<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?> <rss
version="2.0"
xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
><channel><title>Nós - Fora dos Eixos &#187; Livros recomendados</title> <atom:link href="http://www.nosrevista.com.br/categoria/livros-recomendados/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.nosrevista.com.br</link> <description>Revista Cultural e Literária</description> <lastBuildDate>Fri, 30 Jul 2010 18:56:46 +0000</lastBuildDate> <generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <item><title>Amor entre duas gerações</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/17/amor-entre-duas-geracoes/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/17/amor-entre-duas-geracoes/#comments</comments> <pubDate>Wed, 17 Mar 2010 14:46:47 +0000</pubDate> <dc:creator>Victor Tagore</dc:creator> <category><![CDATA[Livros recomendados]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=9921</guid> <description><![CDATA[Hoje trouxemos, para o leitor da NÓS,  um conto de Adriana Kortlandt, psicologa e escritora que encantou a Thesaurus Editora com o seu livro. Acredito eu, que seja uma revelação. Segue abaixo o  primeiro conto escrito pela autora e publicado no livro: Almagesto &#8211; contos anímicos
A Estrela e o Tempo
Tempos atrás o passar de [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Hoje trouxemos, para o leitor da NÓS,  um conto de <a
href="http://www.thesaurus.com.br/autor/adriana-kortlandt/?affid=nosrevista" target="_self">Adriana Kortlandt</a>, psicologa e escritora que encantou a <a
href="www.thesaurus.com.br" target="_blank">Thesaurus Editora</a> com o seu livro. Acredito eu, que seja uma revelação. Segue abaixo o  primeiro conto escrito pela autora e publicado no livro: <a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/2122/almagesto-contos-animicos/?affid=nosrevista" target="_blank"><em>Almagesto</em> &#8211; contos anímicos</a></p><p><strong><em>A Estrela e o Tempo </em></strong></p><p><a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/2122/almagesto-contos-animicos/?affid=nosrevista" target="_self"><img
class="size-medium wp-image-9924 alignleft" title="2122" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/2122-279x300.jpg" alt="" width="279" height="300" /></a>Tempos atrás o passar de Stella pela Rua das Flores assemelhava-se ao riscar de um cometa. Hoje, ao de um camelo que sabendo o caminho da fonte, apenas vai.<br
/> Naquele inverno, ir ao mercado era um pequeno suplício. O magro corpo duelava com o vento, que o perfurava até o último osso. Fico ereta, pensava. O peso da vida, dos anos, curva muitas pessoas, mas não a mim, dizia-se, sempre que seus quase noventa anos ameaçavam ruir o dique. Stella não tinha medo da velhice ou da morte, apenas do singular momento da passagem, de estar só sem segurar a mão de um ser amado.</p><p>Os anos estavam presentes em cada centímetro quadrado de sua pele, órgãos e mente. Mesmo carregando redemoinhos de lembranças lamacentas ou borbulhantes, Stella se sentia uma menina que apenas começara a viver. Curioso é que quando era menina se achava uma velha. Vários corpos e várias almas em um único ser. Há um vai e vem de meninice e velhice, de vida e morte, de medo e desejo – ora de uma, ora da outra.</p><p>Desculpe moço, disse constrangida ao tropeçar em uma pessoa, o frio é tanto que vou me encolhendo toda, e nem presto atenção na rua. Nenhuma resposta. Coberto por jornais ele apenas retirou o pé do caminho e se encaracolou mais ainda, na entrada de uma loja fechada. Ela continuou, agora praguejando contra a política social dos moleques do governo, a impunidade e a mendicância crescente. Este jovem aí pensou, nem começou a viver, já está terminando. Antes mesmo que chegasse em casa, sem conseguir se explicar porque, Stella já estava voltando para a loja.</p><p>Venha comigo, ordenou ao rapaz, e ele a seguiu.</p><p>O velho casarão assobradado, perdido em meio aos inúmeros arranha-céus, marcava a presença de tempos áureos naquela região. Como a pele de Stella, o muro delatava a idade da propriedade. Aqui e ali via-se a antiga cor das paredes, e o mármore abaulado da escadinha da entrada revelava a intensa vida social que decorrera ali.</p><p>Encheu a banheira com água quente e acrescentou gotas de essência de sândalo. Aliás, sua casa exalava sândalo, acho mesmo que a alma de Stella era puro vapor de sândalo. Fique o tempo que quiser, depois me acompanhe ao jantar. O rapaz não disse uma palavra, e quando ouviu os passos da velha fazendo ranger os degraus da escada, quando se percebeu só, destrancou uma ou duas lágrimas, tirou suas roupas e sentiu o abraço da água quente lhe subir pelos pés, coxa, sexo, ventre, por todo corpo aquele contato acolhedor. As gotas do perfume se dissiparam no ambiente inebriando-lhe o cérebro, varrendo o cheiro fétido das ruas, da fumaça, fezes e urina.</p><p>Ficou uma eternidade naquele lago materno, até que suaves batidas na porta o acordaram, lembrando a hora do jantar. Uma muda de roupa cheirando a armário lhe foi entregue pela fresta entreaberta da porta, um pente de marfim, e um barbeador, daqueles que só se vê em filme antigo.</p><p>Eu me chamo Stella, e você meu jovem? Ivan, disse ao sentar-se à mesa. É tudo muito simples, não tenho mais paciência para a cozinha. Arroz selvagem, shitake, castanhas e aspargos verdes. Uma taça de vinho tinto e não mais, certo? Se aquilo estava sendo um flashback de suas últimas viagens, Ivan não sabia, mas não acreditava que fosse real. O jantar transcorreu em silêncio, Stella observando-o, contemplando sua juventude ainda que estragada e Ivan, perdido em seus devaneios e desconfianças, olhava tudo com olhos de farol.</p><p>Os dias se passaram em silenciosa excitação. Stella combinou com Ivan a paga pela sua estada no casarão. Faria serviços de jardinagem e limpeza. Drogas e vida social fora dos muros, no outro mundo.</p><p>Ivan fazia tudo com assombrosa devoção, sem perceber que era seguido pelos olhos da mulher, oculta pela máscara da idade.<br
/> Certa tarde, enquanto descansava, Stella ouviu passos lentos pelo sótão. Há uma Judith em cada um de nós pensou, lembrando-se da protagonista do Barba Azul entrando no quarto proibido do castelo de seu consorte.</p><p>Todas as tardes esperava o barulho dos passos no sótão e, descalça, seguia-o. Escondida atrás do biombo e das araras cheias de figurinos logo à entrada, espreitava Ivan que espreitava seu passado.<br
/> O inverno cedeu lugar à primavera, que aqueceu a todos e coloriu o tapete da terra. Assim foi também com os dois. Seus dias se encheram de sons e cores. Ivan lhe lavava os cabelos, prendia-os pela manhã, e os escovava à noite. Ela lhe ensinou algumas canções, valsa e tango, porém não tanto quanto queria. Seu corpo, usado pelo tempo, reclamava por descanso.<br
/> Assim os dias foram se escoando, ele cada vez mais presente, ela se despedindo.</p><p>Stella se embalava em prazer e melancolia, ao saber que Ivan havia encontrado seu esconderijo, seu sacrário. Sabia que havia aberto o baú onde ela guardava as fotos do tempo em que era como a estrela matutina, encapada pela fina seda dos anjos. Ele se embriagava de Stella, a longínqua jovem de décadas atrás, e desejava seu corpo nu, em sépia, olhando-a, sorvendo-a todas as tardes, como quem enfim encontra sua amada. Ela, quieta atrás do biombo, não sabia se era o presente ou o passado que lhe encharcava a alma, pronta para abrir as comportas.</p><p>O tempo é um companheiro sórdido e cruel, meu querido, mas o único que não nos abandona, falou sorrindo sem sorrir, e estas palavras, mais vomitadas do que pensadas, comprimiram o coração do jovem. Ivan congelou na posição que estava, fechando os olhos. Stella saiu do quarto e fechou a porta como se fechasse o tempo.</p><p>A noite chegou, Stella não desceu para o jantar. Ivan foi vê-la e, ao entrar em seu quarto, teve a impressão de adentrar o camarim de uma diva de teatro de épocas já extintas.</p><p>A respiração de Stella era um filete, uma torneira se fechando. O rosto, plácido, lembrava o de um anjo que enfim se deleita na nuvem branquinha. Ivan despiu-se e a ela, selou seu corpo nu ao de fina seda marfim de sua amante, segurou-lhe as mãos com firmeza de alpinista, beijou-lhe o rosto, a boca, os seios, os pés, beijou as rendas e plissados de seu corpo. Falou seu nome como se bebesse água no deserto, e sentindo o corpo da amada cada vez mais solto, tranqüilo e entregue, desejou-lhe boa viagem.</p><p><strong>Quem é Adriana Kortlandt</strong>: asceu no Rio de Janeiro em 1963. Fez balé clássico, jazz, dança  contemporânea e teatro. Rodou quatro continentes, estudou alguns  semestres de antropologia, formou-se em psicologia direcionando seu  trabalho para a atividade aérea.   Morou anos valiosos de sua vida na Alemanha, sua segunda casa.   É diretora da Air Safety Assessoria Aeronáutica e parceira do  Instituto Condor para a terapia do medo de voar.</p><div
id="attachment_9927" class="wp-caption alignnone" style="width: 160px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/1113_med.jpg"><img
class="size-thumbnail wp-image-9927" title="1113_med" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/03/1113_med-150x114.jpg" alt="Adriana Kortlandt" width="150" height="114" /></a><p
class="wp-caption-text">Adriana Kortlandt, revelação como contista.</p></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/17/amor-entre-duas-geracoes/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Raridade exclusiva de bibliofilos agora ao alcance de todos</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2009/07/10/raridade-exclusiva-de-bibliofilos-agora-ao-alcance-de-todos/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2009/07/10/raridade-exclusiva-de-bibliofilos-agora-ao-alcance-de-todos/#comments</comments> <pubDate>Fri, 10 Jul 2009 16:58:49 +0000</pubDate> <dc:creator>Victor Tagore</dc:creator> <category><![CDATA[Livros recomendados]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=4761</guid> <description><![CDATA[Há 118 anos o escritor Machado de Assis publicava a primeira edição daquele que é considerado o seu romance mais famoso e o mais revolucionário: Memórias Posthumas de Braz Cubas.
Braz Cubas foi publicado na Revista Brasileira, de 15 de março a 15 de dezembro de 1880. Trata-se do quinto dos nove romances escritos pelo Autor, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong><a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/1739/memorias-posthumas-de-braz-cubas?affid=nosrevista" target="_blank"><img
class="alignleft size-full wp-image-4762" title="1739" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/07/1739.jpg" alt="1739" width="203" height="300" /></a>Há 118 anos o escritor Machado de Assis publicava a primeira edição daquele que é considerado o seu romance mais famoso e o mais revolucionário: <a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/1739/memorias-posthumas-de-braz-cubas/?affid=nosrevista" target="_blank"><em>Memórias Posthumas de Braz Cubas</em></a>.</strong></p><p>Braz Cubas foi publicado na Revista Brasileira, de 15 de março a 15 de dezembro de 1880. Trata-se do quinto dos nove romances escritos pelo Autor, que ganhou segunda edição fac-símile, pela Thesaurus Editora.</p><p>Raridade antes exclusiva de bibliofilolos, o leitor agora agrega dois valores nesta edição histórica: o primeiro é uma amostragem geral de como se escrevia em 1880.</p><p>Por exemplo: a palavra póstuma perdeu o “h” e ganhou acento grave. O segundo valor agregado é a obra em si, com sua alta voltagem estética e um estudo de Domício Proença Filho, da Academia Brasileira de Letras (ABL).</p><p>Braz Cubas, observa DPF, “ultrapassa o modelo realista dominante na arte brasileira do tempo e insere-se, com alta representatividade, na antecipação da ficção moderna”.</p><p>Estudiosos afirmam que Braz Cubas  “é a obra mais significativa para o estudo e a compreensão do autor”, que começou a carreira literária como Poeta e depois escreveu contos, novelas, teatro, ensaios, crônicas e romances.</p><p>Machado de Assis é considerado um escritor moderno antes da própria modernidade literária no Brasil. Foi co-fundador e o primeiro presidente da ABL.</p><p>Considerado o maior escritor brasileiro de todos os tempos, MA é também um dos autores mais lidos e traduzidos em todas as línguas cultas do mundo. Quem duvidar, leia Braz Cubas, um romance que começa pelo fim.</p><p>Serviço<br
/> <a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/1739/memorias-posthumas-de-braz-cubas/?affid=nosrevista" target="_blank">Memórias Posthumas de Braz Cubas</a> &#8211; Machado de Assis &#8211; edição fac-símile &#8211; Thesaurus. Pedidos: <a
href="http://www.thesaurus.com.br/?affid=nosrevista" target="_blank">www.thesaurus.com.br</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2009/07/10/raridade-exclusiva-de-bibliofilos-agora-ao-alcance-de-todos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Um diário de amor que se consome em quarenta e cinco dias</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2009/07/09/um-diario-de-amor-que-se-consome-em-quarenta-e-cinco-dias/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2009/07/09/um-diario-de-amor-que-se-consome-em-quarenta-e-cinco-dias/#comments</comments> <pubDate>Thu, 09 Jul 2009 20:11:24 +0000</pubDate> <dc:creator>Victor Tagore</dc:creator> <category><![CDATA[Livros recomendados]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=4745</guid> <description><![CDATA[O humorista, poeta, artista plástico e romancista João Elias de Oliveira está com um livro na praça: 45 Dias, romance, Thesaurus Editora. Fazendo jus ao título, esse é o período em que se passa a ação dramática do romance, escrito em forma de diário.
Esses 45 Dias de tempo e contratempo ficcionais, no dizer do jornalista [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>O humorista, poeta, artista plástico e romancista João Elias de Oliveira está com um livro na praça: <a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/1924/45-dias" target="_blank">45 Dias</a>, romance, <a
href="http://www.thesaurus.com.br/?affid=nosrevista" target="_blank">Thesaurus Editora</a>. Fazendo jus ao título, esse é o período em que se passa a ação dramática do romance, escrito em forma de diário.</p><div
id="attachment_4555" class="wp-caption alignleft" style="width: 207px"><a
href="http://www.thesaurus.com.br/?affid=nosrevista" target="_blank"><img
class="size-medium wp-image-4555" title="45_dias" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/05/45_dias-197x300.jpg" alt="Capa do livro &quot;45 dias&quot;" width="197" height="300" /></a><p
class="wp-caption-text">Capa do livro &quot;45 dias&quot;</p></div><p>Esses 45 Dias de tempo e contratempo ficcionais, no dizer do jornalista e tradutor Luiz Roberto Benatti, “alternam os sentimentos de alegria e tristeza, de esperança e frustrações, de amores e desamores”.</p><p>Mas, não pensem os senhores, esse período não afeta a ação afetiva e ficcional do romance. Benatti afirma que a ação dramática de 45 Dias não permite “que despontem vestígios de ressentimentos ou de ódios, apenas de resignação”.</p><p>Trata-se de uma “atitude de quem espera uma dádiva que não lhe é concebida e não uma obrigação que lhe é devida. É o amor além da maturidade”, acrescenta Benatti.</p><p>João Elias faz questão de deixar claro para os leitores que 45 Dias é uma obra de ficção. Humorista, participou do programa A Escolhinha do Professor Raimundo (TV Globo), onde interpretou o personagem “Salim Machiba”, que interagia junto ao apresentador, Chico Anísio.</p><p>João Elias começou a escrever cedo. Publicou o primeiro livro (1996, poemas) aos 20 anos de idade, cuja capa também é de sua autoria. A pintura, aliás, surgiu (1959) antes da literatura na vida do Autor, quando participou do III Salão de Pinturas de Catanduva, com 14 anos de idade.</p><p>Agora, João Elias publica uma obra da maturidade. “Quarenta e cinco dias”, diz o Autor, pela boca do seu personagem Alceu, é “o tempo para se ir do céu ao inferno”.</p><p><strong>Serviço</strong><br
/> <a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/1924/45-dias/?affid=nosrevista" target="_blank">45 Dias &#8211; romance</a> &#8211; <a
href="http://www.thesaurus.com.br/autor/joao-elias-de-oliveira/?affid=nosrevista" target="_blank">João Elias de Oliveira</a> &#8211; Pedidos: www.thesaurus.com.br</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2009/07/09/um-diario-de-amor-que-se-consome-em-quarenta-e-cinco-dias/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>A inclusão jurídica das comunidades pobres é inerente ao Estado democrático de direito</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2009/07/03/a-inclusao-juridica-das-comunidades-pobres-e-inerente-ao-estado-democratico-de-direito/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2009/07/03/a-inclusao-juridica-das-comunidades-pobres-e-inerente-ao-estado-democratico-de-direito/#comments</comments> <pubDate>Fri, 03 Jul 2009 15:56:45 +0000</pubDate> <dc:creator>Victor Tagore</dc:creator> <category><![CDATA[Lançamentos]]></category> <category><![CDATA[Livros recomendados]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=4701</guid> <description><![CDATA[Por Menezes y Morais
“As comunidades pobres tem direito a ter direito”. Quem afirma é o professor, escritor e defensor público Alexandre Lobão Rocha, 56 anos, que vai lança, em agosto de 2009, o livro A Exclusão Legal da População Carente, pela Thesaurus Editora. O Autor examina a política pública de assistência jurídica e gratuita ao [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Por <em>Menezes y Morais</em></p><div
id="attachment_4702" class="wp-caption alignleft" style="width: 213px"><a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/1920/a-exclusao-legal-da-populacao-carente/?affid=nosrevista" target="_blank"><img
class="size-full wp-image-4702" title="1920" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/07/1920.jpg" alt="Capa do livro: A exclusão legal da População Carente" width="203" height="310" /></a><p
class="wp-caption-text">Capa do livro: A exclusão legal da População Carente</p></div><p>“As comunidades pobres tem direito a ter direito”. Quem afirma é o professor, escritor e defensor público <a
href="http://www.thesaurus.com.br/autor/alexandre-lobao-rocha/?affid=nosrevista" target="_blank">Alexandre Lobão Rocha</a>, 56 anos, que vai lança, em agosto de 2009, o livro <a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/1920/a-exclusao-legal-da-populacao-carente/?affid=nosrevista" target="_blank">A Exclusão Legal da População Carente</a>, pela Thesaurus Editora. O Autor examina a política pública de assistência jurídica e gratuita ao povo.</p><p>Dia, local e hora do lançamento ainda serão definidos. O livro é adaptação de uma dissertação de mestrado que o Autor defendeu junto ao CEUB (Centro de Ensino Unificado de Brasília), sobre  Direito e Políticas Públicas, em 2008.</p><p><strong>Este livro trata da assistência jurídica e gratuita ao povo.  Por quê?</strong><br
/> Por vários motivos. Primeiro, eu sou defensor público há mais de 20 anos. E a experiência me demonstrou que o modelo brasileiro de assistência é inviável, inexequível, como está concebido, por diversas razões.</p><p><strong>Por exemplo&#8230;</strong><br
/> Existe um componente político decorrente da luta entre os diversos atores e grupos sociais mais organizados, que prevalecem na definição das escolhas na arena pública da máquina do Estado. E os destinatários dessa política pública de assistência jurídica não tem representação nesse jogo. É uma questão de disputa de espaço de dominação política. E sob esse aspecto, pode parecer uma análise pautada por uma ultrapassada visão marxista&#8230;</p><p><strong>Diversas “velhas” teorias marxistas continuam atualíssimas&#8230;</strong><br
/> Os maiores inimigos do marxismo são os marxistas dogmáticos. Os instrumentos metodológicos da análise marxista tiveram nítida influência na transformação dos modelos de Estado, particularmente na gestação do Estado do Bem-Estar. E foi dentro desse modelo que os direitos fundamentais se expandiram para diversos campos. E, nesse ponto, o direito de assistência jurídica ganhou o status de direito fundamental. O reconhecimento  institucional desse direito, no Brasil, veio com a constituição de 1988, que, pode-se afirmar, pretende um modelo de Bem-Estar Social.</p><p><strong>Esse é um dos marcos regulatórios fixados pela Constituição de 1988. Em que momento do Estado brasileiro nasceu esse direito?</strong><br
/> Em 1870, por iniciativa de José Thomaz Nabuco de Araújo, pai de Joaquim Nabuco e ex-ministro da Justiça do Império, é criado um conselho no IAB &#8211; Instituto dos Advogados do Brasil. O objetivo era garantir a assistência judiciária a indigentes nas causas cíveis e criminais, inspirados em compromissos éticos inerentes à profissão, isto segundo um modelo que se desenhava na Europa dividida entre os movimentos comunistas e liberais, de onde surgiu o modelo do Bem-Estar Social inicialmente como fórmula para evitar rupturas violentas da ordem institucional.</p><p><strong>Num país monárquico, escravocrata e semifeudal, como o Brasil da década de 1870, foi um avanço&#8230;</strong><br
/> Todos os direitos fundamentais surgiram como um produto da luta de classes nos países europeus dos séculos XVIII, XIX e até hoje, mesmo nos países centrais, o problema da assistência jurídica gratuita não está resolvido, em função de um único modelo.</p><p><strong></strong></p><div
id="attachment_4704" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><strong><strong><img
class="size-thumbnail wp-image-4704" title="954_med" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/07/954_med-150x150.jpg" alt="Alexandre Lobão Rocha" width="150" height="150" /></strong></strong><p
class="wp-caption-text">Alexandre Lobão Rocha</p></div><p><strong>Como assim?</strong><br
/> Há necessidade, eu pude constatar, de se fazer uma combinação de modelos. Esse é o caminho. Isso compreende a superação de lutas corporativas e o envolvimento direto de associações e organizações não governamentais (ONGs), inclusive com a revisão da própria legislação que regulamenta o seu funcionamento.</p><p><strong>Por quê?</strong><br
/> Criou-se uma visão preconceituosa das Organizações Não Governamentais (ONGs) no Brasil, não pela idéia que elas representam, mas pela deficiência da legislação que permite o seu uso para objetivos políticos escusos.  Quando as questões não se resolvem na arena política do Estado, o último recurso é a arena do judiciário. Se a maior parte da população é alijada da arena política, lhe restaria a arena do judiciário. Se ela não tem acesso á justiça, não tem arena nenhuma para fazer valer os seus direitos mais elementares, até o direito de ter direito, proporcionando condições para rupturas e surgimento de um Estado paralelo, marginal.</p><p><strong>Como você vê essa questão, hoje, no Estado democrático de direito?</strong><br
/> A assistência começa a crescer a partir da criação dos cursos jurídicos no Brasil no século XIX. O Brasil foi um dos últimos países,  senão o último, da América  Latina colonial, a criar universidade. A semente plantada por Nabuco de Araújo, com a criação de  um grupo dentro do IAB, para prestar assistência jurídica gratuita à população carente, está dando frutos. Aí começa a coisa.  Eu trabalhei nessa pesquisa quase três anos.</p><p><strong>Existe saída para resolver esse problema?</strong><br
/> O panorama internacional das últimas três décadas do século XX, que aponta uma situação de crise de financiamento do Estado de modelo de Bem-Estar Social, o subtipo público-estatal de assistência jurídica gratuita permanece com sua implementação condicionada pela limitação da fonte de recursos públicos escassos, para o financiamento de uma variedade de demandas provindas da sociedade civil.</p><p><strong>Existe luz no fim do túnel?</strong><br
/> É possível perceber sinais, no plano internacional e mesmo no ordenamento jurídico brasileiro infraconstitucional, que apontariam para o desenvolvimento de um tipo de modelo misto de assistência. E nesse contexto de crise, devem ser exploradas as alternativas disponíveis, como o subtipo privado das clínicas jurídicas das faculdades de Direito e das organizações do Terceiro Setor.</p><p><strong>Contato com o Autor: lobaorocha@bol.com.br</strong></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2009/07/03/a-inclusao-juridica-das-comunidades-pobres-e-inerente-ao-estado-democratico-de-direito/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Uma geração constrói a história cultural de Brasília e ganha livro-álbum em preto e branco</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2009/06/29/uma-geracao-constroi-a-historia-cultural-de-brasilia-e-ganha-livro-album-em-preto-e-branco/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2009/06/29/uma-geracao-constroi-a-historia-cultural-de-brasilia-e-ganha-livro-album-em-preto-e-branco/#comments</comments> <pubDate>Mon, 29 Jun 2009 16:31:15 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Livros recomendados]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=4691</guid> <description><![CDATA[Beije-Me é o título do novo livro do poeta Nicolas Behr, que resolveu retirar o álbum fotográfico da gaveta, para homenagear uma geração de músicos, poetas, escritores, fotógrafos, artistas em geral. O livro reúne 82 fotografias em preto e branco, incluindo pichações.
“Compartilhar, este é o verbo”, diz Nicolas Behr, para falar do novo livro. “Este [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong>Beije-Me</strong> é o título do novo livro do poeta Nicolas Behr, que resolveu retirar o álbum fotográfico da gaveta, para homenagear uma geração de músicos, poetas, escritores, fotógrafos, artistas em geral. O livro reúne 82 fotografias em preto e branco, incluindo pichações.</p><p>“Compartilhar, este é o verbo”, diz Nicolas Behr, para falar do novo livro. “Este é meu livro-álbum, instantâneo de uma geração brasiliense que ousou descer dos blocos e assumir Brasília, na passagem dos anos 70 para os anos 80” do século passado.</p><p><strong>História</strong></p><p>O resultado final é um livro de “flashes da moçada alegre, rebelde, criativa e roqueira. Enfim, páginas de um livro bom. Gostaria que as imagens deste livro incentivassem a abertura de outros arquivos fotográficos. Isto tudo já é história”, acrescentou NB.</p><p>Muitos dos fotografados hoje já são avós, lembra o Poeta. “Mas, ainda guardam dentro de si uma luz. A luz da juventude. Que essa luz nunca se apague”.</p><p>Além de fotos de paisagens humanas, Beije-me reúne  registros de paisagens arquitetônicas de Brasília, que contrastam com muitos ambientes hoje em fase de degradação ambiental, às vésperas da cidade completar meio século de vida.</p><p>Existe também a conotação política explícita: pichações irreverentes como contra a ditadura militar são respondidas por defensores do sistema, com o grito de guerra “Morte aos pichadores!” As fotos têm legendas explicativas.</p><p>As pichações foram comentadas por vários jornalistas, que escreveram artigos reproduzidos ao final do livro: Byron de Quevedo (Pichações ou depreciação? Apenas pichações), Maria do Rosário Caetano (Poetas do spray conquistam espaço), Celso Araújo (As paredes vão se transformando) e Luis Joca (Pichação, uma febre  na cidade), entre<br
/> outros artigos.</p><p><strong>Serviço</strong><br
/> <strong>Beije-me</strong> &#8211; Nicolas Behr &#8211; edição independente &#8211; contato com o Autor: paubrasilia@paubrasilia.com.br</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2009/06/29/uma-geracao-constroi-a-historia-cultural-de-brasilia-e-ganha-livro-album-em-preto-e-branco/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Yordan Raditchkov, mestre da narrativa búlgara, ganha versão em português</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2009/06/29/yordan-raditchkov-mestre-da-narrativa-bulgara-ganha-versao-em-portugues/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2009/06/29/yordan-raditchkov-mestre-da-narrativa-bulgara-ganha-versao-em-portugues/#comments</comments> <pubDate>Mon, 29 Jun 2009 16:15:19 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Livros recomendados]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=4686</guid> <description><![CDATA[Um dos escritores búlgaros, Yordan Raditchkov, (1929-2004), traduzido em 30 idiomas, tem um dos seus livros, Contos de Tenetz, editado pela Thesaurus, com o apoio do Fundo da Arte e da Cultura (FAC). O livro reúne 19 narrativas curtas, entre elas Hieróglifo, A Palavra, Ira de Deus, Frio e Cicatriz de Pulga.
“A narrativa de YR [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id="attachment_4689" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img
class="size-full wp-image-4689" title="1418" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/06/1418.jpg" alt="A condição humana vista por um mestre da narrativa" width="200" height="299" /><p
class="wp-caption-text">A condição humana vista por um mestre da narrativa</p></div><p>Um dos escritores búlgaros, Yordan Raditchkov, (1929-2004), traduzido em 30 idiomas, tem um dos seus livros, <a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/1418/contos-de-tenetz/?affid=nosrevista" target="_blank">Contos de Tenetz</a>, editado pela <a
href="http://www.thesaurus.com.br/?affid=nosrevista" target="_blank">Thesaurus</a>, com o apoio do Fundo da Arte e da Cultura (FAC). O livro reúne 19 narrativas curtas, entre elas Hieróglifo, A Palavra, Ira de Deus, Frio e Cicatriz de Pulga.</p><p>“A narrativa de YR &#8211; afirma Rúmen Stoyanov, tradutor e adido cultural búlgaro -  é um feliz encontro de três componentes fundamentais: a literatura medieval búlgara, a narrativa folclórica e a sensibilidade moderna”.</p><p>Yordan Raditchkov escreveu mais de 60 obras, entre novelas, roteiros de filmes, romances, notas de viagens e peças teatrais. Começou a publicar em 1949. Em 59, sai o primeiro livro de contos.</p><p>Autoditada e jornalista, YR escreveu também livros de viagens, entre os quais: Currais sem Luzes, sobre a Sibéria e Pequena Saga sobre a Suécia. “A narrativa e a dramaturgia de YR são culminações búlgaras daquilo que Bakhtin chamou de carnavalização da literatura”, observa Rúmen Stoyanov.</p><p><strong>Pureza da Poesia</strong></p><p>Conforme o poeta Anderson Braga Horta, que também assina esta tradução, “os contos de YR são passados, em geral, numa aldeia búlgara imaginária (nesta coletânea, apenas um se passa na cidade, em Sofia, mas com personagens oriundos do campo)”.</p><p>Horta diz ainda que Raditchkov domina uma “prestigiosa narrativa de ficção da moderna literatura hispano-americana. Em primeiro plano uma valorização da pureza e da poesia” de seus personagens, “que ele tão vividamente pinta”.</p><p>E acrescenta: “Pode-se ler estes contos sem preocupações outras além do prazer da leitura”. A tradução de Contos foi feita do búlgaro para o espanhol por RS para o espanhol e deste para o português por ABH e RS, com freqüentes consultas ao texto búlgaro.</p><p><strong>Três Escritas</strong></p><p>A civilização mais antiga da Europa existiu na Bulgária. A literatura búlgara tem cerca de 2.000 mil anos de existência. Em português circulam dezenas de palavras búlgaras, entre as quais, tzar, bugre, sabre.</p><p>Os búlgaros são talvez o único povo que inventou três escritas diferentes: os signos búlgaros (ainda por decifrar), o alfabeto glagolítico e o cirílico. A literatura búlgara é uma das mais antigas da Europa e do mundo.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p><a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/1418/contos-de-tenetz/?affid=nosrevista" target="_blank">Contos de Tenetz &#8211; Yordan Raditchkov</a> &#8211; tradução de Rúmen Stoyabov e Anderson Braga Horta  &#8211; Thesaurus Editora/FAC, Brasília (DF) &#8211; Pedidos: www.thesaurus.com.br</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2009/06/29/yordan-raditchkov-mestre-da-narrativa-bulgara-ganha-versao-em-portugues/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>A Fábrica de Ritos reúne a poesia completa do poeta José Santiago Naud</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2009/06/25/a-fabrica-de-ritos-reune-a-poesia-completa-do-poeta-jose-santiago-naud/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2009/06/25/a-fabrica-de-ritos-reune-a-poesia-completa-do-poeta-jose-santiago-naud/#comments</comments> <pubDate>Thu, 25 Jun 2009 22:31:11 +0000</pubDate> <dc:creator>Victor Tagore</dc:creator> <category><![CDATA[Livros recomendados]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=4677</guid> <description><![CDATA[Por Menezes y Morais*
José Santiago Naud, 78 anos, professor, poeta gaúcho radicado em Brasília (DF), começou a publicar suas poesias completas in A Fábrica de Ritos. O  volume 1 saiu pela Thesaurus Editora, com o apoio do FAC &#8211; Fundo de Arte e Cultura, reunindo poemas escritos no período de 1948 a 1993.
O diferencial é [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Por <em>Menezes y Morais</em>*</p><div
id="attachment_4681" class="wp-caption alignleft" style="width: 158px"><img
class="size-full wp-image-4681" title="54_med" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/06/54_med.jpg" alt="Santiago Naud" width="148" height="200" /><p
class="wp-caption-text">Santiago Naud</p></div><p><a
href="http://www.thesaurus.com.br/autor/jose-santiago-naud/?affid=nosrevista" target="_blank">José Santiago Naud</a>, 78 anos, professor, poeta gaúcho radicado em Brasília (DF), começou a publicar suas poesias completas in <em>A Fábrica de Ritos</em>. O  volume 1 saiu pela Thesaurus Editora, com o apoio do FAC &#8211; Fundo de Arte e Cultura, reunindo poemas escritos no período de 1948 a 1993.</p><p>O diferencial é que a obra completa de José Santiago Naud reúne também os livros inéditos. Para o volume 2, que deve sair em 2010, revela, tem quatro obras inéditas: Nostalgia de Jacob, O Negro e Sol Lunar de Santa Joana e Anatomia Invisível. O quarto, Cara de Cão, o Poeta não pretende editar.</p><p><strong>Fiel à Poesia</strong><br
/> “Meu definitivo exercício poético &#8211; diz JSN &#8211; há de ficar talvez um testemunho solitário, apenas  publicado em parcelas segundo já ocorreu. A minha poesia, cuja reunião destaca os 15 livros impressos, mais Cantares, é um ato contínuo de fidelidade”.</p><p>Essa “fidelidade à Poesia &#8211; acrescentou &#8211; dura exatamente seis décadas e reconhece a minha dívida com a Semana de Arte Moderna de 1922 e a Geração de 1945”.</p><p>Nós Fora dos Eixos conversamos com José Santiago Naud. Foi um papo agradável, na redação, numa manhã de junho, na qual o poeta falou um pouco de sua vida e obra. E fez algumas observações sobre a Poesia feita no Brasil contemporâneo.</p><p><strong><em>A Fábrica de Ritos</em>: o que o leitor pode encontrar neste volume?</strong><br
/> O testemunho da presença do homem na Terra. Nunca esquecendo a sua referencia regional. Eu despertei pra poesia muito cedo, ainda na infância, ouvindo os cantadores do Rio Grande do Sul. Foram eles que me ensinaram que a palavra humana pode reproduzir a natureza e os fatos do dia-a-dia.</p><p><strong>A Alma do Povo</strong><br
/> <strong>Existe semelhança entre cantador gaúcho e violeiro nordestino?</strong><br
/> Os cantadores gaúchos não tem a riqueza do cantador nordestino, mas representam a alma do povo.  Eles me ensinaram a magia da palavra, entre o sexto e o sétimo ano, numa fazenda, ali ouvi pela primeira vez os cantadores. Depois isso se confirmou de forma erudita, quando, no curso secundário, li pela primeira vez a poesia medieval de língua portuguesa, principalmente as Cantigas de Amigo do Rei Dom Diniz, marido da Rainha Isabel. A Rainha Isabel é outra maga, ela é do milagre das rosas.</p><p><strong>Nesse primeiro momento você se sentiu fisgado, digamos assim, pela Poesia?</strong><br
/> Ai já foi um segundo estágio. Dessa fase, dou o salto: os primeiros versos que escrevi, foi no sentido de preencher a falta sentida com a morte da minha mãe, em junho de 1945. Felizmente eu rasguei esses versos.</p><p><strong>Esses versos não mereciam ficar nem como um registro humano?</strong><br
/> A pergunta é interessante, mas a resposta é não. Publiquei o meu primeiro livro em 1948. Mudei  de Ijuí, terra do Dunga, terra de tríplice imigração. Ijuí foi a cidade que me ensinou a democracia. O Rio Grande do Sul não fugiu disso. Minha infância passei em São Borja. Aos 11, mudei para Ijuí. Foi lá, no sentido democrático, que eu despertei pelo respeito ao próximo e pelo trabalho manual. Ijuí é uma cidade de tríplice imigração: alemã, italiana e polonesa. Fui para Porto Alegre, em  1947, fazer o Colegial.</p><p><strong>Em Porto Alegre nasceu o livro Poemas sem Domingo?</strong><br
/> Foi. Aí então eu escrevi os primeiros poemas que estão estampados no meu primeiro livro, Poemas sem Domingo, que reúne trabalhos produzidos entre  1948 a 51. Eu publiquei um livro datilografado que eu ofereci ao meu pai, que eu entitulei Poemas da Inutilidade, hoje eu não sei aonde anda esse livro. Tirei uns 25 exemplares mimeografados.</p><p><strong>Voz Interior</strong><br
/> <strong>O que é Poesia para você?</strong><br
/> Antes de mais é nada, a Poesia para mim é inspiração. Nós recebemos e não sabemos de onde ela vem. Eu diria que é uma voz interior querendo manifestação e que se perde na noite dos tempos. É por isso que a Poesia liga passado e futuro, como testemunhos do presente.</p><p><strong>Futuro?</strong><br
/> Eu dou o exemplo com a pintura do Michelangelo na Capela Sistina, que reproduz o mito da criação do homem: Deus fez o homem do barro, mas o Michelangelo escondeu a mulher nos constados de Deus. E Eva é o futuro que o Adão já trazia dentro dele. Na curvatura do tempo, passado, presente e futuro são contemporâneos. E o milagre da Poesia está exatamente ai. Por isso, Hölderlin, um dos fundadores do Romantismo, disse: “O que  permanece os poetas o fundam”. Nada a ver com o poder econômico-político.</p><p><strong>E a Poesia hoje?</strong><br
/> Eu vejo a Poesia hoje como confirmação de um ato universal que é dos maiores do mundo. Aqui na América Latina, por exemplo, a Poesia tem um lugar de destaque e o Brasil figura na primeira linha. E com o passado que nós temos, desde Anchieta, há uma continuidade nunca interrompida. Atualmente a Poesia no Brasil é fruto do movimento paulista de 1922, corrigida em seus rumos por 1945 (uma geração verdadeira, apesar das críticas) e depois enriquecida pela fase experimental (cheia de arrogância e alguma incompetência), mas que se sustenta por algumas experiências excepcionais. Assim, para nos limitar a três situações, entre Drummond, Jorge de Lima e João Cabral, da Amazônia ao RS, a Poesia brasileira atual é uma prova indiscutível. São tantos os nomes, já relacionados por antologistas como o piauiense Assis Brasil e em Brasília, Joannyr de Oliveira, que qualquer um pode ver que em Brasília &#8211; e em todas as capitais &#8211; brasileiras &#8211; já existem nomes definitivos.</p><p><em><strong>Fábrica de Ritos</strong></em><br
/> <strong>O volume 2 da sua obra completa também vai se chamar <em>Fábrica de Ritos</em>?</strong><br
/> Vai. Por motivos técnicos, o livro teve que se partido. Da segunda parte: Poemas publicados entre 1948 e 1966 (Poemas sem Domingo e Ofício Humano). Contrariamente à opinião da minha primeira leitora, que é a minha mulher, Leda Maria, eu deveria obedecer à ordem cronológica. Mas, inverti a ordem porque alguns dos últimos títulos nem sequer tinham sido editados no Brasil. Agora eu me habilitei ao projeto FAC, o segundo volume das minhas memórias terá o mesmo título.</p><p><strong>Além do Brasil, onde mais você tem livros publicados?</strong><br
/> Eu publiquei livros na Argentina, Portugal, Panamá, México e na Austrália.</p><p><strong>Serviço</strong><br
/> <em>A Fábrica de Ritos</em> &#8211; reúne poemas escritos entre 1948 e 1984, com livros editados no marco dos anos 1952 e 1993. Soma os inéditos Cantares de Nossa Senhora e O Olho Reverso &#8211; de José Santiago Naud -Thesaurus/FAC.</p><p><a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/1236/antologia-pessoal-jose-santiago-naud/?affid=nosrevista" target="_blank"></a></p><div
id="attachment_4678" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/1236/antologia-pessoal-jose-santiago-naud/?affid=nosrevista" target="_blank"><img
class="size-full wp-image-4678" title="1236" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/06/1236.jpg" alt="Capa do livro Antologia Pessoal - José Santiago Naud" width="200" height="297" /></a><p
class="wp-caption-text">Capa do livro Antologia Pessoal - José Santiago Naud</p></div><p>Antologia Pessoal &#8211; José Santiago Naud &#8211; Thesaurus, vol. 5. Volumes anteriores, pela ordem de publicação: Anderson Braga Horta, Antônio Carlos Osório, Fernando Mendes Vianna e José Augusto Seabra. Pedidos: www.thesaurus.com.br</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2009/06/25/a-fabrica-de-ritos-reune-a-poesia-completa-do-poeta-jose-santiago-naud/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Lançamento do livro O Milho Nosso de Cada Dia leva o povo à embaixada de Portugal/Instituto Camões</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2009/06/18/lancamento-do-livro-o-milho-nosso-de-cada-dia-leva-o-povo-a-embaixada-de-portugalinstituto-camoes/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2009/06/18/lancamento-do-livro-o-milho-nosso-de-cada-dia-leva-o-povo-a-embaixada-de-portugalinstituto-camoes/#comments</comments> <pubDate>Thu, 18 Jun 2009 21:47:17 +0000</pubDate> <dc:creator>Victor Tagore</dc:creator> <category><![CDATA[Lançamentos]]></category> <category><![CDATA[Livros recomendados]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=4642</guid> <description><![CDATA[Cerca de 300 pessoas participaram da solenidade de lançamento do livro O Milho Nosso de Cada Dia, de Vera Lúcia Versiani. O evento aconteceu dentro do programa de integração cultural Portugal, Portugais/Brasil, Brasis, dia 16 de junho de 2009, às 19h30, na embaixada de Portugal, onde também funciona o Instituto Camões.
No programa, além da sessão [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cerca de 300 pessoas participaram da solenidade de lançamento do livro O Milho Nosso de Cada Dia, de Vera Lúcia Versiani. O evento aconteceu dentro do programa de integração cultural Portugal, Portugais/Brasil, Brasis, dia 16 de junho de 2009, às 19h30, na embaixada de Portugal, onde também funciona o Instituto Camões.</strong></p><p>No programa, além da sessão de autógrafos, apresentações das artesãs da Associação das Marias, de Patos de Minas (MG), do grupo de Congada do mesmo município e pratos gastronômicos que tem o milho como matéria-prima.</p><p>O Milho Nosso de Cada Dia mapeia a história deste cereal, que Vera Lúcia Versiani acredita ser a solução para a fome do mundo de economia globalizada. “O aproveitamento do milho é 100%. Da palha ao grão tudo se aproveita. Patos de Minas, município onde eu nasci, há 51 anos promove a festa do milho. Por isso é considerada a capital nacional do milho”.</p><p><strong>O povo presente</strong><br
/> O povo tomou de conta da embaixada de Portugal. O editor e comendador Victor Alegria, da Thesaurus Editora, um dos coordenadores do projeto bilateral Portugal, Portugais/Brasil, Brasis, comentou:</p><p>“A coisa mais importante foi o povo ir numa estrutura elitisada, que é uma embaixada e apresentar sua cultura centenária, enraizada no inconsciente coletivo. Uma cultura que ajudou a formar a cultura brasileira. Eles transmitem essa cultura de geração em geração, mas não tem consciência do que ela representa”.</p><p>Alegria disse ainda: “Fala-se muito em povo, mas ninguém se preocupa com ele. As pessoas que eu observei estavam com os olhos marejados. Pela primeira vez o povo adentrou a embaixada de Portugal/Instituto Camões. Foi uma misturada tremenda”.</p><p>Havia gente de toda nacionalidade. Embaixadores, ministros, diplomatas, escritores, políticos, artesãos, gente do povo. Do Brasil, Portugal, África, todos ficaram contagiados pelas demonstrações artísticas luso-afro-brasileiras.<br
/> <strong><br
/> Importância do milho</strong><br
/> “Uma coisa fantástica, todos cantando e dançando. Comovente. Minha prima chorou, ela que viveu 18 anos em África, não resistiu àquela gente simples. Os diplomatas queriam fazer essa homenagem ao povo de Patos de Minas”, acrescentou Alegria.</p><p>Não faltou sequer a leitura do poema Oração ao Milho, de Cora Coralina, por Letícia Gouveia. O secretario de Cultura de Patos de Minas, Márcio Maciel, falou da importância do milho na economia do município, também representado pelo grupo de artesãs Associação das Marias.</p><p>Para a secretária Luciane Abadia, a festa foi muito legal. “O que eu mais gostei foi a apresentação da congada, muito interessante, os participantes são divertidos. Também gostei muito do trabalho das Marias Artesãs. Foi tudo muito bem elaborado, o trabalho das Marias, eu tive o prazer de vê-las fazendo linha de algodão”.</p><p>Débora Alcântara, atendente, uma das primeiras a chegar e das últimas a ir embora, também gostou muito do que viu e ouviu: “Achei interessante a dança (Congada e Moçambique). Os mais simples e os mais humildes, os mais animados. Pessoas interessadas pelo que fazem. Tinha várias senhoras fazendo linha de algodão. O artesanato da Associação das Marias é simples e de alta qualidade. Gostei do ambiente. Estava tudo muito bom”.</p><p><strong>Da redação</strong><br
/> De parabéns a embaixada de Portugal e Adrino Jordão, adido cultural e notável pianista, que conseguiu um entrosamento de sua equipe, que ultrapassa o simples dever.</p><p>De parabéns também as irmãs Versiani, a prefeita Beatriz Savassi e o secretário de Cultura Márcio Maciel, de Patos de Minas, que acreditam no projeto Portugal, Portugais/Brasil, Brasis e que o milho é um alimento que pode acabar com a fome e a desnutrição.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2009/06/18/lancamento-do-livro-o-milho-nosso-de-cada-dia-leva-o-povo-a-embaixada-de-portugalinstituto-camoes/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Em homenagem à Abolição, Jarbas Junior lança &#8220;As marcas do chicote&#8221;</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2009/04/24/em-homenagem-a-abolicao-jarbas-junior-lanca-as-marcas-do-chicote/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2009/04/24/em-homenagem-a-abolicao-jarbas-junior-lanca-as-marcas-do-chicote/#comments</comments> <pubDate>Fri, 24 Apr 2009 15:54:08 +0000</pubDate> <dc:creator>Redação</dc:creator> <category><![CDATA[Lançamentos]]></category> <category><![CDATA[Livros recomendados]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=4419</guid> <description><![CDATA[A Thesaurus Editora convida para o lançamento do livro “As Marcas do Chicote”, obra publicada com o apoio do FAC (Fundo de Apoio a Cultura do GDF) de Jarbas Júnior, que será realizado no próximo dia 13 de maio, a partir das 19h, no Restaurante Carpe Diem, da 104 Sul.
“As Marcas do Chicote”, mais do [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id="attachment_4420" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img
class="size-full wp-image-4420" title="capa_jarbas_web" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/04/capa_jarbas_web.jpg" alt="Livro será lançado no Carpe Diem em homenagem à Abolição da Escravatura, comemorada no dia 13 de Maio" width="200" height="198" /><p
class="wp-caption-text">Livro será lançado no Carpe Diem em homenagem à Abolição da Escravatura, comemorada no dia 13 de Maio</p></div><p>A Thesaurus Editora convida para o lançamento do livro “As Marcas do Chicote”, obra publicada com o apoio do FAC (Fundo de Apoio a Cultura do GDF) de Jarbas Júnior, que será realizado no próximo dia 13 de maio, a partir das 19h, no Restaurante Carpe Diem, da 104 Sul.</p><p>“As Marcas do Chicote”, mais do que obra de denúncia e crítica social, traça um painel épico e lírico (ao mesmo tempo), da trajetória humana, mística e política, do drama do escravo e dos seus afro-descendentes no Brasil. Estão presentes os fortes elos que ligam indeléveis o Brasil à África. Por isso, o assunto empolga rápido, por que trata de destinos marcados de dor e sonho, em luta franca contra os absurdos, misérias e injustiças, herança dos erros da Lei Áurea e das imposições veladas do sistema que não aceita ainda, sem preconceito e discriminação, a presença do negro (e a sua cultura) na vida social e econômica do país.</p><p>O livro, assim, apresenta, na sua forma e exegese, as impurezas do branco, numa série de poemas negros de variados matizes, um autêntico romanceiro da negritude, repleto de evocações e de ecos de Vozes d´África. Mas que não representam gritos revoltados de protesto, pelo contrário, só expressam alguma poesia que encontra no sentimento do mundo a sua mensagem.</p><p>Contém três marcas recorrentes: da dor e da glória de ser afro-descendente, cristão e poeta.</p><p>O racismo perde sempre, e sempre ganha o Cristo!</p><p>É preciso cicatrizar logo as feridas do chicote. A senzala não pode mais continuar na favela.</p><p><strong></p><div
id="attachment_4421" class="wp-caption alignright" style="width: 410px"><strong><img
class="size-full wp-image-4421" title="jarbas_junior" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/04/jarbas_junior.jpg" alt="Jarbas Junior autografa livro no próximo dia 13/05, no Restaurante Carpe Diem, da 104 Sul." width="400" height="321" /></strong><p
class="wp-caption-text">Jarbas Junior autografa livro no próximo dia 13/05, no Restaurante Carpe Diem, da 104 Sul.</p></div><p>Sobre o autor </strong>– Jarbas Junior Silva Motta, natural de Fortaleza-CE, autor de sete livros, entre romances e volumes de poemas, radicado em Brasília desde 1990, licenciado em Letras pela UnB, professor de Literatura, também, de Xadrez. Tem na gaveta 50 obras inéditas, um fenômeno de fecundidade criadora. A lista, de publicados e originais, começa com “perfeição Humana (poemas, 1980), “Os Dois Profetas (romance, 1982), “Oferenda Azul (haicais, 1988), “Duidja” (poemas, 1989), “Viagem ao Portal do Sol (romance, 1997), “Navio Português” (epopéia moderna, 2004, Thesaurus Editora), “A jangada de Orson Welles” (romance, 2006, Thesaurus Editora) e para publicação próxima: “Itinerário da Pedra (romance), “Filhos de Ninguém” (romance), “Narrativas Místicas” (contos), “Sombras Humanas” (romance), “Brasília Azul (romance), previsto para 2009: “O Mistério das Pérolas de Bashô” (gênero misto, prosa e poesia). E  alguns estudos e ensaios, como: “Retratos de Castro Alves”; “A História do Soneto no Brasil”, “O Diário de qualquer pessoa”, “Os Poetas de Jorge Amado”, “Brás Cubas Redivivo”, Perfil de Lins do Rego”.<br
/> <strong><br
/> Serviço:</strong><br
/> <strong>Lançamento do livro</strong> “As Marcas do Chicote”<br
/> <strong>Autor</strong>: Jarbas Júnior<br
/> <strong>Local</strong>: Restaurante Carpe Diem, 104 Sul<br
/> <strong>Data</strong>: 13/05 a partir das 19h<br
/> <strong>Editora</strong>: Thesaurus Editora<br
/> <strong>Gênero</strong>: Poesia<br
/> <strong>Nº de Pág</strong>. 310 páginas<br
/> <strong>Preço:</strong> 20,00</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2009/04/24/em-homenagem-a-abolicao-jarbas-junior-lanca-as-marcas-do-chicote/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Hilma Amaral lança livro: Arquitetura, Urbanismo e Legislação no Restaurante Carpe Diem</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2009/04/17/hilma-amaral-lanca-livro-arquitetura-urbanismo-e-legislacao-no-restaurante-carpe-diem/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2009/04/17/hilma-amaral-lanca-livro-arquitetura-urbanismo-e-legislacao-no-restaurante-carpe-diem/#comments</comments> <pubDate>Fri, 17 Apr 2009 14:03:47 +0000</pubDate> <dc:creator>Redação</dc:creator> <category><![CDATA[Lançamentos]]></category> <category><![CDATA[Livros recomendados]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=4338</guid> <description><![CDATA[Foi ontem, 16/04, o lançamento do livro &#8220;Arquitetura, Urbanismo e Legislação &#8211; aprendendo a construir&#8221;, da professora Hilma Amaral, editado pela Thesaurus Editora de Brasília, realizado no Restaurante Carpe Diem, da 104 Sul.
O evento reuniu amigos e admiradores da autora num bate-papo descontraído, num ambiente familiar e prazenteiro. Segundo às palavras do editor Victor Tagore, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id="attachment_4339" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/1919/arquitetura-urbanismo-e-legislacao-aprendendo-a-construir/?affid=nosrevista" target="_blank"><img
class="size-full wp-image-4339" title="capa_hilma_amaral2" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/04/capa_hilma_amaral2.jpg" alt="Livro ensina regras de construção à profissionais da construção civil e do urbanismo, sejam alunos, professores, arquitetos e construtores, mesmo que eventuais." width="200" height="278" /></a><p
class="wp-caption-text">Livro trata das regras de construção aos profissionais da construção civil e do urbanismo, sejam alunos, professores, arquitetos e construtores, ainda que eventuais.</p></div><p>Foi ontem, 16/04, o lançamento do livro &#8220;Arquitetura, Urbanismo e Legislação &#8211; aprendendo a construir&#8221;, da professora <a
href="http://www.thesaurus.com.br/autor/hilma-amaral" target="_blank">Hilma Amaral</a>, editado pela <a
href="http://www.thesaurus.com.br/?affid=nosrevista" target="_blank">Thesaurus Editora de Brasília</a>, realizado no Restaurante Carpe Diem, da 104 Sul.</p><p>O evento reuniu amigos e admiradores da autora num bate-papo descontraído, num ambiente familiar e prazenteiro. Segundo às palavras do editor Victor Tagore, &#8220;o livro atende uma demanda antiga, já que para um país em desenvolvimento contínuo como o Brasil, é de suma importância que seu crescimento aconteça de forma planejada e coordenada e a construção civil é um dos alicerces desse crescimento&#8221;.</p><div
id="attachment_4343" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img
class="size-full wp-image-4343" title="hilma21" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/04/hilma21.jpg" alt="Hilma autografou o livro para amigos e admiradores do seu trabalho desenvolvido há mais de 2 décadas na capital da República " width="300" height="225" /><p
class="wp-caption-text">Hilma autografou o livro para amigos e admiradores do seu trabalho desenvolvido há mais de 2 décadas na capital da República</p></div><p>O livro foi apresentado ao público leitor como obra capaz de ajudar a nortear o desenvolvimento, especificamente na capital do Brasil, cidade que é resultante de um grande sonho arquitetônico, símbolo, exemplo e referência para o mundo. Nessa obra, Hilma Amaral, analisa e interpreta de forma didática as leis e normas que devem ser conhecidas e obedecidas por todos os profissionais da arquitetura e da construção civil em um trabalho que é resultado de estudo e prática de mais de duas décadas.</p><div
id="attachment_4344" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img
class="size-full wp-image-4344" title="hilma3" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/04/hilma3.jpg" alt="A autora, de vermelho, recebe o carinho dos estudantes" width="300" height="225" /><p
class="wp-caption-text">A autora, de vermelho, recebe o carinho dos estudantes e amigos</p></div><p>Para aqueles que se relacionam às atividades da arquitetura, urbanismo e da construção civil, construir representa um ato profundamente arraigado, decorrente de um fluxo contínuo entre os movimento de ver, aprender, comparar e desenvolver ao exterior em forma de obra e cidade.</p><div
id="attachment_4345" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img
class="size-full wp-image-4345" title="hilma4" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/04/hilma4.jpg" alt="Hilma Amaral recebeu o carinhos dos amigos durante o lançamento do livro realizado no Carpe Diem" width="300" height="225" /><p
class="wp-caption-text">Hilma Amaral recebeu o carinhos dos amigos durante o lançamento do livro realizado no Carpe Diem</p></div><p>Mas este processo que se introjeta nos profissionais dessas areas não podem ser aleatório. As regras da convivência, das interações entre seres humanos e seus espaços específicos, sobretudo urbanos, por sua própria complexiadade exige a imposição de limites que se traduzem no respeito nas normas do conviver. Estas limitações se materializam nas legislações aplicáveis, impondo regras à coexistência na dinâmica do construir. Com o intuito de divulgar  o que até pouco tempo era restrito a poucos, o livro atende aqueles profissionais da construção civil e do urbanismo, sejam alunos, professores, arquitetos, engenheiros e construtores, mesmo que eventuais.</p><p><a
href="http://www.thesaurus.com.br/autor/hilma-amaral" target="_blank">Sobre a autora</a><br
/> Hilma Almeida do Amaral nasceu no Rio de Janeiro mas vive em Brasília desde agosto de 1960. Chegou com o início do Plano Piloto ainda em processo de execução com os projetos pioneiros das Superquadras 105/305 sul parcialmente edificados e a Unidade de Vizinhança 307/308 e 107/108 sul. Estudou nas primeiras escolas de Brasília na 206 sul CASEB, Ginásio da Asa Norte, CIEM e Universidade de Brasília onde concluiu em 1979 o curso de Arquitetura e Urbanismo e posteriormente em 1983 os cursos de Desenho e Artes Plásticas.</p><p>Em 1983 integrou-se ao Governo do Distrito Federal como arquiteta concursada no antigo DLFO da Secretaria de Viação e Obras. Atualmente exerce o cargo de Exame, aprovação e elaboração de projetos na Administração Regional do Guará.</p><div
id="attachment_4346" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img
class="size-full wp-image-4346" title="hilma1" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2009/04/hilma1.jpg" alt="A festa de lançamento reuniu amigos e admiradores do trabalho desenvolvido por Hilma Amaral" width="600" height="339" /><p
class="wp-caption-text">A festa de lançamento reuniu amigos e admiradores do trabalho desenvolvido por Hilma Amaral</p></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2009/04/17/hilma-amaral-lanca-livro-arquitetura-urbanismo-e-legislacao-no-restaurante-carpe-diem/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> </channel> </rss>
<!-- Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: http://www.w3-edge.com/wordpress-plugins/

Minified using disk
Page Caching using disk (enhanced) (user agent is rejected)

Served from: www.nosrevista.com.br @ 2010-07-31 08:21:38 -->