<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?> <rss
version="2.0"
xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
><channel><title>Nós - Fora dos Eixos &#187; Expediente</title> <atom:link href="http://www.nosrevista.com.br/author/menezes/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.nosrevista.com.br</link> <description>Revista Cultural e Literária</description> <lastBuildDate>Fri, 30 Jul 2010 18:56:46 +0000</lastBuildDate> <generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <item><title>Com um Time Pequeno</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/30/com-um-time-pequeno/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/30/com-um-time-pequeno/#comments</comments> <pubDate>Fri, 30 Jul 2010 18:56:46 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Crônica]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=13701</guid> <description><![CDATA[Por Orlando Muniz *
Especial Para Nós – Fora dos Eixos
Não é novidade para os meus amigos — e agora explicito para quem quiser saber — que sou torcedor do São Paulo Futebol Clube. Sou daqueles que em dias de clássico, visto o manto sagrado e saio andando cheio de pompas pela cidade. Tenho um grande [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id="attachment_13702" class="wp-caption alignleft" style="width: 510px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/sao-paullo-futebol-clube.jpg"><img
class="size-full wp-image-13702" title="sao paullo futebol clube" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/sao-paullo-futebol-clube.jpg" alt="" width="500" height="337" /></a><p
class="wp-caption-text">São  Paullo Futebol Clube, por divulgação.</p></div><p>Por <strong>Orlando Muniz</strong> *</p><p>Especial Para <strong>Nós – Fora dos Eixos</strong></p><p>Não é novidade para os meus amigos — e agora explicito para quem quiser saber — que sou torcedor do São Paulo Futebol Clube. Sou daqueles que em dias de clássico, visto o manto sagrado e saio andando cheio de pompas pela cidade. Tenho um grande apreço pelo tricolor do Morumbi e confesso que me irrito profundamente quando o time perde jogando uma bolinha de segunda categoria.</p><p><strong>Perder é do jogo</strong>, mas perder sem alma é uma lástima. Foi isso que aconteceu ontem no estádio da Beira Rio, em  Porto Alegre, na primeira partida das semifinais da Taça Libertadores 2010. Podíamos ter saído da capital gaúcha com uma derrota vergonhosa. Isso não aconteceu em parte pela displicência do ataque colorado e pelo arrojo do Rogério Ceni que andou fazendo milagres naquela noite fria.</p><p><strong>Já faz tempo</strong> que o São Paulo parece ter perdido a liga. Quando olho para o nosso treinador com aquela cara de menino assustado perdido em Shopping Center, fico convicto de que a caminhada deste ano vai ser um calvário de dar dó. Aliás, já está sendo, é só verificar a tabela do campeonato brasileiro, para ver onde está colocado o penta campeão. Já estamos bem ali na beirinha da faixa do rebaixamento. Chego a tremer!</p><p><strong>Feitas as considerações</strong> de um torcedor chato e inconformado, o que vem a meu mundo é a cena do time que entrou para não perder. Que coisa mais fora de moda. Time em qualquer circunstância e não só no futebol, tem que entrar para ganhar. Jogando limpo e duro, mas jogar para ganhar.</p><div
id="attachment_13703" class="wp-caption alignright" style="width: 410px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/sao-paullo-futebol-clube2.jpg"><img
class="size-full wp-image-13703" title="CORINTHIANS/SÃO PAULO" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/sao-paullo-futebol-clube2.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a><p
class="wp-caption-text">São Paulo no ataque.</p></div><p><strong>Equipe</strong> — e isso vale para as pessoas no dia a dia — que vive das desculpas; do choro da desfaçatez; dos medos fabricados na aleivosia da imaturidade e na conversa fiada terá invariavelmente que conviver com líderes fracos e medrosos e com resultantes previsíveis de fracasso. Perder ou ganhar é parte de um contexto, já se disse.</p><p><strong>Perder ou ganhar</strong> lutando é matéria prima da harmonia, da decisão e da capacidade da montagem de uma estratégia vencedora. Não se chega a lugar algum quando já se entra derrotado ou com a morte anunciada por vivandeiras de um apocalipse previsível. Que me perdoem pela comparação, mas, quem morre de véspera é peru cevado para natalício.</p><p><strong><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/orlando-muniz_divulgação.2.jpg"><img
class="alignleft size-full wp-image-13704" title="orlando muniz_divulgação." src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/orlando-muniz_divulgação.2.jpg" alt="" width="204" height="209" /></a>Força tricolor</strong>, reaja com o brio de quem vai para o embate pensando na vitória, o resto&#8230; o resto é conversa para o bar da esquina no próximo final de semana ou para os amigos tricolores do Rio, que agora testam o outro lado da moeda.</p><p>* <strong>Orlando Muniz</strong> nasceu em 1959, em Eirunepé, na foz do Rio Juruá, no Amazonas. Filho de Benedito e Maria. Formou-se em Direito na Universidade Federal do Maranhão.</p><p>É advogado e procurador federal, autor dos livros Armazém Brasil (crônicas urbanas), publicado em 2006, e de Máscara das Palavras (contos), lançado em 2009, ambos pela Thesaurus.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p><a
href="http://www.thesaurus.com.br/">www.thesaurus.com.br</a></p><p><a
href="mailto:orlandomuniz@uol.com.br">orlandomuniz@uol.com.br</a></p><p><a
href="http://orlandomuniz.blogspot.com/">http://orlandomuniz.blogspot.com</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/30/com-um-time-pequeno/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Música e Poesia de Graça</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/30/musica-e-poesia-de-graca/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/30/musica-e-poesia-de-graca/#comments</comments> <pubDate>Fri, 30 Jul 2010 06:56:50 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Sarau]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=13695</guid> <description><![CDATA[]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id="attachment_13694" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/saraudasefe-e1280472833943.jpg"><img
class="size-full wp-image-13694" title="saraudasefe" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/saraudasefe-e1280472833943.jpg" alt="" width="500" height="704" /></a><p
class="wp-caption-text">Poesia para todos na Asa Sul.</p></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/30/musica-e-poesia-de-graca/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Signo</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/30/signo/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/30/signo/#comments</comments> <pubDate>Fri, 30 Jul 2010 06:44:44 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[lançamento]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=13683</guid> <description><![CDATA[
Antologia Metapoética (Thesaurus), do escritor Anderson Braga Horta será lançada dia 4 de agosto no restaurante Carpe Diem, em Brasília (DF).
Por Redação
Anderson Braga Horta afirma que seu livro novo, Signo – Antologia Metapoética , descreve uma trajetória poética em que se representam as tendências do século, do romantismo tardio dos primeiros poemas até uma [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p><div
id="attachment_13684" class="wp-caption alignleft" style="width: 360px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/andersonbragahorta-divulgacao-e1280471622661.jpg"><img
class="size-full wp-image-13684" title="andersonbragahorta-divulgacao" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/andersonbragahorta-divulgacao-e1280471622661.jpg" alt="" width="350" height="229" /></a><p
class="wp-caption-text">Anderson Braga Horta, por divulgação.</p></div><p>Antologia Metapoética (Thesaurus), do escritor Anderson Braga Horta será lançada dia 4 de agosto no restaurante Carpe Diem, em Brasília (DF).</p><p>Por <strong>Redação</strong></p><p>Anderson Braga Horta afirma que seu livro novo, Signo – Antologia Metapoética , descreve uma trajetória poética em que se representam as tendências do século, do romantismo tardio dos primeiros poemas até uma profissão de fé simbolista.</p><p>E desde o ideologismo da lira social até o formalismo das vanguardas. Do século XX.</p><p>Anderson estará no Carpe Diem a partir das 18h30.</p><p><strong>Obra</strong></p><p>Anderson Braga Horta (Carangola, 17.11.1934) viveu em Minas Gerais, Goiás e Rio de Janeiro, até se transferir para Brasília, em 1960. <a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/andersonbragahorta-capa-signo.-e1280472138441.jpg"><img
class="alignright size-full wp-image-13689" title="andersonbragahorta-capa-signo." src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/andersonbragahorta-capa-signo.-e1280472138441.jpg" alt="" width="250" height="269" /></a></p><p>É autor de Altiplano e Outros Poemas (Ebrasa – Editora de Brasília S.A., 1971), Marvário (Clube de Poesia de Brasília, 1976), Incomunicação (Comunicação, Belo Horizonte, 1977), Exercícios de Homem (Comitê de Imprensa do Senado, 1978).<a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/andersonbragahorta-capa-11.jpg"><img
class="alignleft size-thumbnail wp-image-13690" title="andersonbragahorta-capa-1" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/andersonbragahorta-capa-11-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p><p>Escrevei também Cronoscópio (Civilização Brasileira, Rio, 1983), O Pássaro no Aquário (André Quicé, Brasília, 1990), Fragmentos da Paixão – Poemas Reunidos (Massao Ohno, São Paulo, 2000), Dos Sonetos na Corda de Sol (EGM–Guararapes, 1999).</p><p>Pulso (Barcarola, São Paulo, 2000), Quarteto Arcaico e Trinta e Três Sonetos (EGM, 2000 e 2001), 50 Poemas Escolhidos pelo Autor (Galo Branco, Rio, 2003).</p><p><strong>Prêmio Jabuti</strong></p><p>Com os Fragmentos da Paixão ganhou o Prêmio Jabuti de Poesia em 2001. É também contista, ensaísta e tradutor. Publicou pela os seguintes títulos:</p><p><strong><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/andersonbragahorta-capa-alvares-zevedo.jpg"><img
class="alignleft size-full wp-image-13686" title="andersonbragahorta-capa-alvares-zevedo" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/andersonbragahorta-capa-alvares-zevedo.jpg" alt="" width="150" height="221" /></a>— Poesia —</strong></p><p>O Cordeiro e a Nuvem, 1984. Estudo introdutório de Antonio Roberval Miketen. Apresentação de Omar Brasil. Fotografia de Anderson Santos Horta. Antologia; vol. 1 da Série Altiplano.</p><p>Antologia Pessoal, 2001. Vol. 1 da Coleção Antologia Pessoal. Capa de Tagore Alegria.</p><p>Carta-Oração em Feitio de Poema à Força Jovem da América, 2002. Opúsculo da série O Livro na Rua. Bico-de-pena de Mário Viggiano.</p><p>Soneto Antigo, 2009 (apoio do FAC). Apresentação de José Jeronymo Rivera. Capa de Marconi Martins.<a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/andersonbragahorta-capa-erotismoepoesia.jpg"><img
class="alignright size-full wp-image-13687" title="andersonbragahorta-capa-erotismoepoesia" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/andersonbragahorta-capa-erotismoepoesia.jpg" alt="" width="212" height="300" /></a></p><p><strong>— Prosa —</strong></p><p>Erotismo e Poesia, 1994. Conferência. Vol. 8 dos Cadernos de Literatura. Capa de Glória Horta.</p><p>A Aventura Espiritual de Álvares de Azevedo, 2002 (apoio do FAC). Estudo e antologia temática. Capa de Tagore Alegria.</p><p>Sob o Signo da Poesia: Literatura em Brasília, 2003 (apoio do FAC). Ensaio e crítica. Capa de Tagore Alegria.</p><p>Cinco Histórias de Bichos, 2004. Opúsculo da série Livro na Rua.</p><p>Traduzir Poesia. Thesaurus, Brasília, 2004 (apoio do FAC). Capa de Tagore Alegria.</p><p>Criadores de Mantras: Ensaios e Conferências, 2007 (apoio do FAC). Capa de Hugo Oliveira.</p><p>Pulso Instantâneo, 2008 (apoio do FAC). Capa e ilustrações de Momchil Stoyanov.</p><p><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/convite-Signo.jpg"><img
class="alignnone size-full wp-image-13699" title="convite Signo" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/convite-Signo.jpg" alt="" width="500" height="229" /></a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/30/signo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Cinza da Solidão (30)</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/30/cinza-da-solidao-30/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/30/cinza-da-solidao-30/#comments</comments> <pubDate>Fri, 30 Jul 2010 06:21:18 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Folhetim]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=13679</guid> <description><![CDATA[ No capítulo anterior Dérick e Zeto começam uma peregrinação de bar em bar. Encontram com Adri e a Dani e se mandam pro Camping da Cidade, lá Zeto recita poesias em volta da fogueira.
Por M. P. Haickel *
Especial Para Nós – Fora dos Eixos
Ainda ‘tava longe de amanhecer. Toquei uma canção que falava de [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong><strong>No capítulo anterior </strong>Dérick e Zeto começam uma peregrinação de bar em bar. Encontram com Adri e a Dani e se mandam pro Camping da Cidade, lá Zeto recita poesias em volta da fogueira.</p><p><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/legiao-urbana.jpg"><img
class="alignleft size-full wp-image-13680" title="legiao-urbana" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/legiao-urbana.jpg" alt="" width="309" height="334" /></a>Por <strong>M. P. Haickel *</strong></p><p>Especial Para <strong>Nós – Fora dos Eixos</strong></p><p>Ainda ‘tava longe de amanhecer. Toquei uma canção que falava de amor e juventude, quando para meu espanto vi que ao lado de Zeto sentava-se uma figura conhecida. Era Lúcia, que chegava de mansinho, como se flutuasse. Com o passar do primeiro momento pude ver seu rosto à luz da fogueira à minha frente. Fitava-me com olhos contemplativos, enquanto acariciava os cabelos do poeta, que pareciam sacudir com o vento frio que percorria todo o meu corpo. Alguém pediu para eu levar uma música do Legião Urbana, o que fiz sem pestanejar, como se procurasse olhar nos olhos de Lúcia que refletiam o fogo no qual ardia e me deixava incendiar. De onde me encontrava, desejei morder-lhe os lábios que se moviam ao compasso da música. Mas, aos poucos fui aceitando a vida e a situação e controlando meu coração que parecia pular dentro de mim. Fazia algum tempo que não a via, e esse tempo parecia enorme agora, era infinito, era irreal às vezes, então desviei o meu olhar do dela e toquei e fui acalmando meu coração, vendo que a fogueira queimava devagarzinho minhas ilusões e saudades, meus desejos mais íntimos, enquanto eu continuava a tocar e tocar o seu coração sem mais àquela volúpia que a paixão nos imprime, sem a ansiedade de vê-la; sem o medo de perdê-la.</p><p>Vi atenciosamente quando Zeto lançou seus longos braços puxando-a, aconchegando-a de maneira carinhosa a sussurrar-lhe um poema a roçar pela orelha e Lucia desfalecia feito a lua encoberta por uma nuvem passageira; Dri tocou-me ao ombro como a despertar-me do transe em que estava, avisando que iria embora.</p><p>Despedi-me acompanhando Dri e Dani até o carro, no estacionamento. Depois voltei para a fogueira e fiquei a tomar mais um copo de vinho. Francisco veio me convidar para fumar e fomos até sua barraca afastada a uns vinte ou trinta metros da fogueira. <a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/fogueira.jpg"><img
class="alignright size-medium wp-image-13681" title="fogueira" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/fogueira-300x219.jpg" alt="" width="300" height="219" /></a></p><p>A barraca era simples, porém grande, de dois quartos, arrumada de maneira a facilitar as coisas. Havia diversos pedaços pequenos de madeira, que ele primeiro lixava para depois pintar e vender. Assim defendia a existência. Num púcaro de vidro tirou o fumo e calmamente falava-me da sua vida de maneira serena. Fumamos e conversamos por algum tempo afastado dos demais. Depois ele voltou à barraca e trouxe mais um garrafão de vinho tinto e caminhamos para perto da fogueira. Zeto recitava mais um poema para alegria dos presentes, que àquela altura já tinham os sentimentos confusos e orvalhados pela alta madrugada. Aproveitei para aproximar-me de Lúcia, que beijou minhas mãos e olhou no fundo, bem no fundo de minh’alma. Quando lhe perguntei o que tinha acontecido com a gente, ela respondeu-me:</p><p>— Não sei mais&#8230;</p><p>Abracei-a forte por um tempo interminável e senti sua respiração leve, tão leve e suave feito a brisa a beijar-me a face. Senti o corpo bailar, agitado pelos braços de Lúcia, que cantarolou baixinho:</p><p>Vivo da arte, moro na rua</p><p>sou casada com a lua</p><p>e durmo sobre as estrelas</p><p><strong>Não perca amanhã </strong>Dérick se encontra com Fátima, Alênca e Jussara na Torre de Brasília e relembram a eleição para presidência; a liberdade de eleger democraticamente pelo voto um presidente da República, após anos de repressão imposta pela ditadura militar. <strong></strong></p><p>*<strong>M. P. Haickel</strong> é escritor, professor, formado em Letras pela Universidade Federal do Maranhão. Publicou, entre outros, <em>A Procissão dos Ossos</em> (edição independente), <em>O Amor de Mariano</em> e <em>Cinza da Solidão</em>, ambos pela Thesaurus.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p><a
href="http://www.thesaurus.com.br/">www.thesaurus.com.br</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/30/cinza-da-solidao-30/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Pedro César Batista Lança Candeeiro do Tempo</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/30/pedro-cesar-batista-lanca-candeeiro-do-tempo/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/30/pedro-cesar-batista-lanca-candeeiro-do-tempo/#comments</comments> <pubDate>Fri, 30 Jul 2010 06:16:24 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[lançamento]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=13677</guid> <description><![CDATA[A Biblioteca Demonstrativa de Brasília convida para o lançamento do 14º livro – coletânea de poemas – dia 5 de agosto – do escritor e jornalista
Por Maria da Conceição Moreira Salles *
Especial Para Nós- Fora dos Eixos.
Pedro César Batista é jornalista, escritor e poeta, e pauta sua carreira em temas sociais, políticos e em [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>A Biblioteca Demonstrativa de Brasília convida para o lançamento do 14º livro – coletânea de poemas – dia 5 de <a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Capa_Candeeiro-e1280474346774.jpg"><img
class="alignleft size-full wp-image-13697" title="Capa_Candeeiro" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Capa_Candeeiro-e1280474346774.jpg" alt="" width="350" height="497" /></a>agosto – do escritor e jornalista</p><p>Por <strong>Maria da Conceição Moreira Salles</strong> *</p><p>Especial Para <strong>Nós- Fora dos Eixos.</strong></p><p><strong> </strong></p><p>Pedro César Batista é jornalista, escritor e poeta, e pauta sua carreira em temas sociais, políticos e em questões relacionadas aos Direitos Humanos.</p><p><strong>Lançamento</strong></p><p>Candeeiro do tempo – Poemas, é seu 14º livro. Todos estão convidados para o lançamento.</p><p>Publicou ainda “Tudo tem” (poemas, 1979), “E ai” (poemas,1980), “Poesia Matutai” (poemas, 1982), “Letras Livres” (poemas, 1982), “Coração de Boi” (poemas, 1983), “Sonhos reais” (poemas, 1997) e “63 poemas de amor para uma flor dos pampas no cerrado” (2004).</p><p>Participou das coletâneas “Revoada de poetas em Ilhéus” (1980) e “Enluadonovo” (1983).</p><p><strong>Reforma agrária </strong></p><p>Em 1991 escreveu “Conivência e Impunidade”; em 2004, “Gilson Menezes, o operário prefeito” e, em 2008, “João Batista, mártir da luta pela reforma agrária”.</p><p>Em 2006, lançou o romance “Marcha interrompida”.</p><p>Sua atividade profissional tem sido assessorar os movimentos sociais. Integra a Organização Não Governamental Movimento de Olho na Justiça.</p><p><strong>Coletânea</strong></p><p>“Candeeiro do tempo &#8211; Poemas” é uma coletânea de poemas dividida em três tempos, cada um representando uma década, que falam das utopias que ainda existem para o autor.</p><p>Sonhos que marcaram sua caminhada da adolescência aos dias atuais na busca de um mundo melhor, usando como principal arma a palavra escrita.</p><p><strong>Trabalho</strong></p><p>Esta obra é uma síntese do trabalho poético do autor, que na apresentação escreve que “Candeeiro do tempo – Poemas” são “três partes que desnudo, mostrando-me, assim, fatiado, apesar de tentar ser inteiro na direção” que vem trilhando com seus livros publicados.</p><p>O prefácio é do jornalista Guido Heleno e as ilustrações e capa de Léo Pimentel.</p><p>Contamos com sua presença!</p><p>*<strong>Maria da Conceição Moreira Salles</strong>, coordenadora da BDB.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p><strong>Livro</strong> Candeeiro do Tempo (poesia, coletânea)</p><p><strong>Autor </strong>Pedro Cesar Batista</p><p><strong>Onde</strong> Biblioteca Demonstrativa de Brasília &#8211; (EQS 506/507).</p><p><strong>Quando</strong> 5 de agosto, às 19h30 na Biblioteca.</p><p>bdb.procult bdb.procult <a
href="mailto:bdb.procult@gmail.com]">bdb.procult@gmail.com</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/30/pedro-cesar-batista-lanca-candeeiro-do-tempo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>S.O.S Patrimônio</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/30/s-o-s-patrimonio/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/30/s-o-s-patrimonio/#comments</comments> <pubDate>Fri, 30 Jul 2010 06:11:01 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=13671</guid> <description><![CDATA[
Comitê inscreve bens da Geórgia na Lista de Patrimônio em Perigo. Recomendações da última reunião não foram atendidas
Por Redação
Com Assessoria
do MinC*O Comitê do Patrimônio Mundial da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) incluiu no início da tarde de quinta-feira (29) a Catedral Bagrati e o Monastério [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p><p>Comitê inscreve bens da Geórgia na Lista de Patrimônio em Perigo. Recomendações da última reunião não foram atendidas</p><div
id="attachment_13673" class="wp-caption alignleft" style="width: 500px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Monastério-de-Gelati-e1280469816760.jpg"><img
class="size-full wp-image-13673" title="Monastério de Gelati" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Monastério-de-Gelati-e1280469816760.jpg" alt="" width="490" height="367" /></a><p
class="wp-caption-text">Monastério de Gelati, divulgação.</p></div><p>Por <strong>Redação</strong></p><p>Com <strong>Assessoria </strong></p><p><strong>do MinC*<br
/> </strong></p><p>O Comitê do Patrimônio Mundial da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) incluiu no início da tarde de quinta-feira (29) a Catedral Bagrati e o Monastério Gelati, na Geórgia, na Lista do Patrimônio Mundial em Perigo.</p><p>A região de 7.870 hectares na cidade de Kutaisi foi reconhecida pelo Comitê em 1994.</p><p><strong>Relatório</strong></p><p>De acordo com o relatório apresentado na 34ª Sessão do Comitê do Patrimônio Mundial da UNESCO, as intervenções do governo local no processo de reconstrução da catedral foram consideradas irreversíveis, não foram aprovadas e comprometeram o valor de caráter universal, a integridade e a autenticidade do sítio.</p><p>O documento recomenda que o governo da Geórgia suspenda imediatamente todas as intervenções em Bagrati e tome medidas para recuperar o valor, a integridade e a autenticidade. O Comitê espera ainda que o governo implemente estratégias de ordenação do turismo e uso dos prédios históricos.</p><p><strong>Catedral de Bagrati </strong></p><p>A construção da Catedral de Bagrati começou no final do século X e foi concluída no começo do século XI. O nome foi uma homenagem a Bagrati III, o primeiro rei da Geórgia após a unificação.</p><p>Apesar de ter sido parcialmente destruída em 1691, durante um conflito com a Turquia, as ruínas ainda permaneceram no centro de Kutaisi.</p><div
id="attachment_13672" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Catedral-de-Bagrati.-e1280470021812.jpg"><img
class="size-full wp-image-13672" title="Catedral de Bagrati." src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Catedral-de-Bagrati.-e1280470021812.jpg" alt="" width="300" height="228" /></a><p
class="wp-caption-text">Catedral de Bagrati, divulgação.</p></div><p><strong>Monastério de Gelati<br
/> </strong></p><p>O Monastério de Gelati foi uma das principais construções erguidas entre os séculos XII e XVII e que mantém sua decoração original com mosaicos e pinturas nas paredes.</p><p>O conjunto formado pela catedral e pelo monastério é considerado o principal legado da arquitetura medieval na Geórgia.</p><p><strong> Bens brasileiros </strong></p><p>O Brasil possui 17 bens que receberam da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) a chancela de Patrimônio Mundial.</p><p>Nenhum deles está na lista de risco. “Não foi por acaso que nos oferecemos para sediar esta Reunião. Nós o fizemos porque consideramos o patrimônio cultural e natural elementos centrais na formulação do projeto de desenvolvimento de nosso país”, afirma o ministro da Cultura e presidente do Comitê do Patrimônio Mundial da UNESCO, Juca Ferreira.</p><p><strong>Renovação</strong></p><div
id="attachment_13674" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/juca-ferreira.www_.bahianoticias.com_.br_1-e1280470126658.jpg"><img
class="size-full wp-image-13674" title="juca-ferreira.www.bahianoticias.com.br" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/juca-ferreira.www_.bahianoticias.com_.br_1-e1280470126658.jpg" alt="" width="300" height="259" /></a><p
class="wp-caption-text">Ministro Juca Ferreira, por www.bahianoticias.com.br</p></div><p>Para cuidar do patrimônio brasileiro, houve a renovação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan, com uma estrutura de cargos e carreiras mais adequada e a inclusão da questão do patrimônio um lugar de destaque no Programa de Aceleração do Crescimento – o PAC.</p><p>Os recursos do PAC das Cidades Históricas estão assegurados para todos os 173 municípios selecionados. A meta é revitalizar 5.200 imóveis particulares e 200 monumentos públicos até 2012.</p><p>O investimento previsto chega a 500 milhões de dólares e já começou a ser efetivado em cerca de 70 cidades.</p><p><strong>Página oficial</strong></p><p><a
href="http://www.34whc.brasilia2010.gov.br/">http://www.34whc.brasilia2010.gov.br</a></p><p><strong>Serviço </strong></p><p>Mais informações</p><p>*Marcelo Lucena, assessor de Imprensa do MinC, telefone 61 2024 2407 <a
href="mailto:marcelo.silva@cultura.gov.br">marcelo.silva@cultura.gov.br</a></p><p>*Victor Ribeiro, assessor de Imprensa do MinC, telefone 61 9907 8478 ou <a
href="mailto:victor.lopes@cultura.gov.br">victor.lopes@cultura.gov.br</a></p><p>*Daniel Hora, assessor de Imprensa do Iphan, telefones 61 2024 6194 / 3226 8907</p><p><a
href="mailto:daniel.hora@iphan.gov.br">daniel.hora@iphan.gov.br</a></p><p>*Adélia Soares, assessora de Imprensa do Iphan, telefones 61 2024 6187 3326 6864</p><p><a
href="mailto:adelia.soares@iphan.gov.br">adelia.soares@iphan.gov.br</a></p><p>*Ana Lúcia Guimarães, assessora de Comunicação da UNESCO no Brasil, telefone 61 2106 3536</p><p><a
href="mailto:ana.guimaraes@unesco.org.br">ana.guimaraes@unesco.org.br</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/30/s-o-s-patrimonio/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Diogo Portugal no Japão</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/30/diogo-portugal-no-japao/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/30/diogo-portugal-no-japao/#comments</comments> <pubDate>Fri, 30 Jul 2010 05:56:17 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Humor]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=13667</guid> <description><![CDATA[Humorista embarca dia 5 de agosto para fazer turnê – pela segunda vez – na terra do sol nascente.
Por Máxima Assessoria de Imprensa *
Especial Para Nós – Fora dos Eixos
As províncias de Aichi, Gunma e Shizoka poderão constatar porque Portugal é considerado um dos grandes nomes do humor no Brasil.
Comédia
Esta turnê é marcada pela comédia [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Humorista embarca dia 5 de agosto para fazer turnê – pela segunda vez – na terra do sol nascente.</p><div
id="attachment_13668" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/diogoportugal..jpg"><img
class="size-medium wp-image-13668" title="diogoportugal." src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/diogoportugal.-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p
class="wp-caption-text">O humorista Diogo Portugal, por divulgação.</p></div><p>Por <strong>Máxima Assessoria</strong> <strong>de Imprensa</strong> *</p><p>Especial Para <strong>Nós – Fora dos Eixos</strong></p><p>As províncias de Aichi, Gunma e Shizoka poderão constatar porque Portugal é considerado um dos grandes nomes do humor no Brasil.</p><p><strong>Comédia</strong></p><p>Esta turnê é marcada pela comédia stand-up como também por seus personagens engraçados, que o humorista interpreta com sagacidade.</p><p>Os amigos das comunidades nikkei do país terão a possibilidade de ter ótimos momentos de descontração, com</p><div
id="attachment_13669" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/diogo-portugal.1.jpg"><img
class="size-medium wp-image-13669" title="diogo-portugal.1" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/diogo-portugal.1-300x218.jpg" alt="" width="300" height="218" /></a><p
class="wp-caption-text">Diogo Portugal, por divulgação.</p></div><p>garantia de boas risadas.</p><p>*Máxima Assessoria de Imprensa</p><p><strong>Serviço</strong></p><p>Sandra Campello – <a
href="mailto:sandra@maximasp.com.br">sandra@maximasp.com.br</a></p><p>MSN – <a
href="mailto:sandracampello@uol.com.br">sandracampello@uol.com.br</a></p><p>Mari Maellaro – <a
href="mailto:mari.maellaro@uol.com.br">mari.maellaro@uol.com.br</a></p><p>Telefone (11) 3283-2508.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/30/diogo-portugal-no-japao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>CONIC &#8211; Um Detetive, Playboys e Marginais</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/29/conic-um-detetive-playboys-e-marginais/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/29/conic-um-detetive-playboys-e-marginais/#comments</comments> <pubDate>Thu, 29 Jul 2010 11:11:49 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[lançamento]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=13663</guid> <description><![CDATA[É o título do romance policial do escritor Alencar Soares de Freitas, que será lançado no próprio Conic, dia 10 de agosto, no Quiosque Cultural do Ivan Presença.
Por Redação
Brasília (DF) continua servindo de cenário para os ficcionistas locais. Agora é a vez do escritor Alencar Soares de Freitas, que lançará dia 10 de agosto o [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>É o título do romance policial do escritor Alencar Soares de Freitas, que será lançado no próprio Conic, dia 10 de agosto, no Quiosque Cultural do Ivan Presença.</p><div
id="attachment_13664" class="wp-caption alignleft" style="width: 410px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/conic-alencar..jpg"><img
class="size-full wp-image-13664" title="conic-alencar." src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/conic-alencar..jpg" alt="" width="400" height="398" /></a><p
class="wp-caption-text">Alencar Soares de Freitas, escritor.Divulgação.</p></div><p>Por<strong> Redação</strong></p><p>Brasília (DF) continua servindo de cenário para os ficcionistas locais. Agora é a vez do escritor Alencar Soares de Freitas, que lançará dia 10 de agosto o livro <em>CONIC &#8211; um detetive, playboys e marginais</em> (Thesaurus).</p><p>O lançamento será numa terça-feira, às 17h, no Quiosque Cultural do Ivan Presença, no próprio local do cenário: no CONIC (Setor de Diversão Sul), atrás do Teatro Dulcina de Morais.</p><p><strong>Enredo</strong></p><p>A trama do livro de Alencar Soares de Freitas acontece na década de 80. <em>CONIC, um detetive, playboys e marginais</em>, é definido pelo autor como um romance-policial que retrata local frequentado por intelectuais, jovens e como não podia deixar de ser, por playboys e marginais.</p><p>Pedro Lamas, detetive brasileiro trabalha em um escritório no CONIC. O autor retrata a vida em uma cidade ainda não acabada e sem muitas opções de lazer e carente de cultura.</p><p>O CONIC era um espaço de liberdade que conseguia dar alento às pessoas da cidade. O autor consegue mostrar com muito humor as dificuldades e a coragem das pessoas que viviam naquela época na Capital do Brasil.</p><p><strong>Década de 80</strong></p><p>Época importante para os movimentos sociais e políticos no país &#8211; a abertura política. Sindicatos, associações e partidos políticos estouraram em todos os cantos do Brasil.</p><p>Em Brasília não foi diferente. Brasília ainda não oferecia muito lazer e eram poucos os locais para se divertir. CONIC, centro empresarial, situado no coração da cidade, lá estavam: boates, cinemas, teatro, livrarias, loja de candomblé, escritórios, sedes de entidades políticas, locais de massagem, bares e botecos.</p><p><strong>Humor</strong></p><p>O autor retrata parte da história de Brasília com seu singular humor neste romance-policial CONIC: um detetive, playboys e marginais, trazendo a tona uma época que deixou saudades.</p><p>Pedro Lamas, o detetive, tem uma pequena fazenda próxima à cidade de São Sebastião, Brasília. Lá conhece Silvia, seu amor platônico.</p><p>Um dia, indo para a fazenda no seu fusca, vê algumas pessoas paradas na rua observando um cadáver estendido no chão. Pára o carro e vai ver quem era. Leva um choque. Era Silvia, sua paixão. A partir daí, começa a busca do assassino.</p><p><strong>O Autor</strong></p><p>Alencar Soares de Freitas nasceu em 1941 e estudou na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tornou-se escritor em 1995, quando publicou o seu primeiro romance Eu também me lembro e em 2000 lançou BH&#8230; BH.</p><p><strong></p><div
id="attachment_13665" class="wp-caption alignleft" style="width: 164px"><strong><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/conic-capa.jpg"><img
class="size-full wp-image-13665" title="conic-capa" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/conic-capa.jpg" alt="" width="154" height="166" /></a></strong><p
class="wp-caption-text">Capa por Thiago Sarandy</p></div><p>Serviço </strong></p><p>A Thesaurus Editora e o Quiosque Cultural do Ivan têm o prazer de convidá-lo para o lançamento do livro CONIC &#8211; um detetive, playboys e marginais, de Alencar Soares de Freitas.</p><p>Data: 10 de agosto de 2010 – (terça-feira). Horário:17h.</p><p>Local: CONIC. SDS – Quiosque Cultural do Ivan Presença.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/29/conic-um-detetive-playboys-e-marginais/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Desrespeito à Cultura – FAC de Dois Gumes</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/29/desrespeito-a-cultura-%e2%80%93-fac-de-dois-gumes/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/29/desrespeito-a-cultura-%e2%80%93-fac-de-dois-gumes/#comments</comments> <pubDate>Thu, 29 Jul 2010 11:04:42 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Política cultural]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=13660</guid> <description><![CDATA[
Por Marina Mara *
Especial Para Nós – Fora dos Eixos
Caros artistas, produtores, apoiadores da arte e cidadãos conscientes. Mais uma vez nossos governantes deram um show de desgoverno e desta vez o alvo é a arte e a cultura do Distrito Federal.
No ultimo dia 27 de julho de 2010, foi publicado nas páginas de [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p><p><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Cultura-é-Educação.jpg"><img
class="alignleft size-full wp-image-13661" title="Cultura-é-Educação" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Cultura-é-Educação.jpg" alt="" width="300" height="202" /></a>Por <strong>Marina Mara</strong> *</p><p>Especial Para <strong>Nós – Fora dos Eixos</strong></p><p>Caros artistas, produtores, apoiadores da arte e cidadãos conscientes. Mais uma vez nossos governantes deram um show de desgoverno e desta vez o alvo é a arte e a cultura do Distrito Federal.</p><p><strong>No ultimo dia 27</strong> de julho de 2010, foi publicado nas páginas de 19 a 23 do Diário Oficial do Distrito Federal, a Decisão 3286, resultante da 185ª Reunião do Conselho de Administração do Fundo de Apoio à Cultura – AFAC, onde emitiu parecer indicando quais projetos por eles aprovados receberão, de fato, recursos para a sua execução.</p><p><strong>Na prática</strong>, a decisão do Conselho de Administração do Fundo de Apoio à Cultura – CA-FAC indeferiu 103 projetos das áreas de Cinema, Música e Especiais que já haviam sido aprovados pelo Conselho de Cultura e devidamente publicados no Diário Oficial do Distrito Federal de 30/06/2010.</p><p><strong>Vamos</strong> direcionar a força e a coragem que tirou um governo corrupto para terminar de arrumar a casa. A falta de respeito com nossa sociedade não pode continuar. Cultura é Educação.</p><p><strong>Convidamos o</strong>s interessados para uma reunião na sede da RED Produções, em Taguatinga, para esclarecer o ocorrido, avaliar as chances de reversão e as medidas judiciais cabíveis. Contamos a presença de um advogado para consulta e orientação.</p><p>A luta continua companheiros.</p><p>*Marina Mara é poeta, produtora cultural e blogueira.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p><a
href="http://www.terravermelha.art.br/">www.terravermelha.art.br</a></p><p><a
href="http://www.marinamara.com.br/">www.marinamara.com.br</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/29/desrespeito-a-cultura-%e2%80%93-fac-de-dois-gumes/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Cinza da Solidão (29)</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/29/cinza-da-solidao-29/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/29/cinza-da-solidao-29/#comments</comments> <pubDate>Thu, 29 Jul 2010 10:18:23 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Folhetim]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=13654</guid> <description><![CDATA[No capítulo anterior: Alênca visita Dérick e vão para o bar Woodstock, estipulam prazo para entrega da trilha sonora do vídeo. Alênca não pode editar o material por conta da greve na universidade. O bar enche e Zeto aparece vendendo livros de poesia e Dérick é chamado pra dar uma canja.
M. P. Haickel
A poesia, acreditava [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong>No capítulo anterior: </strong>Alênca visita Dérick e vão para o bar Woodstock, estipulam prazo para entrega da trilha sonora do vídeo. Alênca não pode editar o material por conta da greve na universidade. O bar enche e Zeto aparece vendendo livros de poesia e Dérick é chamado pra dar uma canja.</p><div
id="attachment_13655" class="wp-caption alignright" style="width: 460px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/barzinho.-e1280398391616.jpg"><img
class="size-full wp-image-13655" title="barzinho." src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/barzinho.-e1280398391616.jpg" alt="" width="450" height="294" /></a><p
class="wp-caption-text">&quot;O bar enche e Zeto aparece vendendo livros de poesia e Dérick é chamado pra dar uma canja.&quot;</p></div><p><strong>M. P. Haickel</strong></p><p>A poesia, acreditava eu, era mais que a coragem de vê-la publicada. No meu enten</p><p>dimento guar</p><p>dava um encanta</p><p>mento, uma magia, que não saberia explicar de maneira simples, objetiva e direta. Tava relacionada à música e ao sentimento, que expressa tanto o ser como o não ser das pessoas e suas paixões. Alênca ressaltava mais a coragem do Zeto de tornar público seus sentimentos. Eu pensava mais no fazer literário e não procurava encontrar outra pessoa atrás das metáforas na poesia do Zeto, que não fosse eu mesmo, me espelhando e refletindo cada verso, cada palavra, como se fosse chave para uma leitura da minha geração, dos valores assumidos por sentimento de inconformidade com as coisas ao meu derredor.</p><p>Alênca depois de mais algumas cervejas se mandou e acompanhei o Zeto numa peregrinação que foi de bar em bar. Do Woodstock, nos mandamos para o bom e velho rock´n´roll, na 108. Lá a moçada estava agitada. Encontrei com Adri, uma amiga, que me apresentou a Dani.</p><p>— Adoro poetas, sabia? – falou a Dani depois de um longo gole de cerveja – a eles confio o destino da humanidade!</p><p>— Ê, peraí, falei. Se não fossem os músicos, muitos poetas morreriam no anonimato! –argumentei.</p><p>Zeto aproveitou a ocasião e tirou do bolso da casaca um livrinho e mandou ver na dedicatória para Dani.</p><p>— Troco por um cigarro! – falou entregando o livro e olhando de forma sedutora para Daniela.</p><p>— É por isso que morrem todos tuberculosos! – emendou Dri, me sorrindo. Não resisti e taquei-lhe um beijo de tirar o</p><div
id="attachment_13656" class="wp-caption alignleft" style="width: 410px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/madrugada..jpg"><img
class="size-full wp-image-13656" title="madrugada." src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/madrugada..jpg" alt="" width="400" height="300" /></a><p
class="wp-caption-text">&quot;A madrugada ia chegando e ainda não tínhamos encontrado um destino para seguir, até que apareceu Francisco, um artista plástico ...&quot;</p></div><p>fôlego.</p><p>A madrugada ia chegando e ainda não tínhamos encontrado um destino para seguir, até que apareceu Francisco, um artista plástico que pintava pequenos quadros em sua maioria abstratos. Foi ele que nos avisou de uma festa que estava rolando no Camping da cidade, e ao final de duas horas nos mandamos todos para lá no carro da Dri.</p><p>Mais parecia uma daquelas festas alternativas de fim de noite. Uma fogueira aquecia nossas convicções num mundo mais fraterno, um violão acalentava um velho sonho de paz, pessoas espalhadas ao redor das barracas alimentavam o amor e uma lua no céu completava o cenário. Francisco nos apresentou  para uma turma um pouco mais afastada da fogueira, que nos encheram os copos de vinho tinto e acenderam cigarros e incensos. Zeto aproveitou para declamar algumas de suas poesias que constavam no livro, para o encanto dos presentes. A luz da fogueira desenhava a silhueta das pessoas presentes. A Dri apertava seu corpo contra o meu, que em silêncio sorvia o vinho aguardando a oportunidade de tocar uma música no violão. Omar, um dos anfitriões da festa, passou recolhendo todos que estavam dispersos para ficarmos em volta da fogueira. Fizemos uma grande roda, demos as mãos uns aos outros. O fogo estalava em brasas, que subiam a brilhar com as estrelas. Enquanto os casais iam se acomodando, o violão rodava de mão em mão, até chegar minha vez de tocar.</p><p><strong>Amanhã continua </strong>No camping, enquanto Dérick toca violão, Lúcia aproxima-se de Zeto. Dri e Dani se mandam da fogueira e Dérick vai deixá-las no carro. Na volta, encontra Francisco, que pega mais um garrafão de vinho e os dois voltam pra fogueira.</p><div
id="attachment_13657" class="wp-caption alignright" style="width: 231px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/mphaickel1.jpg"><img
class="size-full wp-image-13657" title="mphaickel" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/mphaickel1.jpg" alt="" width="221" height="166" /></a><p
class="wp-caption-text">M.P.Haickel, por divulgação.</p></div><p><strong> </strong></p><p>*<strong>M. P. Haickel</strong> é escritor, professor, formado em Letras pela Universidade Federal do Maranhão. Publicou, entre outros, <em>A Procissão dos Ossos</em> (edição independente),  <em>O Amor de Mariano</em> e <em>Cinza da Solidão</em>, ambos pela Thesaurus.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p><a
href="http://www.thesaurus.com.br/">www.thesaurus.com.br</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/29/cinza-da-solidao-29/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>
<!-- Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: http://www.w3-edge.com/wordpress-plugins/

Minified using disk
Page Caching using disk (enhanced) (user agent is rejected)

Served from: www.nosrevista.com.br @ 2010-07-31 08:20:58 -->