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><channel><title>Nós - Fora dos Eixos &#187; Geral</title> <atom:link href="http://www.nosrevista.com.br/categoria/geral/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.nosrevista.com.br</link> <description>Revista Cultural e Literária</description> <lastBuildDate>Sat, 13 Mar 2010 02:47:36 +0000</lastBuildDate> <generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <item><title>Uma nova área para os bibliotecários</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/12/uma-nova-area-para-os-bibliotecarios/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/12/uma-nova-area-para-os-bibliotecarios/#comments</comments> <pubDate>Sat, 13 Mar 2010 02:45:24 +0000</pubDate> <dc:creator>Victor Tagore</dc:creator> <category><![CDATA[Geral]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=9811</guid> <description><![CDATA[Livro lançado, pela Thesaurus Editora de Brasília, no dia dos Bibliotecários abre uma nova área para a Biblioteconomia e para os Biblibliotecários.
Assunto fascinante e desafiador, a usabilidade, conjunto de métodos e técnicas estruturadas que verificam a efetividade e eficácia de um sistema de informação, é fundamental em projetos como websites, portais corporativos, e-commerce, Internet banking, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong>Livro lançado, pela Thesaurus Editora de Brasília, no dia dos Bibliotecários abre uma nova área para a Biblioteconomia e para os Biblibliotecários.</strong></p><p>Assunto fascinante e desafiador, <strong>a usabilidade</strong>, conjunto de métodos e técnicas estruturadas que verificam a efetividade e eficácia de um sistema de informação, é fundamental em projetos como websites, portais corporativos, e-commerce, Internet banking, bibliotecas virtuais, entre outros, que precisam aliar a satisfação de usuários e a conquista de novos mercados e clientes à economia de recursos.</p><p>O livro <a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/2193/avaliacao-de-usabilidade-na-internet/?affid=nosrevista" target="_blank">Avaliação de usabilidade na internet</a>, escrito por <a
href="http://www.thesaurus.com.br/autor/jose-antonio-machado-do-nascimento-e-sueli-angelica-do-amaral/?affid=nosrevista" target="_blank">José Antonio e Sueli Amaral</a>, privilegia a assimilação do conhecimento sobre usabilidade ao abordar conceitos e a história da usabilidade e ergonomia, a evolução das interfaces gráficas e do webdesign, o panorama da Interação Humano-Computador no Brasil e suas relações com o sistema humano de processamento de informações, assim como os métodos e técnicas de avaliação de usabilidade que podem ser utilizados por gestores, desenvolvedores e usuários.</p><p>De forma didática, os autores apresentam um estudo de caso que serve de base para a elaboração do relatório de avaliação de usabilidade e modelos dos instrumentos de coleta de dados utilizados na aplicação dos métodos e técnicas descritos.</p><p>A obra vem preencher uma lacuna na literatura sobre usabilidade, não apenas para atender os estudiosos na academia, mas também para instrumentalizar as práticas de avaliação de usabilidade no mercado profissional. O livro é indicado para professores, estudantes, bibliotecários, gestores de projetos, desenvolvedores web e outros profissionais que se interessam pela informação disponível na Internet, em especial os envolvidos diretamente com as tecnologias da informação.</p><p>1a edição, 144 páginas, formato 14&#215;21cm. <a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/2193/avaliacao-de-usabilidade-na-internet" target="_blank">http://www.thesaurus.com.br/livro/2193/avaliacao-de-usabilidade-na-internet</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/12/uma-nova-area-para-os-bibliotecarios/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Fim de semana do Bibliotecário</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/12/fim-de-semana-do-bibliotecario/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/12/fim-de-semana-do-bibliotecario/#comments</comments> <pubDate>Sat, 13 Mar 2010 02:30:08 +0000</pubDate> <dc:creator>Victor Tagore</dc:creator> <category><![CDATA[Geral]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=9809</guid> <description><![CDATA[Neste fim de semana até segunda-feira a Thesaurus dá desconto nos livros da área de Biblioteconomia e correlatas para comemorar o Dia do Bibliotecário. Os descontos são de 15% a 70%. Indicamos três livros desta promoção:Avaliação de usabilidade na internet (lançamento), um livro que aponta para uma nova área de atuaçãodos bibliotecários que gostam de [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Neste fim de semana até segunda-feira a Thesaurus dá desconto nos livros da área de Biblioteconomia e correlatas para comemorar o <strong>Dia do Bibliotecário</strong>. Os descontos são de 15% a 70%. Indicamos três livros desta promoção:</p><ul><li><a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/2193/avaliacao-de-usabilidade-na-internet/?affid=nosrevista" target="_blank"><strong>Avaliação de usabilidade na internet</strong></a> (<strong>lançamento</strong>), um livro que aponta para uma nova área de atuaçãodos bibliotecários que gostam de informática.</li><li><a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/1627/bibliotecario-especialista/?afiid=nosrevista" target="_blank"><strong>Bibliotecários Especialistas</strong></a> (30%), para quem está començando na profissão.</li><li><a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/758/reminiscencias/?affid=nosrevista" target="_blank"><strong>Reminiscências</strong></a>(70%) de Bastos Tigre, o pai da Biblioteconomia.</li></ul><p>Parabéns, Bibliotecário, pelo seu dia!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/12/fim-de-semana-do-bibliotecario/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Plágio: Pesquisadora Denuncia Publicação de Cópias de Traduções</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/plagio-pesquisadora-denuncia-publicacao-de-copias-de-traducoes/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/plagio-pesquisadora-denuncia-publicacao-de-copias-de-traducoes/#comments</comments> <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 13:24:10 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Geral]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=9771</guid> <description><![CDATA[Por: Marcelo Villela Gusmão *
Publicado originalmente na revista Caros Amigos &#8211; 01/2010
Há pouco mais de dois anos, a tradutora Denise Bottmann tem pesquisado os meandros obscuros do mercado livreiro nacional e revelado algumas práticas nada ortodoxas. A principal delas se esconde por entre as obras estrangeiras aqui publicadas: o plágio de tradução. Até o mês [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Por: <strong>Marcelo Villela Gusmão</strong> *</p><p>Publicado originalmente na revista <strong>Caros Amigos</strong> &#8211; 01/2010</p><p>Há pouco mais de dois anos, a tradutora Denise Bottmann tem pesquisado os meandros obscuros do mercado livreiro nacional e revelado algumas práticas nada ortodoxas. A principal delas se esconde por entre as obras estrangeiras aqui publicadas: o plágio de tradução. Até o mês de outubro de 2009, Denise já havia denunciado em seu blog “Não Gosto de Plágio” (www.naogostodeplagio.blogspot.com) uma centena deles.</p><p><strong>No Brasil,</strong> a tradução é um ofício significativo para a cultura. Segundo a Abrates (Associação Brasileira de Tradutores e Intérpretes), mais de 80% das publicações em formato de livro são traduções. Ao transpor uma obra literária, artística ou científica para o português, o tradutor passa a ter certos direitos sobre a nova criação. Basicamente, quando utilizada para fins comerciais, o profissional responsável deve ser remunerado e ter seu nome estampado em cada exemplar da obra.</p><p><strong>O que tradutores</strong> e leitores meticulosos começaram a perceber é que algumas traduções, principalmente de obras literárias, estavam sendo publicadas em nome de tradutores desconhecidos. Mas não demorou para que descobrissem que, na verdade, eram cópias de antigas traduções, com os nomes dos tradutores originais substituídos por outros.</p><p><strong>Denise é historiadora</strong>, ex-docente da Unicamp e tradutora do inglês, francês e italiano desde 1984. Assina 70 traduções de livros e artigos das áreas de ciências humanas, teoria e história literária e história da arte. Ela tomou conhecimento desta prática em meados de 2007, após ler a denúncia de Saulo von Randow Júnior, tradutor diletante que achou curioso o fato de a tradução do romance Ivanhoé atribuída a Roberto Nunes Whitaker, e publicada pela editora Nova Cultural na coleção Obras-Primas em 2002, ser idêntica à feita por Brenno Silveira e publicada pela Martins Editora cinco décadas antes.</p><p><strong>Algumas denúncias</strong> já circulavam entre interessados em literatura e tradução. Em 2002, o tradutor Ivo Barroso relatou na revista eletrônica Agulha as impressionantes semelhanças entre a tradução atribuída a Fábio M. Alberti da peça Cyrano de Bergerac, feita para a Nova Cultural, e o trabalho de Carlos Porto Carreiro, cuja primeira edição data do início do século passado. A versão copiada manteve inclusive erros tipográficos das edições autênticas.</p><p><strong>Semelhanças</strong></p><p>A possibilidade de haver versões idênticas de uma mesma obra é uma façanha praticamente inconcebível para qualquer tradutor com um mínimo de bom-senso. As semelhanças podem se limitar a uma ou outra palavra, talvez uma frase.</p><p>Denise logo constatou que outros títulos da editora Nova Cultural apresentavam o mesmo problema. Somente na coleção Obras-Primas, suas pesquisas identificaram que vinte dos cinqüenta volumes tiveram os nomes de seus tradutores originais substituídos ou apagados. O mesmo se repete com livros das coleções Imortais da Literatura Universal e Os Pensadores, publicadas pela editora.</p><p><strong>Ao esmiuçar o volum</strong>e dedicado a Platão, por exemplo, Denise constatou que a tradução atribuída a Enrico Corvisieri é semelhante à tradução de Jaime Bruna, publicada sob licença pela Abril Cultural. Contudo, para que a cópia não mostrasse sua aparente literalidade, a edição apresenta sinais do que se chama de “tradução por sinonímia”, ou a substituição de vocábulos por outros de mesmo sentido, mas mantendo a estrutura gramatical da outra tradução. Desta forma, “exerceram” é trocado por “tiveram”, “cautela” se torna “precaução” e assim por diante.</p><p><strong>Tais mudanças</strong> não provam se tratar de outra tradução, mas apenas retratam o leque de artimanhas empregadas. Conforme mostrou Denise, elas vão da simples cópia literal, passando por alterações revisórias no início dos parágrafos e chegando à reunião de trechos de traduções diferentes.</p><p>Prova desta última proeza ela encontrou, com ajuda da tradutora Joana Canêdo, no Dicionário Filosófico de Voltaire publicado pela editora Martin Claret. As duas edições mais conhecidas, publicadas no século 18, possuem 73 e 134 verbetes. Mas a editora brasileira conseguiu adicionar outros dois verbetes ao dicionário, séculos após a morte do iluminista francês.</p><p><strong>A curiosa edição ampliada</strong>, com tradução atribuída a Pietro Nassetti, baseia-se na tradução de Líbero Rangel de Tarso, feita para a Atena Editora em 1937, bem como na de Bruno da Ponte e João Lopes Alves para a portuguesa Editorial Presença em 1966 e aqui publicada pela editora Abril Cultural. Segundo Denise, a Martin Claret utilizou os 73 verbetes publicados pela Atena Editora e complementou com os da editora Abril Cultural.</p><p><strong>Mas ao fazer isto</strong>, a editora esqueceu-se de que uma tradução é diferente de outra. Assim, enquanto a Atena Editora publicou o verbete “bêtes” como “irracionais”, a Abril Cultural o traduziu como “animais”, apresentando também diferenças de tradução no texto. A editora Martin Claret, acreditando se tratar de verbetes diferentes, publicou ambos.</p><p>O<strong> catálogo da editora</strong>, composto segundo sua página na internet por cerca de 500 títulos, possui ainda outras controvérsias. Para Denise, 158 obras apresentam problemas relacionados à tradução, sendo que 49 delas já foram analisadas e tiveram o plágio confirmado. Curiosamente, 137 foram aparentemente traduzidas por apenas três profissionais: Alex Marins, Jean Melville e Pietro Nassetti.</p><p><strong>Obras Esgotadas</strong></p><p>Denise explica que as denúncias de plágios exigem dela horas diárias em pesquisa. É necessário adquirir um exemplar da obra acusada de plágio e encontrar outro da obra plagiada, o que requer certa obstinação, pois, na grande maioria dos casos, os prejudicados são tradutores falecidos, autores de obras esgotadas e publicadas por editoras extintas. Seguem-se então horas analisando as edições antes de tudo ser documentado no blog.</p><p><strong>Além disso</strong>, Denise entra em contato com as editoras, alerta tradutores e herdeiros, reivindica maior atuação dos órgãos públicos, envia e-mails a docentes, pesquisadores e entidades de livros, para que todos estejam cientes das “irregularidades cometidas em livros publicados por algumas editoras de projeção”.</p><p><strong>Até o momento,</strong> o saldo da pesquisadora é de 89 tradutores que tiveram suas produções apropriadas sem os devidos créditos por mais de uma dúzia de editoras. Obras acusadas de plágio, de acordo com Denise, ainda constam no acervo de bibliotecas, licitações e compras do governo, bibliografias de cursos universitários e trabalhos acadêmicos.</p><p><strong>O Desenrolar Jurídico</strong></p><p>A atual Lei do Direito Autoral (9.610), criada em 1998, define que somente tradutores, herdeiros e editoras podem reclamar na justiça a violação de seus direitos autorais, incluindo plágios de tradução. No entanto, Paulo Oliver, presidente da Comissão de Direito da Propriedade Imaterial da OAB-SP, aponta que há um empecilho financeiro: “não são todos os autores que possuem verba para manter uma ação indenizatória, que pode surgir após uma busca e apreensão, perícias e a competente ação ordinária de indenização”.</p><p>O papel do Estado no setor autoral foi sensivelmente reduzido nas duas últimas décadas. Em 1973, a antiga Lei de Direito Autoral (5.998) estabelecia a criação do Conselho Nacional de Direito Autoral (CNDA), “órgão de fiscalização, consulta e assistência, no que diz respeito a direitos do autor e direitos que lhes são conexos”, dizia o texto da lei. O Conselho foi efetivamente criado três anos depois e sobreviveu até 1990, extinto oficialmente com a legislação em vigor.</p><p><strong>&#8220;A questão do direito autoral</strong>, se não foi abandonada, ficou num plano totalmente secundário dentro do governo, naquela filosofia do Estado mínimo, em que o estado não tem que atuar em áreas que não são da sua alçada. É algo equivocado, pois o direito autoral envolve a defesa do patrimônio cultural brasileiro”, critica José Vaz de Souza Filho, da Diretoria de Direitos Intelectuais, vinculada à Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura.</p><p><strong>Desde fins de 2007,</strong> o Ministério da Cultura trabalha para retomar sua atuação. Em conjunto com profissionais do setor autoral, tem arquitetado uma revisão na atual legislação. As reivindicações baseiam-se em três áreas: melhor relação entre criadores e investidores, maior acesso da sociedade às produções culturais e ampliação da presença do Estado, que se consolidaria na recriação do CNDA, agora sob o nome de Instituto Brasileiro de Direito Autoral (IBDA).</p><p><strong>Segundo Souza Filho</strong>, a previsão é que o IBDA, além de ter competência fiscalizadora e supervisora, tenha uma instância administrativa de resolução de conflitos, auxiliando autores e tradutores sem condições de assumir o custo de uma briga judicial.</p><p><strong>Durante o III Congresso </strong>de Direito de Autor e Interesse Público, realizado em São Paulo no início de novembro de 2009 e último passo antes que o anteprojeto de lei seja submetido à consulta pública, o Ministério da Cultura apresentou uma proposta que pode desestimular o plágio de tradução. Sugere que seja criado um mecanismo de licenças não-voluntárias para três hipóteses, duas delas relacionadas ao livro: obras cujas edições estão esgotadas e obras órfãs, das quais se desconhece os detentores dos direitos. Nestes casos, se uma editora manifestar intenção em reeditar determinada obra, e for constatado existir interesse público por ela, o IBDA poderá conceder uma licença, ficando a editora interessada responsável por remunerar o detentor dos direitos.</p><p><strong>Resistência</strong></p><p>O governo espera com isso ressuscitar obras há muito tempo longe das livrarias, seja por resistência dos detentores dos direitos em republicá-las, seja por completo desconhecimento de quem são eles. Assim, a licença não-voluntária permitirá fazer dentro da legalidade o que as editoras acusadas de plágios de tradução fazem ilegalmente. E com sanções mais adequadas sendo discutidas na revisão da lei, a prática pode ser desencorajada, como acredita Denise Bottmann.</p><p>Por ora, a tradutora já formalizou cerca de dez denúncias, entre elas a que fez o Ministério Público Estadual solicitar que fosse aberto um inquérito contra a editora Martin Claret por violação de direitos autorais. Segundo Luiz Antonio Ribeiro Longo, delegado titular do 23º Distrito Policial, responsável pela investigação, a perícia está analisando as obras.</p><p><strong>Procurada, a editora</strong> se manifestou através da advogada Maria Luiza de Freitas Valle Egea. Segundo ela, a Martin Claret não confirma que nenhum de seus títulos é plágio, mas afirma que a editora “realizou alguns pagamentos para editoras sobre traduções apontadas como plágio”.</p><p><strong>A editora Nova Cultura</strong>l afirmou que, após averiguação, “determinou a retiradas de circulação e venda de todas as obras nas quais se constatou qualquer suspeita de problemas”, mas não informou o número de títulos com problema. Afirmou ainda que conversou com os tradutores Hernâni Donato e Luiz Costa Lima, cujas traduções de “A Divina Comédia” e “O vermelho e o negro” haviam sido publicadas em nome de outros tradutores.</p><p><strong>Entretanto, </strong>ainda há muitos tradutores a serem ressarcidos, obras a serem retiradas de circulação e outros plágios a serem confirmados. Em janeiro de 2009, Denise escreveu em seu blog: “eu fico meio assim, sentindo-me uma espécie de Denise, a caçadora de fraudóides. Mas aí penso: não é possível uma coisa dessas; alguém tem de fazer algo a respeito&#8221;. Quando tudo terminar, as pilhas de livros plagiados que hoje abarrotam sua estante não poderão ser doados. Talvez ela faça uma fogueira.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p>A revista <em><strong>Caros Amigos</strong></em> é uma publicação mensal da Editora Casa Amarela. Rua Paris, 856, Sumaré · Telefone: (11) 2594. 0355.<br
/> <a
href="http://www.carosamigos.terra.com.br/">www.carosamigos.terra.com.br</a></p><p><cite></cite></p><p><cite></cite></p><p><cite></cite></p><p><cite></cite></p><p><em> </em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/plagio-pesquisadora-denuncia-publicacao-de-copias-de-traducoes/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Prêmio Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa 2010</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/02/22/premio-portugal-telecom-de-literatura-em-lingua-portuguesa-2010/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/02/22/premio-portugal-telecom-de-literatura-em-lingua-portuguesa-2010/#comments</comments> <pubDate>Mon, 22 Feb 2010 16:05:52 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Geral]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=9392</guid> <description><![CDATA[Por: Redação
Com Divulgação
Estão abertas as inscrições para a 8ª edição do Prêmio Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa 2010..
O Prêmio Portugal Telecom de Literatura em Língua  Portuguesa contempla os três vencedores com R$ 100 mil ao primeiro colocado e R$ 35 mil ao segundo.
Para o terceiro lugar, o prêmio é R$ 15 mil. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id="attachment_9393" class="wp-caption alignleft" style="width: 788px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/02/joão-gilberto-noll_1.jpg"><img
class="size-full wp-image-9393" title="joão gilberto noll_1" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/02/joão-gilberto-noll_1.jpg" alt="" width="778" height="518" /></a><p
class="wp-caption-text">No ano passado, o Prêmio Portugal contemplou João Gilberto Noll...</p></div><p>Por: <strong>Redação</strong></p><p>Com <strong>Divulgação</strong></p><p>Estão abertas as inscrições para a 8ª edição do Prêmio Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa 2010..</p><p>O Prêmio Portugal Telecom de Literatura em Língua  Portuguesa contempla os três vencedores com R$ 100 mil ao primeiro colocado e R$ 35 mil ao segundo.</p><p>Para o terceiro lugar, o prêmio é R$ 15 mil. Cada ganhador receberá ainda um troféu desenhado pelo artista plástico Paulo Von.</p><p><strong> </strong></p><div
id="attachment_9398" class="wp-caption alignleft" style="width: 191px"><strong><strong><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/02/nunoramos_3_jpg.jpg"><img
class="size-full wp-image-9398" title="nunoramos_3_jpg" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/02/nunoramos_3_jpg.jpg" alt="" width="181" height="250" /></a></strong></strong><p
class="wp-caption-text">... Nunos Ramos e...</p></div><p><strong>Inscrição</strong></p><p>Os interessados podem se escrever no período de 10 de fevereiro a 07 de março. Editores e escritores podem inscrever seus livros para concorrer ao Prêmio pelo site: <a
href="http://www.premioportugaltelecom.com.br/">www.premioportugaltelecom.com.br</a>.</p><p>Após a inscrição, é necessário enviar quatro exemplares do(s) livro(s) para Portugal Telecom Brasil, para o seguinte endereço: Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2277 – 15º andar – CEP 01452-000, São Paulo, SP.</p><p>Apenas depois do recebimento dos livros a inscrição poderá ser realmente efetivada.. Podem concorrer romance, conto, poesia, crônica, dramaturgia e autobiografia, escritos originalmente em língua portuguesa.</p><div
id="attachment_9396" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/02/lourenço_mutarelli_1_1.jpg"><img
class="size-medium wp-image-9396" title="lourenço_mutarelli_1_" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/02/lourenço_mutarelli_1_1-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a><p
class="wp-caption-text">... Lourenço Mutarelli.</p></div><p>Só podem ser inscritos livros que foram publicados em primeira edição no Brasil de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2009.</p><p>E publicados em primeira edição no exterior, entre 1º de janeiro de 2006 e 31 de dezembro de 2009, desde que tenham a 1ª edição no Brasil em 2009. Os livros precisam apresentar ISBN.</p><p><strong>Regulamento</strong></p><p>A Curadoria indica no mínimo 300 profissionais de literaturas em língua portuguesa das cinco regiões do Brasil para compor o Júri Inicial.</p><p>Esse júri faz a primeira triagem, elege, entre 23 de março e 26 de abril, os 50 primeiros concorrentes entre os livros inscritos, sendo, no máximo, 90% das obras (45 livros) em primeira edição no Brasil e, no mínimo, 10% das obras (05 livros) em edição original no exterior.</p><p>O Júri Inicial escolhe também dentre seus membros onze profissionais para, junto com os quatro curadores, formar o Júri Intermediário, responsável pela segunda etapa do Prêmio.</p><p><strong>Júri Intermediário</strong></p><p>O Júri Intermediário é composto da seguinte maneira: primeiramente é eleito o jurado mais votado em cada uma das cinco regiões do Brasil, e, posteriormente, os seis jurados mais votados independentemente da região.</p><p>O Júri Intermediário elege em 31 de agosto, em votação secreta, os 10 livros finalistas dentre os 50 escolhidos pelo Júri Inicial, sendo, no máximo, 90% das obras em primeira edição no Brasil e, no mínimo, 10% das obras em edição original no exterior.</p><p>O Júri Intermediário escolhe seis profissionais entre seus membros para, junto com os quatro curadores, formar o Júri Final, responsável pela terceira e última etapa do Prêmio.</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Júri Final</strong></p><p>O Júri Final elege no dia 8 de novembro, em votação secreta, os três livros vencedores dentre os 10 escolhidos pelo Júri Intermediário, sem nenhum critério de proporcionalidade.</p><p>A divulgação dos vencedores é feita pela Portugal Telecom em evento de premiação, na data da votação. R$ 150 mil em prêmios.</p><p>O Prêmio Portugal Telecom de Literatura em Língua  Portuguesa contempla os três vencedores com R$ 100 mil ao primeiro colocado, R$ 35 mil ao segundo e R$ 15 mil ao terceiro e cada um recebe também um troféu desenhado pelo artista plástico Paulo Von.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/02/22/premio-portugal-telecom-de-literatura-em-lingua-portuguesa-2010/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Importadores de Artigos Culturais Criticam ECT Pelo Atraso na Entrega dos Pedidos</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/01/28/importadores-de-produtos-culturais-em-brasilia-criticam-ect-pela-mudanca-na-entrega-dos-produtos/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/01/28/importadores-de-produtos-culturais-em-brasilia-criticam-ect-pela-mudanca-na-entrega-dos-produtos/#comments</comments> <pubDate>Thu, 28 Jan 2010 12:46:33 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Geral]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=9014</guid> <description><![CDATA[Por Redação
Os importadores de produtos culturais e de componentes eletrônicos em Brasília (DF) estão preocupados e apreensivos diante uma decisão da ECT – Empresa de Correios e Telégrafos. Alegam que a nova burocracia criada pela empresa gera prejuízos à categoria.
A Livraria MusiMed é uma dessas empresas.  Conforme Joselita Soares, representante da livraria, “o importador no [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id="attachment_9015" class="wp-caption alignleft" style="width: 490px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/01/musimed_3.jpg"><img
class="size-full wp-image-9015" title="musimed_3" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/01/musimed_3.jpg" alt="" width="480" height="640" /></a><p
class="wp-caption-text">Interior da livraria MusiMed, que importa partituras e livros de músicas: prejudicada pela burocracia.</p></div><p>Por <strong>Redação</strong></p><p>Os importadores de produtos culturais e de componentes eletrônicos em Brasília (DF) estão preocupados e apreensivos diante uma decisão da ECT – Empresa de Correios e Telégrafos. Alegam que a nova burocracia criada pela empresa gera prejuízos à categoria.</p><p>A Livraria MusiMed é uma dessas empresas.  Conforme Joselita Soares, representante da livraria, “o importador no Brasil fazia um pedido no exterior e solicitava que a mercadoria fosse enviada via Correio (Post service) do país exportador”.</p><p>Ao entrar no Brasil, acrescentou a representante da Livraria MusiMed, “o trânsito/entrega desta mercadoria é de responsabilidade da ECT. A mercadoria vinha até  a Agência de Encomendas do Aeroporto em Brasília e o importador recebia o aviso de chegada.”</p><p><strong>Burocracia</strong></p><p>A nova burocracia da ECT está prejudicando os importadores brasilienses. De posse do aviso de chegada, explica Joselita Soares, “íamos até a agência, verificávamos a carga e fazíamos o processo de liberação alfandegária junto a um posto da Receita Federal dentro da citada agência, que levava em média cinco dias úteis.”</p><p>Agora a situação mudou. “Em meados de outubro  de 2009, sem nenhuma comunicação formal da ECT ou da Receita Federal, os importadores do DF começaram receber telegramas do Rio de Janeiro, informando que a carga estava lá e teríamos que fazer a liberação alfandegária naquele Estado, porém sem nenhuma explicação prática do processo. E pior: sem nenhum e-mail ou telefone à quem recorrer,” acrescentou Joselita Soares.</p><p>A representante da MusiMed disse ainda que depois de “muita luta conseguimos descobrir o caminho, porém são muitos os problemas. O telegrama traz apenas o código de barras. Não há informação do remetente, peso, valor etc.”</p><p><strong>Informações</strong></p><p>O que fazer? Joselita informou que foi á agência central da ECT explicar que necessita  dessas informações, inacessíveis pela falta de “acesso físico à mercadoria.”</p><p>“Necessitamos – acrescentou – da documentação que está dentro da caixa para fazer a liberação alfandegária. Como obtê-la?” As solicitações via e-mail ou por telefone das informações levam dias para serem atendidas, enfatizou.</p><p>O fato é a nova burocracia da ECT, acrescentou a representante da MusiMed, está atrasando a vida das empresas importadoras sediadas em Brasília.  “De posse da documentação, preparamos o documento de importação e enviamos para o Rio de Janeiro.”</p><p>“São mais longos dias de espera. Enquanto em Brasília o processo era resolvido em cinco dias úteis, temos informação de importadores que ficaram mais de 40 dias a espera da liberação da carga”, concluiu Joselita.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/01/28/importadores-de-produtos-culturais-em-brasilia-criticam-ect-pela-mudanca-na-entrega-dos-produtos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Rede Comunitária de Comunicação: Perspectivas Para 2010</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2009/12/23/rede-comunitaria-de-comunicacao-perspectivas-para-2010/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2009/12/23/rede-comunitaria-de-comunicacao-perspectivas-para-2010/#comments</comments> <pubDate>Wed, 23 Dec 2009 16:29:41 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Geral]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=8571</guid> <description><![CDATA[                              Serviço
redeccom@gmail.com
Rede Comunitária de Comunicação
Escola de Comunicação Comunitária
Telefax: (61) 3307 1066  (61) 8137 3202  (62) 3702 7695
]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong><img
class="alignnone size-large wp-image-8572" title="rede_comunitária_de_comunicação_Ano novo" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/12/rede_comunitária_de_comunicação_Ano-novo-1024x576.jpg" alt="rede_comunitária_de_comunicação_Ano novo" width="1024" height="576" /> </strong> <strong> </strong> <strong> </strong> <strong> </strong> <strong> </strong> <strong> </strong> <strong> </strong> <strong> </strong> <strong> </strong> <strong> </strong> <strong> </strong> <strong> </strong> <strong> </strong> <strong> </strong> <strong> </strong> <strong>Serviço</strong></p><p><strong></strong> <a
href="mailto:redeccom@gmail.com">redeccom@gmail.com</a></p><p>Rede Comunitária de Comunicação</p><p>Escola de Comunicação Comunitária</p><p>Telefax: (61) 3307 1066  (61) 8137 3202  (62) 3702 7695</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2009/12/23/rede-comunitaria-de-comunicacao-perspectivas-para-2010/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Resgatando o Cine Centro São Francisco na 102/103 sul</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2009/12/16/resgatando-o-cine-centro-sao-francisco-na-102103-sul/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2009/12/16/resgatando-o-cine-centro-sao-francisco-na-102103-sul/#comments</comments> <pubDate>Wed, 16 Dec 2009 14:02:51 +0000</pubDate> <dc:creator>Victor Tagore</dc:creator> <category><![CDATA[Geral]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=8297</guid> <description><![CDATA[
Neste sábado, dia 19, vai acontecer a segunda edição do Projeto em Bloco, dessa vez num espaço muito legal, resgatando o Cine Centro São Francisco na 102/103 sul.
A primeira edição foi um sucesso, numa tarde feliz, cheia de amigos, conversas e música.
Vamos repetir a dose, e aproveitar pra fazer as comprinhas de natal.
Além [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
class="alignnone size-large wp-image-8299" title="flyer 2 edição" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/12/flyer-2-edição1-797x1024.jpg" alt="flyer 2 edição" width="478" height="614" /></p><p>Neste sábado, dia 19, vai acontecer a segunda edição do Projeto em Bloco, dessa vez num espaço muito legal, resgatando o Cine Centro São Francisco na 102/103 sul.<br
/> A primeira edição foi um sucesso, numa tarde feliz, cheia de amigos, conversas e música.<br
/> Vamos repetir a dose, e aproveitar pra fazer as comprinhas de natal. <img
src='http://www.nosrevista.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /></p><p>Além de nova produção dos pioneiros, teremos também novos participantes.<br
/> <a
href="http://http://www.projetoembloco.weebly.com/" target="_blank">www.projetoembloco.weebly.com</a></p><p>Data: 19 de dezembro<br
/> Horário: das 14h00 às 22h00<br
/> Local: Cine Centro Sao Francisco (102/103 sul)<br
/> Entrada Franca.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2009/12/16/resgatando-o-cine-centro-sao-francisco-na-102103-sul/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Praça da Língua Portuguesa é Inaugurada em Brasília Com Azulejos de Julio Pomar</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2009/11/25/biblioteca-nacional-de-brasilia-inaugura-espaco-com-azulejos-de-julio-pomar/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2009/11/25/biblioteca-nacional-de-brasilia-inaugura-espaco-com-azulejos-de-julio-pomar/#comments</comments> <pubDate>Wed, 25 Nov 2009 14:29:10 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Geral]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=7752</guid> <description><![CDATA[
Da Redação
A Biblioteca  Nacional de Brasília – Leonel Brizola ganhou um novo espaço cultural, com os azulejos do artista português Julio Pomar: a Praça da Língua Portuguesa.
A inauguração ocorreu na tarde de terça-feira, 24. No local funciona uma sala de leitura e um Café Literário, que ainda não está funcionando.
A solenidade contou com as [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p><div
id="attachment_7753" class="wp-caption alignleft" style="width: 288px"><img
class="size-full wp-image-7753" title="Julio_Pomar4" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Julio_Pomar4.jpg" alt="O artista português Julio Pomar: azulejos na Biblioteca" width="278" height="383" /><p
class="wp-caption-text">O artista português Julio Pomar: azulejos na Biblioteca</p></div><p><strong>Da Redação</strong></p><p>A Biblioteca  Nacional de Brasília – Leonel Brizola ganhou um novo espaço cultural, com os azulejos do artista português Julio Pomar: a Praça da Língua Portuguesa.</p><p>A inauguração ocorreu na tarde de terça-feira, 24. No local funciona uma sala de leitura e um Café Literário, que ainda não está funcionando.</p><p>A solenidade contou com as presenças do Vice-Governador Paulo Octávio, do secretário de Cultura, Silvestre Gorgulho, do diretor da BNB, professor Antonio Miranda, do editor Victor Alegria, do Sr. Rodolfo Lavrador e Sra. Deborah Vieitas, ambos do Banco Caixa Geral – Brasil, entre outros.</p><p>O novo espaço da BNB também teve o apoio da Embaixada de Portugal no Brasil / Instituto Camões.</p><p>Na Praça onde ficam os azulejos de Julio Pomar, funcionará um Café Literário e sala de leitura.</p><p>“Desde a Grécia e a Roma antiga – disse o secretário de Cultura Silvestre Gorgulho – os homens usaram as praças para aprender, para protestar, para mudar e até para fazer revolução.”</p><p><strong>URBANISMO</strong></p><p>– O urbanismo e a modernidade da cidade – acrescentou Gorgulho – criaram algo inédito: a socialização é feita nas Superquadras que são as praças bem íntimas para seus moradores. Um microcosmo da cidade. E a grande praça de Brasília, para protestos, passeatas, é a própria Esplanada dos Ministérios.</p><p>O novo espaço cultural da BNB, conforme o Secretário de Cultura, “é um esforço de quebrar a aridez do concreto e humanizar um pouco mais este espaço.” Em seguida, agradeceu a Oscar Niemeyer, “que fez a primeira intervenção para que tivéssemos aqui salão de leitura e esta obra magistral de Julio Pomar.”</p><p><strong><img
class="alignleft size-thumbnail wp-image-7754" title="biblioteca_nacional_de_brasilia" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/11/biblioteca_nacional_de_brasilia-150x150.jpg" alt="biblioteca_nacional_de_brasilia" width="150" height="150" />SERVIÇO</strong></p><p>Biblioteca Nacional de Brasília –</p><p>Setor Cultural Sul, Lote 2.</p><p>Esplanada dos Ministérios,</p><p>perto da Rodoviária do Plano Piloto.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2009/11/25/biblioteca-nacional-de-brasilia-inaugura-espaco-com-azulejos-de-julio-pomar/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Moraes Moreira Autografa A História dos Novos Baianos na 28ª Feira do Livro</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2009/11/20/moraes-moreira-autografa-a-historia-dos-novos-baianos-na-28%c2%aa-feira-do-livro/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2009/11/20/moraes-moreira-autografa-a-historia-dos-novos-baianos-na-28%c2%aa-feira-do-livro/#comments</comments> <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 17:25:23 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Geral]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=7631</guid> <description><![CDATA[
Da Redação
Com Divulgação
O cantor, compositor e escritor Moraes Moreira vai lançar o livro A História dos Novos Baianos e Outros Versos, na 28ª Feira do Livro de Brasília, dia 23 (segunda-feira), das 20h30 às 22h, no Pátio Brasil.  A sessão de autógrafos será intercalada com canções acompanhadas ao violão.
A História dos Novos Baianos e [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong></p><div
id="attachment_7633" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><strong><img
class="size-medium wp-image-7633" title="moraes_moreira" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/11/moraes_moreira2-300x200.jpg" alt="Moraes Moreira, autografa e canta ao violão" width="300" height="200" /></strong><p
class="wp-caption-text">Moraes Moreira, autografa e canta ao violão</p></div><p>Da Redação</strong></p><p><strong>Com Divulgação </strong></p><p>O cantor, compositor e escritor Moraes Moreira vai lançar o livro A História dos Novos Baianos e Outros Versos, na 28ª Feira do Livro de Brasília, dia 23 (segunda-feira), das 20h30 às 22h, no Pátio Brasil.  A sessão de autógrafos será intercalada com canções acompanhadas ao violão.</p><p>A História dos Novos Baianos e Outros Versos também será lançada na versão audiohistória. A 28ª Feira do Livro tem como eixo conceitual “Leitura Capital de Esperança” e vai durar até o dia 29, no pátio interno do Pátio Brasil. A promoção é da Câmara do Livro do Distrito Federal, com o apoio do Governo do Distrito Federal.</p><p>Moraes Moreira escreveu A História&#8230; em redondilhas, num total de 966 versos, que obedecem aos rigores de métrica e rimas, observadas pela Literatura de Cordel. Nele, revisita os sucessos da sua carreira solo e revela passagens vividas por ele e seus parceiros, músicos e poetas. O livro mostra, também, um lado inédito que atesta a evolução do autor de “Preta Pretinha”, que se aventurou no campo da palavra escrita.</p><p><strong>JOÃO GILBERTO E CAETANO VELOSO</strong></p><p>Os Novos Baianos existiram como grupo musical organizada na década de 1970, no Rio de Janeiro. Eles revolucionaram a Música Popular Brasileira, incensados, entre outros, por João Gilberto e Caetano Veloso. Este último, inclusive, homenageia os conterrâneos na canção Sampa.</p><p>Não é à toa o crescente interesse das novas gerações pela música e pela filosofia do hoje lendário Novos Baianos, que revolucionaram a música dos anos 70. Todos os LPs grupo, que vivia em comunidade no bairro de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, foi remasterizados em CD e ainda exercem influência junto a juventude brasileira.</p><div
id="attachment_7634" class="wp-caption alignright" style="width: 410px"><img
class="size-full wp-image-7634" title="moraes_moreira_2" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/11/moraes_moreira_2.jpg" alt="Moraes Moreira, história em prova e verso" width="400" height="604" /><p
class="wp-caption-text">Moraes Moreira, história em prova e verso</p></div><p>Os Novos Baianos souberam como ninguém preencher o vazio que se instalava no país naquele momento onde a repressão, a censura, a cassação de mandatos de parlamentares, o exílio e a tortura eram práticas institucionalizadas pela ditadura militar.</p><p><strong>MORAR JUNTOS</strong></p><p>“Chegou a hora dessa gente bronzeada mostrar seu valor”, cantavam, com fé, demonstrando uma brasilidade universal afinada com os anseios dos jovens de outros países. Músicos, poetas, cantores, compositores e atores, exibiam sua arte reinventando um Brasil que João Gilberto sonhava e que eles realizavam.</p><p>Os Novos Baianos não queriam apenas fazer música, mas também viver em comunidade. Essa era uma das condições para ser um Novo Baiano. Nenhum outro grupo foi tão fundo nessa experiência de levar uma vida em comum e ao mesmo tempo celebrar duas grandes paixões nacionais: a música e o futebol.</p><p>Moraes, além de fundador, é um dos principais craques desse time, o que lhe confere autoridade para contar, neste seu livro, a saga vivida intensamente junto aos seus parceiros.</p><p><strong>AUDIOHISTÓRIA</strong></p><p>Para aqueles que não apreciam muita a leitura, há um CD onde o Moreira baiano narra essa história, embalado por uma trilha sonora, que resgata os melhores momentos do instrumental dos Novos Baianos. O disco “Acabou Chorare”, por exemplo, foi escolhido pela revista Rolling Stones como o melhor, entre os cem melhores da Música Brasileira de todos os tempos.</p><p>Para muitos observadores, este fato é considerado um sinal de que o reconhecimento tarda, mas não falha. Quanto ao livro História dos Novos Baianos Moraes Moreira gosta de brincar, afirmando: “Levem pra casa Moraes Moreira Nu Papel”.</p><p><strong><img
class="alignleft size-medium wp-image-7632" title="28ª feira_do_livro_de_brasília_cartaz" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/11/28ª-feira_do_livro_de_brasília_cartaz6-184x300.jpg" alt="28ª feira_do_livro_de_brasília_cartaz" width="184" height="300" />SERVIÇO</strong></p><p>Livro: A História dos Novos Baianos e Outros Versos</p><p>Autor: Moraes Moreira.</p><p>Lançamento: dia 23 de novembro, na 28ª Feira do Livro de Brasília.</p><p>Local: Pátio Brasil.</p><p>Horário: das 20h30 às 22hs.</p><p>Promoção e realização: Câmara do Livro do DF.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2009/11/20/moraes-moreira-autografa-a-historia-dos-novos-baianos-na-28%c2%aa-feira-do-livro/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Thesaurus Editora lança a tradução Inutilidades do escritor checo Jan Pavel</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2009/11/19/thesaurus-editora-lanca-a-traducao-inutilidades-do-escritor-checo-jan-pavel/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2009/11/19/thesaurus-editora-lanca-a-traducao-inutilidades-do-escritor-checo-jan-pavel/#comments</comments> <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:00:15 +0000</pubDate> <dc:creator>Victor Tagore</dc:creator> <category><![CDATA[Geral]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=7607</guid> <description><![CDATA[Nesta 28 Feira do Livro da Brasília a Thesaurus Editora lança uma novidade em língua portuguesa: o livro Inutilidades do autor checo Jan Pavel, o primeiro escritor da República Tcheca traduzido para o português após a Revolução de Veludo (1992).
O tema central das prosas de Pavel é sempre o homem e aquilo que lhe é [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id="attachment_7608" class="wp-caption alignleft" style="width: 202px"><img
class="size-medium wp-image-7608" title="Inutilidades_CAPA_Ultima_fechada.cdr" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/11/inutilidades-192x300.jpg" alt="Capa Inutilidades de Jan Pavel" width="192" height="300" /><p
class="wp-caption-text">Capa Inutilidades de Jan Pavel</p></div><p>Nesta 28 Feira do Livro da Brasília a <a
href="http://www.thesaurus.com.br/?affid=nosrevista">Thesaurus Editora</a> lança uma novidade em língua portuguesa: o livro <a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/2133/inutilidades/?affid=nosrevista" target="_blank">Inutilidades</a> do autor checo <a
href="http://www.thesaurus.com.br/autor/jan-pavel/?affid=nosrevista" target="_blank">Jan Pavel</a>, o primeiro escritor da República Tcheca traduzido para o português após a <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_de_Veludo/?affid=nosrevista" target="_blank">Revolução de Veludo</a> (1992).</p><p>O tema central das prosas de Pavel é sempre o homem e aquilo que lhe é mais próximo, que o molda durante toda a sua vida: a relação entre homem e mulher. Para o autor, essa é a coisa mais importante, em que tudo começa. Encara as fraquezas do homem, muitas vezes com compreensão, obrigando assim o leitor a refletir sobre onde fica o limite admissível da “normalidade“, porém sem ser moralista. Nos seus textos utiliza-se de diálogos como de uma linha de sustentação (não foi em vão que se formou como roteirista) – cada diálogo é como uma navalha afiada que corta a carne viva sempre quando, por alguma razão, necessário. Com a urgência dos seus textos, Pavel dá continuidade, no melhor sentido da palavra, ao legado dos grandes mestres da literatura tcheca: desde K. H. Mácha e sua quase que obsessão por um herói grandioso e sofredor até a Josef Škvorecký ou Milan Kundera e seus antiheróis, por vezes até “insuportavelmente“ cínicos.</p><p><a
href="http://www.thesaurus.com.br/autor/jan-pavel/?affid=nosrevista" target="_blank">Jan Pave</a>l nasceu em 26 de outubro de 1973 em Praga. Lá se formou no Conservatório de Jaroslav Ježek (criação de letras e roteiros). Trabalhou como jornalista e roteirista de um canal de televisão. Atualmente exerce a função de redator da editora Slovart. Reside em Praga. Sua página na internet é: <a
href="http://www.janpavel.eu/">www.janpavel.eu</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2009/11/19/thesaurus-editora-lanca-a-traducao-inutilidades-do-escritor-checo-jan-pavel/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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