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><channel><title>Nós - Fora dos Eixos</title> <atom:link href="http://www.nosrevista.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.nosrevista.com.br</link> <description>Revista Cultural e Literária</description> <lastBuildDate>Thu, 02 Sep 2010 14:42:29 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator> <item><title>O Valor da Amizade Não Tem Preço</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/31/o-valor-da-amizade/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/31/o-valor-da-amizade/#comments</comments> <pubDate>Tue, 31 Aug 2010 03:54:25 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[lançamento]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=14288</guid> <description><![CDATA[No livro infantil Naomi e Anita e o Irmãozinho (Thesaurus Editora), a escritora Akemi Nitahara e a ilustradora Adriana Cascae também ensinaram noções de ciência, sociedade e o respeito às diferenças entre as pessoas. Por Redação A escritora Akemi Nitahara e a ilustradora Adriana Cascae se uniram para produzir o livro infantil Naomi e Anita [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>No livro infantil<em> Naomi e Anita e o Irmãozinho</em> (Thesaurus Editora), a escritora Akemi Nitahara e a ilustradora Adriana Cascae também ensinaram noções de ciência, sociedade e o respeito às diferenças entre as pessoas.</p><div
id="attachment_14289" class="wp-caption alignleft" style="width: 410px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/naomi.adriana-e-akemi..jpg"><img
class="size-full wp-image-14289" title="naomi.adriana-e-akemi." src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/naomi.adriana-e-akemi..jpg" alt="" width="400" height="520" /></a><p
class="wp-caption-text">Adriana e Naomi, um livro a quatro mãos. por divulgação.</p></div><p>Por <strong>Redação</strong></p><p>A escritora Akemi Nitahara e a ilustradora Adriana Cascae se uniram para produzir o livro infantil <em>Naomi e Anita e o Irmãozinho </em>(Thesaurus Editora), que será lançado 11 de às15h setembro de 2010 (sábado) no Café da Rua 8 (408 norte), em Brasília (DF).</p><p>Trata-se de um livro de literatura infantil que aborda a chegada de um irmãozinho e a diferença entre as famílias. Naomi e Anita trazem mais um personagem para suas histórias: o irmãozinho Thales.</p><p><strong>Amizade</strong></p><p>As amigas Naomi e Anita já mostraram aos pequenos leitores o valor da amizade, no livro Naomi e Anita. As duas ensinaram noções de ciência, sociedade e o respeito às diferenças entre as pessoas, na sequência Naomi e Anita e suas Descobertas.</p><p>Agora, Naomi e Anita trazem mais um personagem para suas histórias: o irmãozinho Thales. Na obra <em>Naomi e Anita e o Irmãozinho</em>, a autora Akemi Nitahara e a ilustradora Adriana Cascaes trabalham a questão da diferença entre as famílias, que hoje em dia não é mais, necessariamente, formada pelo núcleo pai, mãe e filhos.</p><p><strong>Famílias</strong></p><p>Temos mãe, filha, avó, avô e tia; neta, avô e avó; pai e filhos; e também, pai, mãe, filho e filha. Thales também faz suas próprias aventuras, tem seus próprios amigos e ensina, junto com as “grandes” Naomi e Anita, como aceitar a chegada de um irmãozinho na família, o que nem sempre é tarefa tranquila.</p><div
id="attachment_14290" class="wp-caption alignright" style="width: 410px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/naomi-e-Anita-e-thales..jpg"><img
class="size-full wp-image-14290" title="naomi-e-Anita-e-thales." src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/naomi-e-Anita-e-thales..jpg" alt="" width="400" height="701" /></a><p
class="wp-caption-text">Naomi, Anita e Thales, personagens reais. Divulgação.</p></div><p>Ele vem somar às histórias de Naomi e Anita o respeito e, principalmente, a paciência e o cuidado que é preciso ter com as crianças menores. Tudo de maneira lúdica e facilmente assimilável pelas crianças que começam a se aventurar pelo maravilhoso mundo da leitura.</p><p>O texto, com personagens e situações reais, facilita a identificação do leitor com a história.</p><p><strong>Autora e ilustradora</strong></p><p>Akemi Nitahara, mãe de Naomi e Thales, é jornalista e começou a se aventurar pelas histórias infantis inspirada em seus filhos. Na Rádio Nacional há seis anos, é formada pela Universidade de Brasília (UnB).</p><p>A ilustradora Adriana Cascaes, mãe de Anita, é artista plástica formada pela UnB. Ilustra a série Naomi e Anita motivada pela amizade que há três gerações une essas crianças e suas famílias.</p><p><strong>Personagens</strong></p><p>Anita tem 9 anos, gosta de dançar, tocar violão, andar de bicicleta e é amiga da Naomi. Naomi tem 9 anos, é amiga da Anita e irmã do Thales. Gosta de balé, dos Beatles e de fazer poesia.</p><p>Thales tem 6 anos, é irmão da Naomi e amigo da Anita. Gosta de esportes radicais, anda de skate, bicicleta e faz Le Parkour.</p><p><strong><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/naomi.capa_..jpg"><img
class="alignleft size-medium wp-image-14291" title="naomi.capa." src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/naomi.capa_.-218x300.jpg" alt="" width="218" height="300" /></a>Serviço</strong></p><p>O que: <em>Naomi e Anita e o Irmãozinho</em> (Thesaurus Editora),</p><p>de Akemi Nitahara, com ilustrações de Adriana Cascaes.</p><p>Capa e Colorização: Thiago Sarandy.</p><p>16 páginas.</p><p>Preço: R$ 20,00.</p><p>Lançamento: 11 de setembro de 2010 (sábado), às 15h.</p><p>Local: Café da Rua 8 (408 norte) Informação: (61) 8111-4663.<a
href="http://www.thesaurus.com.br/"> www.thesaurus.com.br</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/31/o-valor-da-amizade/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Um Monólogo em Nome da Paz</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/31/um-monologo-em-nome-da-paz/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/31/um-monologo-em-nome-da-paz/#comments</comments> <pubDate>Tue, 31 Aug 2010 03:07:00 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Teatro]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=14285</guid> <description><![CDATA[A poeta e professora Manuela Castelo Branco e Tatiana Carvalhedo escreveram o monólogo Da Paz, que a comunidade cultural de Brasília pode conferir com a publicação do texto em livro, pela Thesaurus Editora. Por Redação Manuela Castelo Branco e Tatiana Carvalhedo escreveram e Francis Wilker dirigiu o monólogo Da paz, em cartaz no Sala Adolfo [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>A poeta e professora Manuela Castelo Branco e Tatiana Carvalhedo escreveram o monólogo <em>Da Paz</em>, que a comunidade cultural de Brasília pode conferir com a publicação do texto em livro, pela Thesaurus Editora.</p><div
id="attachment_14286" class="wp-caption alignleft" style="width: 360px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/matusca-e1283223902808.jpg"><img
class="size-full wp-image-14286" title="matusca" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/matusca-e1283223902808.jpg" alt="" width="350" height="233" /></a><p
class="wp-caption-text">A palhaça Matusquela, por divulgação.</p></div><p>Por <strong>Redação</strong></p><p>Manuela Castelo Branco e Tatiana Carvalhedo escreveram e Francis Wilker dirigiu o monólogo <em>Da paz, </em>em cartaz no Sala Adolfo Celli (Casa D´Itália). Tatiana Carvalhedo interpreta a estressada Maria da Paz.</p><p>Manuela, que também é autora de livro de poesia para criança, desta vez experimenta uma linguagem diferente, a comédia, com uma visão toda particular do gênero. Ela assegura que o tratamento que deu ao seu texto é diferente das comédias que se conhece.</p><p><strong>Comédia</strong></p><p>“Comédia não precisa ser escrachada para fazer rir nem violenta para ser provocativa,” afirmam as autoras por meio de nota divulgada à imprensa. Manuela também trabalha como atriz, ao lado da parceira.</p><p>Diz o texto de divulgação; “No Monólogo <em>Da Paz, </em>as dramaturgas e atrizes Manuela Castelo Branco e Tatiana Carvalhedo (que dá vida à personagem) buscam esse equilíbrio para mirar em alguns dos desafios da mulher contemporânea, que vive pressionada pelo chefe, o filho, a magreza, o marido, a TPM.”</p><div
id="attachment_14301" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/paz.formatohibrido.zip.net_.jpg"><img
class="size-medium wp-image-14301" title="paz.formatohibrido.zip.net" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/paz.formatohibrido.zip.net_-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p
class="wp-caption-text">Paz, formatohibrido.zip.net</p></div><p>Diz o texto divulgado pela produção da comédia. “Escrito a quatro mãos, o texto confronta o discurso estéril da paz interior com a prática do corre-corre diário de uma mulher que mal consegue conversar com a mãe sem ser interrompida várias vezes pelo celular.”</p><p><strong>Raiva contida</strong></p><p>“Metida em um taillerzinho pink justo, a atriz de 32 anos está à vontade no corpo da personagem — que obviamente está a ponto de implodir de tanta raiva contida, e que segue todo o tempo defendendo o discurso do manter o controle, ter calma, rir de tudo, blabla-blá.”</p><p>“A peça não dura mais que 50 minutos, mas exige fôlego da atriz — que demonstra experiência e domínio de cena.”</p><div
id="attachment_14302" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/manuela_castelo_branco.antoniomiranda.com_.br_-e1283228351951.jpg"><img
class="size-full wp-image-14302" title="manuela_castelo_branco.antoniomiranda.com.br" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/manuela_castelo_branco.antoniomiranda.com_.br_-e1283228351951.jpg" alt="" width="200" height="244" /></a><p
class="wp-caption-text">Manuela Castelo Branco, por antoniomiranda.com.br</p></div><p>“Nada contra as práticas meditativas, mas não faz sentido não termos mais tempo para as pessoas que mais amamos”, diz Tatiana, que criou a personagem em 2006. A ideia do tema nasceu quando a atriz resolveu fazer uma performance para um evento sobre a paz e percebeu o quanto era difícil mantê-la na vida cotidiana.</p><p>“Vi-me completamente louca no trânsito e não sou só eu. O mundo inteiro está assim”, aponta. “Maria da Paz é a contradição ambulante”, resume Manuela, 33 anos, co-autora da peça que ela define como “comédia nervosa ou uma peça nervosamente cômica”.</p><p><strong>Relações esvaziadas</strong></p><p>“O cenário — todo branco e vazio — também conversa com o tema, que esbarra no esvaziamento das relações. Na maior parte do tempo a plateia se sente confortável com o tom irônico e politicamente incorreto do texto. A peça termina deixando um sentimento de final feliz não óbvio, mas de construção e escolhas individuais.”</p><p>“E Tatiana Carvalhedo encarna Da Paz com recursos técnicos, sensibilidade e carisma, A direção é sutil. Acostumado a dirigir peças do grupo Teatro do Concreto com mais de 20 atores em cena e em locais abertos, Francis Wilker, de 31 anos, encena pela primeira vez um texto que dialoga com a cultura de massa.”</p><p>“Ele não é besteirol, mas tem elementos dele. É uma peça política e irônica ao mesmo tempo”, avalia o diretor, para quem foi enriquecedor dirigir um monólogo, estilo que exige muita concentração do ator.</p><p><strong>Desafio</strong></p><p>“Ela não tem com quem dialogar em cena; isso é um desafio imenso,” assegura. O diretor também encantou as autoras. “Ele trouxe novidades na direção e no texto. E é de uma generosidade muito rara”, elogia Tatiana, que demorou dois anos na captação de recursos para a montagem.</p><p>Além da peça, as autoras escreveram um livro com textos inéditos e cenas da montagem. A publicação Da Paz, provocações cênicas e outros escritos está à venda na porta do teatro e nas livrarias por R$ 15.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p><em>Da Paz,</em> de Tatiana Carvalhedo e Manuela Castelo Branco.</p><p>Visite os blogs nossaprodutora.blogspot.com</p><p>pipocandopoesia.blogspot.com</p><p>matusquella.blogspot.com</p><p><a
href="http://www.thesaurus.com.br/">www.thesaurus.com.br</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/31/um-monologo-em-nome-da-paz/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Entre Deuses e Homens</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/30/entre-deuses-e-homens/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/30/entre-deuses-e-homens/#comments</comments> <pubDate>Tue, 31 Aug 2010 02:58:28 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[lançamento]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=14280</guid> <description><![CDATA[A escritora e psicóloga Vera Americano lança Entre Deus e Homens, livro no qual mergulha na condição humana e a instiga o leitor ao questionamento: por que a humanidade opta pelo caminho do conflito, quando a paz é o caminho? Por Redação A escritora e psicóloga carioca radicada em Brasília (DF) desde 1963, Vilma Americano [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>A escritora e psicóloga Vera Americano lança <a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/2566/entre-deuses-e-homens" target="_blank"><em>Entre Deus e Homens</em></a>, livro no qual mergulha na condição humana e a instiga o leitor ao questionamento: por que a humanidade opta pelo caminho do conflito, quando a paz é o caminho?</p><div
id="attachment_14281" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/vilma-americano..jpg"><img
class="size-full wp-image-14281" title="vilma-americano." src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/vilma-americano..jpg" alt="" width="300" height="450" /></a><p
class="wp-caption-text">Vilma Americano. Foto: Tagore Alegria.</p></div><p>Por <strong>Redação</strong></p><p>A escritora e psicóloga carioca radicada em Brasília (DF) desde 1963, Vilma Americano lança dia 1º de setembro no restaurante Carpem Diem da 104 Sul, em Brasília (DF), o livro <a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/2566/entre-deuses-e-homens/?admin=nosrevista" target="_self"><em>Entre Deuses e Homens</em></a> (Thesaurus Editora).</p><p>Trata-se de ensaio, no qual analisa o progresso científico e tecnológico, entre outros temas. “Será por acaso que, a despeito de tanto progresso científico e tecnológico, a maior parte das agressões terroristas e das ameaças de guerras estejam ligadas a questões e visões religiosas conflitantes?”, pergunta a Autora.</p><p><strong>A paz é o caminho</strong></p><p>Para ela, a humanidade, depois de tantos períodos de guerras e de destruição, chega ao século XXI com uma certeza: é preciso optar pela paz.</p><p>“A autoridades que conhece muito mais do que nós os meandros e percalços da política internacional já reconheceram: nossa escolha não é mais entre a guerra ou a paz, mas entre a paz ou a aniquilação.”</p><p>Daí, acrescenta, é preciso construir a paz. “Uma nova visão da Criação implica uma compreensão ampliada da evolução, na qual seres mais desenvolvidas, como verdadeiros co-criadores, podem contribuir e participar da dinâmica evolutiva de seres mais primários,” assegura.</p><p><strong>Reflexões</strong></p><p>Casada, mãe de cinco filhos, a Autora de Entre Deuses e Homens revela que há 50 anos estuda “junto com meu esposo a história das religiões e a relação espiritual com a vida.” Este livro é fruto desses estudos e de suas reflexões.</p><p><a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/2566/entre-deuses-e-homens/?admin=nosrevista" target="_self"><em>Entre Deuses e Homens</em></a>, diz a Autora, é comprometido com a construção da paz num mundo cansado de guerras e outros conflitos, que afasta a Humanidade do seu verdadeiro caminho, o Amor.</p><p>O que Vera Americano diz não entender é fato dos homens, co-criadores, se entregarem à destruição da própria espécie. Mas existe uma esperança. Diz ela:</p><p><strong>Deus</strong></p><p>“Dotados de uma visão abrangente que entrega passado, presente e futuro, esses co-criadores deixaram preservada, de algum modo, a revelação da nossa verdadeira história. Conhecendo-a poderemos, finalmente – ao ampliar nossa concepção de Deus – encontrar o caminho da conciliação e integração entre todos os credos de todos as culturas em que nossa humanidade se diversifica.”</p><p><strong>Serviço</strong></p><div
id="attachment_14283" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/vilma-americano.convite.-e1283223428691.jpg"><img
class="size-full wp-image-14283" title="vilma-americano.convite." src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/vilma-americano.convite.-e1283223428691.jpg" alt="" width="300" height="630" /></a><p
class="wp-caption-text">Capa de Tagore Alegria</p></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/30/entre-deuses-e-homens/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Anderson Braga Horta, Poeta Maior</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/29/anderson-braga-horta-poeta-maior/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/29/anderson-braga-horta-poeta-maior/#comments</comments> <pubDate>Sun, 29 Aug 2010 19:57:33 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Resenha]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=14263</guid> <description><![CDATA[Anderson Braga Horta lançou o livro Signo &#8211; Antologia Metapoética (Thesaurus Editora, 2010). Trata-se de poeta maior, na verdadeira acepção da palavra. Por Francisco Carvalho Especial Para Nós – Fora dos Eixos Anderson Braga Horta – Signo: Antologia Metapoética (Thesaurus Editora, 2010). Trata-se de poeta maior, na verdadeira acepção da palavra. E não se diga [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Anderson Braga Horta lançou o livro Signo &#8211; Antologia Metapoética (Thesaurus Editora,  2010). Trata-se de poeta maior, na verdadeira acepção da palavra.</p><div
id="attachment_14266" class="wp-caption alignleft" style="width: 460px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/anderson-lancamento.7-e1283111734214.jpg"><img
class="size-full wp-image-14266" title="anderson-lancamento.7" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/anderson-lancamento.7-e1283111734214.jpg" alt="" width="450" height="337" /></a><p
class="wp-caption-text">O poeta Anderson (Salomão Sousa ao centro), amigos prestigiam lançamento de Signo. Por Victor Tagore.</p></div><p>Por <strong>Francisco Carvalho</strong></p><p>Especial Para <strong>Nós – Fora dos Eixos</strong></p><p>Anderson Braga Horta – Signo: Antologia Metapoética (Thesaurus Editora, 2010). Trata-se de poeta maior, na verdadeira acepção da palavra. E não se diga que o elogio é excessivo, pois quem já leu os versos do poeta mineiro está convencido de que se trata de poesia da mais alta categoria.</p><p><strong>Seus livros de poemas</strong> e os de ensaio o colocam na primeira linha da literatura brasileira contemporânea. Poucos terão atingido o nível conceitual a que sua poesia tem direito. Nenhum exagero em afirmar que ABH se coloca entre os mais altos poetas de sua geração. Não lhe falta razão quando escreve que “o poema nasce do conúbio das palavras no coração do poeta” (p. 238).</p><p><strong>Seu livro de poemas impressiona</strong> pelas qualidades literárias, gráficas e pelas ilustrações da capa. Os encontros e desencontros da vida são analisados criteriosamente nos sonetos e metapoemas, como se pode ver destes versos: “Os homens roem a vida / que os roerá mortos” (p. 51).</p><div
id="attachment_14268" class="wp-caption alignright" style="width: 330px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/anderson-lancamento.4.jpg"><img
class="size-full wp-image-14268" title="anderson-lancamento.4" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/anderson-lancamento.4.jpg" alt="" width="320" height="240" /></a><p
class="wp-caption-text">Anderson autografa para o poeta José Roberto da Silva.Por Victor Tagore.</p></div><p><strong>Em versos longos ou breves</strong>, o poeta nos brinda com poesia de primeira qualidade: “O melhor de mim / está solto no vento. / Mãos, raízes, searas / e outras nuvens que invento” (p. 72).</p><p><strong>O poeta não aplaude a poesia</strong> que desintegra: “Hoje a poesia é uma bomba atômica / desintegrando a linguagem” (p. 87). Querem transformar a poesia num celeiro de palavras sem sentido. O poeta insiste em dizer que “A poesia nunca foi / nem será nunca / um produto industrial” (p. 87).</p><p><strong>Tudo lhe parece possível</strong> no universo poético, até mesmo um “Poema sem forma / como flor que se abre no peito” (p. 138). Mas os olhos do poeta vêem coisas que os pragmáticos não enxergam, como por exemplo: “Súbito na treva / uma rosa fria / nos meus olhos neva” (p. 156). Mas é preciso dizer que o poeta é o homem que “carrega a noite nos ombros” (p. 164). Porque sabe que a noite é uma povoação de estrelas.</p><p>“Eu tenho um sonho. / E porque tenho um sonho / sou homem” (p. 168). Sonhar, para o poeta, não é coisa para preguiçosos ou desocupados. É coisa de homem. Na página 161, ABH nos presenteia com um dos mais belos poemas do livro, com o título de Coisa e Palavra.</p><p><strong> </strong></p><div
id="attachment_14270" class="wp-caption alignleft" style="width: 330px"><strong><strong><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/anderson-lancamento.5.jpg"><img
class="size-full wp-image-14270" title="anderson-lancamento.5" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/anderson-lancamento.5.jpg" alt="" width="320" height="240" /></a></strong></strong><p
class="wp-caption-text">Admiradores (Victor Tagore à direita) da poesia de Anderson mostram a capa de Signo. Divulgação.</p></div><p><strong>A beleza poética tem várias dimensões</strong>. O leitor precisa estar atento para esse fato. Na página 177, o coração não é apenas um relógio de areia que bate as horas do amor. É muito mais que isso. “O coração estende as asas / e voa pela janela”. Esses dois versos são uma resposta para aqueles que não acreditam em poesia.</p><p><strong>ABH tem completo domínio</strong> sobre as alternativas literárias. No verso livre ou no verso medido, revela profundos conhecimentos das estruturas poéticas. Sua riqueza de palavras, poucas vezes vista na poesia brasileira de todos os tempos. Convicto do seu lirismo, canta as apoteoses do amor nestes versos de concisão admirável: “Quando chegar o tempo do Homem / Te cantarei os seios róseos, / Viajarei, lírico astronauta, / Às constelações de teus olhos” (p. 62).</p><p><strong>Na contracapa do livro</strong>, ABH faz uma síntese admirável dos fatos mais importantes por ele narrados desde os primeiros poemas, passando pelo simbolismo e as tendências das ideologias sociais “até o formalismo das vanguardas”.</p><p>A poesia continua resistindo às investidas dos tempos modernos quando os triunfos da tecnologia, cada vez mais assombrosos, desviam as preferências dos leitores para outros assuntos.<a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/signo.capa_.1.jpg"><img
class="alignright size-full wp-image-14294" title="signo.capa." src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/signo.capa_.1.jpg" alt="" width="179" height="300" /></a></p><p><strong>Não é novidade</strong> que a poesia vem perdendo admiradores pelas singularidades de sua natureza, mas nem por isso deixa de ser uma opção honrosa para gregos e troianos. A poesia fecha as portas à objetividade, que desenvolve uma linguagem à altura das coisas materiais.</p><p><strong>Por derradeiro,</strong> todos os elogios à beleza dos sonetos de Anderson Braga Horta, mestre incontestável desse poema de catorze versos. Seus sonetos, rigorosamente metrificados ou em versos brancos, são verdadeiras obras de arte.</p><p>Só um poeta maduro seria capaz de uma proeza desse teor.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p>Anderson Braga Horta – Signo, Antologia Metapoética (Thesaurus Editora, 2010).</p><p><a
href="http://www.thesaurus.com.br/">www.thesaurus.com.br</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/29/anderson-braga-horta-poeta-maior/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Jabá Dificulta Acesso aos Meios de Comunicação, diz Músico Amapaense</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/29/jaba-dificulta-acesso-aos-meios-de-comunicacao-diz-musico-amapaense/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/29/jaba-dificulta-acesso-aos-meios-de-comunicacao-diz-musico-amapaense/#comments</comments> <pubDate>Sun, 29 Aug 2010 19:14:48 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Direitos autorais]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=14259</guid> <description><![CDATA[Otto Ramos afirma que jabá é pior para artistas do Norte e Nordeste. O anteprojeto de lei que moderniza a legislação sobre direitos autorais está em consulta pública até terça-feira (31/8/2010) no endereço www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral Por Redação Com informação do MinC * Desde que entrou no ar, no dia 14 de julho, a proposta de modernização [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Otto Ramos afirma que jabá é pior para artistas do Norte e Nordeste. O anteprojeto de lei que moderniza a legislação sobre direitos autorais está em consulta pública até terça-feira (31/8/2010) no endereço <a
href="http://www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral">www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral</a></p><div
id="attachment_14260" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/moveis-coloniais-de-acaju..jpg"><img
class="size-full wp-image-14260" title="moveis-coloniais-de-acaju." src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/moveis-coloniais-de-acaju..jpg" alt="" width="500" height="338" /></a><p
class="wp-caption-text">Móveis Coloniais de Acaju, contra o absurdo de pagar direitos autorais de suas próprias composiçoes. Divulgação.</p></div><p>Por <strong>Redação</strong></p><p>Com informação do MinC *</p><p>Desde que entrou no ar, no dia 14 de julho, a proposta de modernização da lei dos direitos atorais recebeu mais de 6 mil contribuições. A modernização da Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/98) é uma proposta pelo Ministério da Cultura (MinC).</p><p>A proposta prevê a criminalização das execuções de músicas em troca de dinheiro ou favores por emissoras de rádio e TV. A prática, chamada jabaculê – ou jabá –, limita o acesso de músicos que não fazem parte da listas de prioridades das gravadoras.</p><p><strong>Consulta pública</strong></p><p>E ao mesmo tempo, aumenta o faturamento desses artistas prioritários, uma vez que o cálculo da distribuição de direitos autorais se baseia no número de execuções de cada música. Todos os brasileiros podem contribuir com o texto do anteprojeto.</p><p>O multi-instrumentista Otto Ramos, da banda Mini Box Lunar, de Macapá, acredita que o favorecimento de músicos em detrimento de outros é ruim no país inteiro. “Mas é ainda pior quando a gente pensa nos veículos do Norte e do Nordeste”, afirma.</p><p>“O jabá nos deixa sem argumentos para conversar com as rádios sobre nossos direitos autorais”, completa. Otto coordena o Coletivo Palafita, que representa músicos independentes e produtores culturais.</p><p><strong>Direitos autorais</strong></p><p>De acordo com ele, a pauta prioritária entre os artistas não só do Amapá, mas de toda a região amazônica, é a cobrança e a distribuição dos direitos autorais.</p><p>Para o diretor de Direitos Intelectuais do MinC, Marcos Souza, quanto mais se paga para executar uma música, mais se ganha com direitos autorais. Por isso, o jabá deve ser visto como uma prática de concorrência desleal. “Com a proposta de alteração da lei, ele passa a ser considerado ilegal,” explicou.</p><div
id="attachment_14273" class="wp-caption alignright" style="width: 349px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Moveis+Coloniais+de+Acaju_jpg.jpg"><img
class="size-full wp-image-14273" title="Moveis+Coloniais+de+Acaju_jpg" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Moveis+Coloniais+de+Acaju_jpg.jpg" alt="" width="339" height="500" /></a><p
class="wp-caption-text">Móveis Coloniais de Acaju, por divulgação.</p></div><p>Grandes artistas se apropriam dos direitos de bandas independentes. O guitarrista da banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju, BC, vai além. Em artigo publicado na página da banda na internet, BC defende a modernização da lei e a sua devida adequação às práticas de mercado.</p><p><strong>Absurdo</strong></p><p>Ele critica e classifica de “absurdo” o fato de uma banda precisar pagar os direitos autorais, mesmo quando o repertório é totalmente autoral. Isso porque, somente 70% desse valor voltam para a banda.</p><p>BC conta ainda que, na maioria das vezes, grandes artistas acabam recebendo o dinheiro que deveria ser repassado aos grupos independentes:</p><p>“Quando não há a declaração do set list por parte do responsável pelo pagamento ao Ecad (o que ocorre na maioria das vezes), aí temos outro problema: o direito autoral dos artistas que estão tocando trabalho autoral vai para quem está tocando em rádios”, explica.</p><p>Para o músico, o critério é “totalmente injusto com os artistas,” “obsoleto” e “incentiva a indústria do jabá.”</p><p><strong>Serviço</strong></p><p>Marcelo Lucena, assessor de Imprensa do MinC, no telefone 61 2024 2407 ou pelo email <a
href="mailto:Marcelo.Silva@cultura.gov.br">Marcelo.Silva@cultura.gov.br</a></p><p>Susanna Scarlet, assessora de Imprensa do MinC, no telefone 61 2024 2407 ou pelo email <a
href="mailto:Susanna.scarlet@cultura.gov.br">Susanna.scarlet@cultura.gov.br</a></p><p>Victor Ribeiro, assessor de Imprensa do MinC, no telefone 61 2024 2491 ou pelo email <a
href="mailto:victor.lopes@cultura.gov.br">victor.lopes@cultura.gov.br</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/29/jaba-dificulta-acesso-aos-meios-de-comunicacao-diz-musico-amapaense/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Virada Cultural Para Quase Todos no DF</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/29/virada-cultural-para-quase-todos-no-df/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/29/virada-cultural-para-quase-todos-no-df/#comments</comments> <pubDate>Sun, 29 Aug 2010 04:34:26 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Cultura para todos]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=14250</guid> <description><![CDATA[A exemplo do evento que acontece em São Paulo, a primeira Virada Cultural Distrital brinda a comunidade do Distrito Federal com músicos locais como Gerson De Veras e nomes de apelo nacional como a banda os Raimundos e o compositor Nando Reis. Por Redação Com Divul gação Você gosta de mú sica, mas não tem [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>A exemplo do evento que acontece em São Paulo, a primeira Virada Cultural Distrital brinda a comunidade do Distrito Federal com músicos locais como Gerson De Veras e nomes de apelo nacional como a banda os Raimundos e o compositor Nando Reis.</p><p>Por <strong>Redação</strong></p><div
id="attachment_14251" class="wp-caption alignright" style="width: 490px"><strong><strong><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/raimundos.divulgacao.jpg"><img
class="size-full wp-image-14251" title="raimundos.divulgacao" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/raimundos.divulgacao.jpg" alt="" width="480" height="300" /></a></strong></strong><p
class="wp-caption-text">Raimundos, por divulgação.</p></div><p><strong> </strong></p><p>Com <strong>Divul</strong></p><p><strong>gação</strong></p><p>Você gosta de mú</p><p>sica, mas não tem um cen</p><p>tavo para ir aos shows neste domingo (29/8)? Mora no Distrito Federal? Se as duas repostas forem positivas, não perca tempo: Brasília está cheia de atrações musicais e os shows são franqueados ao público.</p><p>Existe atrações e lugares de apresentação para todos os gostos. Por exemplo, a cantora Alcione, Batom na Cueca, o ex-Titãs Nando Reis e o cantor Wando – aquele que certas mulheres jogam calçinhas para ele no palco –, entre outras, são as atrações do projeto Virada Distrital.</p><p>Mas existe outras opções, como os brasilienses Raimundos e Gerson De Veras, o ex-vocalista e ex-líder da extinta banda Os Cachorros das Cachorras, que fazem parte da versão brasiliense do projeto cultural paulista Virada Cultural.</p><p><strong> </strong></p><div
id="attachment_14252" class="wp-caption alignleft" style="width: 348px"><strong><strong><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/indiana.divirta-se.correioweb.com_.br_.jpg"><img
class="size-full wp-image-14252" title="indiana.divirta-se.correioweb.com.br" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/indiana.divirta-se.correioweb.com_.br_.jpg" alt="" width="338" height="352" /></a></strong></strong><p
class="wp-caption-text">Indiana, por divirta-se.correioweb.com.br</p></div><p><strong>Shows abertos</strong></p><p>Os shows estão rolando desde a última sexta-feira em vários pontos do DF. Tudocom entrada literalmente aberta ao público, quer dizer, de graça e ao ar livre, para todas as preferências culturais.</p><p>A Virada Cultural é um sucesso que acontece em São Paulo desde 2005, que serviu de referência para Brasília, com características semelhantes. Aqui, a programação acontece na Esplanada dos Ministérios, na Fercal, em Sobradinho, em Santa Maria, no Guará e em Brazlândia.</p><p>O secretário de Cultura, Silvestre Gorgulho, afirmou que a ideia de promover A Virada Distrital (até o nome lembra o outro) é proporcionar mesmo o acesso de amplas camadas da sociedade à cultura musical.</p><p>“Pensamos em realizá-la no ano passado, mas em função da falta de recursos, num primeiro momento, e da crise política, em seguida, o projeto foi adiado. Só agora conseguimos viabilizá-lo.”</p><p>“Estamos trazendo para a Virada Cultural 30 atrações nacionais, como Nando Reis, Marcelo D2, Alcione, Wando, Fundo de Quintal e Latino; a eles se juntarão os artistas Indiana, Thais Moreira, Angel Duarte e Pé de Cerrado,” entre outros, acrescentou Gorgulho.</p><div
id="attachment_14254" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/gerson-de-veras-e1283056336741.jpg"><img
class="size-full wp-image-14254" title="gerson-de-veras" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/gerson-de-veras-e1283056336741.jpg" alt="" width="300" height="448" /></a><p
class="wp-caption-text">Gerson De Veras, por divulgação.</p></div><p><strong>Programação </strong></p><p>O Virada Distrital começou sexta-feira. Nos palcos armados na Esplanada dos Ministérios (Brasília), aconteceram shows de Alexandre Peixe, Angel Duarte, Detonautas e André Quatorze Voltas.</p><p>Também na sexta-feira à noite, tocaram e cantaram para a comunidade cultural do DF a cantora e compositora Pitty, as bandas Terminal Zero, Fundo de Quintal e Clima de Montanha.</p><p>As apresentações entraram madrugada adentro com Thais Moreira, Papel Marchê e no dia 28 (sábado), foi a vez de Eliane Leite, Na Lata, Faluja, Besouro do Rabo Branco Blitz, Pé de Cerrado, Myrlla Muniz e A Xerife. O som começou às 18 e varou madrugada afora.</p><p><strong>29 de agosto (domingo)</strong></p><p>Quem perdeu os dois primeiros dias não precisa se lamentar. Dá para tirar o desconto neste domingo, sabe com quem? Às17h tem Brazucas,às 17h40, Viela 17, às 18h20, o cantor, poeta e compositor Gerson De Veras.</p><p>As atrações não param por ai. Às 19h tem show do Marcelo D2, o ex-líder da extinta banda Planet Hemp, aquela que foi literalmente presa em Brasília no final da década de 1990, acusada de fazer apologia às drogas e que precisou de uma</p><div
id="attachment_14255" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/nando-reis.jpg"><img
class="size-medium wp-image-14255" title="nando-reis" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/nando-reis-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p
class="wp-caption-text">Nando Reis, por divulgação.</p></div><p>forçinha do então deputado Fernando Gabeira para libertar os rapazes.</p><p>As atrações prosseguem com Indiana Nomma, o ex-Titãs Nando Reis, Raimundos e Latino. Quem não quiser ir à Esplanada dos Ministérios, por exemplo, tem a opção das Cidades que compõem o DF. Confira:</p><p><strong>Guará, às </strong>18h<strong> </strong>Levitas,<strong> </strong>Nani Junior,<strong> </strong>Alcione,<strong> </strong>Bartô Blues Band,<strong> </strong>Terno Elétrico e<strong> </strong>Blitz.<strong> </strong>O som também vai rolar em <strong>Santa Maria, </strong>a partir das<strong> </strong>18h, com<strong> </strong>Falamansa e<strong> </strong>Wando. Em <strong>Sobradinho</strong>, o som fica por conta da banda<strong> </strong>Raça Negra.<strong> </strong>Na <strong>Fercal, </strong>mostrarão suas músicas ao público<strong> </strong>Mastruz com Leite e<strong> </strong>A Xerife.</p><p>Boa diversão para todos.<strong> </strong></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/29/virada-cultural-para-quase-todos-no-df/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Dilma Tem 24 Pontos a Mais Sobre Serra</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/28/dilma-tem-24-pontos-a-mais-sobre-serra-diz-ibope/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/28/dilma-tem-24-pontos-a-mais-sobre-serra-diz-ibope/#comments</comments> <pubDate>Sun, 29 Aug 2010 02:54:07 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Eleições 2010]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=14237</guid> <description><![CDATA[Pelos dados divulgados neste sábado (28) pelo Ibope /O Estado de S. Paulo, a ex-ministra-chefe da Casa Civil seria vitoriosa no primeiro turno. Marina Silva caiu um ponto percentual, tem agora 7%. Os candidatos dos chamados partidos pequenos não pontuaram. Por Menezes y Morais * A ex-ministra e candidata à Presidência da República Dilma Rousseff [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Pelos dados divulgados neste sábado (28) pelo Ibope /O Estado de S. Paulo, a ex-ministra-chefe da Casa Civil seria vitoriosa no primeiro turno. Marina Silva caiu um ponto percentual, tem agora 7%. Os candidatos dos chamados partidos pequenos não pontuaram.</p><div
id="attachment_14239" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Candidatos-a-presidente21-e1283050079497.jpg"><img
class="size-full wp-image-14239" title="Candidatos-a-presidente2" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Candidatos-a-presidente21-e1283050079497.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a><p
class="wp-caption-text">Dilma, Serra e Marina, candidatos à Presidência da República.</p></div><p>Por <strong>Menezes y Morais</strong> *</p><p>A ex-ministra e candidata à Presidência da República Dilma Rousseff ampliou para 24 pontos percentuais na pesquisa de intenção de votos em relação ao principal adversário, o ex-governador José Serra, conforme o Ibope.</p><p>Dilma aparece com 51% das intenções de voto, contra 27% de Serra. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O Ibope não divulgou os nomes dos Estados onde fez o levantamento.</p><p><strong>Marina</strong></p><p>A nova pesquisa – encomendada pelo jornal O Estado de S. Paulo – foi divulgada neste sábado (28) pelo Ibope. A senadora e ex-ministra Marina Silva (PV) ficou em terceiro lugar, com 7% das intenções de voto.</p><p>Conforme a pesquisa, os eleitores indecisos são 9% e os que pretendem votar branco ou nulo, 5%. Na pesquisa anterior do Ibope, Dilma liderava com 43% das intenções de voto, contra 32% de Serra e 8% de Marina.</p><p>Ainda de acordo com a pesquisa, os eleitores que declararam votos na petista são suficientes para eleger a candidata no primeiro turno. Se forem excluídos os votos brancos e nulos e os eleitores indecisos, Dilma tem 59% das intenções de voto, contra 32% de Serra e 8% de Marina.</p><p>A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, para cima ou para baixo. A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 26 de agosto e ouviu 2,5 mil eleitores. A oscilação dos números –Serra e Marina em queda – revelam o dinamismo do processo político-eleitoral.</p><p><strong>Datafolha</strong></p><div
id="attachment_14240" class="wp-caption alignright" style="width: 298px"><strong><strong><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Ze-Maria.pstu_.2.jpg"><img
class="size-full wp-image-14240" title="Ze-Maria.pstu." src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Ze-Maria.pstu_.2.jpg" alt="" width="288" height="300" /></a></strong></strong><p
class="wp-caption-text">Ze Maria, candidato do PSTU.</p></div><p><strong> </strong></p><p>Na pesquisa realizada pelo Datafolha e divulgada na quinta-feira, Dilma estava com uma vantagem de 20 pontos em relação ao candidato tucano.</p><p>Serra, aliás, quando da divulgação da pesquisa do Datafolha disse numa entrevista coletiva à imprensa que não dava importância às pesquisas. O que mostra coerência do ex-ministro da Saúde do governo Fernando Henrique Cardoso.</p><p><strong>Indiferença</strong></p><p>Quando as pesquisas indicavam Serra como favorito, antes de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva revelar ao Brasil de forma escancarada que Dilma era a sua candidata, ele não se vangloriava de liderar as pesquisas.</p><p>Nem a ministra Dilma, aliás, vangloria hoje.Mas fontes do PT em Brasília (DF) revelam que a “ordem” interna nas hostes petistas é para que se evite a euforia do “já ganhou.” Até porque, ensinava a sabedoria, só se ganha eleição depois de contabilizado o último</p><div
id="attachment_14242" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/plinio_de_arruda_sampaio.2.jpg"><img
class="size-medium wp-image-14242" title="plinio_de_arruda_sampaio." src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/plinio_de_arruda_sampaio.2-300x253.jpg" alt="" width="300" height="253" /></a><p
class="wp-caption-text">Plinio de Arruda Sampaio, candidato do PSol.</p></div><p>voto.</p><p><strong>Folha de S. Paulo</strong></p><p>Na pesquisa feita entre os dias 23 e 24 de agosto por encomenda do jornal Folha de S. Paulo e da Rede Globo, Dilma aparecia com 49% das intenções de voto, contra 29% de Serra. Marina Silva manteve-se na mesma posição da pesquisa anterior, com 9% das intenções de voto.</p><p>Outros dois levantamentos divulgados nos últimos dias também apontavam Dilma Rousseff na liderança da disputa. Por exemplo, a pesquisa divulgada pelo instituto Sensus – publicada na última terça-feira – a candidata do PT teria 46% das intenções, contra 28,1% de Serra e 8,1% de Marina.</p><p><strong>Indecisos</strong></p><p>Enquanto isso, os candidatos prosseguem em campanha viajando pelo Brasil,à busca dos votos dos indecisos e também do convencimento dos eleitores que se declaram indecisos.</p><p>Somados, esse percentual chega à fatia considerável de 14 por cento. Esses votos podem migrar para qualquer um dos candidatos, ou podem ser divididos entre os três candidatos principais.</p><p>É bom lembrar que os chamados pequenos partidos têm seus candidatos. O PSol está com Plínio de Arruda Sampaio. E o PSTU tem o presidenciável José Maria, por exemplo. Mas nenhum deles pontuou na pesquisa, conforme o Ibope.</p><p>*<strong>Menezes y Morais</strong>, jornalista, escritor, professor, historiador e editor da <strong>Nos- Fora dos Eixos.</strong></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/28/dilma-tem-24-pontos-a-mais-sobre-serra-diz-ibope/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Conservação da Biodiversidade Brasileira</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/27/acoes-de-conservacao-da-biodiversidade-brasileira/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/27/acoes-de-conservacao-da-biodiversidade-brasileira/#comments</comments> <pubDate>Fri, 27 Aug 2010 04:39:52 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Lançamentos]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=14218</guid> <description><![CDATA[Cerrado &#8211; conhecimento científico quantitativo como subsídio para ações de conservação (Thesaurus Editora), será lançado neste sábado (28) na Livraria Cultura do Lago Norte, em Brasília (DF). Por Redação O Departamento de Botânica, Ecologia e Zoologia do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Brasília, a Livraria Cultura e a Thesaurus Editora convidam para o [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong><em><a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/2577/cerrado-conhecimento-cientifico-quantitativo-como-subsidio-para-acoes-de-conservacao/?affid=nosrevista" target="_self">Cerrado &#8211; conhecimento científico quantitativo como subsídio para ações de conservação</a> (Thesaurus Editora),</em> será lançado neste sábado (28) na Livraria Cultura do Lago Norte, em Brasília (DF).</strong></p><div
id="attachment_14247" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cerrado.www_.portalsaofrancisco.com_.br_1-e1283052169255.jpg"><img
class="size-full wp-image-14247" title="cerrado.www.portalsaofrancisco.com.br" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cerrado.www_.portalsaofrancisco.com_.br_1-e1283052169255.jpg" alt="" width="500" height="497" /></a><p
class="wp-caption-text">Cerrado, por www.portalsaofrancisco.com.br</p></div><p>Por <strong>Redação</strong></p><p>O Departamento de Botânica, Ecologia e Zoologia do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Brasília, a Livraria Cultura e a Thesaurus Editora convidam para o lançamento do livro Cerrado &#8211; conhecimento científico quantitativo como subsídio para ações de conservação.</p><p>O lançamento será neste sábado, 28 de agosto de 2010, a partir das 17h, na Livraria Cultura Shopping Center Iguatemi Brasília Lago Norte – Brasília (DF). Trata-se de uma obra organizada a quatro mãos por Ivone Rezende Diniz, Jader Marinho Filho, Ricardo Bomfim Machado e Roberto Brandão Cavalcanti.</p><p><strong>Parceria</strong></p><p>O Livro é fruto de parceria entre o Instituto de Ciências Biológicas da UnB e a Conservação Internacional e o seu lançamento em 2010 comemora o Ano Internacional da Biodiversidade declarado pelas Nações Unidas e teve como objetivo organizar, compilar e disponibilizar dados sobre a biodiversidade do Cerrado e, também, estimular o interesse pela pesquisa, ressaltar a importância biológica do bioma e contribuir para que todos se comprometam com a conservação e sustentabilidade dessa região tão importante para a humanidade.</p><div
id="attachment_14248" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Cerrado251-e1283051846909.jpg"><img
class="size-medium wp-image-14248" title="Cerrado25" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Cerrado251-300x197.jpg" alt="" width="300" height="197" /></a><p
class="wp-caption-text">O cerrado está desaparecendo. Livro lançado pela Thesaurus tem propostas de conservação de sua biodiversidade.</p></div><p>O bioma Cerrado tem pouco literatura hoje disponível para ser estudada. A tarefa não é fácil e, para tanto, precisamos gerar, organizar e processar o pequeno conhecimento científico existente sobre o Cerrado. Sem isto, não será possível apontarmos os caminhos da desejada sustentabilidade ambiental. Este livro, elaborado graças aos esforços de acadêmicos da Universi10 dade de Brasília e de outras instituições, ajuda a preencher parte dessa demanda. Ao longo do livro o leitor encontrará diversos capítulos que versam sobre os avanços e estado atual do conhecimento científico para vários grupos taxonômicos como plantas superiores, aranhas e escorpiões, cupins, drosófilas, borboletas, mariposas, répteis, aves e mamíferos. Esses diversos capítulos trazem importantes informações sobre os padrões de distribuição das espécies nativas no Cerrado, sobre espécies endêmicas, espécies ameaçadas, lacunas de conservação e lacunas de conhecimento científico. Alguns capítulos mostram a riqueza potencial de regiões do Cerrado com base no uso de modelos de nicho ecológico.</p><div
id="attachment_14220" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cerrado.capa_.-e1282883760156.jpg"><img
class="size-full wp-image-14220" title="cerrado.capa." src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cerrado.capa_.-e1282883760156.jpg" alt="" width="200" height="249" /></a><p
class="wp-caption-text">Reprodução da capa</p></div><p><strong>Fontes primárias</strong></p><p>As fontes primárias de informações foram os acervos das diversas coleções científicas da Universidade de Brasília. O livro mostra a história e a expansão do conhecimento de flora e fauna do Cerrado e cobre três áreas temáticas: bancos de dados e inventários, avaliação do estado de conservação, e modelagem de distribuições de espécies.</p><p>São revistos vários grupos taxonômicos, como plantas superiores, aranhas e escorpiões, cupins, drosófilas, borboletas, mariposas, répteis, aves e mamíferos. Os autores trazem ainda importantes informações sobre os padrões de distribuição das espécies nativas no Cerrado, sobre espécies endêmicas, espécies ameaçadas, bem como lacunas de conservação e do conhecimento científico.</p><p><strong>Espécies da fauna</strong></p><p>O livro apresenta técnicas modernas de modelagem para estimar e prever a distribuição potencial de espécies da fauna, exemplificadas para os cupins, drosófilas, e aves, assunto da maior importância no cenário das mudanças globais.</p><p>A expectativa é que o livro <a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/2577/cerrado-conhecimento-cientifico-quantitativo-como-subsidio-para-acoes-de-conservacao/?affid=nosrevista" target="_blank"><em>Cerrado: conhecimento científico quantitativo como subsídio para ações de conservação</em></a> contribua efetivamente para que os poucos esforços de conservação no bioma sejam rapidamente ampliados e potencializados.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p><strong> </strong></p><div
id="attachment_14220" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><strong><strong><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cerrado.capa_.-e1282883760156.jpg"><img
class="size-full wp-image-14220" title="cerrado.capa." src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cerrado.capa_.-e1282883760156.jpg" alt="" width="200" height="249" /></a></strong></strong><p
class="wp-caption-text">Reprodução da capa</p></div><p><strong>O que</strong>: <a
href="http://www.thesaurus.com.br/livro/2577/cerrado-conhecimento-cientifico-quantitativo-como-subsidio-para-acoes-de-conservacao/?affid=nosrevista" target="_self">Cerrado &#8211; conhecimento científico quantitativo como subsídio para ações de conservação.</a></p><p><strong>Quando</strong>: 28 de agosto de 2010 (sábado), a partir das 17h.</p><p><strong>Local</strong>: Livraria Cultura Shopping Center Iguatemi Brasília &#8211; SHIN CA 4, Lote A, Loja 101, Lago Norte – Brasília (DF). Fone: (61) 2109-2700.</p><p><a
href="http://www.thesaurus.com.br/">www.thesaurus.com.br</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/27/acoes-de-conservacao-da-biodiversidade-brasileira/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Cinza da Solidão (final)</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/26/cinza-da-solidao-final/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/26/cinza-da-solidao-final/#comments</comments> <pubDate>Fri, 27 Aug 2010 02:54:22 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Folhetim]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=14205</guid> <description><![CDATA[No capítulo de ontem: Lúcia vai se despedir de Zeto que mais uma vez declara seu amor por ela e não aceita sua partida, porém ela jura um dia voltar para seus braços. Zeto se oferece para deixá-la na Rodoviária, mas Lúcia não aceita. Por M.P. Haickel * Especial Para Nós – Fora dos Eixos [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong>No capítulo de ontem: </strong>Lúcia vai se despedir de Zeto que mais uma vez declara seu amor por ela e não aceita sua partida, porém ela jura um dia voltar para seus braços. Zeto se oferece para deixá-la na Rodoviária, mas Lúcia não aceita.</p><div
id="attachment_14206" class="wp-caption alignleft" style="width: 460px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/tiroteio.www3_.uma_.p-e1282877312711.jpg"><img
class="size-full wp-image-14206" title="tiroteio.www3.uma.p" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/tiroteio.www3_.uma_.p-e1282877312711.jpg" alt="" width="450" height="375" /></a><p
class="wp-caption-text">Tiroteio, por www3.uma.p</p></div><p>Por <strong>M.P. Haickel</strong> *</p><p>Especial Para <strong>Nós – Fora dos Eixos</strong></p><p>Quando saímos em resgate da vodka, Dérick me falou entre outras coisas que estava escrevendo uma estória. Escutei mas não dei tanta atenção, somente mais tarde, vim incorporar o que ele tinha escrito antes a esta narrativa, com a qual dou por encerrada.</p><p>Houve muitas mudanças nas nossas vidas depois que tudo terminou e tudo findou em ruínas. A ruína que vitimou com a ambição de Zinho, a obstinação de Alênca, o oportunismo de Armando, a música do Dérick, a inconstância de Lúcia, a maternidade de Fátima, e com a minha poesia. Foi tudo muito rápido. Não sei ao certo dizer quando tudo começou. Enquanto Dérick ainda se recuperava, Zinho recebeu a visita de Armando, que lhe pediu uma resposta sobre se iria ou não fazer o atravessamento da cocaína da Ceilândia ao Lago Norte, para a casa de um granfino, cidadão que ocupava um alto cargo na escala burocrática do governo e que não podia, de maneira alguma, ter seu nome ventilado em escândalos. O serviço renderia uma boa soma e alimentava o sonho coletivo de ter outros trabalhos realizados com a produção e possível premiação do vídeo que concorreria no Festival de Cinema de Brasília.</p><p>Insensatez, delírio, desejo, vaidade&#8230; Às vezes me pergunto não sei nem o quê para tentar entender, se é que se entende a ruína que habitávamos, cercados por acontecimentos tão estranhos a nós, ao mesmo que palpável na lembrança, ciente de uma lógica que nos fugia à guerra, à ambição, presos à realidade, onde cada vez mais o esforço humano era  desvalorizado frente ao capital, ao brilho de um sucesso metálico. Da loucura urbana somos os séculos e milênios do amém. Voltamos à caverna com a mesma displicência que adentramos em shopping center. Não com a mesma desenvoltura de antes, porque antes não tínhamos cotidiano, nem um plano, não tinha nada combinado entre</p><div
id="attachment_14207" class="wp-caption alignright" style="width: 448px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/congresso-nacional.blogdojaironofre.com_.br_.jpg"><img
class="size-full wp-image-14207" title="congresso-nacional.blogdojaironofre.com.br" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/congresso-nacional.blogdojaironofre.com_.br_.jpg" alt="" width="438" height="288" /></a><p
class="wp-caption-text">Congresso Nacional, blogdojaironofre.com.br</p></div><p>nós, o destino nos uniu ponto a ponto com o convívio, o concreto da cidade, a solidão de ideais, os vôos noturnos, as asas quebradas, deixados à própria vida, alimen</p><p>távamos um sonho de denunciar o que nos oprimia. E é esta mesma lida que apresenta suas soluções e foi sofrendo que aprendemos. Poderia ter sido diferente&#8230; Convenhamos, o mundo poderia ser bem melhor, tal qual queríamos. Mais dias menos dias conseguiríamos rodar o filme&#8230; Grandes coisas a vida do Zinho para se fazer um vídeo e concorrer num festival, e quem sabe ganhar o prêmio. Para comprar um caminhão e sair por aí? Espalhando a arte pelos quatro cantos do país? O tempo nos abrandaria o fogo ardente da juventude e teríamos conseguido de outra maneira, que não fosse pela contramão da história, com o velho discurso que tanto repugnávamos, de que os meios justificam os fins. Não, eu não gostaria de estar tendo que desabafar isso só agora, porque foi ainda pouco que pude montar este quebra-cabeça, que perdeu uma peça, está faltando uma parte. A morte, sempre a ruína como razão de viver, a guerra em razão da paz, o amor em razão do ódio, a intolerância em favor do capitalismo selvagem, o rico em detrimento do pobre, a caridade em saber da indiferença, não estranhem, eram dias insalubres pra mim. De pouco quase nada me restava de geração&#8230; Atropelados, fomos todos pelo bonde do destino, no dia do impeachment do presidente.</p><div
id="attachment_14208" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/mphaickel..jpg"><img
class="size-full wp-image-14208" title="mphaickel." src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/mphaickel..jpg" alt="" width="200" height="233" /></a><p
class="wp-caption-text">O escritor M. P. Hhaickel, por divulgaçao.</p></div><p>O malogrado plano foi frustrado, e nesse mesmo dia era exibido em todas as janelas ao longo do eixão, um luto, a população em forma de repúdio, demonstrava todo tipo de insatisfação em que vivíamos, colocando em suas janelas bandeiras negras, usavam tarjas, fitas, agitavam pela extensão do eixão, agitando bandeiras, marchavam rumo ao Congresso, somavam-se a eles uma juventude cara-pintada, apitando, gritando palavras de ordem que pediam a cabeça do presidente, enquanto num quarto de apartamento na Asa Norte, recebíamos a notícia da morte de Zinho, que ao tentar fugir e trocar tiros com a polícia, acabou vitimado com três perfurações de bala no corpo, abraçado a um pacote com um quilo de cocaína pura, pronta pra consumo, a poucos quilômetros da casa dos bacanas politiqueiros lobistas e marqueteiros. Armando que tinha planejado tudo, desapareceu sem deixar pistas, nunca mais se ouviu falar dele, até mesmo porque sempre fora macambúzio.</p><p>Alênca foi o que mais sentiu o golpe, faltou ficar louco por ter cantado a pedra antes, pro Zinho. A notícia que tive dele foi que recentemente rompeu com Jussara, que se mandou para Pirinópolis. Mirian&#8230; Não sei&#8230; As circunstâncias da vida fizeram cada um ir pro seu lado e o sonho de fazer-se ouvir dentro de uma sociedade, os planos de revolução, de arte e cinema se desvanecer em culpa que agora tento redimir; Dérick voltou pro hospício, recolhido por andar nu pela faixa central do eixão no horário de rush, depois que soubera que Fátima perdera o filho que gerava ao cair da escada, após uma discussão com o pai. Quando chegou o dia do Festival de Cinema, venceu o curta Rodoviária e ela foi embora de Brasília e do Brasil.</p><p>Do vídeo restou a construção de uma ideologia que perdura abandonada, esgotando o que ficou de tudo na ruína. Pode não parecer, mas o tempo passa e passou para todo mundo, enquanto o Dérick fazia música e escrevia, namorava com a Fátima; a Jussara tava casada com o Alênca, que gostava de cinema, que estudou o fundamental com o Zinho, da Miriam, que nunca foi com a cara do Armando&#8230; Acostumamos-nos com muita coisa nesta vida, só não com a morte e a loucura, contando assim, pode até não parecer, mas&#8230; Lúcia se foi com sua trupe pelo mundo. Tenho vontade de um dia novamente encontrá-la. Por vezes quero esquecê-la, mas a vida não deixa, tenho um passado e um futuro ainda por armar, sei disso. Como todo poeta, sonho às vezes com Lúcia voltando, assim como me prometera&#8230; E assim vou vivendo me valendo de poucas palavras, escrevendo só o que o coração manda, na tentativa de um dia sair desse labirinto em ruínas que me cerca.</p><p>Fim.</p><p>*<strong>M. P. Haickel</strong>, escritor, professor, produtor cultural, publicou Cinza da Solidão pela Thesaurus Editora.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p><a
href="http://www.thesaurus.com.br/">www.thesaurus.com.br</a></p><p><a
href="mailto:mphaickel@gmail.com">mphaickel@gmail.com</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/26/cinza-da-solidao-final/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Modernização da Lei Autoral</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/26/compositores-apoiam-modernizacao-da-lei-autoral/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/26/compositores-apoiam-modernizacao-da-lei-autoral/#comments</comments> <pubDate>Fri, 27 Aug 2010 02:39:37 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Direitos autorais]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=14200</guid> <description><![CDATA[Lei do Direito Autoral no Brasil está em processo de mudança e os criadores musicais podem participar da consulta pública com sugestões que podem ser feitas até 31 de agosto de 2010. Por Redação Com informação do MinC * Compositores brasileiros e seus representantes se reuniram no Rio de Janeiro dia 23 de agosto de [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p><p>Lei do Direito Autoral no Brasil está em processo de mudança e os criadores musicais podem participar da consulta pública com sugestões que podem ser feitas até 31 de agosto de 2010.</p><div
id="attachment_14201" class="wp-caption alignleft" style="width: 360px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/juca-ferreira.www_.bahianoticias.com_.br_.jpg"><img
class="size-full wp-image-14201" title="juca-ferreira.www.bahianoticias.com.br" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/juca-ferreira.www_.bahianoticias.com_.br_.jpg" alt="" width="350" height="303" /></a><p
class="wp-caption-text">O ministro da Cultura Juca Ferreira, por www.bahianoticias.com.br</p></div><p>Por <strong>Redação </strong></p><p>Com informação do MinC *</p><p>Compositores brasileiros e seus representantes se reuniram no Rio de Janeiro dia 23 de agosto de 2010 com o ministro da Cultura, Juca Ferreira, para dar seu apoio e contribuição para a modernização da Lei do Direito Autoral, em consulta pública até o próximo dia 31 de agosto.</p><p>Entre os compositores presentes no encontro no Palácio Capanema, no Rio de Janeiro, estavam vários autores célebres como Carlos Colla, que escreveu sucessos como Falando Sério (Roberto Carlos), Bye bye Tristeza (Sandra de Sá), Além da Cama (Alcione).</p><p><strong>Questões importantes</strong></p><p>A filha, Daniela Colla, advogada e também compositora, estava com o pai na reunião e levantou questões importantes como as licenças não voluntárias, que devem ficar claras no corpo da Lei que não se aplicam à música.</p><p>“Mas fico tranquila com a sinalização do ministério de que isso estará explícito no projeto a ser enviado ao Congresso Nacional”, afirmou.</p><p>“Acredito que devam ser feitos ajustes na redação de alguns artigos, mas é importante termos uma lei mais moderna”, disse Álvaro Socci, compositor de músicas como Planeta Xuxa, As Quatro Estações, interpretada por Sandy e Júnior, e sucesso de novelas como Vem Ni Mim, de Senhora do Destino. A opinião foi compartilhada por todos os presentes.</p><div
id="attachment_14202" class="wp-caption alignright" style="width: 460px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/carlos-cola..jpg"><img
class="size-full wp-image-14202" title="carlos-cola." src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2010/08/carlos-cola..jpg" alt="" width="450" height="324" /></a><p
class="wp-caption-text">Carlos Cola, um dos compositores mais gravados do Brasil, por divulgação.</p></div><p><strong>Rádios digitais. </strong></p><p>Totonho Velleroy, parceiro de Ana Carolina em várias canções que estouraram nas listas de mais pedidas pelos ouvintes, abordou a dificuldade de recolher direitos autorais de rádios digitais.</p><p>Paulo Debétio, autor de Tieta e Nuvem de Lágrimas, mostrou preocupação também com a arrecadação no exterior, que segundo ele, quase não chega aos bolsos dos músicos.</p><p>“Mas com a obrigatoriedade da transparência, isso fica mais fácil. A harmonização de todo o sistema interessa ao autor, pois quanto mais consumidores, mais investidores e mais arrecadação para os artistas. Nenhum lado pode sair perdendo, senão o mercado não incorpora o modelo”, afirmou o ministro Juca Ferreira, ao explicar um dos propósitos da modernização da Lei.</p><p>Compareceram à audiência com o ministro:</p><p>Carlos Colla, Daniela Colla, Chico Roque, Dalmo Medeiros, José Henrique, Jaqueline Sangalo, Paulo Debétio, Daniel Campelo, Totonho Villeroy, Paulinho Rezende e Claudio da Matta.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p>*Mais informação</p><p>Mariana Ramos, assessora de Imprensa do Ministério da Cultura, telefones 61 2024 2491 ou 61 9907 4662 ou pelo email <a
href="mailto:mariana.ramos@cultura.gov.br">mariana.ramos@cultura.gov.br</a></p><p>Susanna Scarlet, assessora de Imprensa do Ministério da Cultura, pelo telefone 61 2024 2407 ou pelo email <a
href="mailto:Susanna.scarlet@cultura.gov.br">Susanna.scarlet@cultura.gov.br</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/08/26/compositores-apoiam-modernizacao-da-lei-autoral/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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