<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?> <rss
version="2.0"
xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
><channel><title>Nós - Fora dos Eixos &#187; Olhares Diferentes</title> <atom:link href="http://www.nosrevista.com.br/categoria/olhares-diferentes/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.nosrevista.com.br</link> <description>Revista Cultural e Literária</description> <lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 15:07:33 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator> <item><title>O DNA Sintético à Luz das Ciências Exatas de Krsna</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/17/o-dna-sintetico-a-luz-das-ciencias-exatas-de-krsna-2/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/17/o-dna-sintetico-a-luz-das-ciencias-exatas-de-krsna-2/#comments</comments> <pubDate>Sun, 18 Jul 2010 01:46:39 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Olhares Diferentes]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=13422</guid> <description><![CDATA[Por Wagner Vila Sresthas (José Araújo Wagner) e Hilda Rádhá Govinda (Hilda Cipriano De Acácio) * Especial Para Nos – Fora dos Eixos O DNA sintético à luz das Ciências Exatas de KRSNA, inicialmente nos transporta para o oitavo problema de Hilbert. O oitavo problema da lista de Hilbert a hipótese de Riemann, chamada de [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
class="mceTemp"><div
id="attachment_13431" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/J.-Craig-Venter.jpg"><img
class="size-full wp-image-13431" title="J. Craig Venter" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/J.-Craig-Venter.jpg" alt="" width="600" height="350" /></a><p
class="wp-caption-text">J. Craig Venter, a polêmica da célula sintética. Divulgação.</p></div></div><p>Por <strong>Wagner Vila Sresthas (</strong>José Araújo Wagner) e</p><p><strong>Hilda Rádhá Govinda (</strong>Hilda Cipriano De Acácio<strong>) *</strong></p><p>Especial Para <strong>Nos – Fora dos Eixos</strong></p><p>O DNA sintético à luz das Ciências Exatas de KRSNA, inicialmente nos transporta para o oitavo problema de Hilbert. O oitavo problema da lista de Hilbert a hipótese de Riemann, chamada de função zeta de Riemann e a fórmula OM, são os símbolos mais inteligentes das matemáticas.</p><p><strong>Contrapondo </strong>“as limitações do método matemático” focado por Gödel – das proposições indecidíveis, a soma OM – é a única completude que não difere da consistência.</p><p><strong>A raiz verbal</strong> NAD (1P—NADATI), que significa rugir ou vibrar, que se significa som e indica a primeira vibração na energia transcendental quando ela se expressa na criação da primeira célula do mundo material.</p><p><strong>A forma abreviada</strong> de NADA é chamada de bindu (gota). Nada, a vibração sutil do som transcendental que aparece primeiramente no Éterplasmico dando origem ao coração material do demiurgo semideus Brahma, responsável pela criação deste mundo material.</p><p><strong>Dessa vibração sutil</strong> transcendental surgiu o ÔMKARA. A matemática védica primordial define a sílaba OM como sendo um produto infinitamente complexo.</p><div
id="attachment_13427" class="wp-caption alignright" style="width: 360px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/pitagoras-e1279417102841.jpg"><img
class="size-full wp-image-13427" title="pitagoras" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/pitagoras-e1279417102841.jpg" alt="" width="350" height="523" /></a><p
class="wp-caption-text">Imagem de Pitágoras, pai da matemática.</p></div><p><strong>O matemático Riemann</strong>, que forneceu a matemática da TRG para Einstein e a matemática das linhas curvas do plano urbanístico/ arquitetônico de Brasília, descobriu o padrão místico – regular dos números primos. <strong>A numera- ção Védica do Vale do Hindu de nove no mes: Eka, Dvi, Tri, Catur, Pánca, Sat, Sapta, Asta e Nava; e o Bastão de Isango do Congo, são as primeiras formas de numeração que se tem notícia.</strong></p><p><strong>Intencionalmente e propositalmente,</strong> os conquistadores Asoka e Alexandre, destruíram a documentação histórico-arqueológica do período védico, durante os incêndios lançados sobre a Biblioteca de Alexandria.</p><p><strong>Durante milênios</strong>, mantida por Parasurama na África e Pelos Pândavas na Índia (3000 A.C.), a cadeia da sucessão discípular Krishina-Parampará, chega ao mundo moderno na forma do veda como ele é por Srila Prabhupada.</p><p><strong>A sílaba OM</strong> &#8211; é peça introdutória usada pelos instrutores do Srímad-Bhagavatam e pelos Brahmanes executores dos atos ritualísticos.</p><div
class="mceTemp">O Srímad Bhavatam é a litera tura consi dera da como a essên cia dos vedas.</div><p><strong>É o mais se creto</strong> e mais impor tante texto assimi lado e transmitido pelos acadêmicos Parivrájakácáryas.</p><p><strong>Todos os vedas</strong>: o Sama, o Atarva, o Ríg-Veda (RG), o Yajur, os Puranas, os Itihásas, os Upanisads, o Mahabharata, o Samhita, o Bagavad-Gita (Texto Poético de cabeceira de Gil Vicente e Fernando Pessoa) e outras literaturas que são emanações da respiração do Ser Krishina, todas elas começam com o ÔMKÁRA.</p><div
class="mceTemp"><div
id="attachment_13428" class="wp-caption alignleft" style="width: 410px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Gregory-Mendel.jpg"><img
class="size-full wp-image-13428" title="Gregory Mendel" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Gregory-Mendel.jpg" alt="" width="400" height="524" /></a><p
class="wp-caption-text">Gregory Mendel</p></div><div
class="mceTemp">Pranava-Ômkára – Pranava é a sílaba secundária. Existe procedimento construtivo que prova ser consistente a teoria axiomática da completude Pranava-Ômkára.</div><p>Além da lógica dos “iguais e simultaneamente diferentes”, do Acyntya Bheda Bheda Tatwa (de Sir Krishina Caetanya Mahaprabhu), foi confirmada pelo matemático Andrew Wiles, com o uso da conjectura de Taniyama Shimura (relação de cada equação elíptica com uma forma modular) somada ao uso da combinação da teoria do matemático Iswasawa com o método Kalyvagin-Flach: não existir solução com números inteiros com n maior que dois para a equação de Fermat: xn + yn = z n.</p><p><strong>Esta fórmula</strong> demonstra que a soma do infinitamente grande com o infinitamente pequeno na perspectiva qualitativa resulta em n=2 (inteiro, primo par único).</p><p><strong>Mas, na perspectiva</strong> quantitativa existirá sempre um diferencial para mais ou para menos na relação da soma do Ser Krishina(K) com a jivátma (Jiva individual).</p></div><p><strong>Até o aparecimento de Gautama Buda</strong> a teoria evolucionista restringia-se às estruturas materiais. A partir dos ensinamentos de Buda, as idéias do “nascimento da alma da matéria refinada para o estado nirvânico”, influenciou de forma errônea todo o pensamento acadêmico metafísico e teológico moderno.</p><div
id="attachment_13437" class="wp-caption alignright" style="width: 398px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/fernando-pessoa.jpg"><img
class="size-full wp-image-13437" title="fernando-pessoa" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/fernando-pessoa.jpg" alt="" width="388" height="599" /></a><p
class="wp-caption-text">Fernando Pessoa</p></div><div><strong>O conceito de entropia generalizada da alma, ou de morte da alma, não faz parte da ciência védica como ela é. Esta ciência da matemática do ômkára que inspirou Pitágoras, Diofhante, os grandes mestres da Kabalah, dos Essênios e dos Patriarcas de todo o mundo, trata da imortalidade da jivátma, da transmigração da alma, reencarnando nos corpos materiais criados inicialmente pelo semideus material Brahma.</strong></div><div><strong> </strong></div><div><strong>Os semideuses</strong> são formas humanas de vida com elevados poderes. Toda a criação material a partir dos oitos elementos primordial é mantida por Krishina-Vishino.</div><p><strong>O poder de pesquisa</strong> da Humanidade permitindo transportar o núcleo do DNA programado em computador, para o núcleo de uma célula é sem dúvida tão brilhante como foi fazer circular pela primeira vez o sangue de um animal dentro de uma máquina, selando o procedimento de transplante de coração de forma definitiva.</p><p><strong>Temos de admitir</strong>, entretanto, ser comum no meio não acadêmico, que experiências técnicas primárias ganhem notoriedade de forma distorcida, com o aval de autoridade renomada no meio científico.</p><p><strong>Atualmente</strong> as experiências do Dr. J. Craig Venter, envolvendo matéria biótica (viva) para produzir núcleos DNA ganha destaque midiático. A produção da semicélula- o mycronsplasma mycoides JCVI-SYN 1.0., além de ser produzido com tecido reutilizável ele depende do recipiente de célula viva preexistente para receber o DNA programado no computador.</p><p><strong>A razão da existência humana</strong> e das demais espécies, da vida como ela é, faz parte do propósito do semideus Brahma.     <strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong></p><div><strong> </strong></div><div><strong></strong></div><p><strong></p><div
id="attachment_13431" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/J.-Craig-Venter.jpg"><img
class="size-thumbnail wp-image-13431" title="J. Craig Venter" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/J.-Craig-Venter-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p
class="wp-caption-text">J. Craig Venter, a polêmica da célula sintética. Divulgação.</p></div><p>Há nove mil novecentos e cinquenta anos (9.950) antes de Darwin publicar seus estudos da evolução pela seleção natural (1859), o recitador do Máhabhárata Vyasadeva (compilado por Lord Ganesha) dá ênfase aos estudos sobre o projeto do semideus Brahma e Manu, que deu origem as oito milhões e quatrocentos mil (8.400.000) espécies que povoam o grande universo do Brahmananda.</p><p></strong></p><p><strong>Sendo quatrocentos mil</strong> (400.000) de seres humanos e oito milhões (8.000.000) das demais espécies. Desdobrando-se entre espécies dentro do mesmo ambiente fechado (oceanos e mesmo no biomba – Gaya/Terra) essas espécies se cruzam na cópula ou devorando uns aos outros, gerando genes exóticos que sobrevivem dentro do processo de seleção natural.</p><p><div
id="attachment_13436" class="wp-caption alignright" style="width: 360px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Gil_Vicente11-e1279421523965.jpg"><img
class="size-full wp-image-13436" title="Gil_Vicente[1]" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Gil_Vicente11-e1279421523965.jpg" alt="" width="350" height="539" /></a><p
class="wp-caption-text">Gil Vicente</p></div><strong>Essas novas formas de genes</strong> têm vida curta, (dentro da nossa diminuta escala de bilhões de anos), observada por Gregory Mendel como unidades hereditárias duradoras e indivisíveis. Comprovada mente esses genes são divisíveis, dependendo do lugar, tempo e circunstân cias.</p><p><strong>Quanto aos genes matrizes</strong> em espécies, eles são para sempre. Quando uma das espécies animal, vegetal, um vírus, ou mesmo uma ameba é extinta, esse gene se torna hospedeiro na forma de um miasma hospedeiro da mesma jivátma (alma, espírito), levando consigo a mente, a inteligência e o falso ego material que o mantém.</p><p><strong>Esses três fatores</strong> constituintes da consciência material é quem irá determinar o próximo corpo dentro das restantes espécies criadas por Brahma e Manu.</p><p><strong>Além do modelo</strong> da vida na terra, o Projeto Brahma e Manu criou espécies com indivíduos replicadores, capazes de sobreviverem sem carbono, sem silício, sem água, espécies de indivíduos que sobrevivem no núcleo do sol, ou em oceanos de amônia.</p><p><strong>Atualmente vale parabenizar</strong> os pesquisadores que repetem a façanha já praticada pela natureza infracelular. As células unidade programática funcional torna-se veículo eficiente do núcleo DNA, implantado pelo método do cientista J. Craig Venter.</p><p><strong>O projeto original</strong> de Brahma e Manu mantido por Krishina-Vishino – distribuiu o DNA entre as células. Cada célula/bilhões existentes dentro corpo humano, contém uma cópia completa do DNA.</p><p><strong>Os cientistas materialistas</strong> não conhecem os Puránas. Os Puránas, ou as antigas histórias do Universo, registram os principais incidentes que ocorreram durante bilhões de anos, não apenas neste planeta localizado dentro do sistema solar, como também em outros sistemas fora da hiper-metagaláxia Brahmananda.</p><p><strong>Os cientistas transcendentalistas</strong>, estudiosos dos vedas como ele é não negligenciam a educação histórica dos Púranas. Fazer ciência quântica relativista, fazer religiosidade devocional, fazer antropologia evolucionista sem levar em consideração os textos da transmissão oral- Parampará-védico é fazer ciência restrita.</p><p><strong>Fica evidente</strong> de que os paradigmas matemáticos da tradição védica estão na base de civilização de Mohenjo Daro, da Mesopotâmia, na introdução da função seno, do sistema de numeração para inteiros; nos estudos de Diofante de Alexandria, de Pitágoras, de Fermat, de Isaac Newton, de Gauss, de Euler, de Riemann; nos estudos astrofísicos astronômicos do físico Mário Shemberg; principalmente na teoria do átomo primitivo de Laimatry (o padre cristão), que criou a versão que resultou na hipótese do Big-Bang, versão essa extraída do modelo da cosmologia védica que trata da criação e dissolução do universo.</p><p><strong>No caso do nosso universo</strong>, medido e observado pelo Hubble, ele teve início com o destelhamento parcial do Sistema Shiva Loka, localizado como uma w-z esfera tridimensional sobre o tecido do Cosmo Brahmananda, e não no hipotético Big-Bang.</p><p><strong>O DNA</strong> como um replicador criado oficialmente para assegurar a permanência do fenômeno da vida no nosso meio, certamente passará por transformações para que a longevidade da idade Dourada, média de mil anos de vida, seja assegurada para os terráqueos humanos (padrão regular da mine era dourada aberta dentro da atual kaliyuga, 10.000 anos, por Sir Krishina Caetanya Mahaprabhu – 1486-1534 – Fundador da Escola Vaishinava na Índia).                                                                                                                        </p><p> *<strong>Wagner</strong> e <strong>Hilda</strong>, jornalistas e escritores.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p><a
href="mailto:wagnerhilda@gmail.com">wagnerhilda@gmail.com</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/17/o-dna-sintetico-a-luz-das-ciencias-exatas-de-krsna-2/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Primeira Epístola a Geraldo Lima</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/11/primeira-epistola-a-geraldo-lima/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/11/primeira-epistola-a-geraldo-lima/#comments</comments> <pubDate>Sun, 11 Jul 2010 06:49:31 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Olhares Diferentes]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=13256</guid> <description><![CDATA[Ou o desabafo de um escritor ateu que acha que, se Deus existe, inventou o Photoshop. Por Homero Gomes * Especial Para Nós – Fora dos Eixos Homero Gomes, escritor curitibano, que pela graça plena do espírito da teimosia persevera pelo caminho da literatura, traçado desde a juventude,    2 a Geraldo Lima, caro colega [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Ou o desabafo de um escritor ateu que acha que, se Deus existe, inventou o <strong>Photoshop.</strong></p><div
id="attachment_13257" class="wp-caption alignnone" style="width: 641px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/alessandro-botticelli-the-banquet-in-the-pine-forest.jpg"><img
class="size-full wp-image-13257" title="alessandro-botticelli-the-banquet-in-the-pine-forest" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/alessandro-botticelli-the-banquet-in-the-pine-forest.jpg" alt="" width="631" height="355" /></a><p
class="wp-caption-text">Alessandro Botticelli, The banquet in the pine forest.</p></div><p>Por <strong>Homero Gomes</strong> *</p><p>Especial Para <strong>Nós – Fora dos Eixos</strong></p><p>Homero Gomes, escritor curitibano, que pela graça plena do espírito da teimosia persevera pelo caminho da literatura, traçado desde a juventude,   </p><p>2 a Geraldo Lima, caro colega de ofício, amigo a distância e por afinidade estética.</p><p><strong>3 Estou na quarta banana</strong> e nada de passar este torcicolo.</p><p>4 Tentei deixar um tempo passar antes de colocar tudo o que pensei nos últimos meses sobre seu romance UM. Nesse mais de um ano.</p><p>5 <strong>Mas parece que alguma coisa</strong> não está dando certo, talvez devesse estar em casa, chafurdado nos meus pensamentos, na intimidade da minha caverna.</p><div><strong></strong></div><p><strong></p><div
id="attachment_13259" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/geraldo-lima1-e1278830717843.jpg"><img
class="size-full wp-image-13259" title="geraldo-lima" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/geraldo-lima1-e1278830717843.jpg" alt="" width="200" height="299" /></a><p
class="wp-caption-text">Geraldo Lima, escritor. Divulgação.</p></div><p>6 Pelo visto, pagarei</p><p>a dívida com você e comigo, pois me cobrei durante todo esse tempo, com dores &#8211; como Cristo na cruz. 7 Pretensão minha, talvez. 8 Mas a dor é real e, ao menos que o próprio Cristo apareça vestido de violeta, flutuando no teto do meu escritório, ela será mais real que</p><p></strong></p><p>9 o salvador do mundo</p><p><strong>10 príncipe da paz</strong></p><p>11 filho de Davi</p><p>12 messias</p><p>13 o bom pastor. 14 o pão da vida</p><p><strong>15 o filho do homem.</strong></p><p>16 Pelo menos, para mim, hoje, a única coisa real é essa pressão na nuca. Que bem pode ser um espírito pendurado nos meus ombros; é uma possibilidade, mas apenas isso.</p><p><strong>2 No anúncio de uma revista</strong> de distribuição gratuita leio: Sem dor não há resultados. 2 Na mesma hora, lembrei do Sagrado Coração de Jesus.</p><p>3 <strong>Não da devoção ou</strong> prática católica, mas da imagem em que o coração está amarrado a uma coroa de espinhos e que sangra enquanto pega fogo.</p><p><strong>4 Nele está fixa a cruz</strong>, que é o maior símbolo da dívida humana paga com dores.</p><p>5 Por isso meu torcicolo lembra o seu UM.</p><div
id="attachment_13262" class="wp-caption alignright" style="width: 531px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Sandro-Botticelli-Alessandro-di-Mariano-Filipepi.jpg"><img
class="size-full wp-image-13262" title="Sandro Botticelli (Alessandro di Mariano Filipepi)" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Sandro-Botticelli-Alessandro-di-Mariano-Filipepi.jpg" alt="" width="521" height="540" /></a><p
class="wp-caption-text">Botticelli</p></div><p><strong>6 Porque me lembra o Sagrado Coração de Jesus</strong>, que me lembra o próprio Jesus, filho de Deus, que me lembra o próprio Deus, que me lembra minhas dúvidas juvenis, minhas buscas, os meus enganos, os meus falsos milagres e as provas de vocação.</p><p>7 <strong>Mas de alguma maneira</strong> o casal de modelos do anúncio me tira a concentração.</p><p>8 Meu torcicolo aumenta.</p><p>9 <strong>Vigorexia</strong> é algo tão misteriosa pra mim quanto a teologia. Homem com tetas? Mulher com coxas maiores que as minhas?</p><p>10 <strong>Sou tão cético</strong> que chego a pensar que se Deus existe foi ele o inventor do Photoshop.</p><p>3 <strong>Geraldo, diferente</strong> de seu protagonista, não vi a face de Deus. 2 Sequer passei perto. Mas, no passado, fazia planos de viajar o mundo pregando o Evangelho.</p><p><strong>Hoje, além de não acreditar</strong> (nem desacreditar) da existência de uma força superior, abandonei a vida boêmia, só não larguei o tabaco. 3 Mas atuais leis anti-fumo, que transformaram todo o fumante em um anti-Cristo, me fizeram repensar esse meu hábito tão prazeroso. Não quero ser a Besta que surgiu do mar.</p><p><strong>4 Ler seu livro</strong>, do contrário, não foi prazeroso. Mas não se preocupe, isso não é ruim. Pois, não sou adepto da macrobiótica, nem da União do Vegetal.</p><p>5 <strong>Procuro sempre leituras</strong> que me desestabilizem, masoquismo literário, isso sim. 6 A inocência eu já perdi, então que os textos me arrombem.</p><p><strong>7 Ao entrar na caverna</strong> de seu protagonista revivi muito da minha juventude, sim, mas não aquela ingenuidade. Não quis buscar a Deus e ao seu Reino na Terra novamente.</p><p><strong>8 Talvez, isso seja ruim</strong>. 9 Ainda estou contaminado com o ceticismo imperante na literatura do pós-modernismo e da virada do século. Mas percebo uma guinada para algo muito próximo a um Romantismo ruminado com Simbolismo decadentista.</p><p><strong>10 Mas denominações</strong> só atrapalham a imersão. 11 Fui batista, eu confesso. Preguei ao lado do pastor da minha igreja. Aconselhei jovens e velhinhas. Dei de dedo nos “esquenta banco” e, quando percebi que estava esfriando e chamuscando o banco da igreja, pulei fora antes que dessem dedada no meu olho.</p><p><strong>11 Não busco mais nada</strong>. A transcendência, agora, busco na literatura. Não sei como tudo isso se deu. Acredito que de tanto querer, de tanto acreditar.</p><p><strong>12 Não sinto falta</strong>. Mas quem sabe eu não seja um dia arrebatado num deus ex machina tão espetacular quanto aquele que o UM estampa? Não sei. Essa leitura me incomodou. Foi lá no meu passado e revirou lembranças.</p><p><strong>13 Falar de Deus</strong> não deve ter sido fácil pra você. Ler também não foi.</p><p>14 Mas agora estou com frio. O espírito que se movia em mim morreu. O ar congela ao meu redor, Geraldo. 15 Onde os carros de fogo que não vejo?</p><p>16 A torcicolo permanece. Esse daimon é pesado pra cacete.</p><p>*<strong>Homero Gomes</strong> (Curitiba/PR, 1978). É escritor. Está publicando Jamé<a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/geraldo-lima-um.jpg"><img
class="alignright size-medium wp-image-13260" title="geraldo-lima-um" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/07/geraldo-lima-um-210x300.jpg" alt="" width="210" height="300" /></a> Vu na internet, enquanto ele está no prelo. Autor dos inéditos Sísifo Desatento (contos) – finalista do SESC de Literatura edição 2007 – Três (teatro), Mímesis (poemas e microprosa-poética) e A Jornada de A Bao A Qu (infanto-juvenil). Colaborou com Rascunho, Cult, Germina Literatura, Ficções e TriploV. É colunista do site O BULE: <a
href="http://www.o-bule.blogspot.com/">www.o-bule.blogspot.com</a></p><p><a
href="mailto:homero.gomes@gmail.com">homero.gomes@gmail.com</a></p><p><strong>Serviço</strong></p><p>Autor: Geraldo Lima</p><p>Título: <em>Um</em></p><p>LGE Editora 2009</p><p><a
href="mailto:gera.lima@brturbo.com.br">gera.lima@brturbo.com.br</a></p><p><a
href="http://bit.ly/a5mWV2">http://bit.ly/a5mWV2</a></p><p><a
href="http://www.baque-blogdogeraldolima.blogspot.com/">WWW.baque-blogdogeraldolima.blogspot.com</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/07/11/primeira-epistola-a-geraldo-lima/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Reflexões Para Fazer o Homem e o Mundo Melhores</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/06/11/reflexoes-para-fazer-o-homem-e-o-mundo-melhores/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/06/11/reflexoes-para-fazer-o-homem-e-o-mundo-melhores/#comments</comments> <pubDate>Fri, 11 Jun 2010 17:24:33 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Olhares Diferentes]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=12495</guid> <description><![CDATA[No mês comemorativo de 1 ano do Planeta Voluntários, seguem esses Pensamentos de Bondade – Por Planeta Voluntários. Por: Marcio Demari * Especial Para Nós – Fora dos Eixos. &#8220;Não existe exercício melhor para o coração do que se inclinar e levantar pessoas.&#8221; (John Andrew Holmes). &#8220;O pobre faz mais bem ao rico, aceitando a [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>No mês comemorativo de 1 ano do Planeta Voluntários, seguem esses  Pensamentos de Bondade – Por Planeta Voluntários.</p><div
id="attachment_12496" class="wp-caption alignnone" style="width: 760px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/06/sao-paulo-por-rembrandt.jpg"><img
class="size-full wp-image-12496" title="sao-paulo-por-rembrandt" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/06/sao-paulo-por-rembrandt.jpg" alt="" width="750" height="914" /></a><p
class="wp-caption-text">São Paulo, óleo sobre tela, por Rembrandt. Reprodução.</p></div><p>Por: <strong>Marcio Demari</strong> *</p><p>Especial Para <strong>Nós – Fora dos Eixos</strong>.</p><p>&#8220;<strong>Não existe exercício melhor</strong> para o coração do que se inclinar e levantar pessoas.&#8221; (John Andrew Holmes).</p><p>&#8220;<strong>O pobre faz mais bem ao rico</strong>, aceitando a sua caridade, do que rico faz o pobre oferecendo-a&#8221;.  (Talmude)</p><p>&#8220;<strong>Ainda que eu falasse</strong> a língua dos homens e dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine.&#8221; (São Paulo)</p><div
id="attachment_12497" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/06/ghandi1.jpg"><img
class="size-full wp-image-12497" title="ghandi1" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/06/ghandi1.jpg" alt="" width="300" height="320" /></a><p
class="wp-caption-text">Ghandi, um dos maiores revolucionários do século XX: liderou a independência da Índia, colônia da Inglaterra, sem que houvesse um tiro sequer. Nota da Redação.</p></div><p>&#8220;<strong>Lembre-se que se algum dia</strong> você precisar de ajuda, você encontrará uma mão no final do seu braço. À medida que você envelhecer, você descobrirá que tem duas mãos &#8212; uma para ajudar a si mesmo, e outra pra ajudar aos outros.&#8221; (Audrey Hepburn)</p><p>“<strong>Aqueles que tomam</strong>, no final perdem; mas aqueles que dão, ganham eternamente. Esta é uma regra que o Universo nunca quebra.&#8221; (Douglas M. Lawson)</p><p>“<strong>Consciente ou inconscientemente</strong>, cada um de nós presta um ou outro serviço. Se nós cultivamos o hábito de fazer este serviço deliberadamente, nosso desejo de servir crescerá gradualmente e faremos não apenas nossa própria felicidade, mas da sociedade em geral.&#8221; (Mahatma Gandhi)</p><p>“<strong>Dar nos libera do território familiar</strong> de nossas próprias necessidades, abrindo nossa mente para os mundos inexplicáveis ocupados pelas necessidades dos outros.&#8221; (Bárbara Bush)</p><p>“<strong>Faça todo o bem que você puder</strong>, com todos os recursos que você puder, por todos os meios que você puder, em todos os lugares que você puder, em todos os tempos que você puder, para todas as pessoas que você puder, sempre e quando você puder.&#8221; (John Wesley)</p><div
id="attachment_12498" class="wp-caption alignright" style="width: 361px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/06/dalai-lama.wordpress.com_.jpg"><img
class="size-full wp-image-12498" title="dalai-lama.wordpress.com" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/06/dalai-lama.wordpress.com_.jpg" alt="" width="351" height="434" /></a><p
class="wp-caption-text">Dalai Lama.Por:wordpress.com</p></div><p>“<strong>Eu não sei qual será o seu destino</strong>, mas uma coisa eu sei: os únicos entre vocês que serão realmente felizes são aqueles que procuraram e encontraram como servir.&#8221; (Albert Schweitzer)</p><p>&#8220;<strong>Cada dia a natureza produz o suficiente</strong> para nossa carência. Se cada um tomasse o que lhe fosse necessário, não havia pobreza no mundo e ninguém morreria de fome&#8221; (Mahatma Gandhi)</p><p>&#8220;<strong>Todas as religiões do mundo</strong>, independentemente da sua visão filosófica, baseia-se no preceito de que devemos reduzir o nosso egoísmo e servir aos outros.&#8221; (Dalai Lama)</p><p>&#8220;<strong>Pensamos demasiadamente</strong>, Sentimos muito pouco, Necessitamos mais de humildade; Que de máquinas. Mais de bondade e ternura; Que de inteligência. Sem isso, A vida se tornará violenta e Tudo se perderá.&#8221; (Charles Chaplin)</p><p>&#8220;<strong>Se eu pudesse deixar algum presente</strong> <strong>a você</strong>, deixaria acesso ao sentimento de amar a vida dos seres humanos. A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora&#8230; Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem. A</p><div
id="attachment_12499" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/06/charles-chaplin_ator_.jpg"><img
class="size-medium wp-image-12499" title="charles chaplin_ator_" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/06/charles-chaplin_ator_-300x190.jpg" alt="" width="300" height="190" /></a><p
class="wp-caption-text">Charles Chaplin foi ator, compositor, roterista e diretor cinematográfico.</p></div><p>capacidade de escolher novos rumos. Deixaria para você, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável: Além do pão, o trabalho. Além do trabalho, a ação. E, quando tudo mais faltasse,um segredo: O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída.&#8221; (Mahatma Gandhi)</p><p>Junte-se a Nós!</p><p>* <strong>Marcio Demari</strong> é Diretor Presidente do Planeta Voluntários / Brasil.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p><a
href="mailto:agencia_noticias_network@hotmail.com">agencia_noticias_network@hotmail.com</a></p><p>Você, Instituição ou ONG, Precisando de doações e Voluntários? Você, voluntário, procurando uma Instituição ou ONG? Encontre seu apoio agora aqui! Muitas instituições e Ongs necessitam de ajuda de variados tipos mas não sabem onde conseguir. Interessados podem cadastrar-se e fazer parte do maior banco de dados do Brasil, que cruza informações e viabiliza a ligação entre quem precisa e quem oferece ajuda.</p><p>Voluntários, acesse: <a
href="http://www.voluntarios.log7.net/">http://www.voluntarios.log7.net</a></p><p>Entidade, acesse: <a
href="http://www.entidades.log7.net/">http://www.entidades.log7.net</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/06/11/reflexoes-para-fazer-o-homem-e-o-mundo-melhores/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Compositora Brasiliense Participa do Projeto &#8220;Um Mundo Bem Melhor&#8221;</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/06/04/compositora-brasiliense-participa-do-projeto-um-mundo-bem-melhor/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/06/04/compositora-brasiliense-participa-do-projeto-um-mundo-bem-melhor/#comments</comments> <pubDate>Fri, 04 Jun 2010 12:59:40 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Olhares Diferentes]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=12299</guid> <description><![CDATA[Geórgia W. Alô, cantora e compositora nascida em Brasília (DF), integra o grupo de artistas que estão na versão brasileira do projeto social criado por Michael Jackson em 1985. Por Marcos Assunção Especial Para Nós – Fora dos Eixos. Em 1985, Michael Jackson e Lionel Richie compuseram We are the World (Nós somos o mundo), [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id="attachment_12300" class="wp-caption alignnone" style="width: 527px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/06/GeorgiaW-Alo-cantora.divulgação..jpg"><img
class="size-full wp-image-12300" title="GeorgiaW-Alo-cantora.divulgação." src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/06/GeorgiaW-Alo-cantora.divulgação..jpg" alt="" width="517" height="634" /></a><p
class="wp-caption-text">Georgia W. Alô, cantora e compositora. Foto: divulgação.</p></div><p>Geórgia W. Alô, cantora e compositora nascida em Brasília (DF), integra o grupo de artistas que estão na versão brasileira do projeto social criado por Michael Jackson em 1985.</p><p>Por <strong>Marcos Assunção</strong></p><p>Especial Para <strong>Nós – Fora dos Eixos</strong>.</p><p>Em 1985, Michael Jackson e Lionel Richie compuseram <em>We are the World</em> (Nós somos o mundo), que foi gravada por 45 artistas americanos, entre eles Bob Dylan, em prol do combate à fome na África.</p><p>25 anos depois, esta mesma música foi regravada para ajudar as vítimas do terremoto que abalou o Haiti e causou danos tanto ao país quanto ao coração de seu povo.</p><div
id="attachment_12301" class="wp-caption alignright" style="width: 381px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/06/michael-jackson-por-sorocaba.olx_.com_.br-roupa-do-michael-jackson.jpg"><img
class="size-full wp-image-12301" title="michael-jackson-por-sorocaba.olx.com.br-roupa-do-michael-jackson" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/06/michael-jackson-por-sorocaba.olx_.com_.br-roupa-do-michael-jackson.jpg" alt="" width="371" height="376" /></a><p
class="wp-caption-text">Michael Jackson. Imagem por:sorocaba.olx.com.br-roupa-do-michael-jackson</p></div><p><strong>Brasil Presente</strong></p><p>O Brasil também marca presença neste momento, ao seguir a iniciativa de outros grupos ao redor do mundo que fizeram suas próprias versões da música We Are The World 25 for Haiti.</p><p>O projeto Um Mundo Bem Melhor – versão brasileira do movimento – objetiva também colaborar com campanhas de solidariedade e amor ao próximo, mobilizações e ações em prol da construção de um Brasil ambientalmente sustentável, livre da fome e da miséria.</p><p>Com uma versão em português da canção, e com a participação de dezenas de grandes artistas de Brasília, o projeto busca sensibilizar as pessoas para o fato de que cada um é responsável por construir um mundo melhor.</p><p><strong>Vídeo</strong></p><p>Veja o vídeo no youtube no endereço <a
href="http://www.youtube.com/watch?v=dPx7THH4OTM">http://www.youtube.com/watch?v=dPx7THH4OTM</a> ou pelo site oficial do projeto, em <a
href="http://www.ummundobemmelhor.com.br/"></a></p><div
id="attachment_12303" class="wp-caption alignleft" style="width: 473px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Bob-Dylan.Divulgação..jpg"><img
class="size-full wp-image-12303" title="Bob-Dylan.Divulgação." src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Bob-Dylan.Divulgação..jpg" alt="" width="463" height="581" /></a><p
class="wp-caption-text">Bob Dylan.Divulgação.</p></div><p><a
href="http://www.ummundobemmelhor.com.br/">www.ummundobemmelhor.com.br</a></p><p>Ajude a divulgar o vídeo do projeto Um Mundo Bem Melhor. Prestigie e valorize os artistas da nossa cidade!</p><p>Obrigado.</p><p><strong>*Marcos Assunção</strong></p><p><strong>Serviço:</strong></p><p>Telefone (61) 9214. 6379.</p><p><a
href="mailto:vale.marcos@gmail.com">vale.marcos@gmail.com</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/06/04/compositora-brasiliense-participa-do-projeto-um-mundo-bem-melhor/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Edmar Lins: ‘O Mundo Não Vai Acabar em 2012’</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/05/24/edmar-lins-%e2%80%98o-mundo-nao-vai-acabar-em-2012%e2%80%99/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/05/24/edmar-lins-%e2%80%98o-mundo-nao-vai-acabar-em-2012%e2%80%99/#comments</comments> <pubDate>Mon, 24 May 2010 16:44:17 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Olhares Diferentes]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=12021</guid> <description><![CDATA[Poeta e escritor Edmar Lins contraria as profecias maias segundo as quais o mundo vai acabar em dezembro de 2012. “O que vai acontecer é o alinhamento dos planetas,” assegura. Por Edmar Lins * Especial Para Nós – Fora dos Eixos O mundo vai acabar em 2012? É próprio do ser humano fazer essa celeuma, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Poeta e escritor Edmar Lins contraria as profecias maias segundo as quais o mundo vai acabar em dezembro de 2012. “O que vai acontecer é o alinhamento dos planetas,” assegura.</p><div
id="attachment_12022" class="wp-caption alignnone" style="width: 570px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/2012_de-Roland-Emmerich.jpg"><img
class="size-full wp-image-12022" title="2012_de Roland Emmerich," src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/2012_de-Roland-Emmerich.jpg" alt="" width="560" height="300" /></a><p
class="wp-caption-text">Cena do filme 2012, de Roland Emmerich, sobre a profecia dos maias do fim do mundo. Divulgação.</p></div><p>Por <strong>Edmar Lins</strong> *</p><p>Especial Para <strong>Nós – Fora dos Eixos</strong></p><p>O mundo vai acabar em 2012? É próprio do ser humano fazer essa celeuma, esse barulho. E é natural, é uma novidade. Uma grande quantidade de gente acredita. Embora não seja novidade, o assunto, para alguns.</p><p>O alinhamento dos planetas em 2012, exatamente em 21 de dezembro de 2012. Eu gostaria de fazer uma lembrança do livro de Jorge Bessa, do qual gostei muito, pois ele só toma posição no final e mostra, de um modo sério, inteligente, aliás ele é superinteligente, é paranormal, eu acredito – é <em>2112, Apocalipse Now?</em> (Thesarus).</p><p>É fantástico como ele trata o assunto. Ele diz no livro, falando sobre profetas e profecias – ele tratou assim, como profecia – eu diria que os maias fizeram menos profecias, do que trabalhos astronômicos. Mas Jorge Bessa diz:</p><p>“Os gregos acreditavam que alguns deuses desejavam mesmo responder as perguntas dos mortais”. Assim foram criados locais especiais onde as consultas dos deuses eram realizadas e que receberam o nome de oráculos, entre os quais se destacou o que ficava em Delfos, onde Apolo supostamente falava através de uma Sacerdotisa.</p><div
id="attachment_12023" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/2012.judao_.mtv_.uol_.com_.br_.jpg"><img
class="size-medium wp-image-12023" title="2012.judao.mtv.uol.com.br" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/2012.judao_.mtv_.uol_.com_.br_-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p
class="wp-caption-text">2012, imagens do fim do mundo. Por:judao.mtv.uol.com.br</p></div><p>No livro Três Conceitos para a Riqueza (ainda inédito), que doei para Ordem Rosa Cruz (Amorc), eu digo que: “De acordo com o calendário” do novo tempo de 13 luas e 28 dias, o ano inicia no dia 26 de julho – o que não é entendido pela maioria das pessoas, que logo perguntam por que – segundo lemos refere-se a elevação eliacal, ou seja, o alinhamento da estrela Sírios na latitude de 19,5 graus nortes, a qual está exatamente em função da pirâmide do sol em Teotihuacan, no México, o dia 26 de julho é também um ponto de revelação profético das profecias maias, da tradição do Chilam Balam de Cuceb.</p><p>A conta de Cuceb dos livros de Chilam Balam (de Chuyamel, Mani e o Código Perez), todos concordam com a relação de iniciar a contagem no dia 26 de julho.</p><div
id="attachment_12024" class="wp-caption alignleft" style="width: 184px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/jorge_bessa_jpg.jpg"><img
class="size-full wp-image-12024" title="jorge_bessa_jpg" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/jorge_bessa_jpg.jpg" alt="" width="174" height="260" /></a><p
class="wp-caption-text">Jorge Bessa, escritor, autor de 2012: Apocalipse Now?</p></div><p>Falou-se no que era previsto para ocorrer no dia 1º de janeiro do ano 2000. Entretanto, é importante ressaltar que tal data existe só no Calendário Gregoriano, pois, pelo Calendário Lunar Chinês, vai ser o ano 4696. Pelo Calendário Islâmico-árabe, vai ser o ano 1420. Pela conta larga dos Maias, vai ser o ano 5112. Pelo Calendário Hebreu, vai ser o ano 5759, e pelo Calendário Indú vai ser o ano 2055.</p><p>Não é possível, consideram os estudiosos do assunto, entender o tempo, a partir da estrutura distorcida do Calendário Gregoriano. A estrutura do tempo desse calendário, “Resultou na criação de uma distorção do tempo tridimensional”, que o ser humano contemporâneo ao vivê-la condena-se a si mesmo a um mundo de problemas cada vez maiores.</p><p>Ora, é difícil entender-se que “A verdadeira natureza do calendário é um sistema mental que ordena nosso tempo e nossa realidade”.</p><p>O calendário galáctico de 13 luas de 28 dias, leva a nossa mente a projetar uma realidade harmoniosa e isso é conseguido através da expansão de nosso mente, de modo que a sua ordem esteja de acordo com a ordem cósmica, cujo resultado é um nível de imaginação criativa que permitira a ascensão gradual à dimensões superiores.</p><p>Com essas considerações, nós podemos falar alguma coisa sobre as previsões dos maias de dezembro de 2012. Os maias sempre se dedicaram a fazer esses trabalhos, faziam por períodos e o último período de suas previsões é para esse tempo.</p><div
id="attachment_12025" class="wp-caption alignright" style="width: 163px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/edmar-lins_1_jpg.jpg"><img
class="size-full wp-image-12025" title="edmar lins_1_jpg" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/edmar-lins_1_jpg.jpg" alt="" width="153" height="200" /></a><p
class="wp-caption-text">Edmar Lins:&quot;Distorção do tempo tridimensional.”</p></div><p>Acreditamos plenamente que o alinhamento dos planetas. Acreditamos que esse alinhamento vai trazer modificações para o Planeta Terra, mas isto não significa o final do mundo, nem mesmo um final dos tempos.</p><p>Serão, pensamos, modificações que já começaram a ocorrer e que até 2012 serão ampliadas. É um pensamento de uma pessoa apenas,. Não devo afirmar que é uma verdade. Repito: o processo já começou.</p><p><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/edmar-lins_capa_labirintos_.jpg"><img
class="alignleft size-full wp-image-12026" title="edmar lins_capa_labirintos_" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/edmar-lins_capa_labirintos_.jpg" alt="" width="206" height="310" /></a>A cada ano deve ser acrescido de mais alguma coisa, até o final de 2012, mas também, repito, não é o final de coisa nenhuma, talvez seja o começo de coisas muito boas, apesar de muitos estudiosos do assunto dizerem que até 2035 teremos presente esse processo em nossas vidas.</p><p>* <strong>Edmar Lins</strong> é poeta, teatrólogo, professor e escritor. É autor, entre outros, dos livros: <em>Cânticos e Augúrio de Brasília</em> e <em>Novas e Velhas Emoções</em> (poesia). E <em>Labirintos do Supranormal </em>(Thesaurus). É iniciado da Ordem Rosa Cruz desde 1962.</p><p><a
href="http://www.thesaurus.com.br/">www.thesaurus.com.br</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/05/24/edmar-lins-%e2%80%98o-mundo-nao-vai-acabar-em-2012%e2%80%99/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Pirata é a Mãe!</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/05/24/pirata-e-a-mae/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/05/24/pirata-e-a-mae/#comments</comments> <pubDate>Mon, 24 May 2010 15:28:13 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Olhares Diferentes]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=12015</guid> <description><![CDATA[Por Leonardo Brant * Especial Para Nós – Fora dos Eixos O que é pirataria? Quem são os verdadeiros usurpadores do conhecimento alheio? Quem a pirataria beneficia? E quem atinge? Podemos considerar piratas crianças e jovens que compartilham arquivos, se apropriando do conhecimento gerado por nossa civilização? Quem é o autor de uma obra remixada? [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/pirataéamãe.jpg"><img
class="alignleft size-medium wp-image-12017" title="pirataéamãe" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/pirataéamãe-300x247.jpg" alt="" width="300" height="247" /></a>Por <strong>Leonardo Brant</strong> *</p><p>Especial Para <strong>Nós – Fora dos Eixos</strong></p><p>O que é pirataria? Quem são os verdadeiros usurpadores do conhecimento alheio? Quem a pirataria beneficia? E quem atinge? Podemos considerar piratas crianças e jovens que compartilham arquivos, se apropriando do conhecimento gerado por nossa civilização?</p><p>Quem é o autor de uma obra remixada? Existe obra 100% original? Como sobreviverá o artista diante da proliferação da dita “pirataria”? E a indústria cultural, é necessária numa época de compartilhamento de dados pier-to-pier?</p><p><strong>Compartilhar</strong></p><p>O compartilhamento de arquivos e conteúdos culturais é uma realidade da cultura contemporânea, sobretudo com o avanço do acesso às tecnologias de comunicação e informação e à banda larga. A discrepância entre essa nova cultura e as leis que protegem os detentores dos direitos patrimoniais de obras de interesse público torna-se gritante e anacrônica.</p><div
id="attachment_12018" class="wp-caption alignright" style="width: 330px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/cultura_-www.saomiguel.pr_.gov_.br_.jpg"><img
class="size-full wp-image-12018" title="cultura_ www.saomiguel.pr.gov.br" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/cultura_-www.saomiguel.pr_.gov_.br_.jpg" alt="" width="320" height="240" /></a><p
class="wp-caption-text">Cultura. Imagem por:www.saomiguel.pr.gov.br</p></div><p>A legislação de muitos países – inclusive o Brasil – está em pleno processo de mudança, com uma certa tendência ao recrudescimento das leis, cerceando as práticas de circulação de conteúdos culturais e a criminalizando o download. No âmbito internacional, presenciamos o surgimento do ACTA, que pode ser traduzido como Acordo Comercial Anti-Falsificação, arquitetado a portas fechadas.</p><p><strong>Mercado</strong></p><p>Este assunto é dos mais importantes, não só para as políticas de cultura, mas para qualquer projeto de desenvolvimento, pois confronta diretamente o mercado estabelecido e altamente concentrado, nas mãos de um número muito reduzido de conglomerados de comunicação, que juntos dominam mais de 80% do mercado mundial do imaginário.</p><p>De outro lado, fica a dúvida de como artistas, compositores e escritores poderiam se sustentar, sem a garantia do direito de autor, elemento indispensável para o estímulo à criação. Este é o direito cultural mais antigo, presente na Declaração Universal dos Direitos Humanos e na Carta Magna brasileira. Mas será que a dita “pirataria” impõe sérias restrições ao artista em sua luta por sobrevivência?</p><div
id="attachment_12019" class="wp-caption alignleft" style="width: 325px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/cultura_artesãos_barro_por-anais-toledo_.jpg"><img
class="size-full wp-image-12019" title="cultura_artesãos_barro_por anais toledo_" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/cultura_artesãos_barro_por-anais-toledo_.jpg" alt="" width="315" height="318" /></a><p
class="wp-caption-text">Cultura, artesãos do barro. Imagem por: Anais Toledo.</p></div><p><strong>Corporações</strong></p><p>Na luta contra a concentração de poder das corporações o autor não pode ser deixado de lado. Já vivemos uma espécie de ressaca dos tempos de livre circulação, sobretudo na música.</p><p>Em um momento de euforia cidadã, muitos compositores, fotógrafos, escritores, liberaram suas obras para livre circulação, mesmo sem saber como iriam sobreviver delas mais tarde. Em alguns casos, essa atitude gerou liberdade, inserção de mercado, possibilidade de circulação e ganhos efetivos em outros nós da cadeia produtiva, como a realização de shows e vendas on-line.</p><p>Mas em outros gerou frustração, pois os novos mercados exigem determinadas habilidades que nem todos os autores têm.</p><p><strong>Conhecimento</strong></p><p>O conhecimento por nós produzido deve ser acessível a todos. O acesso a esse conhecimento não pode ser decido por corporações, tampouco financiado por artistas. Faz-se necessária a discussão do papel do Estado e do mercado na defesa desses interesses contraditórios.</p><p>São muitas perguntas incômodas a serem respondidas. As respostas dependem de articulação, de vontade política, de pressão. E principalmente de discussão e propostas de caminhos viáveis para uma transição saudável e viável de modelos econômicos.</p><p>Longe de estar resolvida, a questão gera uma guerra que envolve diplomacia, um poderoso lobby e interfere diretamente na vida de todos nós que criamos e desejamos fazer circular nossas obras.</p><p>Enquanto isso, na sala de justiça: Pirata é a Mãe!</p><div
id="attachment_12016" class="wp-caption alignleft" style="width: 110px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Leonardo-Brant_blogueiro.jpeg"><img
class="size-full wp-image-12016" title="Leonardo Brant_blogueiro" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Leonardo-Brant_blogueiro.jpeg" alt="" width="100" height="100" /></a><p
class="wp-caption-text">Leonardo Brant. Divulgação.</p></div><p>* <strong>Leonardo Brant</strong> é pesquisador de políticas culturais. Autor do livro <em>O Poder da Cultura </em>e diretor do webdocumentário Ctrl-V::Vid</p><p><strong>Serviço</strong></p><p><a
href="http://www.brant.com.br/">http://www.brant.com.br</a></p><p>bumba records <a
href="mailto:bumbarecords@gmail.com">bumbarecords@gmail.com</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/05/24/pirata-e-a-mae/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Matando Dois Coelhos Com Uma&#8230;Caixa D’água!</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/05/13/caixa-d%e2%80%99agua/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/05/13/caixa-d%e2%80%99agua/#comments</comments> <pubDate>Thu, 13 May 2010 13:24:51 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Olhares Diferentes]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=11787</guid> <description><![CDATA[Por Homero Mattos Jr. Especial Para Nós – Fora dos Eixos. Parcimônia; simplicidade; austeridade; modéstia, são virtudes que nos ajudam a viver com saúde e sabedoria. Mas não creio que isto realmente interesse àqueles que produzem de modo a contrariar e a dificultar para os consumidores e para si mesmo o desenvolvimento destas qualidades. Em [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id="attachment_11788" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/John-Lennon.jpg"><img
class="size-medium wp-image-11788" title="John-Lennon" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/John-Lennon-300x295.jpg" alt="" width="300" height="295" /></a><p
class="wp-caption-text">John Lennon (1940-1980). Imagemnm: autor desconhecido.</p></div><p>Por <strong>Homero Mattos Jr.</strong></p><p>Especial Para <strong>Nós – Fora dos Eixos</strong>.</p><p>Parcimônia; simplicidade; austeridade; modéstia, são virtudes que nos ajudam a viver com saúde e sabedoria. Mas não creio que isto realmente interesse àqueles que produzem de modo a contrariar e a dificultar para os consumidores e para si mesmo o desenvolvimento destas qualidades.</p><p><strong>Em meados dos anos 60</strong>, ao comentar a respeito da mansão onde John Lennon morava com a família, o autor de uma biografia autorizada dos Beatles escreveu:</p><p><strong>(sobre os quartos</strong>) “&#8230;são espaçosos, iluminados e luxuosamente decorados (&#8230;) sofás, tapetes, cortinas, tudo com um aspecto de ‘novo’ e ainda ‘não-usado’, tal qual um cenário de Hollywood. (&#8230;) Ninguém parece utilizá-los, embora eles sejam rigorosamente limpos e espanados. Apenas anda-se por eles para, em seguida, sair. Toda a vida familiar transcorre em um pequeno aposento retangular nos fundos da casa, que possui uma parede envidraçada com vistas para as árvores e o jardim mais além. John, sua esposa Cynthia e o filho deles, Julian, passam a maior parte do tempo entre este aposento e a cozinha. A opulência ao redor não parece ter coisa alguma a haver com eles.”[1]</p><p><strong></p><div
id="attachment_11793" class="wp-caption alignleft" style="width: 263px"><strong><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/homero-mattos-jr_escritor_em-sua-segunda-comunhão.jpg"><img
class="size-full wp-image-11793" title="homero mattos jr_escritor_em sua segunda comunhão" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/homero-mattos-jr_escritor_em-sua-segunda-comunhão.jpg" alt="" width="253" height="217" /></a></strong><p
class="wp-caption-text">Homero Mattos Jr.: em sua segunda comunhão.</p></div><p>Acredito que com as devidas</strong> – e incomparáveis – proporções, esta experiência imobiliária da família Lennon é perfeitamente compreensível para todos aqueles, poucos, aos quais a Fortuna concedeu o privilégio de habitar em espaços interiores muito mais amplos do que suas humanas necessidades ou raio de alcance.</p><div
id="attachment_11789" class="wp-caption alignright" style="width: 392px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/john_lennon_6.jpg"><img
class="size-full wp-image-11789" title="john_lennon_6" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/john_lennon_6.jpg" alt="" width="382" height="483" /></a><p
class="wp-caption-text">NOTA DA REDAÇÃO: John Lennon, à frente dos Beatles, liderou uma revolução de comportamento das mais importantes do século XX. Lennon foi assassinado por um fã fanático, que está preso até hoje.</p></div><p><strong>Não sei das lições</strong> que cada um pode extrair desta experiência. Embora existam moradias para todos os egos, o mesmo não ocorre com as coisas básicas (algumas nem tanto) que necessitamos em nosso dia a dia. Não vou falar dos populares 65 cavalos que, em média, impulsionam a massa 50 vezes maior do que o solitário passageiro, nela, a se deslocar.</p><p><strong>Vou falar de algo menor</strong> e com o qual me sinto mais íntimo: as lâminas Gillette Sensor Excel cuja lindíssima e artística caixinha de papelão, impressa em quatro cores com aplique prateado em relevo, mede aproximadamente 5 cm3 e dentro da qual encontramos – surpresa! – outra caixinha de plástico com aproximadamente 3 cm3 adaptada para conter 5 lâminas, porém  – outra surpresa! – contendo somente duas ou três lâminas com aproximadamente 0,4 cm3 cada.</p><p><strong>Ou seja, para qu’eu possa me barbear</strong> sou obrigado a consumir uma massa inútil 12 vezes maior que a utilidade, de fato, nela contida? Quanto será que pago a mais pela obra de arte que, entre outras, não escolheria? Não me importaria, mas, ao contrário, ficaria muito feliz se ao comprar as lâminas que necessito, as visse sendo retiradas de um monte a granel e entregues no balcão e pelo dono do empório ou algum de seus parentes em um minúsculo e tosco saquinho de papel pardo.</p><p><strong></p><div
id="attachment_11791" class="wp-caption alignleft" style="width: 369px"><strong><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/johnLennon_7.gif"><img
class="size-full wp-image-11791" title="johnLennon_7" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/johnLennon_7.gif" alt="" width="359" height="506" /></a></strong><p
class="wp-caption-text">Lennon</p></div><p>Melhor ainda seria</strong> poder utilizar uma navalha do tipo que nossos avôs e bisavôs utilizavam, e que duravam os mesmos 30 anos durante os quais, acredito, consumi lâminas suficientes para construir boa parte de um automóvel.</p><p><strong>Você pode estar se perguntando</strong>: “Por que, então, você não compra uma navalha?” Eu me cortaria todo até aprender a me barbear com uma navalha. Enquanto menino, assistindo aos seriados americanos dos anos 60, aprendi que certas habilidades demandavam um tempo mortal ante as ‘exigências do mundo moderno’ para o qual estavam me preparando.</p><p><strong>Agora, parece, para evitar</strong> a chegada de um tempo mortal devo resgatar certas habilidades tidas, até então, como prosaicas. É possível reaprender.</p><p><strong>Somos obrigados a consumir</strong> coisas que poderiam durar mais, ocupar menos espaço e gastar menos matéria-prima em sua elaboração. Isso para não falar dos métodos de comercialização mais humanos e mais absorventes de (e não da) mão-de-obra, que estes saudáveis conceitos de produção e distribuição ensejam.</p><p><strong>Um saquinho plástico</strong> para cada lote de produtos do supermercado, convenhamos&#8230; Talvez seja para mostrar ao mundo a fartura que há em nosso país.</p><p><strong>Parcimônia; simplicidade</strong>; austeridade; modéstia&#8230; São virtudes que nos ajudam a viver com saúde e sabedoria. Mas não creio que isto realmente interesse àqueles que produzem de modo a contrariar e a dificultar para os consumidores e para si mesmo o desenvolvimento destas qualidades.</p><div
id="attachment_11792" class="wp-caption alignright" style="width: 171px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/homero-mattos-jr_o-autor-em-sua-Primeira-Comunhão.jpg"><img
class="size-full wp-image-11792" title="homero mattos jr_o autor em sua Primeira Comunhão" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/homero-mattos-jr_o-autor-em-sua-Primeira-Comunhão.jpg" alt="" width="161" height="192" /></a><p
class="wp-caption-text">Homero Mattos Jr.: o autor em sua Primeira Comunhão.</p></div><p><strong>Afinal, o que seria</strong> daqueles que produzem os remédios necessários para mitigar o que a falta delas nos causa?</p><p>* <strong>Homero Mattos Jr. </strong>escritor e blogueiro.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p><a
href="mailto:omnros@gmail.com">omnros@gmail.com</a></p><p><a
href="http://www.homeromattosjr.blogspot.com/">www.homeromattosjr.blogspot.com</a></p><p><a
href="http://www.homerotextos.blogspot.com/">www.homerotextos.blogspot.com</a></p><p><a
href="http://www.diogenes.jex.com.br/">www.diogenes.jex.com.br</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/05/13/caixa-d%e2%80%99agua/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Rui Nogueira na Bienal do Livro de Belo Horizonte</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/05/12/rui-nogueira-na-bienal-do-livro-de-belo-horizonte/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/05/12/rui-nogueira-na-bienal-do-livro-de-belo-horizonte/#comments</comments> <pubDate>Wed, 12 May 2010 16:24:44 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Olhares Diferentes]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=11714</guid> <description><![CDATA[Por Redação O médico de família, pesquisador, teatrólogo e escritor Rui Nogueira participa da Bienal do Livro de Belo Horizonte (MG) neste final de semana. A Bienal começa nesta sexta-feira, 14 e vai até o dia 23 de maio. Rui Nogueira fará os lançamentos dos livros O Fluído Etéreo do Amor (contos), Bença Meu Padrim [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id="attachment_11715" class="wp-caption alignleft" style="width: 224px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/rui-nogueira_por-victor-tagore_8_JPG.jpg"><img
class="size-full wp-image-11715" title="rui nogueira_por victor tagore_8_JPG" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/rui-nogueira_por-victor-tagore_8_JPG.jpg" alt="" width="214" height="320" /></a><p
class="wp-caption-text">O escritor Rui Nogueira, por Victor Tagore.</p></div><p>Por <strong>Redação</strong></p><p>O médico de família, pesquisador, teatrólogo e escritor Rui Nogueira participa da Bienal do Livro de Belo Horizonte (MG) neste final de semana. A Bienal começa nesta sexta-feira, 14 e vai até o dia 23 de maio.</p><p>Rui Nogueira fará os lançamentos dos livros <em>O Fluído Etéreo do Amor</em> (contos), <em>Bença Meu Padrim</em> (romance) e <em>Brasil Para os Brasileiros</em> (ensaios indígenas). O escritor também vai proferir palestras.</p><p><strong>Agenda</strong></p><p>A agenda do escritor está apertada. De Belo Horizonte, viajará para o Rio de Janeiro, onde fará palestra no dia 16. Ainda no Rio, vai participar do debate sobre a Situação Brasileira.</p><p>Da Cidade Maravilhosa, Rui Nogueira viajará para Paracatu (MG), onde participará de uma mesa redonda sobre Mineração do Ouro.</p><p>Depois, voltará a Belo Horizonte, onde cumprirá compromissos literários e só então retornará ao Distrito Federal, onde reside.</p><p><strong>Alerta aos Brasileiros</strong></p><p>Rui Nogueira é um articulista polêmico. Está sempre falando em defesa do Brasil e da cultura do povo brasileiro. No livro <em>Brasil Para os Brasileiros</em>, adverte:</p><div
id="attachment_11716" class="wp-caption alignright" style="width: 224px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/rui-nogueira_por-victor-tagore_4_JPG.jpg"><img
class="size-full wp-image-11716" title="rui nogueira_por victor tagore_4_JPG" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/rui-nogueira_por-victor-tagore_4_JPG.jpg" alt="" width="214" height="320" /></a><p
class="wp-caption-text">Rui Nogueira, por Victor Tagore, na redação da Nós - Fora dos Eixos.</p></div><p>“A precipitação dos acontecimentos em nível mundial, com os países dominantes, os grupos financeiros e as transnacionais envidando todos os esforços para que o estouro da bolha de aplicações financeiras virtuais descarregue os seus prejuízos em cima da população explorada do Terceiro Mundo traz a obrigação de divulgar o que acontece.</p><p>A principal estratégia das grandes empresas é a de omitir informações como uma forma de não desencadear discussões, estabelecer contraditórios e, assim, bloquear a formação de opiniões consistentes.</p><p><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/rui-nogueira_capa_bença_3.jpg"><img
class="alignleft size-medium wp-image-11717" title="rui nogueira_capa_bença_" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/rui-nogueira_capa_bença_3-250x300.jpg" alt="" width="250" height="300" /></a>Nesta situação, para a população, tudo acontece como fato consumado. Ai dos excluídos!”</p><p><strong>Serviço</strong></p><p><em>Bença Meu Padrim </em>(romance, Thesaurus 2010). <a
href="http://www.thesaurus.com.br/">www.thesaurus.com.br</a></p><p>Para entrar em contato com Rui Nogueira e conhecer mais o seu trabalho: <a
href="mailto:rui.sol@anbr.com.br">rui.sol@anbr.com.br</a></p><p><a
href="http://www.amigopatriota.com/">www.amigopatriota.com</a></p><p><a
href="http://www.nacaodosol.org/">www.nacaodosol.org</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/05/12/rui-nogueira-na-bienal-do-livro-de-belo-horizonte/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Cidadania, Direitos e Deveres</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/05/07/cidadania-direitos-e-deveres/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/05/07/cidadania-direitos-e-deveres/#comments</comments> <pubDate>Fri, 07 May 2010 13:51:40 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Olhares Diferentes]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=11568</guid> <description><![CDATA[Por Paulo Pereira de Sousa * Especial Para Nós – Fora dos Eixos. Ao começar discorrer sobre o tema cidadania (direitos e deveres), gostaria de elucidar um pensamento de um grande ícone da política de nosso País: Tancredo Neves! No dia 15 de janeiro de 1985, inicia seu discurso de agradecimento aos brasileiros, pela vitória [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id="attachment_11569" class="wp-caption alignleft" style="width: 360px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/cidadania-e-direitos-humanos_imagem-por_www.acores.net_.jpg"><img
class="size-full wp-image-11569" title="cidadania e direitos humanos_imagem por_www.acores.net" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/cidadania-e-direitos-humanos_imagem-por_www.acores.net_.jpg" alt="" width="350" height="350" /></a><p
class="wp-caption-text">Cidadania e direitos humanos. Imagem por: www.acores.net</p></div><p>Por <strong>Paulo Pereira de Sousa</strong> *</p><p>Especial Para <strong>Nós – Fora dos Eixos.</strong></p><p>Ao começar discorrer sobre o tema cidadania (direitos e deveres), gostaria de elucidar um pensamento de um grande ícone da política de nosso País: Tancredo Neves! No dia 15 de janeiro de 1985, inicia seu discurso de agradecimento aos brasileiros, pela vitória nas eleições à Presidência da República do Brasil, com a seguinte eloquência: “não há Pátria onde falta democracia”. E partindo desta tão sábia afirmação, acrescento para vocês, caros leitores, que sem democracia não há cidadania. Onde não há cidadania não há cidadão e como consequência de tudo não há indivíduo socialmente politizado e nem sociedade civil.</p><p><strong>Se até hoje temos nos contentado com a democracia representativa</strong>, não há como deixar de sonhar com mecanismos típicos da democracia direta que possibilitem a presença mais constante do povo nas decisões de interesse coletivo. É impossível falar de cidadania sem lavar em conta o indivíduo, o cidadão. Sustentando desta forma, a seguinte argumentação: que para participar enquanto cidadão pleno é preciso que haja politização, caso contrário, haverá apatia ou manipulação. Daí o grande desafio: quem educa o cidadão para que ele possa usufruir dos seus direitos assegurados pela Constituição, tornando-se consciente dos seus direitos e deveres para com a sociedade, através de um processo gradativo e simultâneo?</p><div
id="attachment_11570" class="wp-caption alignright" style="width: 321px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/tancredo-neves-1910-1985.jpg"><img
class="size-full wp-image-11570" title="tancredo neves (1910-1985)" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/tancredo-neves-1910-1985.jpg" alt="" width="311" height="450" /></a><p
class="wp-caption-text">Tancredo Neves (1910-1985).</p></div><p><strong>A Cidadania, Senhoras e Senhores leitores</strong>, se aprende no exercício mesmo da cidadania. É no contexto e no âmbito da mais sublime forma de sociedade que é a família, onde se recebe os ensinamentos imprescindíveis para começar discernir o que são direitos e o que são deveres. A família, “célula mãe da sociedade”, como falou o grande e inesquecível orador Dom Elder Câmara, é a base e o terreno fértil para suscitar no indivíduo as dimensões de Deus, de mundo e de si próprio como ser sociável. É fazendo-se presente nas decisões da vida pública, que alcançaremos os mais altos patamares de reconhecimento e emancipação da liberdade humana.</p><p><strong>Sem subestimar o papel da escola</strong> como uma aliada importantíssima neste processo, não é nela fundamentalmente que se da a aprendizagem, pois há riscos da ideologia e do discurso vazio; “onde as ideias não correspondem aos fatos”, como cantou o Poeta Cazuza. Para construir uma verdadeira cidadania é preciso que se tenha um ensino da mais alta relevância acompanhado pela ampliação dos espaços de atuação política do cidadão na sociedade.</p><p><strong>Caros amigos leitores</strong>! A participação popular se intensifica com as organizações saídas da própria sociedade civil. Essas organizações ao colocarem seus representantes em confronto com o poder constituído tornam-se verdadeiras escolas de cidadania. Desta forma concluo, insistindo que devemos ter uma especial preocupação e dedicação incansável sobre tudo pelos jovens, tão fáceis às ilusões quanto ás desilusões, mas sem esquecer o potencial de cidadania que ainda se encontra adormecido dentro deles podendo vir à tona a qualquer momento. E como disse o grande filósofo e matemático, Empédocles: “se não quer punir um adulto, invista na criança”.</p><p><strong></p><div
id="attachment_11571" class="wp-caption alignleft" style="width: 242px"><strong><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/paulo-pereira-de-sousa-filósofo.jpg"><img
class="size-medium wp-image-11571" title="paulo pereira de sousa, filósofo" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/paulo-pereira-de-sousa-filósofo-232x300.jpg" alt="" width="232" height="300" /></a></strong><p
class="wp-caption-text">Paulo Pereira de Sousa, filósofo.</p></div><p>O importante do processo</strong> é que, ao lado dos outros poderes, como o poder oficial do município, do Estado e da União e poder das elites econômicas, desenvolve-se o poder alternativo. Ou seja, o esforço coletivo na defesa de interesses comuns transforma a população sem expressividade e sem politização em comunidade verdadeira. Portanto, precisamos reconhecer que se faz necessário hoje, o aprofundamento da consciência desse destino comum que é a cidadania, procurando agir com coerência, através do pequeno limiar de razão que ilumina o nosso caminho como homens e mulheres.</p><p>* <strong>Paulo Pereira</strong> de Sousa é professor Licenciado em Filosofia pela Universidade Estadual do Ceará.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p><a
href="mailto:pauloagna@hotmail.com">pauloagna@hotmail.com</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/05/07/cidadania-direitos-e-deveres/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Álbum de Hollywood</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/05/07/album-de-hollywood/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/05/07/album-de-hollywood/#comments</comments> <pubDate>Fri, 07 May 2010 13:17:46 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Olhares Diferentes]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=11560</guid> <description><![CDATA[Por Geraldo Borges * Especial Para Nós – Fora dos Eixos. Em Teresina (PÍ), Hollywood foi para mim durante o meu período de adolescência e mocidade uma ilha de fantasia O meu fraco mesmo era o cinema; vesperal, as tarde de sábado e domingo, no cine Rex e no Theatro. Caso me faltasse dinheiro no [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/geraldo-borges_ilustrações.jpg"><img
class="alignleft size-full wp-image-11561" title="geraldo borges_ilustrações" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/geraldo-borges_ilustrações.jpg" alt="" width="413" height="388" /></a>Por <strong>Geraldo Borges</strong> *</p><p>Especial Para <strong>Nós – Fora dos Eixos.</strong></p><p>Em Teresina (PÍ), Hollywood foi para mim durante o meu período de adolescência e mocidade uma ilha de fantasia O meu fraco mesmo era o cinema; vesperal, as tarde de sábado e domingo, no cine Rex e no Theatro. Caso me faltasse dinheiro no bolso para pagar a entrada, eu varava. Era uma difícil proeza, mas, às vezes, eu me arriscava. Varar era pular o muro e entrar no cinema de graça. Isto acontecia, com raridade, mas acontecia.</p><p><strong>De tanto ver filme</strong> comecei a gostar das estrelas e dos astros. As estrelas eram as atrizes, os astros eram os atores Na parede dos cinemas os retratos das atrizes e dos atores se escancaravam em grandes cartazes, todos sorridentes. Uma vez não me contive e furtei um cartaz de Píer Angeli, que estava sorrindo para mim. Ninguém viu. Senti-me como se estivesse em Hollywood.</p><p><strong>O importante para mim</strong> não era o nome do titulo do filme, quem dava valor ao filme era o nome do artista, e mesmo artista famoso não fazia fita ruim. Logo mais eu me esquecia o nome dos filmes. Mas os nomes dos artistas era um enxame na minha memória. Se eu via uma fita com John Wayne, quando termina a sessão eu saia de dentro do cinema com os ombros levantados e caminhando diferente e com vontade de usar botas, chapéu, esporas, montar a cavalo e sair por ai galopando com um revolver na cintura.</p><div
id="attachment_11562" class="wp-caption alignright" style="width: 340px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Grace-Kelly-atriz.jpg"><img
class="size-full wp-image-11562" title="Grace Kelly, atriz" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Grace-Kelly-atriz.jpg" alt="" width="330" height="495" /></a><p
class="wp-caption-text">Grace Kelly</p></div><p><strong>Mas já que falei no nome</strong> de um astro por que não nomeá-los um bom numero deles, folheando as paginas deste álbum. James Dean, que morreu na força da idade, e teve um caso com Píer Angeli, que também morreu jovem. Marlon Brando, Tony Curtis, Clark Gable Victor Mature, Frank Sinatra, Gary Cooper, Robert Taylor, Rodolfo Valentino, Tyrone Power, Glenn Ford, que recebeu uma bofetada no filme Gilda, morreu este ano Kirk Douglas, Rock Hudson, Gregory Peck, Cary Grant.</p><p><strong>E as estrelas?</strong> Quem não lembra Ava Garden, beleza estonteante, que veio ao rio e aprontou no hotel pensando talvez que estivesse nos estúdios de Hollywood, Betty Davis, Olivia de Haviland, Liz Taylor, Grace Kelly, que se tornou princesa, e morreu em uma acidente em seu principado. Dóris Day uma verdadeira sereia dentro de uma piscina. Greta Garbo, que apareceu em Minas pela mão mágica e poética do poeta de Itabira. Kim Novak, Jane Fonda, Esther William. Rita Rayworth, Marylin Monroe, Greta Garbo, todas estas estrelas faziam parte do meu álbum de Hollywood.</p><p><strong>Uma vez por outra</strong> caía em minhas mãos a Cinelândia e eu lia reportagens, entrevistas sobre estrelas e astros, seus casamentos, seus divórcios, seus casos. Era outro mundo que engravidava cada vez mais à minha fantasia. Mas tudo isso passou, Não é mais possível rebobinar as fitas com o mesmo entusiasmo de antanho. A face áurea do cinema morreu, pelo menos para mim com o seu ritual, com os documentários versões de Herbert Richers na introdução.</p><p><strong></p><div
id="attachment_11563" class="wp-caption alignleft" style="width: 331px"><strong><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/James-Dean-1931-1955.jpg"><img
class="size-full wp-image-11563" title="James Dean (1931 - 1955)" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/05/James-Dean-1931-1955.jpg" alt="" width="321" height="450" /></a></strong><p
class="wp-caption-text">James Dean (1931-1955)</p></div><p>O escurinho do cinema</strong> não é mais uma frase romântica, é uma frase de museu. Se bem que no momento a cultura brasileira está sendo agraciada com centenas de cinemas pelos municípios afora. Como o bom da profecia é não se cumprir tomara que estes cinemas não virem ruínas provincianas nos cus de Judas deste Brasil.</p><p><strong>O Cine Rex</strong>, onde o meu amigo e vizinho Cavu foi porteiro durante muito tempo, tentou sobreviver com filmes pornográficos; mas até o escândalo da carne cansa, e faliu. Fechou as portas, esvaziou o espaço cultural da Praça Pedro Segundo. O Theatro, onde a família de seu Ferreira deu o duro por muitos anos também desistiu da aventura do cinema. Quando os ventos pareciam ainda promissores começaram a construir um prédio para instalar o seu cinema num espaço próprio. Mas já era tarde. Não conseguir inaugurá-lo A ruína dos cinemas marcaram uma época em Teresina.</p><p><strong>Depois veio a fase dos filmes</strong> em vídeo cassetes, dos DVDs. Paralelo a isso os cinéfilos sempre apreciaram filmes de arte nos cine clubes, uma minoria de pessoas privilegiadas e de bom gosto.</p><p><strong>Parece que a fita do filme</strong> foi quebrada. Mas voltemos ao meu assunto mais intimo. Recapitulemos. Hoje eu presto mais atenção ao titulo do filme, até mesmo por que os artistas atuais já não me chamam atenção, já não me impressionam mais. Quer dizer, nem tanto. Ora por outra fico deslumbrado com o desempenho e o brilho de uma estrela chamada Julia Robert. Sei que existe como no meu tempo de mocidade uma galeria de grandes astros e estrelas no céu da Califórnia, mas eles já não conseguem enxamear a minha imaginação, piscar para mim; o que revela que a o meu filme agora é outro, sem pipoca e coca-cola, preto e branco.</p><p>* <strong>Geraldo Borges</strong> é historiador, escritor e poeta.</p><p>Serviço</p><p><a
href="http://piauinauta.blogspot.com/">http://piauinauta.blogspot.com/</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/05/07/album-de-hollywood/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>
<!-- Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: http://www.w3-edge.com/wordpress-plugins/

Minified using disk: basic
Page Caching using disk: enhanced (User agent is rejected)

Served from: www.nosrevista.com.br @ 2012-02-10 21:37:35 -->
