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><channel><title>Nós - Fora dos Eixos &#187; Artes Plásticas</title> <atom:link href="http://www.nosrevista.com.br/categoria/artes-plasticas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.nosrevista.com.br</link> <description>Revista Cultural e Literária</description> <lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 15:07:33 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator> <item><title>Edward Hopper, O Poeta das Tintas, Expõe na Suíça</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/11/o-poeta-das-tintas-edward-hopper-expoe-na-suica/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/11/o-poeta-das-tintas-edward-hopper-expoe-na-suica/#comments</comments> <pubDate>Sun, 11 Jul 2010 04:38:46 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=13239</guid> <description><![CDATA[Um dos mais importantes artistas do século XX, Hopper, morreu em 15 de maio de 1967. Deixou mais de três mil trabalhos, entre óleos, guaches e ilustrações, dos quais os suíços podem ver 160 de perto. Por Redação A exposição do artista norte-americano tem 160 obras emprestadas pelo New York&#8217;s Whitney Museum of American Art [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Um dos mais importantes artistas do século XX, Hopper, morreu em 15 de maio de 1967. Deixou mais de três mil trabalhos, entre óleos, guaches e ilustrações, dos quais os suíços podem ver 160 de perto.</p><div
id="attachment_13240" class="wp-caption alignnone" style="width: 660px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Edward-Hopper.jpg"><img
class="size-full wp-image-13240" title="Edward Hopper" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Edward-Hopper.jpg" alt="" width="650" height="522" /></a><p
class="wp-caption-text">Edward Hopper</p></div><p>Por <strong>Redação</strong></p><p>A exposição do artista norte-americano tem 160 obras emprestadas pelo New York&#8217;s Whitney Museum of American Art e está na Fundação do Hermitage, em Lausanne (oeste).</p><p>Edward Hopper faleceu em 15 de maio de 1967, em seu estúdio na Washington Sq, Greenwich, NY. Deixou a coleção de mais de três mil obras para o Whitney Museum of American.</p><p><strong>Poeta das Tintas</strong>Hopper era considerado “um poeta com as tintas, registrando a desolação e a vastidão dos EUA. Algumas vezes expressava esses aspectos de forma convencional, em telas com faróis ou com as paisagens rudes da Nova Inglaterra; de outras vezes, Nova York era o tema, com suas paisagens urbanas eloqüentes, ruas desertas à noite”.</p><p>“A temática de sua obra reproduziu hotéis, trens, autoestradas, locais públicos ou onde o público fosse um possível visitante: restaurantes, teatros, cinemas, estações e escritórios”.</p><p>“Mesmo nesses quadros ele acentuava a sensação de solidão – seus teatros estão quase sempre semi vazios, poucos espectadores à espera da cortina se levantar ou com atores isolados na luz crua do palco. Hopper era um apaixonado por cinema e há uma qualidade cinematográfica em sua obra”.</p><p><strong>Solidão</strong></p><p>Duas das mais célebres telas de Hopper, “Nighthawks” e “Seven AM”, essa talvez a mais pungente de suas obras sobre solidão.</p><p>Em “Nighthawks” (de 1942), o que aqui chamamos “Os Corujas”, Hopper nos descreve um típico “diner” americano, restaurante simples e pequeno, frequentado por pessoas que trabalham ou gostam de viver bem tarde na noite.</p><div
id="attachment_13242" class="wp-caption alignleft" style="width: 510px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Edward-Hopper-hopper_03_le_bistro.jpg"><img
class="size-full wp-image-13242" title="Edward Hopper hopper_03_le_bistro" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Edward-Hopper-hopper_03_le_bistro.jpg" alt="" width="500" height="415" /></a><p
class="wp-caption-text">Hopper, Le Bistro.</p></div><p>O quadro começou a ser pintado logo após o ataque a Pearl Harbor e a sensação de solidão e vazio das ruas ainda é mais acentuada pela melancolia e tristeza difundidas por todo o país.</p><p><strong>Adeus</strong></p><p>Edward Hopper faleceu em 15 de maio de 1967, em seu estúdio na Washington Sq, Greenwich, NY. Jo faleceu dez meses depois e deixou a coleção de mais de três mil obras para o Whitney Museum of American Art.</p><p>Também há telas dele no MoMA, no Des Moines Art Center e no Art Institute of Chicago.</p><p><strong>Acervos  </strong></p><p>Seven AM &#8211; Whitney Museum of Art;<strong> </strong>Nighthawks &#8211; The Art Institute of Chicago.<strong> </strong>Fontes: <a
href="http://www.whitney.org/">www.whitney.org</a></p><p> <a
href="http://www.artic.edu">www.artic.edu</a></p><div><strong> </strong></div><div><strong></strong></div><p><strong></p><div
id="attachment_13243" class="wp-caption alignleft" style="width: 360px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Edward-Hopper-hopper_24_a_woman_in_the_sun-e1278822347398.jpg"><img
class="size-full wp-image-13243" title="Edward Hopper hopper_24_a_woman_in_the_sun" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Edward-Hopper-hopper_24_a_woman_in_the_sun-e1278822347398.jpg" alt="" width="350" height="350" /></a><p
class="wp-caption-text">Hopper, A woman in the sun.</p></div><p></strong></p><p><strong>Ronda Noturna de Rembrandt Foi o Que Mais Lhe Impres-</strong></p><p><strong>sionou</strong></p><p>Deu no <strong>Blog do Noblat. </strong>O jornalista, professor e escritor Ricardo Noblat escreveu no seu blog. “Em 1899 Edward Hopper já decidira que seria pintor, mas seus pais o persuadiram a estudar desenho comercial, pois isso lhes parecia uma maior garantia de segurança no futuro”.<strong> </strong></p><p><strong>“Ele se matriculou</strong> na Escola de Ilustradores de Nova York, mas em 1900 se transferiu para outra escola, a Escola de Arte de Nova York. Seus mestres foram William Merrit Chaser e Robert Henri, esse um dos pais do realismo americano”.</p><p><strong>“Anos depois</strong>, Edward Hopper diria que Henri fora seu mais influente professor. Hopper não teve pressa em se formar &#8211; durante sete anos cursou a escola nova-iorquina, nos últimos tempos dividindo seu tempo entre aprender e ensinar. Entretanto, como a maioria dos jovens de seu tempo, seu maior sonho era estudar na França”.</p><p><strong>“Com a ajuda dos pais</strong>, em outubro de 1906 ele finalmente viajou para Paris. A capital das artes passava por um momento de muita excitação, com grandes debates provocados pelo movimento modernista. Mas Hopper sempre disse que o efeito disso tudo sobre ele foi mínimo”.</p><p><strong>“Quem ele conheceu em Paris?</strong> Segundo ele, ninguém dos nomes famosos. Ouviu falar em Gertrude Stein, a rica americana que foi mecenas influente no ambiente artístico parisiense, mas nunca ouviu falar em</p><div
id="attachment_13247" class="wp-caption alignright" style="width: 510px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Edward-Hopper-hopper_13_pennsylvania_coal_town.jpg"><img
class="size-full wp-image-13247" title="Edward Hopper hopper_13_pennsylvania_coal_town" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Edward-Hopper-hopper_13_pennsylvania_coal_town.jpg" alt="" width="500" height="345" /></a><p
class="wp-caption-text">Hopper, Pennsylvania coal town.</p></div><p> Picasso, por exemplo. ‘À noite eu ia aos cafés e ficava sentado olhando a cidade passar. Ia muito ao teatro. Paris não teve um impacto imediato, nem sequer grande, sobre mim’”.</p><p><strong>“Visitou também Londres</strong>, Amsterdam, Berlim e Bruxelas. O quadro que mais o impressionou foi ‘Ronda Noturna’, a fantástica obra de Rembrandt que visitou no Rijksmuseum de Amsterdam”.</p><p><strong>“Em 1913 Hopper vendeu seu primeiro quadro</strong>, exposto no Armory Swow, uma mostra que reuniu artistas americanos e modernistas europeus. Em 1920, fez sua primeira individual no Whitney Museum, mas nessa ocasião não vendeu nem um quadro”.</p><p><strong>“Aos 37 anos</strong>, desanimado e receoso de não alcançar o sucesso como artista, dedicou-se a ilustrações. As estampas vendiam muito bem, tinham mais aceitação que os óleos. Mas ao experimentar vender suas aquarelas, Hopper descobriu que elas também vendiam tão bem quanto as estampas”.</p><p> <strong>“O telhado em mansarda</strong>”, aquarela sobre papel, mede 34 x 48 cm e é das mais conhecidas obras de Hopper.</p><p>Acervo The Brooklyn Museum of Art, Nova York</p><p><strong>Fontes:</strong></p><p><a
href="http://www.artchive.com/artchive/H/hopper/mansard.jpg.html">http://www.artchive.com/artchive/H/hopper/mansard.jpg.html</a></p><p><a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Edward_Hopper">http://en.wikipedia.org/wiki/Edward_Hopper</a></p><div
id="attachment_13241" class="wp-caption alignright" style="width: 510px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Edward-Hopper-hopper_14_morning_sun.jpg"><img
class="size-full wp-image-13241" title="Edward Hopper hopper_14_morning_sun" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Edward-Hopper-hopper_14_morning_sun.jpg" alt="" width="500" height="350" /></a><p
class="wp-caption-text">Hopper, morning sun.</p></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/11/o-poeta-das-tintas-edward-hopper-expoe-na-suica/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>A Linguagem Crítica e Lúdica de Sofia Vivo</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/06/07/a-linguagem-estetica-critica-e-ludica-de-sofia-vivo-no-espaco-chato/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/06/07/a-linguagem-estetica-critica-e-ludica-de-sofia-vivo-no-espaco-chato/#comments</comments> <pubDate>Mon, 07 Jun 2010 19:24:56 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=12393</guid> <description><![CDATA[A Fundação Assis Chateaubriand e Sofia Vivo convidam para o coquetel de abertura da exposição, às 19h desta terça-feira, 8. Por Redação A artista plástica e poeta Sofia Vivo abre na manhã desta terça-feira, 8, às 19h, a exposição Tapetes – Colagens, que ficará aberta ao público até 25 de junho de 2010 no Espaço [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação Assis Chateaubriand e Sofia Vivo convidam para o coquetel de abertura da exposição, às 19h desta terça-feira, 8.</p><div
id="attachment_12394" class="wp-caption alignleft" style="width: 460px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/06/SofiaVivoColagem2.jpg"><img
class="size-full wp-image-12394" title="SofiaVivoColagem2" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/06/SofiaVivoColagem2.jpg" alt="" width="450" height="328" /></a><p
class="wp-caption-text">Sofia Vivo, Colagem. Reprodução.</p></div><p>Por <strong>Redação</strong></p><p>A artista plástica e poeta Sofia Vivo abre na manhã desta terça-feira, 8, às 19h, a exposição <strong>Tapetes – Colagens</strong>, que ficará aberta ao público até 25 de junho de 2010 no Espaço Chatô, das 10h às 18, de segunda a sexta-feira.</p><p>Na abertura, o público, além do coquetel, assistira a uma apresentação da Trupe Circo Íntimo. Sofia é uma artista uruguaia, radicada no Brasil, Brasília. É autora dos livros <em>Poemario prófugo</em> e <em>Sac-nic-te y sus horas paganas</em>.</p><p><strong>Vivência Estética</strong></p><p>De acordo com os organizadores da mostra, Sofia Vivo “expressa, com grande  vivência pessoal, um viés de sofrimento e protesto comum a todo artista, além de sua atitude pessoal de resgate dos valores americanistas, consolidados através de muita pesquisa e ousadia”.</p><div
id="attachment_12395" class="wp-caption alignright" style="width: 268px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/06/SofiaVivo.jpg"><img
class="size-full wp-image-12395" title="SofiaVivo" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/06/SofiaVivo.jpg" alt="" width="258" height="500" /></a><p
class="wp-caption-text">Sofia Vivo, poeta e artista plástica. Divulgação.</p></div><p>“Sua Linguagem – acrescentam – é, simultaneamente, crítica e lúdica. Em suas telas, cada objeto ostenta vida própria, é um ente autônomo, caracterizando o subjetivismo do trabalho da artista”.</p><p><strong>Cidadã do Mundo</strong></p><p>Radicada há 20 anos em Brasília, a artista uruguaia Sofia Vivo, 53 anos, percorreu mais de 80 países.  &#8221;Viajar abre a vida, amplia os horizontes e sensibiliza. Você aprende, cresce e engrandece a tua alma,&#8221; afirma.</p><p>Na exposição Tapete – Colagens Sofía Vivo exibe obras de colagem que recriam a impressão da artista sobre a chegada do europeu na sociedade indígena pré-colombiana.</p><p><strong>Artefatos</strong></p><p>Com suporte de tecido sobre madeira, Sofia Vivo cria imagens que levem as pessoas a compreender a utilização de artefatos da cultura indígena em 200 anos de história.</p><p>Cada cor possui um significado, como exemplo o vermelho (cor predominante), que conota o sangue derramado dos índios. &#8220;Da nossa maneira, nós, artistas, sempre atingimos a alma e o coração de alguém&#8221;, assegura.</p><p><strong>Livros</strong></p><p>O livro Sac-nic-te y sus horas paganas, por exemplo, narra a saga de Sac-nic-te, alter ego &#8220;É uma personagem que questiona a vida e do mundo.&#8221; diz. O nome surgiu como referência à Deusa do Amor da civilização Maia, nome pelo qual ela se apaixonou quando ouviu pela primeira vez.</p><div
id="attachment_12396" class="wp-caption alignleft" style="width: 460px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/06/SofiaVivoColagem.jpg"><img
class="size-full wp-image-12396" title="SofiaVivoColagem" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/06/SofiaVivoColagem.jpg" alt="" width="450" height="73" /></a><p
class="wp-caption-text">Sofia Vivo: Colagens. Reprodução.</p></div><p>Em Poemario prófugo, recorre à poesia intimista. &#8220;Dos momentos, das pessoas e das circunstâncias, nas quais faço drenagem da dor e da emoção por meio das palavras.&#8221; explica.</p><p><strong>Brasília -</strong> A cultura brasileira também está presente na arte de Sofía Vivo, que utiliza elementos indígenas brasileiros em obras, sobretudo as cores e as músicas. Em Brasília, a artista destaca o caldeirão cultural que envolve a cidade, com a ocupação de pessoas vindas de diferentes partes do país.</p><p>Sofia conheceu Brasília em 1986, por meio do pai, então embaixador do Uruguai. Ela revela: ao chegar à Brasília, não se via nada nas ruas. &#8220;Hoje. O que mais se encontra é vida&#8221;, acredita.</p><p><strong><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/06/espaço.chato_.jpg"><img
class="alignleft size-thumbnail wp-image-12397" title="espaço.chato" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/06/espaço.chato_-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Serviço</strong></p><p><strong>O que</strong>: Tapetes – Colagens, exposição de Sofia Vivo.</p><p><strong>Onde</strong>: abertura às 19h desta terça-feira, no Espaço Chatô: SIG – Setor de Indústria Gráfica, Quadra 2, Lote 140, sede do jornal Correio Braziliense.</p><p><strong>Quando</strong>: abertura às 19h desta terça-feira, até o dia 25 de junho, das 10h às 18h, de segunda a sexta-feira.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/06/07/a-linguagem-estetica-critica-e-ludica-de-sofia-vivo-no-espaco-chato/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Fundação Seleciona Artistas Plásticos em Mato Grosso do Sul</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/05/05/fundacao-seleciona-artistas-plasticos-em-mato-grosso-do-sul/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/05/05/fundacao-seleciona-artistas-plasticos-em-mato-grosso-do-sul/#comments</comments> <pubDate>Wed, 05 May 2010 15:07:25 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=11474</guid> <description><![CDATA[Interessados podem fazer inscrições até 15 de maio de 2010. O salão ficará aberto ao público no período de 21 setembro a 22 de outubro. Por Redação A FCMS &#8211; Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul manterá inscrições abertas até o dia 15 de maio para seleção de artistas plásticos interessados em expor [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Interessados podem fazer inscrições até 15 de maio de 2010. O salão ficará aberto ao público no período de 21 setembro a 22 de outubro.</p><div
id="attachment_11475" class="wp-caption alignleft" style="width: 315px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/tarsila-do-amaral_morro-da-favela.jpg"><img
class="size-full wp-image-11475" title="tarsila do amaral_morro da favela" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/tarsila-do-amaral_morro-da-favela.jpg" alt="" width="305" height="257" /></a><p
class="wp-caption-text">Tarsila do Amaral: Morro da favela.</p></div><p>Por <strong>Redação</strong></p><p>A FCMS &#8211; Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul manterá inscrições abertas até o dia 15 de maio para seleção de artistas plásticos interessados em expor seus trabalhos no Salão de Arte de Mato Grosso do Sul 2010.</p><p>A mostra será realizada entre os dias 21 de setembro e 22 de outubro, em Campo Grande.</p><p>Os artistas devem ter idade mínima de 18 anos. Brasileiro ou estrangeiro não importa, desde que sejam residentes no Brasil.</p><p>Os interessados devem encaminhar suas inscrições para o endereço Avenida Fernando Corrêa da Costa, nº. 59. Centro – Campo Grande – MS – CEP 79.002-820, aos cuidados da Gerência de Difusão Cultural – Núcleo de Artes Visuais Memorial da Cultura Apolônio de Carvalho, juntamente com os documentos exigidos no Edital, com Aviso de Recebimento (AR) ou por Sedex.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p>Mais informação pode ser obtida no Núcleo de Artes Visuais da Gerência de Desenvolvimento e Difusão de Programas Culturais da FCMS, através dos telefones: (67) 3316-9170 (Núcleo de Artes Visuais: das 8h às 13h30min) ou (67) 3326-7449 (com Marco: das 12h às 18h); e pelo site</p><p><a
href="http://www.fundacaodecultura.ms.gov.br/">http://www.fundacaodecultura.ms.gov.br/</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/05/05/fundacao-seleciona-artistas-plasticos-em-mato-grosso-do-sul/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Celina Tobar Expõe no Espaço Cultural Daher</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/04/28/celina-tobar-expoe-no-espaco-cultural-daher/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/04/28/celina-tobar-expoe-no-espaco-cultural-daher/#comments</comments> <pubDate>Wed, 28 Apr 2010 18:51:09 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=11237</guid> <description><![CDATA[A artista plástica convida a comunidade cultural para abertura de sua exposição dia 6 de maio, às 19h30. Queridos amigos, É com muita satisfação que lhes envio o convite para a Exposição &#8220;Demoiselles &#38; Senhoritas&#8221;, também extensivo a seus amigos. Conto com a sua presença no vernissage. Abraços, Celina. Serviço Abertura: dia 6 de maio, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>A artista plástica convida a comunidade cultural para abertura de sua exposição dia 6 de maio, às 19h30.</p><p><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/04/celina-tobar_artista-plástica.jpg"><img
class="alignnone size-full wp-image-11238" title="celina tobar_artista plástica" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/04/celina-tobar_artista-plástica.jpg" alt="" width="594" height="789" /></a></p><p>Queridos amigos,</p><p>É com muita satisfação que lhes envio o convite para a Exposição &#8220;Demoiselles &amp; Senhoritas&#8221;, também extensivo a seus amigos.</p><p>Conto com a sua presença no vernissage.</p><p>Abraços,</p><p>Celina.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p><strong>Abertura</strong>: dia 6 de maio, às 19h30.</p><p><strong>Onde:</strong> Espaço Cultural do Hospital Daher, QI (Quadra Interna) 7, Conjunto F, Lago Sul, Brasília (DF).</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/04/28/celina-tobar-expoe-no-espaco-cultural-daher/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Anita Malfatti</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/anita-malfatti/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/anita-malfatti/#comments</comments> <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 12:30:18 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=9761</guid> <description><![CDATA[Por: Redação Comunidade cultural do DF pode ver a exposição comemorativa dos 120 anos de nascimento de Anita Malfatti até  25 abril A mostra celebra uma das mais consagradas artistas brasileiras da história: Anita Malfatti. A curadoria é de Luzia Portinari Greggio, A exposição conta com cerca de 120 obras entre trabalhos a óleo, desenhos, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id="attachment_10087" class="wp-caption alignleft" style="width: 460px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Anita-Malfatti.jpg"><img
class="size-full wp-image-10087" title="Anita Malfatti" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Anita-Malfatti.jpg" alt="" width="450" height="639" /></a><p
class="wp-caption-text">Anita Malfatti, obras ao alcance da comunidade cultural do DF.</p></div><p>Por: <strong>Redação</strong></p><p>Comunidade cultural do DF pode ver a exposição comemorativa dos 120 anos de nascimento de Anita Malfatti até  25 abril</p><p>A mostra celebra uma das mais consagradas artistas brasileiras da história: Anita Malfatti. A curadoria é de Luzia Portinari Greggio,</p><p>A exposição conta com cerca de 120 obras entre trabalhos a óleo, desenhos, pastéis e aquarelas, abrangendo todas as técnicas utilizadas pela artista, ao longo de sua vida e contemplando as várias fases da trajetória de sua vida.</p><p>O que o público confere nesta exposição são obras que, de certa forma, relatam e ilustram a história das artes plásticas no país, do final do século XIX até meados do século XX.</p><p><strong>Serviço</p><div
id="attachment_10089" class="wp-caption alignright" style="width: 168px"><strong><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/anita-malfatti_jpg.jpg"><img
class="size-full wp-image-10089" title="anita malfatti_jpg" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/anita-malfatti_jpg.jpg" alt="" width="158" height="95" /></a></strong><p
class="wp-caption-text">Óleo de Anita Malfati</p></div><p></strong></p><p><strong>Data</strong>: até 25 de abril.</p><p><strong>Visitação</strong>: terça a domingo, das 9h às 21h.</p><p><strong>Local</strong>: Galeria 1 | SCES, Trecho 2, lote 22, Brasília (DF).</p><p><strong>Agendamento</strong> de visitas monitoradas: segunda a sexta, das 8h às 18h. <strong>Telefone</strong>: (61) 3310.7480 e 3310.7420.</p><p><strong>Recepção</strong>/Informações: terça a domingo, das 9h às 21h. Telefone: (61) 3310.7087.</p><p><strong>Entrada Franca</strong>. Classificação: Livre.</p><p><strong>Ônibus gratuito</strong>, identificado com a marca do Centro Cultural, de terça a domingo, das 11h às 23h, saindo do Teatro Nacional Cláudio Santoro às 11h.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/anita-malfatti/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>4</slash:comments> </item> <item><title>Influenciados pelo Folclore e o Cotidiano Urbano</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/influenciados-pelo-folclore-e-o-cotidiano-urbano/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/influenciados-pelo-folclore-e-o-cotidiano-urbano/#comments</comments> <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 12:28:35 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=9759</guid> <description><![CDATA[A exposição Os Gêmeos – Vertigem Fica Aberta no Centro Cultural do Banco do Brasil até o dia 16 Maio. Por: Redação Com curadoria de Gustavo Pandolfo e Otavio Pandolfo, a dupla apresenta telas e obras interativas que brincam com os sentidos visuais, auditivos e táteis dos visitantes. Trata-se de um painel do cenário da [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>A exposição <strong>Os Gêmeos – Vertigem</strong> Fica Aberta no Centro Cultural do Banco do Brasil até o dia 16 Maio.</p><p>Por: <strong>Redação</strong></p><p>Com curadoria de Gustavo Pandolfo e Otavio Pandolfo, a dupla apresenta telas e obras interativas que brincam com os sentidos visuais, auditivos e táteis dos visitantes.</p><p>Trata-se de um painel do cenário da arte contemporânea, com personagens influenciados pelo folclore ou o cotidiano urbano brasileiro, além de objetos sonoros agrupados em uma parede que podem ser manipulados pelos espectadores.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p><strong>Data</strong>: até 16 de maio.</p><p><strong>Visitação</strong>: terça a domingo, das 09h às 21h</p><p>Local: Pavilhão de Vidro | SCES, Trecho 2, lote 22</p><p><strong>Agendamento</strong> de visitas monitoradas: Segunda a sexta, das 8h às 18h | <strong>Telefone:</strong> (61) 3310-7480 e 3310.7420.</p><p><strong>Recepção</strong>/Informações: terça a domingo, das 9h às 21h. Telefone: (61) 3310.7087.</p><p><strong>Entrada Franca. </strong>Classificação: Livre.<strong> </strong></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/influenciados-pelo-folclore-e-o-cotidiano-urbano/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Rodrigo Flávio: ‘O Processo de Pintura é Muito Doloroso’</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2009/12/23/rodrigo-flavio-%e2%80%98o-processo-de-pintura-e-muito-doloroso%e2%80%99/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2009/12/23/rodrigo-flavio-%e2%80%98o-processo-de-pintura-e-muito-doloroso%e2%80%99/#comments</comments> <pubDate>Wed, 23 Dec 2009 18:36:07 +0000</pubDate> <dc:creator>Redação</dc:creator> <category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=8584</guid> <description><![CDATA[Cor, textura e virtuosismo. Rodrigo Flávio expõe novos trabalhos, nos quais se destacam as pinceladas vigorosas e a expressividade das cores. Por: Ciça Carvelo Ele tinha 14 anos quando descobriu que a pintura é sua grande paixão. Aluno da primeira turma da Escola de Artes Visuais do Museu de Arte Contemporânea ele surpreendeu-se, durante sua [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Cor, textura e virtuosismo. Rodrigo Flávio expõe novos trabalhos, nos quais se destacam as pinceladas vigorosas e a expressividade das cores.</p><div
id="attachment_8586" class="wp-caption alignnone" style="width: 650px"><img
class="size-full wp-image-8586" title="rodrigo_flávio_" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/12/rodrigo_flávio_1.jpg" alt="Rodrigo Flávio, artista plástico, expõe em Goiânia (GO)." width="640" height="426" /><p
class="wp-caption-text">Rodrigo Flávio, artista plástico, expõe em Goiânia (GO).</p></div><p><strong>Por: Ciça Carvelo</strong></p><p>Ele tinha 14 anos quando descobriu que a pintura é sua grande paixão. Aluno da primeira turma da Escola de Artes Visuais do Museu de Arte Contemporânea ele surpreendeu-se, durante sua conversa com o POPULAR, ao se dar conta de que já fez 20 anos de carreira.</p><p>Aos 35 anos, com um jeito moleque – seu figurino básico são bermudões de skatista e camisetas surradas de rock e cultura pop sempre manchadas de tinta –, Rodrigo Flávio é um artista que mostra maturidade e complexidade em sua nova exposição de pintura.</p><p>Amantes das artes só têm a ganhar ao visitar a mostra, na Galeria de Arte Marcos Caiado, no Setor Marista.</p><p>Rodrigo é queridinho do mais alto clã das artes em  Goiás. Queridinho mesmo, não há quem não se encante com seu jeito, um paralelo simpático de inteligência e ingenuidade.</p><p><strong></p><div
id="attachment_8587" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><strong><img
class="size-medium wp-image-8587" title="rodrigo_flávio_obra_" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/12/rodrigo_flávio_obra_-300x172.jpg" alt="Obra de Rodrigo Flávio" width="300" height="172" /></strong><p
class="wp-caption-text">Obra de Rodrigo Flávio</p></div><p>A força da cor</strong></p><p>Sua obra, marcada principalmente pela força da cor, navega com leveza nos mais diversos ambientes. Está na sala de estar chique e também nos clubes noturnos, na parede, em cima da mesa.</p><p>“Busco explorar ao máximo a expressividade das cores na representação pictórica. A cor prevalece sobre a forma. Às vezes a figura se torna pura cor, matéria, textura”, afirma.</p><p>Rodrigo explica que a cor é o elo que liga toda a sua produção desde que pintou seu primeiro quadro.</p><p>“Utilizo a gestualidade, às vezes agressiva, em que o olhar se deixa levar pelos ritmos das pinceladas e sobreposições da matéria – não existe um ponto definido no olhar de minha obra. Sou colorista. Na pintura é clara a intenção de busca de uma memória da arte moderna, da emoção declarada, do subjetivismo, da sexualidade.”Assim descreve-se o artista.</p><p><strong>Divisor de águas</strong></p><p>Sua primeira exposição importante foi em 1995, na Itaú Galeria de Arte em Goiânia. Era em acrílico, uma pintura bem mais tímida, “sem tantos exageros”.</p><div
id="attachment_8588" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img
class="size-medium wp-image-8588" title="siron_franco_" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/12/siron_franco_-300x200.jpg" alt="Siron Franco, uma das referências culturais de Rodrigo Flávio" width="300" height="200" /><p
class="wp-caption-text">Siron Franco, uma das referências culturais de Rodrigo Flávio...</p></div><p>Seu encontro com a tinta a óleo foi um divisor de águas para sua pintura. No ano seguinte, foi convidado pela galerista Marina Potrich para expor. Produziu todas as obras com tinta a óleo e desenvolveu uma nova forma de relacionamento com sua obra e suas emoções.</p><p>“A tinta a óleo me definiu como pintor. Eu precisava passar mais tempo no ateliê. A tinta demora mais a secar e com isso você tem de olhar mais para o trabalho, vira o quadro, volta depois de dois anos, muda tudo, põe mais tinta&#8230; Tem camada.”</p><p>Para Rodrigo, a tinta a óleo adiciona um novo elemento à pintura, a textura, que é um meio poderoso de expressão. “O tempo da obra é bem maior”, observa. Seu dia a dia inclui o convívio diário com crianças.</p><p>Rodrigo Flávio passa suas manhãs dando aulas de artes para alunos de uma escola particular, do maternal ao quinto ano. “Isso é muito importante para mim”. Na escola pude perceber o quanto a arte faz bem para as crianças.</p><p><strong>Arte faz bem para as crianças</strong></p><div
id="attachment_8589" class="wp-caption alignleft" style="width: 258px"><img
class="size-medium wp-image-8589" title="van_vincent_van_gogh_pg" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/12/van_vincent_van_gogh_pg-248x300.jpg" alt="... Ao lado de Vincent Van Gogh..." width="248" height="300" /><p
class="wp-caption-text">... Ao lado de Vincent Van Gogh...</p></div><p>Tem alunos que apresentam problemas de comportamento ou de aprendizado que acabam superando suas dificuldades depois que se soltam no ateliê. Eles vivem o processo criativo de um ateliê de verdade e podem se soltar totalmente.”</p><p>À tarde e à noite, Rodrigo dedica-se ao trabalho em seu ateliê, recentemente instalado na Rua 89 do Setor Sul. No som, Queens, Ramones, The Who, Tutti Frutti, Gal Costa roqueira em Fatal, New Order e Depeche Mode. “Impossível se livrar do Caetano e do Gilberto Gil”, confessa o artista.</p><p>“Vou todos os dias ao ateliê. Acho isso fundamental para qualquer artista. Lá é o meu lugar mais íntimo. Nem minha casa nem no meu quarto eu me sinto tão confortável.” Além de tudo o que é oitentista, os pós-impressionistas Paul Gauguin, Cézanne, Van Gogh e Henri Matisse, Grupo Cobra – principalmente Karel Appel –, Flávio de Carvalho, Siron Franco, Jorge Guinle, o fauvismo e o neo-expressionismo são grandes influências na obra de Rodrigo Flávio.</p><div
id="attachment_8590" class="wp-caption alignright" style="width: 276px"><img
class="size-medium wp-image-8590" title="the-who_1960_" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/12/the-who_1960_-266x300.jpg" alt="... A banda The Who..." width="266" height="300" /><p
class="wp-caption-text">... A banda The Who...</p></div><p><strong>Vertentes conceituais</strong></p><p>“Não sou influenciado pelas vertentes conceituais da arte brasileira da década de 60 e 70, existe uma impressão fora do País que todo novo artista brasileiro é influenciado por essas gerações. Sou pintor e acredito fielmente na sobrevida da pintura, pinta quem sabe pintar.”</p><p>Além da pintura, Rodrigo se interessa pelo design, desde a concepção de objetos de arte até para a possibilidade industrial de produção de outras peças de utilidade real. Sua vida pessoal e sua pintura se encontram na hora de produzir.</p><p>“O processo da pintura é muito doloroso, mas me sinto muito bem quando termino uma obra. Tudo o que era problema e tudo o que era errado passa a ser engraçado”.</p><p>Ele confessa que a maior dificuldade de sua carreira é administrar as finanças. A obra de um artista tem de ser administrada como negócio num mercado altamente competitivo e restrito, além de muito vulnerável à vaidade.</p><div
id="attachment_8591" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img
class="size-medium wp-image-8591" title="gilberto_gil_por gepp_maia_" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/12/gilberto_gil_por-gepp_maia_-300x260.jpg" alt="... E Gilberto Gil, visto por Gepp Maia." width="300" height="260" /><p
class="wp-caption-text">... E Gilberto Gil, visto por Gepp Maia.</p></div><p>“A gente tem de parar de pensar em vender a obra só dentro do Estado. Temos de ganhar o mundo, mas isso só será possível se pararmos com picuinhas, de falarmos mal uns dos outros e competir o tempo todo. Tem espaço para todo mundo. Só assim vai ficar viável viver de arte.” Para uma tarde cheia de cor, fica a dica da belíssima exposição, que abre hoje na Galeria Marcos Caiado. Arte, café e um bom papo podem fazer a diferença para quebrar a rotina.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p>Exposição: Rodrigo Flávio – Pinturas.</p><p>Local: Galeria Marcos Caiado, Rua 1136, nº. 56, Setor Marista, Goiânia (GO).</p><p><a
href="mailto:trampoassessoria@gmail.com">trampoassessoria@gmail.com</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2009/12/23/rodrigo-flavio-%e2%80%98o-processo-de-pintura-e-muito-doloroso%e2%80%99/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Imagens e Vozes de Naura Timm na Galeria Arte em Papel da Aliança Francesa</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2009/12/17/imagens-e-vozes-de-naura-timm-na-galeria-arte-em-papel-da-alianca-francesa/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2009/12/17/imagens-e-vozes-de-naura-timm-na-galeria-arte-em-papel-da-alianca-francesa/#comments</comments> <pubDate>Thu, 17 Dec 2009 12:00:07 +0000</pubDate> <dc:creator>Redação</dc:creator> <category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=8316</guid> <description><![CDATA[A artista plástica Naura Timm , gaúcha de Pedro do Sul radicada em Brasília (DF) desde 1980, é um ícone das artistas plásticas brasileiras. Seu nome é referência do movimento artístico brasiliense.  Ela atua de forma intensa na vida cultural da cidade em seu ateliê na Asa Norte. O que o público verá, até sábado, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id="attachment_8317" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img
class="size-medium wp-image-8317" title="naura_timm_convite" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/12/naura_timm_convite-300x300.jpg" alt="Tridimensionalidade, por Naura Timm" width="300" height="300" /><p
class="wp-caption-text">Tridimensionalidade, por Naura Timm</p></div><p>A artista plástica Naura Timm , gaúcha de Pedro do Sul radicada em Brasília (DF) desde 1980, é um ícone das artistas plásticas brasileiras.</p><p>Seu nome é referência do movimento artístico brasiliense.  Ela atua de forma intensa na vida cultural da cidade em seu ateliê na Asa Norte.</p><p>O que o público verá, até sábado, 19, nesta mostra, são desenhos criados em 2009, em técnica mista que integram três séries, representadas por versos de grandes poetas brasileiros e universais. (<strong>Nota da Redação</strong>).</p><p>Por <strong>Naura Timm</strong> *</p><p>Via e-mail,</p><p>especial para</p><p><strong>Nós – </strong></p><p><strong>Fora </strong></p><p><strong>dos </strong></p><p><strong>Eixos.<img
class="alignnone size-full wp-image-8318" title="naura_timm_desenhos_2_jpg" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/12/naura_timm_desenhos_2_jpg.jpg" alt="naura_timm_desenhos_2_jpg" width="360" height="480" /></strong></p><p>Olá!</p><p>Minha exposição está aberta até 19 de Dezembro de 2009, na Aliança Francesa de Brasília.<img
class="alignright size-full wp-image-8319" title="naura_timm_3_jpg" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/12/naura_timm_3_jpg.jpg" alt="naura_timm_3_jpg" width="360" height="480" /></p><p>São 15 desenhos em técnica mista, criados este ano, acompanhados por versos de grandes poetas: Rainer Maria Rilker, Saramago, Leminski, Blake, Brasigóis Felício, Cora Coralina, Reynaldo Jardim, Nádia Timm, Fernando Mendes Viana, entre outros.</p><p>Aguardo sua visita!</p><p>Abraço,</p><p>Naura Timm</p><p><strong>Serviço</strong></p><p><strong>Local</strong>: Aliança Francesa, Avenida W4 – EQ 708 / 907 – Lote A, Brasília (DF).</p><p><strong><img
class="alignleft size-full wp-image-8320" title="naura_timm_4_jpg" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/12/naura_timm_4_jpg.jpg" alt="naura_timm_4_jpg" width="360" height="480" />Visitação</strong>:</p><p>de segunda-feira</p><p>à quinta-feira,</p><p>das 9h às 21h.</p><p>Sexta-feira, das 9h</p><p>às 19h.</p><p>Sábado, das 9h às 12h.</p><p>Contato:</p><p>(61) 8106 7211.</p><p><a
href="http://www.nauratimm.com.br/">www.nauratimm.com.br</a></p><p><a
href="http://www.afbrasilia.org.br/">www.afbrasilia.org.br</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2009/12/17/imagens-e-vozes-de-naura-timm-na-galeria-arte-em-papel-da-alianca-francesa/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Artistas do DF Leiloam Obras Contra a Violência</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2009/11/24/artistas-do-df-leiloam-0bras-contra-a-violencia/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2009/11/24/artistas-do-df-leiloam-0bras-contra-a-violencia/#comments</comments> <pubDate>Tue, 24 Nov 2009 14:57:41 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=7726</guid> <description><![CDATA[Por Jeanne Maz Por e-mail para Nós – Fora dos Eixos Amigos, Estarei participando desta exposição, conto com a participação e divulgação de vocês. Encontraremos-nos lá, dia 25, quarta-feira, 19h30. Beijos, Jeanne. A Galeria de Arte A Casa da Luz Vermelha está apoiando o projeto de arrecadação de recursos em benefício da erradicação da violência [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p><div
id="attachment_7727" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><strong><strong><img
class="size-full wp-image-7727" title="jeanne_maz_POÉTICAS RUPESTRES _ ERA UMA VEZ.." src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/11/jeanne_maz_POÉTICAS-RUPESTRES-_-ERA-UMA-VEZ...JPG" alt="Poéticas rupestres: Era uma vez... de Jeann Maz" width="200" height="198" /></strong></strong><p
class="wp-caption-text">Poéticas rupestres: Era uma vez... de Jeann Maz</p></div><p><strong>Por Jeanne Maz</strong></p><p>Por e-mail para <strong>Nós – Fora dos Eixos</strong></p><p>Amigos,</p><p>Estarei participando desta exposição, conto com a participação e divulgação de vocês. Encontraremos-nos lá, dia 25, quarta-feira, 19h30.</p><p>Beijos,</p><p>Jeanne.</p><p>A Galeria de Arte A Casa da Luz Vermelha está apoiando o projeto de arrecadação de recursos em benefício da erradicação da violência de gênero e sua incidência sobre a infecção de AIDS/HIV nas mulheres.</p><div
id="attachment_7728" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><img
class="size-full wp-image-7728" title="jeanne_maz_POÉTICAS RUPESTRES_ E SE A VIDA FOSSE FESTA." src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/11/jeanne_maz_POÉTICAS-RUPESTRES_-E-SE-A-VIDA-FOSSE-FESTA..JPG" alt="Jeanne_Maz: Poéticas rupestres: E se a vida fosse uma festa" width="200" height="200" /><p
class="wp-caption-text">Jeanne_Maz: Poéticas rupestres: E se a vida fosse uma festa</p></div><p>Para tanto será realizado um LEILÃO BENEFICENTE DE ARTE BRASILEIRA no Museu da República, dia 3 de dezembro e terá patrocínio da UNIFEM e colaboração de vários organismos e da Secretaria de Cultura.</p><p>A Galeria, que se encontra no clube ASBAC, realizará uma exposição das obras que entrarão para leilão entre os dias 25 a 29 de novembro.</p><p>Coquetel de abertura: 25 de novembro (quarta-feira) &#8211; Dia Internacional da Luta Contra a Violência de Gênero. Horário: 19 horas</p><p><strong> </strong></p><div
id="attachment_7729" class="wp-caption alignleft" style="width: 298px"><strong><strong><img
class="size-full wp-image-7729" title="jeanne_maz_1" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/11/jeanne_maz_1.JPG" alt="Jeanne Maz, sem título" width="288" height="265" /></strong></strong><p
class="wp-caption-text">Jeanne Maz, sem título</p></div><p><strong>SERVIÇO</strong></p><p>Local: Galeria  &#8220;A Casa da luz vermelha&#8221; (Clube ASBAC, Setor de Clubes Sul &#8211; em frente ao restaurante Don Francisco)</p><p>Mais informação com: Gabriela Rosso, diretora do Projeto Por amor à arte, Por amor à vida.</p><p><a
href="mailto:rosso_gabriela@yahoo.ca">rosso_gabriela@yahoo.ca</a></p><p><a
href="http://img253.imageshack.us/img253/4881/invitacioncoctelinternec.gif">http://img253.imageshack.us/img253/4881/invitacioncoctelinternec.gif</a></p><p>* Jeanne Maz é artista plástica.</p><p><a
href="http://www.ateliercasadaponte.blogspot.com/">www.ateliercasadaponte.blogspot.com</a></p><p><a
href="http://www.jeannemaz.blogspot.com/">www.jeannemaz.blogspot.com</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2009/11/24/artistas-do-df-leiloam-0bras-contra-a-violencia/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Galeno Pinta e Borda Com as Referências de Infância</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2009/11/10/galeno-pinta-e-borda-com-as-referencias-de-infancia/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2009/11/10/galeno-pinta-e-borda-com-as-referencias-de-infancia/#comments</comments> <pubDate>Tue, 10 Nov 2009 16:12:45 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=7459</guid> <description><![CDATA[Da Redação Com divulgação O artista plástico piauiense radicado no Distrito Federal, Francisco Galeno, inaugura nesta quarta-feira, 11, a exposição “Pintando e Bordando,” na Referência Galeria de Arte do Shopping CasaPark, que pode ser visitada até o dia 30 de novembro. A entrada é franca. “Pintando e Bordando –  diz  Galeno – é uma exposição [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong></p><div
id="attachment_7460" class="wp-caption alignleft" style="width: 205px"><strong><img
class="size-medium wp-image-7460" title="Galeno 5 - foto Igo Estrela" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Galeno-5-foto-Igo-Estrela-195x300.jpg" alt="Galeno. Divulgação, por Igo Estrela" width="195" height="300" /></strong><p
class="wp-caption-text">Galeno. Divulgação, por Igo Estrela</p></div><p>Da Redação</strong></p><p><strong>Com divulgação</strong></p><p>O artista plástico piauiense radicado no Distrito Federal, Francisco Galeno, inaugura nesta quarta-feira, 11, a exposição “Pintando e Bordando,” na Referência Galeria de Arte do Shopping CasaPark, que pode ser visitada até o dia 30 de novembro. A entrada é franca.</p><p>“Pintando e Bordando –  diz  Galeno – é uma exposição intimista: costumo brincar, dizendo que vou mostrar os meus docinhos”. As pinturas, acrescentou, são esculturas e objetos inéditos, que fazem parte de um processo de experimentação desenvolvido por ele.</p><p>A exposição na Referência, para Galeno, tem um sentido muito especial:  uma volta ao porto seguro: “Já expus lá nos primeiros tempos da minha carreira. São 18 obras baseadas em coisas que fui buscar lá atrás, no passado, e que eu achava que não tinha desenvolvido direito. Com elas, procuro a cumplicidade do observador”.</p><p>A Referência Galeria de Arte está completando 14 anos de existência. Para celebrar, “Nada mais justo do que expor os trabalhos recentes de um dos mais expressivos e consagrados artistas plásticos do Distrito Federal”, conforme informação dos organizadores.</p><p><strong>REFERÊNCIAS DE INFÂNCIA</strong></p><p>Na obra de Galeno, formas geométricas repetem-se sobre fundos que explodem cores fortes. São carretéis, anzóis, pipas, referências à infância vivida em Parnaíba. Saiu destes tempos também a inspiração para o título da mostra.</p><p>Pintando e Bordando – revelou Galeno –  é como o seu pai se referia à suas travessuras. “Tem um sentido meio moleque, de fazer arte, e tem também uma espécie de homenagem nesta confissão da minha saudade por minha mãe, que trabalhava como rendeira no Piauí.”</p><p>Após esta exposição, Galeno inaugura em São Paulo, dia 25 de novembro, outra mostra de pinturas, esculturas e objetos. Ele promete ainda uma grande exposição em homenagem os 50 anos de Brasília, abril de 2010.</p><p>Francisco Galeno nasceu em Parnaíba (PÍ), em 13 de maio de 1957, em Ilha Grande Santa Isabel. Permaneceu ali, cercado de mar, até completar oito anos de idade, quando veio com a mãe e os irmãos ao encontro do pai, que era candango e trabalhava na construção da Nova Capital.</p><p>Sua família morava num acampamento, ao lado da antiga estação de lixo, à beira do Lago Paranoá, local conhecido como Vila da Rã. Mais uma vez, estava na beira da água, podia seguir os hábitos de menino ilhéu: andar de canoa e pescar. Só em 1969, aos 12 anos, é que Galeno transferiu-se para a cidade de Brazlândia, onde vive até hoje e mantém seu ateliê.</p><p><strong>“SILÊNCIO POVOADO DE COR”</strong></p><p>Antes de ter seu encontro definitivo com tintas e pincéis, Galeno tentou outras artes e manhas. Foi jogador de futebol, estudou na Escola de Música, fez teatro. Mas ansiava por um trabalho mais individual.</p><div
id="attachment_7461" class="wp-caption alignright" style="width: 243px"><img
class="size-medium wp-image-7461" title="Galeno 3 - foto Igo Estrela" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Galeno-3-foto-Igo-Estrela-233x300.jpg" alt="Galeno. Divulgação, por Igo Estrela." width="233" height="300" /><p
class="wp-caption-text">Galeno. Divulgação, por Igo Estrela.</p></div><p>Encaminhou-se para as artes plásticas e descobriu “a herança que estava no sangue: o avô era artesão, a mãe rendeira, o pai construtor de móveis e o irmão mais velho escultor. Sou apenas uma continuação da família”, revela, sorrindo.</p><p>Galeno freqüentou o ateliê-escola do pintor Moreira Azevedo, artista português radicado em Brasília, fez oficina sob a orientação de Luiz Áquila e acabou construindo um caminho muito próprio.</p><p>As memórias da infância serviram como passaporte para o pintor se tornar um dos maiores artistas das artes plásticas brasileiras contemporâneas. Seu trabalho se estrutura sobre a cor, sempre forte, sempre imponente e nas representações de traçado geométrico que se repetem.</p><p>“Acho que as pessoas gostam do meu trabalho porque sentem que ele é feito de verdade, está muito ligado à minha vida”, diz. Galeno constrói seu universo particular, “um mundo de poucas palavras, com um silêncio povoado de cor”, já escreveu o artista e curador Evandro Salles.</p><p><strong>COLECIONADOR DE PRÊMIOS</strong></p><p>Galeno participou de diversas coletivas, no Brasil e no exterior, e fez várias individuais no Rio de Janeiro, Brasília, São Paulo, Goiânia (GO), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG). Na carreira, coleciona prêmios como o Especial no Salão Victor Meirelles, de Florianópolis, em 1995, e o Prêmio de Aquisição do IX Salão Nacional de Artes Plásticas do Rio de Janeiro, em 1986.</p><p>Recentemente, o artista foi envolvido numa polêmica que ganhou proporções nacionais, ao ter seu trabalho escolhido para adornar as paredes internas da Igreja de Nossa Senhora de Fátima – a Igrejinha da 107 Sul..</p><p>Segundo o IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico Nacional, a obra de Galeno mantém o mesmo espírito do estilo original do local, que contava com os trabalhos de Volpi.</p><p>No entanto, alguns frequentadores da Igrejinha divergiram da proposta do artista e ameaçaram pichar a pintura. No entanto, a arte venceu.</p><p><strong> ARTE CONTEMPORÂNEA</strong></p><p>Referência Galeria de Arte comemora 14 anos como um grande acervo de arte contemporânea. A galeria já acolheu obras de artistas como Betty Bettiol, Glênio Lima, Ralph Gehre, Leda Watson, Bené Fonteles, Galeno (em 2002 e 2006), Elder Rocha, Fernando Madeira, Elyezer Szturm, Monica Menkes e Marcelo Feijó.</p><p>A galeria já expôs trabalhos de artistas como Rubens Gerchman, Carlos Vergara, Cláudio Tozzi, Nelson Felix, Athos Bulcão, Emmanuel Nassar, Tarciso Viriato e Alex Flemming, numa clara sintonia com o que se faz de mais inventivo na arte contemporânea brasileira.</p><p>Ela desenvolve o projeto Novas Referências, que propõe a divulgação de artistas jovens da cidade em início de carreira. Já apresentou duas edições, a primeira em 2002, com a curadoria de Marília Panitz e Wagner Barja, e a segunda neste ano, com a curadoria da jornalista e escritora Graça Ramos.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p><strong>Galeno – Pintando e Bordando.</strong></p><p>Referência Galeria de Arte – Shopping CasaPark, Brasília (DF).</p><p>Data: 11 a 30 de novembro de 2009.</p><p>Horários: segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingo, das 14h às 20h.</p><p>Entrada franca. Fone: (61) 3361. 3501. Mais informação:</p><p>www.objetosim.com.br / <a
href="mailto:objetosim@terra.com.br">objetosim@terra.com.br</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2009/11/10/galeno-pinta-e-borda-com-as-referencias-de-infancia/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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