrei então que a União, despendeu de 1988 a 2007, R$ 4,5 trilhões no serviço das dívidas interna e externa, em valor atualizado a preços de  2007, por [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong></p><div
id="attachment_10925" class="wp-caption alignleft" style="width: 252px"><strong><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/04/tesouro-nacional_por_www.museuhistoriconacional.com_.br_1.jpg"><img
class="size-medium wp-image-10925" title="tesouro nacional_por_www.museuhistoriconacional.com.br" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/04/tesouro-nacional_por_www.museuhistoriconacional.com_.br_1-242x300.jpg" alt="" width="242" height="300" /></a></strong><p
class="wp-caption-text">Tesouro Nacional, por www.museuhistoriconacional.com.br</p></div><p>Por Adriano Benayon</strong></p><p><strong><em>As cifras espantosas da dívida</em></strong></p><p>Em junho de 2008, nº 43, A Nova Democracia publicou o artigo de minha autoria, “Perdas com o serviço da dívida”.</p><p>2. Mostrei então que a União, despendeu de 1988 a 2007, R$ 4,5 trilhões no serviço das dívidas interna e externa, em valor atualizado a preços de  2007, por juros, encargos e amortizações, não contadas a rolagens. A fonte dos dados, em preços correntes, é a SIAFI, STN (Secretaria do Tesouro Nacional, despesas da União por grupo).</p><p>3. Acrescentando a despesa de 2008 e 2009, e atualizando tudo em preços de dezembro de 2009, o gasto acumulado, de 1988 a 2009, com o serviço da dívida ascendeu a R$ 5,7 trilhões.</p><p>4. Note-se a assustadora velocidade de crescimento desse serviço, que já havia sido recorde em 2007 com R$ 244 bilhões. A elevação foi de 15% de 2007 para 2008 (R$ 280 bilhões)  e de 35% de 2008 para 2009 (R$ 380 bilhões), em preços correntes.</p><p>5. Pergunto: quem teve aumentos anuais nesses percentuais sendo assalariado ou como empresário pequeno ou médio? A propósito, eu havia  esquecido de fazer a mesma pergunta no artigo do mês passado, “Brincando à beira do abismo”, A Nova Democracia nº 63, março de 2010, em que descrevi a ininterrupta escalada dos lucros dos bancos em atividade no Brasil, de 1995 a 2010.</p><p>Bancos, juros, SELIC</p><p>6. Não é difícil explicar a coincidência entre o aumento dos lucros dos bancos e o aumento dos gastos da União com a dívida pública federal. De fato, há um elo entre as duas coisas: as taxas de juros, no Brasil as mais altas do mundo, como é notório.</p><div
id="attachment_10922" class="wp-caption alignright" style="width: 400px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/04/juros_por-pensarseixal.wordpress.com-jpg.jpg"><img
class="size-full wp-image-10922" title="juros_por pensarseixal.wordpress.com jpg" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/04/juros_por-pensarseixal.wordpress.com-jpg.jpg" alt="" width="390" height="319" /></a><p
class="wp-caption-text"> Juros, por-pensarseixal.wordpress.com</p></div><p>7. A fim de colaborar com a CPI, cujo corpo técnico procura suscitar a instalação de comissão permanente na Câmara dos Deputados para realizar a auditoria da dívida, o Engenheiro Luiz Cordioli fez exaustivo levantamento das operações de títulos do Tesouro com taxa SELIC, de 1986 a 2009. Suas tabelas apontam conclusões estarrecedoras, como esta: a aplicação de uma unidade de moeda em junho de 1986 à taxa SELIC resultaria no fantástico número de 14,45 bilhões. Claro que raros se beneficiaram sempre da SELIC, que superava a taxa de inflação, mesmo quando esta era estratosférica. Muitos, muitíssimos, muitas vezes, foram lesados, como os confiscados pelo Plano Collor e os prejudicados pelos demais planos, a cada troca de moeda.</p><p>8. Não que os bancos só obtenham lucros aplicando, em títulos da dívida pública e para ganho próprio, o dinheiro que as pessoas neles depositam. Também auferem muito, sugando diretamente as pessoas físicas e jurídicas que deles precisam para tomar créditos, pois nesse caso as taxas são astronômicas, como, por exemplo, no cheque especial.</p><p>Estados e municípios</p><p>9. Falando em juros dessa ordem, por incrível que pareça, os Estados e os municípios pagam à União juros extorsivos, ainda mais altos que os propiciados aos aplicadores financeiros bafejados pela generosidade (com o dinheiro alheio) do Banco Central e do COPOM (Comitê de Política Monetária, controlado pelo Banco Central).</p><div
id="attachment_10923" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/04/adriano-benayon1.jpg"><img
class="size-medium wp-image-10923" title="adriano benayon1" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/04/adriano-benayon1-300x237.jpg" alt="" width="300" height="237" /></a><p
class="wp-caption-text">Adriano Benayon</p></div><p>10. O contador João Pedro Casarotto expôs, na CPI em curso na Câmara dos Deputados, os diversos ônus que incidem sobre as dívidas dos estados e municípios. Entre esses está a correção monetária por meio do IGP-DI,  que tem superado em muito os índices de preços ao consumidor. Vale citar este flash do resultado disso:</p><p>“Em valores de dezembro de 2008, os Estados receberam R$ 184,98 bi, pagaram R$ 119,49 bi e ainda estão devendo R$ 320,25 bi. Um formidável subsídio dos Estados para a União de R$ 254,76 bilhões, o que se explica por ter o Governo Federal da época tratado o empréstimo como &#8230;reles operação bancária comercial.”</p><p>11. A “renegociação” das dívidas dos estados e municípios (1997/1998) é uma das incontáveis bombas destruidoras, de efeito retardado, deixadas no País pela famigerada administração tucana, por ordem do FMI, Banco Mundial et caterva (i.e., bancos estrangeiros ditos credores). Na ocasião, as dívidas estaduais foram assumidas pela União.</p><p>As múltiplas sangrias</p><p>12. Resumindo a dinâmica da agiotagem, o povo brasileiro é extorquido diretamente pelos juros quando toma</p><div
id="attachment_10926" class="wp-caption alignright" style="width: 440px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/04/agua_por_biosabermais.wordpress.com_.jpg"><img
class="size-full wp-image-10926" title="agua_por_biosabermais.wordpress.com_" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/04/agua_por_biosabermais.wordpress.com_.jpg" alt="" width="430" height="600" /></a><p
class="wp-caption-text">Água deveria ser gratuita para todos. Imagem por biosabermais.wordpress.com</p></div><p>empréstimos, usa cheque especial ou qualquer outra forma de credito, e indiretamente, pagando impostos cuja arrecadação escorre pelo ralo da dívida pública nos três níveis da Federação.</p><p>13. Por cúmulo, mesmo com a altíssima carga tributária, equivalente a 35,8% do PIB (era de 23,7% em 1989, tendo aumentado 51%), os brasileiros não contam com serviços públicos dignos desse nome, não só porque os ainda providos, em tese, pelo Estado têm caído em qualidade, mas também porque parte substancial deles foi privatizada.</p><p>14. Essa é outra bomba destruidora, montada pela tucanagem e mantida pelos petistas, não menos hipócritas. A privatização resultou em que se adicionem à carga tributária imposta pelo setor público as tarifas abusivas, e sempre em aumento, cobradas pelas empresas transnacionais que se apropriaram das concessões.  Essas concessionárias quase nada investem;  fazem, em geral, cair ainda mais a qualidade dos serviços; e  devastam recursos naturais inestimáveis, como acontece com a água.</p><p>15. A água, por demais abundante no Brasil, vem sendo  crescentemente fornecida por transnacionais, como Suez, Nestlé e Coca-Cola. Além disso, engarrafada com a adição de químicos e desmineralizada para ser vendida à população, que deveria desfrutar de água natural, saudável, e de graça. Ademais, as transnacionais do setor, que se vêm expandindo por grande número de cidades, fazem esgotar e deteriorar os lençóis freáticos. Para controlar a água, prometem investir em saneamento, e não o fazem.</p><p>16. Não bastasse a exação através dos juros do crédito (1), a dos impostos pagos aos governos federal, estadual e municipal (2), a das tarifas  dos serviços públicos (3), há ainda a dos preços de oligopólio dos bens e serviços pagos às empresas ditas produtivas, das quais as principais estão, hoje, quase todas, sob controle estrangeiro (4).</p><p>17. Um dos exemplos mais acintosos desse deboche são os preços dos automóveis: o consumidor brasileiro paga pelo mesmo carro -  fabricado no Brasil &#8211; o dobro do preço dele no exterior, por exemplo, na Argentina e no México. Essa diferença de 100% corresponde, quase toda, a lucros dos oligopólios, aumentados pelas inúmeras isenções e vantagens à exportação dadas pelo “governo”, sem falar nos subsídios à produção, inclusive taxas de juros favoráveis por conta do BNDES.</p><p>* Adriano Benayon é Doutor em Economia. Autor de “Globalização versus Desenvolvimento”, editora Escrituras. abenayon@brturbo.com.br</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/04/18/escravizacao-atraves-da-divida-publica/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>FAC &#8211; Fundo de apoio à Cultura Abre Inscrições Para Artistas do DF</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/24/fac-fundo-de-apoio-a-cultura-abriu-as-inscricoes/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/24/fac-fundo-de-apoio-a-cultura-abriu-as-inscricoes/#comments</comments> <pubDate>Wed, 24 Mar 2010 13:47:46 +0000</pubDate> <dc:creator>Victor Tagore</dc:creator> <category><![CDATA[Edital]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=10185</guid> <description><![CDATA[A Secretaria de Cultura publicou nesta sexta-feira, 19 de março, a  Portaria 12/2010, para o Fundo de Apoio à Cultura (FAC). Os interessados  terão até 18 de abril para inscrever seus projetos. Os formulários  estão disponíveis na página da Secretaria de Cultura, pelo endereço  eletrônico www.sc.df.gov.br. Neste ano, afim de simplificar [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id="attachment_10203" class="wp-caption alignleft" style="width: 255px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/josé-edson-dos-santos_3_jpg1.jpg"><img
class="size-full wp-image-10203" title="josé edson dos santos_3_jpg" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/josé-edson-dos-santos_3_jpg1.jpg" alt="" width="245" height="265" /></a><p
class="wp-caption-text">José Edson dos Santos, um dos poetas contemplados com o FAC.</p></div><p>A Secretaria de Cultura publicou nesta sexta-feira, 19 de março, a  Portaria 12/2010, para o Fundo de Apoio à Cultura (FAC). Os interessados  terão até 18 de abril para inscrever seus projetos. Os formulários  estão disponíveis na página da Secretaria de Cultura, pelo endereço  eletrônico www.sc.df.gov.br. Neste ano, afim de simplificar a formulação  das propostas, no que diz respeito a documentação, alguns itens da  Portaria foram alterados. Os proponentes deverão ficar atentos as novas  regras dispostas na publicação.</p><p><strong>1. O que é o FAC? </strong></p><p>O Fundo de Apoio à Cultura (FAC) é o instrumento de fomento a  produção cultural do Governo do Distrito Federal. Criado em 1991,  recentemente passou por modificações. Desde 2008 está atrelado a Receita  Corrente Líquida do DF, cuja Lei determina que os recursos destinados  ao Fundo correspondam a 0,3% da Receita. O Fundo apóia projetos nas  áreas de Dança; Literatura; Artes Visuais; Artes Cênicas; Música;  Cinema; Projetos Especiais; Circo / Cultura Popular; Gestão, Pesquisa e  Capacitação; e Ações de Educação Patrimonial. O acesso aos recursos do  FAC se dá por meio da análise de propostas pelo Conselho de Cultura do  DF, formado por representantes do governo e da sociedade. O Fundo é  administrado pela Secretaria de Cultura, por meio do Conselho.</p><div
id="attachment_10205" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Neto-Borges_studio033pq1.jpg"><img
class="size-medium wp-image-10205" title="Neto Borges_studio033pq" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Neto-Borges_studio033pq1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p
class="wp-caption-text">O cineasta Neto Borges filmou o documentário Entre Ilhas e Eixos com o apoio do FAC.</p></div><p><strong>2. Como se inscrever?</strong></p><p>Primeiro, os interessados deverão possuir Certificado de Entes e Agentes  Culturais (CEAC), conforme divulgado na página da SC. As inscrições  para o FAC devem ser feitas na página da Secretaria de Cultura:  www.sc.df.gov.br.</p><p>No ato da inscrição os proponentes receberão um código que deverá ser  utilizado para identificar os projetos. Cada candidato deverá encaminhar  três envelopes à Secretaria de Cultura. O primeiro deverá conter a  apresentação do projeto, com dados referentes a proposta. No segundo, o  candidato deverá anexar a ficha do projeto, com informações como  direção, elenco, etc. No terceiro deve colocar toda a documentação  indicada na Portaria.</p><p><strong>3. As inscrições podem ser feitas pessoalmente?</strong></p><p>Não, apenas pela internet.</p><p><strong> </strong></p><div
id="attachment_10206" class="wp-caption alignleft" style="width: 234px"><strong><strong><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/josé-santiago_naud.jpg"><img
class="size-full wp-image-10206" title="josé santiago_naud" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/josé-santiago_naud.jpg" alt="" width="224" height="173" /></a></strong></strong><p
class="wp-caption-text">José Santiago Naud: a reunião de parte dos seus poemas (Fábrica de Ritos) teve o apoio do FAC.</p></div><p><strong>4. Quando o prazo termina?</strong></p><p>Os proponentes terão 30 dias, a contar da data da publicação da  Portaria, para fazer sua inscrição. Ou seja, de 19 de março a 18 de  abril.</p><p><strong>5. Como os projetos serão analisados?</strong></p><p>Os projetos serão analisados em três etapas eliminatórias. Nas duas  primeiras serão avaliados pelo Conselho de Cultura do Distrito Federal. A  última etapa – da verificação da documentação – será validada por uma  comissão de documentação.</p><p><strong>6. Qual será o peso em cada etapa?</strong></p><p>A primeira etapa da avaliação, referente ao envelope A, terá peso 5 e  o total de pontos alcançadas será 35. A análise do envelope B também  terá peso 5, contudo, somará, no máximo, 10 pontos.</p><p><strong> </strong></p><div
id="attachment_10207" class="wp-caption alignleft" style="width: 144px"><strong><strong><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/paulo_tovar_4.jpg"><img
class="size-full wp-image-10207" title="paulo_tovar_4" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/paulo_tovar_4.jpg" alt="" width="134" height="200" /></a></strong></strong><p
class="wp-caption-text">O saudoso compositor Paulo Tovar: CD com o selo do FAC.</p></div><p><strong>7. Quantos projetos podem ser inscritos por pessoa?</strong></p><p>Cada proponente pode inscrever dois projetos. Contudo, caso selecionado,  apenas um poderá ser beneficiado. A portaria publicada nesta  sexta-feira prevê o cruzamento de CPF e CNPJ, afim de evitar que um  proponente pessoa física ou seus sócios também possam se inscrever como  pessoa jurídica (empresa) e um mesmo grupo de pessoas tenha mais de um  projeto contemplado.</p><p><strong>8. Como serão as contrapartidas?</strong></p><p>Além da execução do produto ou serviço, cada proponente deverá indicar,  no ato da inscrição, duas formas de contrapartida, dentro das três  possibilidades apresentadas abaixo:</p><p>1ª – O beneficiado deverá se apresentar gratuitamente em eventos  produzidos pela Secretaria de Cultura nas Regiões Administrativas;</p><p>2ª – O contemplado deverá participar de seminários e debates acerca da  área de atuação nas Regiões Administrativas;</p><p>3ª – Os selecionados com produtos físicos, CDs, DVDs, Livros, etc,  deverão doar 10% do produto final para a SC.</p><p><strong>9. Servidores públicos poderão participar do processo?</strong></p><p>De acordo com a nova Portaria, os servidores públicos do GDF, exceto  os da Secretaria de Cultura, poderão apresentar projetos ao FAC.  Parentes até o 2º grau dos membros do Conselho de Cultura, do Conselho  de Administração do FAC, ou de funcionários do FAC, estão vetados.  Proponentes que possuam projeto de apoio financeiro aprovado em seleção  anterior no FAC, pendente de celebração de contrato há mais de 2 anos,  também estão de fora da seleção.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/24/fac-fundo-de-apoio-a-cultura-abriu-as-inscricoes/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Integrar Para Além do Mercado Cultural da América Latina</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/23/iii-simposio-internacional-de-cultura-e-comunicacao-na-america-latina-integrar-para-alem-do-mercado/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/23/iii-simposio-internacional-de-cultura-e-comunicacao-na-america-latina-integrar-para-alem-do-mercado/#comments</comments> <pubDate>Tue, 23 Mar 2010 23:44:56 +0000</pubDate> <dc:creator>Victor Tagore</dc:creator> <category><![CDATA[América Latina]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=10180</guid> <description><![CDATA[
Celacc/ECA/USP e Fundação Memorial da América Latina realizam III Simpósio Internacional de Cultura e Comunicação na América Latina em São Paulo.O III Simpósio Internacional de Cultura e Comunicação na América Latina: Integrar para Além do Mercado acontecerá nos dias 29, 30 e 31 de março de 2010, em São Paulo.
Organizado pelo Centro de Estudos Latino-americanos [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong></p><div
id="attachment_10212" class="wp-caption alignleft" style="width: 410px"><strong><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/memorial-da-américa-latina_7.jpg"><img
class="size-full wp-image-10212" title="memorial da américa latina_7" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/memorial-da-américa-latina_7.jpg" alt="" width="400" height="400" /></a></strong><p
class="wp-caption-text">Memorial da América Latina(SP): sede do III Encontro.</p></div><p>Celacc/ECA/USP e Fundação Memorial da América Latina realizam III Simpósio Internacional de Cultura e Comunicação na América Latina em São Paulo.<br
/> </strong></p><p>O III Simpósio Internacional de Cultura e Comunicação na América Latina: Integrar para Além do Mercado acontecerá nos dias 29, 30 e 31 de março de 2010, em São Paulo.</p><p>Organizado pelo Centro de Estudos Latino-americanos em Comunicação e Cultura (CELACC), núcleo de pesquisas da Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP, em parceria com a Fundação Memorial da América Latina, o evento vai reunir acadêmicos, agentes culturais, autoridades, artistas, estudantes e demais interessados nas áreas de comunicação e cultura dos países latino-americanos, para debater as perspectivas de integração na região.</p><p>No primeiro dia do Simpósio, a conferência inaugural Perspectivas de Integração da América Latina, apresentada pelo cientista político Emir Sader, pretende discutir tanto os projetos de integração focados em pactos comerciais e de livre-comércio como os que apontam para uma integração mais ampla e que reúnam elementos de solidariedade e fortalecimento mútuo.</p><p>Nos demais dias, duas mesas redondas – Produção Cultural &#8211; o Papel do Estado e Ação do Capital e Mídia e Culturas Alternativas – reunirão convidados para refletir sobre as políticas públicas e privadas de fomento a cultura nas nações latino-americanas e o papel das mídias alternativas e das culturas populares na construção de uma esfera pública alternativa, respectivamente. Também ocorrerão apresentações de papers de pesquisas acadêmicas sobre comunicação e cultura na América Latina nos grupos de trabalho e nas comunicações coordenadas.</p><div
id="attachment_10213" class="wp-caption alignright" style="width: 410px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Emir-Sader.jpg"><img
class="size-full wp-image-10213" title="Emir Sader" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Emir-Sader.jpg" alt="" width="400" height="400" /></a><p
class="wp-caption-text">O cientista político e professor Emir-Sader é um dos conferencistas do III Encontro.</p></div><p>O III Simpósio Internacional de Cultura e Comunicação na América Latina: Integrar para Além do Mercado recebeu mais de 600 inscrições e cerca de 200 trabalhos técnicos, de diversos países da América Latina.</p><p>Entre os conferencistas, além de renomados professores e pesquisadores de instituições brasileiras, como Maria Nazareth Ferreira (USP), Danilo Miranda (Sesc), estão representantes de toda a América Latina, como Ricardo Antônio Tena Nunez (Universidade Autônoma do México), Susana Sel (Universidade de Buenos Aires) e Jaime Astudillo Romero (Universidade de Cuenca).</p><p>A programação cultural contará com uma exposição e palestra do artista plástico Cacosta, apresentações do grupo de dança Otá Iná e do coral Kadmiel, da Universidade Zumbi dos Palmares, além de shows com os músicos Roberto Mariano, Anna Trea e grupo Trilheiros.</p><p>O credenciamento de imprensa para cobertura do evento deverá ser feito pelo site www.eca.usp.br/nucleos/celacc/simposio, no link Imprensa, até o dia 26 de março.</p><p><strong>Serviço</strong><br
/> <strong>Evento</strong>: III Simpósio Internacional de Cultura e Comunicação na América Latina: Integrar para Além do Mercado<br
/> <strong>Data</strong>: 29, 30 e 31 de março de 2010.<br
/> <strong>Local</strong>:   Fundação Memorial da América Latina<br
/> Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664<br
/> 01156-001 &#8211; Barra Funda &#8211; São Paulo S<br
/> Telefone: 11 3823.4600</p><p>Mais informações e programação completa no site do evento <a
href="http://www.eca.usp.br/nucleos/celacc/simposio" target="_blank">www.eca.usp.br/nucleos/celacc/simposio</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/23/iii-simposio-internacional-de-cultura-e-comunicacao-na-america-latina-integrar-para-alem-do-mercado/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Thesaurus Editora lança livro na Academia Brasileira de Letras</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/23/thesaurus-editora-lanca-livro-na-academia-brasileira-de-letras/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/23/thesaurus-editora-lanca-livro-na-academia-brasileira-de-letras/#comments</comments> <pubDate>Tue, 23 Mar 2010 23:42:30 +0000</pubDate> <dc:creator>Victor Tagore</dc:creator> <category><![CDATA[Lançamentos]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=10177</guid> <description><![CDATA[O Brasil mais perto da Romênia!Existem livros que aproximam ou afastam os países a que se referem.
Com outras palavras: Há livros e livros. BRASIL E ROMÊNIA: Pontes culturais do Prof. Dr. Ático Vilas-Boas da Mota não é apenas mais um livro. É o livro que nos faltava! Ele é, portanto, a obra que se inclui [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Brasil mais perto da Romênia!<br
/> </strong></p><p>Existem livros que aproximam ou afastam os países a que se referem.</p><div
id="attachment_10178" class="wp-caption alignleft" style="width: 213px"><a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/2195/brasil-romenia-pontes-culturais/?affid=nosrevista" target="_blank"><img
class="size-medium wp-image-10178 " title="Capa BRasil Romenia" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/capa_atico-203x300.jpg" alt="" width="203" height="300" /></a><p
class="wp-caption-text">Capa do livro de Ático Villas-Boas da Mota, Brasil-Romenia - pontes culturais</p></div><p>Com outras palavras: Há livros e livros. <em><a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/2195/brasil-romenia-pontes-culturais/?affid=nosrevista" target="_blank">BRASIL E ROMÊNIA: Pontes culturai</a>s</em> do Prof. <a
href="http://www.thesaurus.com.br/autor/atico-vilas-boas-da-mota/?affid=nosrevista" target="_blank">Dr. Ático Vilas-Boas da Mota</a> não é apenas mais um livro. É o livro que nos faltava! Ele é, portanto, a obra que se inclui na lista daquelas que anulam as distâncias geográficas, além de criar condições para o incremento do interesse cultural que, por sua vez, abre as portas para o comércio bilateral.</p><p>Fruto de mais de 30 (trinta!) anos de pesquisas enfeixadas em 1.200 páginas! Praticamente, esgotou os preciosos dados que explicam a trajetória de nossas relações culturais bilaterais. Minucioso, isento desinteressado, equilibrado, eis o que se pode dizer de um livro considerado um bom <em>vade-mécum</em> para historiadores, professores, jornalistas e, sobretudo, diplomatas que precisam de informações pormenorizados sobre o que se faz ou se vem fazendo no processo cultural Brasil/Romênia.</p><p>Muitas informações inéditas e inauditas colocam o leitor a par de tudo o que se fez e se deixou de fazer no dia a dia da nossa convivência cultural. Não se trata de uma obra para simples divertimento ou dessedentação da curiosidade e,sim, para um permanente exercício de reflexão, graças às explicações porque existem avanços e recuos nos trabalhos de nossa coexistência cultural.</p><p>Eis aqui alguns fatores mais recentes que possibilitaram um clima favorável para o êxito desta obra: o convívio dos nossos países graças a excursão cultural <strong>Primavera – I</strong> que levou, em 2000, cinqüenta escritores, artistas e comerciantes à Romênia, coincidido com a oportunidade ímpar da atuação do Embaixador Jerônimo Moscardo, que conseguiu espalhar o nome do Brasil e sua cultura por todas as províncias romenas. Ele incentivou a criação da <strong>seção Antonio Olinto</strong> na Biblioteca Municipal Ioan Slavici (Bucareste), cursos de Língua Portuguesa e Cultura Brasileira em universidades romenas muito importantes. A oferta de um porto livre para o Brasil, em Constanza, foi o corolário das suas persistentes atividades culturais. Ressaltem-se agora, o ativismo do Embaixador Jerônimo Moscardo e as pesquisas incansáveis do Prof. Ático Vilas-Boas da Mota, que demonstram, insofismavelmente, ser a política cultural a abertura de portas para um fecundo comércio bilateral.</p><p>Realizações desta natureza valorizam a neolatinidade, podendo reacender o entusiasmo e o interesse mútuo, bastando citar, no Brasil: O Curso de Romeno na Universidade Nacional de Brasília (UNB) que foi um êxito total. E na Romênia: os cursos congêneres ministrados na Embaixada do Brasil e na Universidade de Bucareste, igualmente exitosos.</p><p><a
href="http://www.thesaurus.com.br/autor/atico-vilas-boas-da-mota/?affid=nosrevista" target="_blank"><strong><em>Brasil e Romênia: pontes culturais</em></strong></a> é, agora, um reviver do amor do Brasil para com a Romênia. O lançamento ocorrerá na Academia Brasileira de Letras, quando serão apresentadas, em tarde solene, algumas personalidades ligadas à cultura romena: Embaixador Jerônimo Moscardo, Prof. Ático Vilas-Boas da Mota e Victor Alegria (Presidente do Instituto Brasil-Romênia), reafirmando, deste modo, os laços de simpatia entre o Brasil – um dos mais ocidentais países neolatinos – e a Romênia, o mais oriental, por meio de uma sólida ponte cultural, marco pioneiro na historiografia cultural do nosso País!</p><p><strong>Serviço:<br
/> A tarde de autógrafos será na Academia Brasileira de Letras (RJ), Av. Presidente Wilson, nº 203,  no dia 30 de março (3ª feira / 2010), às 15 horas.</strong><br
/> <strong>Texto em romeno:</strong></p><p><strong>Brazilia mai aproape de România !</strong></p><p>Există  cărţi  care apropie sau îndepărtează ţările la care se referă.</p><p>Cu alte cuvinte: sunt cărţi şi cărţi. <em>BRAZILIA ŞI ROMÂNIA:</em> <em>Punţi culturale</em> a profesorului doctor Ático Vilas-Boas da Mota nu e doar o carte. Este cartea care ne lipsea! Este, aşadar, opera care se include în lista acelora care fac să dispară distanţele geografice, în afară de faptul că reuşeşte să creeze condiţii pentru creşterea interesului cultural care, la rândul său, deschide porţi pentru comerţul bilateral.</p><p>Rod a peste 30 (treizeci!) de ani de cercetări incluse în 1200 de pagini! Practic, a epuizat datele preţioase care explică traiectoria relaţiilor noastre culturale bilaterale. Minuţioasă, liberă de orice influenţe, dezinteresată, echilibrată, iată ce se poate spune despre o carte considerată un bun <em>vademecum</em> pentru istorici, profesori, ziarişti şi, în primul rând, diplomaţi care au nevoie de informaţii amănunţite cu privire la ceea ce se face sau urmează a fi înfăptuit în procesul cultural Brazilia-România.</p><p>Multe informaţii inedite, nedezvăluite până acum, îl aşează pe cititor în faţa a tot ceea ce s-a făcut sau trebuie făcut, zi de zi în convieţuirea noastră culturală. Nu este vorba doar de o scriere pentru un simplu divertisment sau pentru satisfacerea unei curiozităţi, ci de un exerciţiu permanent de reflecţie, datorită explicaţiilor privitoare la progresele şi regresele din lucrările coexistenţei noastre culturale.</p><p>Iată aici câţiva factori mai recenţi care au făcut posibil un climat favorabil pentru succesele acestei lucrări: apropierea dintre ţările noastre datorită excursiei culturale PRIMĂVARA – I care a adus în 2000 cincizeci de scriitori, artişti şi comercianţi în România, ceea ce a coincis cu activitatea extraordinară a ambasadorului Jerônimo Moscardo, cel care a reuşit să aducă numele Braziliei şi a culturii ei în toate provinciile româneşti.</p><p>El a iniţiat crearea secţiei ANTÓNIO OLINTO la Biblioteca Municipală Ioan Slavici din Bucureşti, cursuri de limbă portugheză şi cultură braziliană la universităţile româneşti mai importante Crearea unui port liber la Constanţa a fost  corolarul activităţii sale culturale perseverente. Sunt evidenţiate acum militantismul ambasadorului Jerônimo Moscardo şi cercetările neobosite ale  profesorului doctor  Ático Vilas-Boas da Mota care demonstrează fără sofisme că politica culturală este cea care deschide porţile unui fecund comerţ bilateral.</p><p>Realizările de această natură valorifică neolatinitatea, putând să reaprindă entuziasmul şi interesul reciproc. Este suficient să cităm în Brazilia cursul de limbă română de la Universitatea Naţională a Braziliei (UNB), care a înregistrat un succes total. Iar în România cursurile congenere realizate la Ambasada Braziliei şi la Universitatea din Bucureşti, care se bucură, de asemenea, de mult succes.</p><p><em>BRAZILIA ŞI ROMÂNIA</em>: <em>Punţi culturale </em>este acum o renaştere a dragostei Braziliei pentru România. Lansarea va avea loc la Academia Braziliană de Litere, prilej cu care vor fi prezentate într-un cadru solemn, câteva personalităţi legate de cultura română: ambasadorul Jerônimo Moscardo, prof. dr. Ático Vilas-Boas da Mota şi Víctor Alegria (preşedintele Institutului Brazilia-România), reafirmând şi de această dată legăturile de simpatie dintre Brazilia, una dintre ţările neolatine cele mai occidentale şi România, ţara cea mai orientală, legate printr-o punte culturală solidă, bornă de pionierat în istoriografia culturală a ţării noastre.</p><p>Întâlnirea pentru autografe va avea loc la Academia Braziliană de Litere (RJ),  Av. Presidente Wilson nr.203, în ziua de joi, 30 martie / 2010, la orele 15.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/23/thesaurus-editora-lanca-livro-na-academia-brasileira-de-letras/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Terremeto no Chile</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/19/terremeto-no-chile/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/19/terremeto-no-chile/#comments</comments> <pubDate>Fri, 19 Mar 2010 16:25:31 +0000</pubDate> <dc:creator>Victor Tagore</dc:creator> <category><![CDATA[Chile]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=10026</guid> <description><![CDATA[Por: Carlos Franz *
Publicado originalmente em Diario El País de España.
La violencia de la naturaleza es cultura en Chile. Cada generación ha recibido su bautismo en el “cinturón de fuego” del Pacífico. Así como en Europa la guerra fue el rito de pasaje de cada época, en Chile lo es un gran temblor. Sismos mayores [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id="attachment_10027" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/terremotos_chile_jpg1.jpg"><img
class="size-medium wp-image-10027" title="terremotos_chile_jpg" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/terremotos_chile_jpg1-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a><p
class="wp-caption-text">O Chile ainda se recupera dos estragos causados pelo terremoto.</p></div><p>Por: <strong>Carlos Franz</strong> *</p><p>Publicado originalmente em <strong>Diario El País</strong><strong> de España</strong>.</p><p>La violencia de la naturaleza es cultura en Chile. Cada generación ha recibido su bautismo en el “cinturón de fuego” del Pacífico. Así como en Europa la guerra fue el rito de pasaje de cada época, en Chile lo es un gran temblor. Sismos mayores ocurren en promedio cada 10 años, en esa zona. El país había tenido suerte durante un cuarto de siglo, desde el último terremoto (el 3 de marzo de 1985).</p><p><strong>La mayor parte de la población en Chile</strong> es muy joven y no había pasado por ese trance. Ahora, las generaciones más recientes acaban de recibir su bautismo de miedo, atrasado. Los jóvenes desconcertados se palpan, se sacuden el polvo, despiertan de su sueño de seguridad.</p><p><strong>Y sin saberlo</strong>, o apenas, se integran a una vieja tradición chilena: la supervivencia. Tradición severa: de la terquedad, del ingenio en la escasez, de la sobriedad que produce el escepticismo sobre la duración de las cosas materiales.</p><p><strong>Hacemos una fogata</strong> en la calle, nos consolamos bromeando sobre la tragedia, dudamos del Estado —y de la naturaleza—, decidimos no esperar más y nos ponemos a reedificar lo derribado. No quedará muy bonito. No será completamente antisísmico. Pero, en países como el nuestro, se aprende de niño que es imposible asegurarse del todo contra “uno de los grandes”.</p><div
id="attachment_10028" class="wp-caption alignright" style="width: 475px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/terremoto_chile11.jpg"><img
class="size-full wp-image-10028" title="terremoto_chile1" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/terremoto_chile11.jpg" alt="" width="465" height="342" /></a><p
class="wp-caption-text">O terremoto chilene foi acompanhado por tisunamis, o que agravou ainda mais a tragédia.</p></div><p><strong>Difícil olvidarlo</strong>. No hay casa antigua en Chile que no tenga al menos una gran grieta. Cada diez años, en promedio, se tapa y repinta. Pero sabemos que sigue ahí: un rayo que se trasluce bajo el revoque y la pintura. Bajo la aparente solidez nuestra de cada día.</p><p><strong>Ese cambio que la naturaleza</strong> puede producir en la conciencia lo experimentó el joven Darwin, también en Chile. En 1835 vivió un gran sismo y maremoto que arrasó esa misma zona de Concepción. Escribió: “Un terremoto destruye nuestras más viejas presunciones: la tierra, el emblema mismo de la solidez, se ha movido bajo nuestros pies, como una delgada costra sobre un fluido. En segundos se crea una extraña idea de inseguridad, que horas de reflexión no habrían producido”.</p><p><strong></p><div
id="attachment_10029" class="wp-caption alignleft" style="width: 410px"><strong><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/terremotos_jpg1.jpg"><img
class="size-full wp-image-10029" title="terremotos_jpg" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/terremotos_jpg1.jpg" alt="" width="400" height="200" /></a></strong><p
class="wp-caption-text">Os cientistas afirmam que a humanidade não tem como se precaver contra os terremotos. A não ser mudar o país de lugar.</p></div><p>Esa idea sobre la inseguridad</strong> de la tierra se graba en la memoria, hasta los huesos. Tenía seis años, en 1965, cuando sufrí mi primer bautismo sísmico. <strong>Estoy viendo a mi padre</strong>, desnudo en el salón, bajo una pesada lámpara de cristal que se bamboleaba sobre su cabeza. Desde la calle le gritábamos que saliera. Él, dividido entre el pudor y el miedo, vacilaba bajo esa araña que iba a aplastarlo. El año 1971 Chile me bautizó otra vez. Pasamos una noche en la calle, a oscuras, en el barrio viejo de Santiago, ateridos de frío.</p><p><strong>Cuando nos dejaron volver a la casa</strong> descubrí un gran trozo de cornisa, de mi tamaño y peso, más o menos, acostado sobre mi cama. ¿Por cuántos segundos me salvé? Mi abuelo, curtido en temblores, decía que cada presidente se inauguraba con un terremoto. En 1964, Frei Montalva; en 1970, Allende. En 1973 Pinochet no necesitó ayuda de la naturaleza para hacer el suyo. Ahora, Piñera asumirá con uno de los peores sismos de nuestra historia. Pero esa es la normalidad chilena. Lo anormal había sido este cuarto de siglo sin grandes sacudidas (mientras la presión se acumulaba).</p><p><strong>Como nuestra juventud</strong>, nuestros observadores externos también se habían malacostumbrado. “Chile, el país más estable de Latinoamérica”, es un tópico que, incluso quienes lo celebramos, nos vemos obligados a relativizar. Pareja de ese mito es aquel otro de que somos el país más desigual. Triste destino de los países lejanos y pequeños: ser simplificados y mitificados. Ahora, cuando en una ciudad devastada y a oscuras unas turbas saquean los supermercados, no falta el corresponsal que lo achaca a la desigualdad social.</p><p><strong>No señor. Ni éramos tan prósperos</strong> y ordenados hasta hace una semana; ni ahora hemos mostrado la cara horrenda del “milagro chileno”. Aguarde usted a que una tormenta, de verdad “perfecta”, deje a una urbe europea sin electricidad ni agua, y con el 60% de sus casas dañadas, y recordará lo que es la naturaleza humana. Apague usted la luz en todo Nueva York durante una noche, como hace años, y luego aténgase a la ley de la selva.</p><p><strong>Heinrich von Kleist</strong>, que nunca estuvo en América, escribió su relato El terremoto de Chile, inspirándose en el seísmo de 1647 que arrasó Santiago. Una piadosa multitud que tras el desastre se aprestaba a orar, pidiendo perdón por sus pecados, se lanza enseguida sobre una pareja adúltera a la que culpa del castigo divino y los descuartiza. Para Kleist, por cierto, el remoto Chile era sólo una metáfora de la humanidad. No un mito de estabilidad o injusticia.</p><p><strong>La violencia de la naturaleza</strong> es terrible. Pone en jaque nuestros ideales. Pero asimismo nos recuerda que no controlamos esa delgada costra de tierra, y civilización, donde caminábamos tan confiadamente. Al cambiarnos el paisaje, el temblor también nos obliga a mirarnos y cambiar. ¿Es el sismo un precio muy alto por ese cambio?</p><p><strong>Sí. Pero los sobrevivientes</strong> deshonraríamos a los muertos si no muriéramos un poco con ellos, si no cambiáramos. Como le ocurrió a Darwin, el terremoto también destruye nuestros prejuicios y presunciones. Vacuna contra el materialismo, al derrumbarlo cada tanto. Templa el carácter de un pueblo. Chile saldrá mejor de esta prueba.</p><p><strong>* Carlos Franz</strong></p><p>Enviado por <strong>Leonardo Lobos Lagos </strong></p><p><strong>Serviço</strong></p><p>Cultura -CHIMKOWE</p><p>Municipalidad de Peñalolén</p><p>Av. Grecia 8735</p><p>Telefone: 4868337</p><p><a
href="http://www.penalolen.cl/">www.penalolen.cl</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/19/terremeto-no-chile/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Amor entre duas gerações</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/17/amor-entre-duas-geracoes/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/17/amor-entre-duas-geracoes/#comments</comments> <pubDate>Wed, 17 Mar 2010 14:46:47 +0000</pubDate> <dc:creator>Victor Tagore</dc:creator> <category><![CDATA[Livros recomendados]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=9921</guid> <description><![CDATA[Hoje trouxemos, para o leitor da NÓS,  um conto de Adriana Kortlandt, psicologa e escritora que encantou a Thesaurus Editora com o seu livro. Acredito eu, que seja uma revelação. Segue abaixo o  primeiro conto escrito pela autora e publicado no livro: Almagesto &#8211; contos anímicos
A Estrela e o Tempo
Tempos atrás o passar de [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Hoje trouxemos, para o leitor da NÓS,  um conto de <a
href="http://www.thesaurus.com.br/autor/adriana-kortlandt/?affid=nosrevista" target="_self">Adriana Kortlandt</a>, psicologa e escritora que encantou a <a
href="www.thesaurus.com.br" target="_blank">Thesaurus Editora</a> com o seu livro. Acredito eu, que seja uma revelação. Segue abaixo o  primeiro conto escrito pela autora e publicado no livro: <a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/2122/almagesto-contos-animicos/?affid=nosrevista" target="_blank"><em>Almagesto</em> &#8211; contos anímicos</a></p><p><strong><em>A Estrela e o Tempo </em></strong></p><p><a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/2122/almagesto-contos-animicos/?affid=nosrevista" target="_self"><img
class="size-medium wp-image-9924 alignleft" title="2122" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/2122-279x300.jpg" alt="" width="279" height="300" /></a>Tempos atrás o passar de Stella pela Rua das Flores assemelhava-se ao riscar de um cometa. Hoje, ao de um camelo que sabendo o caminho da fonte, apenas vai.<br
/> Naquele inverno, ir ao mercado era um pequeno suplício. O magro corpo duelava com o vento, que o perfurava até o último osso. Fico ereta, pensava. O peso da vida, dos anos, curva muitas pessoas, mas não a mim, dizia-se, sempre que seus quase noventa anos ameaçavam ruir o dique. Stella não tinha medo da velhice ou da morte, apenas do singular momento da passagem, de estar só sem segurar a mão de um ser amado.</p><p>Os anos estavam presentes em cada centímetro quadrado de sua pele, órgãos e mente. Mesmo carregando redemoinhos de lembranças lamacentas ou borbulhantes, Stella se sentia uma menina que apenas começara a viver. Curioso é que quando era menina se achava uma velha. Vários corpos e várias almas em um único ser. Há um vai e vem de meninice e velhice, de vida e morte, de medo e desejo – ora de uma, ora da outra.</p><p>Desculpe moço, disse constrangida ao tropeçar em uma pessoa, o frio é tanto que vou me encolhendo toda, e nem presto atenção na rua. Nenhuma resposta. Coberto por jornais ele apenas retirou o pé do caminho e se encaracolou mais ainda, na entrada de uma loja fechada. Ela continuou, agora praguejando contra a política social dos moleques do governo, a impunidade e a mendicância crescente. Este jovem aí pensou, nem começou a viver, já está terminando. Antes mesmo que chegasse em casa, sem conseguir se explicar porque, Stella já estava voltando para a loja.</p><p>Venha comigo, ordenou ao rapaz, e ele a seguiu.</p><p>O velho casarão assobradado, perdido em meio aos inúmeros arranha-céus, marcava a presença de tempos áureos naquela região. Como a pele de Stella, o muro delatava a idade da propriedade. Aqui e ali via-se a antiga cor das paredes, e o mármore abaulado da escadinha da entrada revelava a intensa vida social que decorrera ali.</p><p>Encheu a banheira com água quente e acrescentou gotas de essência de sândalo. Aliás, sua casa exalava sândalo, acho mesmo que a alma de Stella era puro vapor de sândalo. Fique o tempo que quiser, depois me acompanhe ao jantar. O rapaz não disse uma palavra, e quando ouviu os passos da velha fazendo ranger os degraus da escada, quando se percebeu só, destrancou uma ou duas lágrimas, tirou suas roupas e sentiu o abraço da água quente lhe subir pelos pés, coxa, sexo, ventre, por todo corpo aquele contato acolhedor. As gotas do perfume se dissiparam no ambiente inebriando-lhe o cérebro, varrendo o cheiro fétido das ruas, da fumaça, fezes e urina.</p><p>Ficou uma eternidade naquele lago materno, até que suaves batidas na porta o acordaram, lembrando a hora do jantar. Uma muda de roupa cheirando a armário lhe foi entregue pela fresta entreaberta da porta, um pente de marfim, e um barbeador, daqueles que só se vê em filme antigo.</p><p>Eu me chamo Stella, e você meu jovem? Ivan, disse ao sentar-se à mesa. É tudo muito simples, não tenho mais paciência para a cozinha. Arroz selvagem, shitake, castanhas e aspargos verdes. Uma taça de vinho tinto e não mais, certo? Se aquilo estava sendo um flashback de suas últimas viagens, Ivan não sabia, mas não acreditava que fosse real. O jantar transcorreu em silêncio, Stella observando-o, contemplando sua juventude ainda que estragada e Ivan, perdido em seus devaneios e desconfianças, olhava tudo com olhos de farol.</p><p>Os dias se passaram em silenciosa excitação. Stella combinou com Ivan a paga pela sua estada no casarão. Faria serviços de jardinagem e limpeza. Drogas e vida social fora dos muros, no outro mundo.</p><p>Ivan fazia tudo com assombrosa devoção, sem perceber que era seguido pelos olhos da mulher, oculta pela máscara da idade.<br
/> Certa tarde, enquanto descansava, Stella ouviu passos lentos pelo sótão. Há uma Judith em cada um de nós pensou, lembrando-se da protagonista do Barba Azul entrando no quarto proibido do castelo de seu consorte.</p><p>Todas as tardes esperava o barulho dos passos no sótão e, descalça, seguia-o. Escondida atrás do biombo e das araras cheias de figurinos logo à entrada, espreitava Ivan que espreitava seu passado.<br
/> O inverno cedeu lugar à primavera, que aqueceu a todos e coloriu o tapete da terra. Assim foi também com os dois. Seus dias se encheram de sons e cores. Ivan lhe lavava os cabelos, prendia-os pela manhã, e os escovava à noite. Ela lhe ensinou algumas canções, valsa e tango, porém não tanto quanto queria. Seu corpo, usado pelo tempo, reclamava por descanso.<br
/> Assim os dias foram se escoando, ele cada vez mais presente, ela se despedindo.</p><p>Stella se embalava em prazer e melancolia, ao saber que Ivan havia encontrado seu esconderijo, seu sacrário. Sabia que havia aberto o baú onde ela guardava as fotos do tempo em que era como a estrela matutina, encapada pela fina seda dos anjos. Ele se embriagava de Stella, a longínqua jovem de décadas atrás, e desejava seu corpo nu, em sépia, olhando-a, sorvendo-a todas as tardes, como quem enfim encontra sua amada. Ela, quieta atrás do biombo, não sabia se era o presente ou o passado que lhe encharcava a alma, pronta para abrir as comportas.</p><p>O tempo é um companheiro sórdido e cruel, meu querido, mas o único que não nos abandona, falou sorrindo sem sorrir, e estas palavras, mais vomitadas do que pensadas, comprimiram o coração do jovem. Ivan congelou na posição que estava, fechando os olhos. Stella saiu do quarto e fechou a porta como se fechasse o tempo.</p><p>A noite chegou, Stella não desceu para o jantar. Ivan foi vê-la e, ao entrar em seu quarto, teve a impressão de adentrar o camarim de uma diva de teatro de épocas já extintas.</p><p>A respiração de Stella era um filete, uma torneira se fechando. O rosto, plácido, lembrava o de um anjo que enfim se deleita na nuvem branquinha. Ivan despiu-se e a ela, selou seu corpo nu ao de fina seda marfim de sua amante, segurou-lhe as mãos com firmeza de alpinista, beijou-lhe o rosto, a boca, os seios, os pés, beijou as rendas e plissados de seu corpo. Falou seu nome como se bebesse água no deserto, e sentindo o corpo da amada cada vez mais solto, tranqüilo e entregue, desejou-lhe boa viagem.</p><p><strong>Quem é Adriana Kortlandt</strong>: asceu no Rio de Janeiro em 1963. Fez balé clássico, jazz, dança  contemporânea e teatro. Rodou quatro continentes, estudou alguns  semestres de antropologia, formou-se em psicologia direcionando seu  trabalho para a atividade aérea.   Morou anos valiosos de sua vida na Alemanha, sua segunda casa.   É diretora da Air Safety Assessoria Aeronáutica e parceira do  Instituto Condor para a terapia do medo de voar.</p><div
id="attachment_9927" class="wp-caption alignnone" style="width: 160px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/1113_med.jpg"><img
class="size-thumbnail wp-image-9927" title="1113_med" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/1113_med-150x114.jpg" alt="Adriana Kortlandt" width="150" height="114" /></a><p
class="wp-caption-text">Adriana Kortlandt, revelação como contista.</p></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/17/amor-entre-duas-geracoes/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Uma nova área para os bibliotecários</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/12/uma-nova-area-para-os-bibliotecarios/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/12/uma-nova-area-para-os-bibliotecarios/#comments</comments> <pubDate>Sat, 13 Mar 2010 02:45:24 +0000</pubDate> <dc:creator>Victor Tagore</dc:creator> <category><![CDATA[Geral]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=9811</guid> <description><![CDATA[
Livro lançado, pela Thesaurus Editora de Brasília, no dia dos Bibliotecários abre uma nova área para a Biblioteconomia e para os Biblibliotecários.
Assunto fascinante e desafiador, a usabilidade, conjunto de métodos e técnicas estruturadas que verificam a efetividade e eficácia de um sistema de informação, é fundamental em projetos como websites, portais corporativos, e-commerce, Internet banking, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong></p><div
id="attachment_9815" class="wp-caption alignleft" style="width: 209px"><strong><a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/2193/avaliacao-de-usabilidade-na-internet/?affid=nosrevista" target="_blank"><img
class="size-medium wp-image-9815 " title="avaliacao" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/avaliacao-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a></strong><p
class="wp-caption-text">Mais uma área de atuação para os Bibliotecários</p></div><p>Livro lançado, pela Thesaurus Editora de Brasília, no dia dos Bibliotecários abre uma nova área para a Biblioteconomia e para os Biblibliotecários.</strong></p><p>Assunto fascinante e desafiador, <strong>a usabilidade</strong>, conjunto de métodos e técnicas estruturadas que verificam a efetividade e eficácia de um sistema de informação, é fundamental em projetos como websites, portais corporativos, e-commerce, Internet banking, bibliotecas virtuais, entre outros, que precisam aliar a satisfação de usuários e a conquista de novos mercados e clientes à economia de recursos.</p><p>O livro <a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/2193/avaliacao-de-usabilidade-na-internet/?affid=nosrevista" target="_blank">Avaliação de usabilidade na internet</a>, escrito por <a
href="http://www.thesaurus.com.br/autor/jose-antonio-machado-do-nascimento-e-sueli-angelica-do-amaral/?affid=nosrevista" target="_blank">José Antonio e Sueli Amaral</a>, privilegia a assimilação do conhecimento sobre usabilidade ao abordar conceitos e a história da usabilidade e ergonomia, a evolução das interfaces gráficas e do webdesign, o panorama da Interação Humano-Computador no Brasil e suas relações com o sistema humano de processamento de informações, assim como os métodos e técnicas de avaliação de usabilidade que podem ser utilizados por gestores, desenvolvedores e usuários.</p><p>De forma didática, os autores apresentam um estudo de caso que serve de base para a elaboração do relatório de avaliação de usabilidade e modelos dos instrumentos de coleta de dados utilizados na aplicação dos métodos e técnicas descritos.</p><p>A obra vem preencher uma lacuna na literatura sobre usabilidade, não apenas para atender os estudiosos na academia, mas também para instrumentalizar as práticas de avaliação de usabilidade no mercado profissional. O livro é indicado para professores, estudantes, bibliotecários, gestores de projetos, desenvolvedores web e outros profissionais que se interessam pela informação disponível na Internet, em especial os envolvidos diretamente com as tecnologias da informação.</p><p>1a edição, 144 páginas, formato 14&#215;21cm. <a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/2193/avaliacao-de-usabilidade-na-internet" target="_blank">http://www.thesaurus.com.br/livro/2193/avaliacao-de-usabilidade-na-internet</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/12/uma-nova-area-para-os-bibliotecarios/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Fim de semana do Bibliotecário</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/12/fim-de-semana-do-bibliotecario/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/12/fim-de-semana-do-bibliotecario/#comments</comments> <pubDate>Sat, 13 Mar 2010 02:30:08 +0000</pubDate> <dc:creator>Victor Tagore</dc:creator> <category><![CDATA[Geral]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=9809</guid> <description><![CDATA[Neste fim de semana e até segunda-feira
a Thesaurus dá desconto nos livros da área de Biblioteconomia e correlatas, para comemorar o Dia do Bibliotecário.
Os descontos são de 15% a 70%.
Indicamos três livros desta promoção:Avaliação de usabilidade na internet (lançamento), um livro que aponta
para uma nova área de atuaçãodos bibliotecários que gostam de informática.
Bibliotecários Especialistas (30%), [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id="attachment_10016" class="wp-caption alignleft" style="width: 387px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/biblioteca-do-palacio-nacional-da-ajuda-lisboa-iii-2006.jpg"><img
class="size-full wp-image-10016" title="biblioteca-do-palacio-nacional-da-ajuda-lisboa-iii-2006" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/biblioteca-do-palacio-nacional-da-ajuda-lisboa-iii-2006.jpg" alt="" width="377" height="480" /></a><p
class="wp-caption-text">Biblioteca do Palácio Nacional da Ajuda (Portugal, Lisboa). Arquivo.</p></div><p>Neste fim de semana e até segunda-feira</p><p>a Thesaurus dá desconto nos livros da área de Biblioteconomia e correlatas, para comemorar o <strong>Dia do Bibliotecário</strong>.</p><p>Os descontos são de 15% a 70%.</p><p>Indicamos três livros desta promoção:</p><ul><li><a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/2193/avaliacao-de-usabilidade-na-internet/?affid=nosrevista" target="_blank"><strong>Avaliação de usabilidade na internet</strong></a> (<strong>lançamento</strong>), um livro que aponta</li><li>para uma nova área de atuaçãodos bibliotecários que gostam de informática.</li><li><a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/1627/bibliotecario-especialista/?afiid=nosrevista" target="_blank"><strong>Bibliotecários Especialistas</strong></a> (30%), para quem está començando na profissão.</li><li><a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/758/reminiscencias/?affid=nosrevista" target="_blank"><strong>Reminiscências</strong></a>(70%) de Bastos Tigre, o pai da Biblioteconomia.</li></ul><p>Parabéns, Bibliotecário, pelo seu dia!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/12/fim-de-semana-do-bibliotecario/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Livro Eletrônico: Mito ou Realidade?</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/04/livro-eletronico-mito-ou-realidade/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/04/livro-eletronico-mito-ou-realidade/#comments</comments> <pubDate>Thu, 04 Mar 2010 20:13:28 +0000</pubDate> <dc:creator>Victor Tagore</dc:creator> <category><![CDATA[Artigo]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=9699</guid> <description><![CDATA[Vitor Tavares *
Tudo bem, o livro eletrônico é, sim, uma realidade factual. Mas, daí, o escritor  Paulo Coelho emprestar sua imagem para dizer que o livro impresso desaparecerá  – me desculpem os aficionados pelas grandes inovações tecnológicas –, é um tanto  fora da realidade editorial brasileira.
A corrida mercadológica para o livro eletrônico está apenas começando, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/livro-eletrônico_jpg.jpg"><img
class="alignleft size-full wp-image-9723" title="livro eletrônico_jpg" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/livro-eletrônico_jpg.jpg" alt="" width="375" height="495" /></a>Vitor Tavares *</div><p>Tudo bem, o livro eletrônico é, sim, uma realidade factual. Mas, daí, o escritor  Paulo Coelho emprestar sua imagem para dizer que o livro impresso desaparecerá  – me desculpem os aficionados pelas grandes inovações tecnológicas –, é um tanto  fora da realidade editorial brasileira.</p><p>A corrida mercadológica para o livro eletrônico está apenas começando, e é uma  briga para poucos. O primeiro a chegar no Brasil disponibiliza até 1.500 volumes;  mas, quais serão estes textos? Num primeiro momento, todos em inglês. Como  estarão, então, se preparando as editoras brasileiras? Elas vão parar de imprimir  seus livros? Assim como um passe de mágica, o impresso desaparecerá?</p><p>Não, não será assim. O custo inicial deste <em>e-book</em> é de cerca de R$ 1 mil. Não nos  esqueçamos do número de leitores no Brasil, sabemos que inicialmente serão  poucos – de acordo com a realidade nacional, é claro –, os que importarão o <em>e-</em> <em>book</em>. Vivemos num país em que o índice de leitura é um dos mais baixos do mundo  (3,7  livros lidos por habitante); sem a compra de livros pelo governo,  o número  de livros lidos seria ainda mais ridículo: 1,8 por pessoa ao ano (dados do Retrato da  Leitura no Brasil, IPL 2007).  Quais vantagens, então,  nos traz esta nova  plataforma de leitura? Agilidade, portabilidade, preços acessíveis, um novo apelo  mercadológico, entre outros? Se estes forem os requisitos básicos, o livro real já  nasceu perfeito e não existe ainda nada mais prático do que o livro impresso. Ele  é portátil, democrático, inclusive no preço; acessível a todos, é um companheiro,  em qualquer hora e lugar.</p><p>Então, muita, muita calma; o livro impresso não desaparecerá. A questão inicial é  saber quais (e quando teremos) os primeiros livros disponíveis na língua  portuguesa. Não acredito que as obras de domínio público serão disponibilizadas  pelo eletrônico atual. A agressividade mercadológica deixa bem claro que o fato de  baixar livros gratuitos não faz parte da atual estratégia.</p><p>Livros, como os de Dan Brown, possuem um apelo midiático fenomenal em todos  os cantos do mundo. Para esse tipo de livro, um <em>Best Seller</em>, o livro eletrônico será  uma grande ferramenta de venda. Porém, a bibliodiversidade não se faz só de  livros com apelos mercadológicos. A bibliodiversidade de um país é medida por sua  qualidade e diversidade de publicações, e o livro eletrônico não contemplará tudo.  Que interesse comercial teriam os criadores de plataformas eletrônicas para leitura,  a maioria delas, sem o apelo comercial dos grandes <em>Best Sellers</em>? As edições da  maioria dos livros  no Brasil estão entre 1.500 e 2.500 exemplares, para uma  população de 190 milhões e cerca de 70 milhões de leitores, o que significa tiragens  muito baixas. Vejo que o problema não é o livro eletrônico, mas sim o baixo índice  de leitura da população e a falta de acesso ao livro. Neste caso, o papel das  livrarias é fundamental em nosso país.<a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/livro-eletrônico_kindle_2peq.jpg"><img
class="alignright size-full wp-image-9724" title="livro eletrônico_kindle_2peq" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/livro-eletrônico_kindle_2peq.jpg" alt="" width="292" height="280" /></a></p><p>O livreiro tem de estar, sim, preparado para o lançamento de um <em>E-book</em> produzido  no Brasil, que aceite de imediato a nossa produção. Sabemos que ele irá absorver  uma parte do mercado físico do livro, portanto, temos de estar atentos, atualizados  e preparados para conviver tanto com os livros eletrônicos quanto com os  impressos. As livrarias devem se preparar para trabalhar de forma híbrida,  tanto  com livros físicos como com os eletrônicos; um não substituirá o outro. Se  aumentar o poder aquisitivo da população, e os governos, nos três  níveis, promoverem políticas públicas que formem, de fato, novos leitores, haverá  espaço para as duas formas de leitura, livros físicos e eletrônicos. Com o aumento  da base de leitores se criará, cada vez mais, o hábito da leitura nos cidadãos.</p><p>Outra coisa que deverá ser levada em conta é como e onde baixar esses arquivos.</p><p>Para que a cadeia do livro não deixe de lado nenhuma de suas vertentes, cabe ao</p><p>editor, principalmente, usar e respeitar o meio ‘Livraria’ para disponibilizar seus  livros eletronicamente. No meu entender, então, deve e precisa ser em terminais  eletrônicos, como já acontece com a recarga de telefones celulares. Livros devem  ser baixados nos caixas ou terminais dentro das livrarias, assim, todos teriam  estímulos para operar com as novas tecnologias.</p><p>Mas, novamente, vivemos no Brasil e precisamos, antes de tudo, aumentar o índice  de leitura do brasileiro. Precisamos que as várias ações e políticas públicas, mais do  que nunca, incentivem  as crianças a ler. A formação de novos leitores inicia-se nos  primeiros anos escolares, com o incentivo dos professores; e nas famílias, com os  próprios os pais, que se tornam os primeiros contadores de histórias para seus  filhos.</p><p>Neste momento, não podemos deixar de abrir um espaço para ressaltar que o  caminho é, também, ter boas e atualizadas bibliotecas públicas. Modernas,  atraentes, com terminais de computadores e acesso à internet. Bibliotecas com  funcionários que gostem de ler, com contadores de histórias e, principalmente,  abertas à população, sem restrição. Vamos aumentar o número de leitores quando  cada biblioteca pública for um verdadeiro centro de cultura com várias atividades  culturais, respeitando-se a nossa grande diversidade cultural – normal para um país  com tais dimensões. O espaço de uma biblioteca não pode ser apenas um depósito  de bons livros.</p><p>Então, enquanto buscamos incentivar cada vez mais o número de leitores no Brasil,  baseados na nossa factual realidade, vemos nitidamente que o livro eletrônico aqui  ainda é, sim, um mito. Está fora da realidade do poder de compra da maioria da  população brasileira. Não será desta forma que democratizaremos a leitura no  Brasil. Isso é óbvio.</p><p>*<strong>Vitor Tavares</strong>, executivo na área de livrarias há 20 anos, é presidente da Associação Nacional de Livrarias (ANL) e diretor das Livrarias Loyola.  E-mail: vitor@livrarialoyola.com.br</p><p><span
id="more-9699"></span></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/04/livro-eletronico-mito-ou-realidade/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Resgatando o Cine Centro São Francisco na 102/103 sul</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2009/12/16/resgatando-o-cine-centro-sao-francisco-na-102103-sul/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2009/12/16/resgatando-o-cine-centro-sao-francisco-na-102103-sul/#comments</comments> <pubDate>Wed, 16 Dec 2009 14:02:51 +0000</pubDate> <dc:creator>Victor Tagore</dc:creator> <category><![CDATA[Geral]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=8297</guid> <description><![CDATA[
Neste sábado, dia 19, vai acontecer a segunda edição do Projeto em Bloco, dessa vez num espaço muito legal, resgatando o Cine Centro São Francisco na 102/103 sul.
A primeira edição foi um sucesso, numa tarde feliz, cheia de amigos, conversas e música.
Vamos repetir a dose, e aproveitar pra fazer as comprinhas de natal.
Além [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
class="alignnone size-large wp-image-8299" title="flyer 2 edição" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/12/flyer-2-edição1-797x1024.jpg" alt="flyer 2 edição" width="478" height="614" /></p><p>Neste sábado, dia 19, vai acontecer a segunda edição do Projeto em Bloco, dessa vez num espaço muito legal, resgatando o Cine Centro São Francisco na 102/103 sul.<br
/> A primeira edição foi um sucesso, numa tarde feliz, cheia de amigos, conversas e música.<br
/> Vamos repetir a dose, e aproveitar pra fazer as comprinhas de natal. <img
src='http://www.nosrevista.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /></p><p>Além de nova produção dos pioneiros, teremos também novos participantes.<br
/> <a
href="http://http://www.projetoembloco.weebly.com/" target="_blank">www.projetoembloco.weebly.com</a></p><p>Data: 19 de dezembro<br
/> Horário: das 14h00 às 22h00<br
/> Local: Cine Centro Sao Francisco (102/103 sul)<br
/> Entrada Franca.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2009/12/16/resgatando-o-cine-centro-sao-francisco-na-102103-sul/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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