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><channel><title>Nós - Fora dos Eixos</title> <atom:link href="http://www.nosrevista.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.nosrevista.com.br</link> <description>Revista Cultural e Literária</description> <lastBuildDate>Tue, 15 May 2012 16:46:23 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator> <item><title>Metáfora do Nordeste (e do Brasil?)</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/15/metafora-do-nordeste-e-do-brasil/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/15/metafora-do-nordeste-e-do-brasil/#comments</comments> <pubDate>Tue, 15 May 2012 16:46:23 +0000</pubDate> <dc:creator>Giselle Cintra</dc:creator> <category><![CDATA[Artigo]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=18687</guid> <description><![CDATA[A prefeitura de Cachoeira, no Recôncavo Baiano, cortou a verba mensal de R$ 12 mil destinada ao Hospital da Santa Casa de Misericórdia do município. Em compensação, pretende gastar R$350 mil de cachê para um show de duas horas da banda “Chiclete com Banana”. Moradores da cidade histórica estão realizando uma campanha para que o [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>A prefeitura de Cachoeira, no Recôncavo Baiano, cortou a verba mensal de R$ 12 mil destinada ao Hospital da Santa Casa de Misericórdia do município.</p><p>Em compensação, pretende gastar R$350 mil de cachê para um show de duas horas da banda “Chiclete com Banana”.</p><p>Moradores da cidade histórica estão realizando uma campanha para que o cantor Bell –, muito conhecido aqui na Bahia –, doe quatro minutos da apresentação (o que daria R$11.668) para a Santa Casa.</p><p>Aqueles que exploram (ludibriam, mentem, enganam), acreditam que aquilo que você não sabe não poderá prejudicá-los. Por isso, apostam na ignorância da maioria.</p><p>Parodiando o saudoso Millor Fernandes, eu diria que nossas autoridades podem ficar tranquilas: não haverá epidemia de cólera. Nosso povo morrerá de passividade…</p><div
id="attachment_18689" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2012/05/emanuel-medeiros-vieira-www.deolhonacapital.com_.br_-300x220.jpg"><img
class="size-thumbnail wp-image-18689" title="emanuel-medeiros-vieira-www.deolhonacapital.com_.br_-300x220" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2012/05/emanuel-medeiros-vieira-www.deolhonacapital.com_.br_-300x220-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p
class="wp-caption-text">Emanuel Medeiros Vieira</p></div><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>por <a
title="Emanuel Medeiros Vieira" href="http://www.thesaurus.com.br/autor/emanuel-medeiros-vieira" target="_blank">Emanuel Medeiros Vieira</a>, escritor</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/15/metafora-do-nordeste-e-do-brasil/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Exposição Lago Paranoá, dos primórdios à Cota Mil</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/14/exposicao-lago-paranoa-dos-primordios-a-cota-mil/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/14/exposicao-lago-paranoa-dos-primordios-a-cota-mil/#comments</comments> <pubDate>Mon, 14 May 2012 20:42:13 +0000</pubDate> <dc:creator>Giselle Cintra</dc:creator> <category><![CDATA[Cultura]]></category> <category><![CDATA[Exposição]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=18675</guid> <description><![CDATA[O Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal (IHGDF) convida para a abertura da exposição Lago Paranoá: dos primórdios à Cota Mil, no dia 16 de maio, às 19h. A exposição vai do dia 16 a30 de maio, de segunda a sexta-feira no hall do IHGDF. O evento faz parte das comemorações organizadas pelo Instituto [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal (IHGDF) convida para a abertura da exposição<em> Lago Paranoá: dos primórdios à Cota Mil</em>, no dia 16 de maio, às 19h. A exposição vai do dia 16 a30 de maio, de segunda a sexta-feira no <em>hall</em> do IHGDF.</p><p>O evento faz parte das comemorações organizadas pelo Instituto Brasileiro de Museus da 10º Semana Nacional, em homenagem ao dia Internacional de Museus, 18 de maio. Serão utilizadas fotografias inéditas da construção do Lago Paranoá com textos explicativos e de preservação.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Serviço:</strong></p><p>O que: Exposição Lago Paranoá: dos primórdios à Cota Mil</p><p>Dia:16 a30 de maio</p><p>Horas: 9h às 12h e das 14h às 17h</p><p>Entrada franca</p><p>Endereço: SEP/Sul EQ 703/903 (W3 Sul) – Brasília/DF</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/14/exposicao-lago-paranoa-dos-primordios-a-cota-mil/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>42º Fenac abre inscrições para compositores de todo Brasil</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/14/42%c2%ba-fenac-abre-inscricoes-para-compositores-de-todo-brasil/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/14/42%c2%ba-fenac-abre-inscricoes-para-compositores-de-todo-brasil/#comments</comments> <pubDate>Mon, 14 May 2012 20:19:41 +0000</pubDate> <dc:creator>Giselle Cintra</dc:creator> <category><![CDATA[Eventos]]></category> <category><![CDATA[Música]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=18665</guid> <description><![CDATA[Compositores de todo país já podem se inscrever no 42º Festival Nacional da Canção (Fenac), maior e mais tradicional festival de música do Brasil, que acontecerá de agosto a setembro em seis cidades mineiras. As inscrições vão até o dia 8 de junho e podem ser feitas pelo correio ou internet. Este ano o evento [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id="attachment_18671" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2012/05/fnac.jpg"><img
class="size-medium wp-image-18671" title="Festival Nacional da Canção" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2012/05/fnac-300x130.jpg" alt="" width="300" height="130" /></a><p
class="wp-caption-text">Festival Nacional da Canção</p></div><p>Compositores de todo país já podem se inscrever no 42º Festival Nacional da Canção (Fenac), maior e mais tradicional festival de música do Brasil, que acontecerá de agosto a setembro em seis cidades mineiras. As <a
title="Link de inscrição para o Festival Nacional da Canção" href="http://festivalnacionaldacancao.com.br/inscricao/welcome/verifica_cpf" target="_blank">inscrições</a> vão até o dia 8 de junho e podem ser feitas pelo correio ou internet. Este ano o evento premiará a melhor canção com o Troféu Lamartine Babo e distribuirá R$ 200 mil em prêmios.</p><p>Artistas de vários estados brasileiros e também, do Distrito Federal têm se destacado em quase todas as edições do festival. Entre os destaques está a canção “Saudade de você” interpretada por Arlindo Carlos Silva da Paixão, apelido Mongol, de Brasília (DF), que foi premiado com o 4º lugar durante o 38º Fenac.</p><p>Dividido em cinco etapas eliminatórias, o 42º Fenac começará em Extrema nos dias 3 e 4 de agosto e passará nos dias 10 e 11 de agosto em Pouso Alegre, 17 e 18 de agosto em Formiga, 24 e 25 de agosto em Guapé, 31 de agosto e 1 de setembro em Varginha, e 6,7 e 8 de setembro acontecerão as semifinais e a  grande final,em Boa Esperança. Entreas canções inscritas, 140 serão classificadas para se apresentarem, sendo 28 em cada cidade, de onde sairão as 30 músicas semifinalistas. No ano passado cerca de 3 mil compositores de 17 estados diferentes participaram do evento.</p><p>As inscrições podem ser enviadas pelo correio (Rua Belo Horizonte, 224, Jardim Andere, Varginha – MG, CEP: 37.006-370) ou pela internet através do site <a
title="site do Festival Nacional da Canção" href="http://www.festivalnacionaldacancao.com.br" target="_blank">www.festivalnacionaldacancao.com.br</a>. Os compositores podem inscrever quantas músicas desejarem, desde que sejam inéditas e originais, pagando a taxa de R$10 por música. Não existem restrições a gêneros musicais e obrigatoriamente as letras devem ser em português.</p><p>Com uma vitoriosa história de mais de quatro décadas, o Festival Nacional da Canção traz em 2012 uma programação muito especial nas ruas e praças das cidades sedes como apresentações de teatro, dança, mágica, poesia, artes plásticas, artesanato e música. O objetivo principal do evento é valorizar e divulgar a cultura nacional. O Fenac é apoiado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura e pela Lei Rouanet.</p><p>Consulte o regulamento: <a
title="Festival Nacional da Canção" href="http://www.festivalnacionaldacancao.com.br/p/regulamento.html" target="_blank">http://www.festivalnacionaldacancao.com.br/p/regulamento.html</a></p><p>Mais informações pelo telefone (0xx35) 3221-1020.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/14/42%c2%ba-fenac-abre-inscricoes-para-compositores-de-todo-brasil/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Aprovada lei que permite às empresas deduzir gastos na formação profissional de empregados</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/14/aprovada-lei-que-permite-as-empresas-deduzir-como-despesa-operacional-gastos-na-formacao-profissional-de-empregados/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/14/aprovada-lei-que-permite-as-empresas-deduzir-como-despesa-operacional-gastos-na-formacao-profissional-de-empregados/#comments</comments> <pubDate>Mon, 14 May 2012 17:25:49 +0000</pubDate> <dc:creator>Giselle Cintra</dc:creator> <category><![CDATA[Educação]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=18661</guid> <description><![CDATA[A Comissão de Educação do Senado Federal aprovou, no dia 09 de maio de 2012, o Projeto de Lei da Câmara nº 68/2011 que permite às empresas deduzir, como despesa operacional, na apuração do lucro real, os gastos por elas realizados com a formação profissional de seus empregados, em cursos de nível médio superior, bem [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Educação do Senado Federal aprovou, no dia 09 de maio de 2012, o Projeto de Lei da Câmara nº 68/2011 que permite às empresas deduzir, como despesa operacional, na apuração do lucro real, os gastos por elas realizados com a formação profissional de seus empregados, em cursos de nível médio superior, bem como em outros cursos e atividades de educação profissional previstos na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB – artigos39 a42), que regulamenta e ordena a educação brasileira. A Lei prevê, ainda, que os gastos não substituem ou complementam a remuneração devida a qualquer empregado beneficiado, não constituem base de incidência de encargos trabalhistas ou previdenciários e a eles não se aplica o princípio da habitualidade.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/14/aprovada-lei-que-permite-as-empresas-deduzir-como-despesa-operacional-gastos-na-formacao-profissional-de-empregados/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Rede Social Corporativa incentiva gestão do conhecimento no IEA</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/14/rede-social-corporativa-incentiva-gestao-do-conhecimento-no-iea/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/14/rede-social-corporativa-incentiva-gestao-do-conhecimento-no-iea/#comments</comments> <pubDate>Mon, 14 May 2012 16:56:10 +0000</pubDate> <dc:creator>Giselle Cintra</dc:creator> <category><![CDATA[Geral]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=18654</guid> <description><![CDATA[Imagine um rede social da empresa em que você trabalha, onde os funcionários podem conversar informalmente, dando ideias que antes, só surgiam nos corredores, mas que podem ser colocadas em prática. O Instituto de Estudos Avançados – IEA – aderiu a ferramenta de socialização, que aumenta o engajamento e a colaboração dentro da empresa e [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id="attachment_18655" class="wp-caption alignleft" style="width: 278px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2012/05/socialbase.png"><img
class="size-full wp-image-18655" title="socialbase" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2012/05/socialbase.png" alt="" width="268" height="106" /></a><p
class="wp-caption-text">SocialBase</p></div><p>Imagine um rede social da empresa em que você trabalha, onde os funcionários podem conversar informalmente, dando ideias que antes, só surgiam nos corredores, mas que podem ser colocadas em prática. O Instituto de Estudos Avançados – IEA – aderiu a ferramenta de socialização, que aumenta o engajamento e a colaboração dentro da empresa e aproxima funcionários.</p><p>Um ambiente em que o colaborador tem recursos para expor seu conhecimento e ampliar o relacionamento com seus colegas de trabalho. Em busca destes objetivos, o IEA (Instituto de Estudos Avançados), com sedes em Florianópolis, São Paulo e Brasília e atuação internacional, procurou uma solução que pudesse ampliar suas alternativas de comunicação interna com o colaborador &#8211; como blogs internos e TV corporativa. A implantação de uma rede social corporativa &#8211; o SocialBase &#8211; foi a opção da direção do IEA, juntamente com os departamentos de recursos humanos, marketing e comunicação. O SocialBase possui todos os recursos de uma rede social comum, como o Facebook e o Twitter: perfil, grupos, feed de notícias em formato timeline (linha do tempo), chat, grupos temáticos, páginas, opções para curtir e compartilhar conteúdo, entre outros. Essas funcionalidades, contudo, são adaptadas para a colaboração corporativa.</p><p>No IEA, a ferramenta possibilita que cada funcionário conheça melhor seus colegas, não somente conferindo seu perfil na rede, mas também analisando os conteúdos compartilhados e posturas frente a discussões que a ferramenta possibilita. “Essa rede reúne nossos talentos em constante troca de conhecimento. Valorizamos o capital intelectual que pode ser extraído desse tipo de ambiente, pois sabemos que os ativos de conhecimento são cada vez mais vantagem competitiva”, completa Guilherme Ferla.</p><p><span
id="more-18654"></span></p><p>Os funcionários da empresa também acreditam que a rede social corporativa ajuda a colocar em prática aquelas ideias que acabam não indo além do papo do corredor, seja tomando um café ou nos intervalos de tarefas e treinamentos. Por meio de posts e comentários nos perfis e grupos, as discussões podem ser acompanhadas e contar com a colaboração de funcionários de qualquer área da empresa. &#8220;A troca de informações entre os colaboradores e diretores sobre os assuntos da empresa chegam com mais rapidez e o <em>feedback</em> é muito mais intenso, contribuindo para o processo de inovação&#8221;, explica a gerente de marketing, Lucimar Francheschini.</p><p>Acompanhando o boom das redes sociais, fenômeno já consolidado no Brasil e no mundo, as empresas mudam suas posturas e tentam se adaptar à nova realidade, utilizando essa ferramenta como aliada da produtividade. A pesquisa Social Networks <em>vs.</em> Management, da Manpower Inc. New York (2010), aponta que empresas que permitem o uso de mídias sociais são, em média, 9% mais produtivas do que as que não permitem.</p><p>&nbsp;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/14/rede-social-corporativa-incentiva-gestao-do-conhecimento-no-iea/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Advogado recomenda cautela com liberdade de expressão nas redes sociais</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/11/advogado-recomenda-cautela-com-liberdade-de-expressao-nas-redes-sociais/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/11/advogado-recomenda-cautela-com-liberdade-de-expressao-nas-redes-sociais/#comments</comments> <pubDate>Fri, 11 May 2012 20:56:10 +0000</pubDate> <dc:creator>Giselle Cintra</dc:creator> <category><![CDATA[Geral]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=18487</guid> <description><![CDATA[No texto abaixo, o advogado Rafael Fernandes Maciel fala sobre o limite da liberdade de expressão nas redes sociais: A liberdade de expressão é um direito fundamental, garantido constitucionalmente, mas qual o limite nas redes sociais? Extrapolar na reclamação contra uma empresa ou agredir verbalmente uma pessoa pode render processo contra o autor? Especialistaem Direito [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>No texto abaixo, o advogado Rafael Fernandes Maciel fala sobre o limite da liberdade de expressão nas redes sociais:</p><p>A liberdade de expressão é um direito fundamental, garantido constitucionalmente, mas qual o limite nas redes sociais? Extrapolar na reclamação contra uma empresa ou agredir verbalmente uma pessoa pode render processo contra o autor?</p><p>Especialistaem Direito Eletrônico/Direito Digital, o advogado Rafael Fernandes Maciel vem estudando muito o tema e faz alertas sobre esse assunto que julga de extrema relevância. Ele afirma que as pessoas podem dizer o que quiserem em sites como Twitter e Facebook, desde que não atinjam direitos dos outros.</p><p>“A liberdade de expressão não pode violar outros direitos também fundamentais e não menos relevantes, como o à imagem e à honra de uma pessoa. Há limite a esse exercício e os tribunais fazem um juízo de ponderação, para saber se o exercício de um direito se fez de forma exagerada, ferindo, desproporcionalmente, outro também constitucionalmente garantido”, explica o sócio do escritório Murilo Maciel &amp; Rafael Maciel Advogados Associados.</p><p>Atualmente, os casos mais comuns são de consumidores reclamando sobre bens ou serviços adquiridos. “Esse direito é sagrado. No entanto, a pessoa não pode extrapolar o que seria razoável para tentar resolver o seu problema. Assim, se ele posta uma reclamação por defeito de um produto, não há nada que justifique termos de baixo calão ou criar uma verdadeira campanha para denegrir a imagem da marca e, principalmente, das pessoas que lá trabalham. Extrapolando, responderá por isso. Assim os tribunais vêm julgando.”</p><p>Rafael Maciel relata que já há casos de empresas que recorreram à Justiça por causa de “exageros” por parte de clientes. O primeiro passo é, através dos próprios sites de relacionamento ou dos provedores de acesso, tentar identificar o responsável pelas mensagens ofensivas.</p><p>“Algumas redes sociais podem facilitar esse acesso pela via administrativa, mas na sua maioria é necessária ordem judicial. Uma vez identificado, o autor poderá ser demandado a reparar os danos morais causados à imagem da empresa e também criminalmente. Além disso, a empresa pode solicitar a exclusão do conteúdo ofensivo à sua reputação das redes”, afirma o advogado.</p><p>O mesmo ocorre em casos envolvendo apenas pessoas físicas. “Alguns têm uma maior facilidade em denegrir a imagem de outros quando estão ‘protegidos’ pelas redes sociais. O problema ocorre quando são comentários que denigrem a honra de terceiros feitos de forma aberta, não reservada.”</p><p>Segundo o especialista, agressões desse tipo causam danos suscetíveis à reparação civil e o autor pode responder por difamação, calúnia ou injúria, dependendo do caso.</p><p><span
id="more-18487"></span></p><p><strong>Sem lei própria para tratar do assunto</strong></p><p>O sócio do Murilo Maciel &amp; Rafael Maciel Advogados Associados explica que não há legislação específica para a internet, mas também não seria preciso para essas situações. No caso, a própria Constituição Federal do Brasil é quem regula os direitos fundamentais.</p><p>“No entanto, a própria Carta Magna não traça esses limites, pois seria impossível à letra fria da lei prever todas as situações de conflito entre direitos fundamentais. Até porque nenhum desses direitos se sobrepõe ao outro hierarquicamente. Não há direito fundamental absoluto. O juízo de ponderação é feito em cada caso concreto, mas, para os casos de ofensa em redes sociais que configuram crime contra a honra, não há muita dificuldade em identificar esses limites.”</p><p>Rafael Maciel reforça que, embora as pessoas ainda não tenham se atentado para os danos que podem provocar em terceiros ao extrapolarem seu direito à liberdade de expressão nas redes, esse tema é de extrema relevância. Isso porque, ao contrário das ofensas feitas à moda antiga, as propagandas no meio virtual alcançam maior público e em velocidade assustadora.</p><p>“Pode até ser que um dia as pessoas não considerem alguns fatos como ofensivos, mas, se assim considerarem, têm o direito à reparação. A liberdade de expressão é assegurada, no entanto, nossa Constituição Federal veda o anonimato”, finaliza o advogado, autor do blog <a
title="Direito na era das redes" href="http://www.direitonaeradasredes.com" target="_blank">Direito na era das redes</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/11/advogado-recomenda-cautela-com-liberdade-de-expressao-nas-redes-sociais/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Um Romance Extraordinário, artigo sobre um livro inédito</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/11/um-romance-extraordinario-artigo-sobre-um-livro-inedito/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/11/um-romance-extraordinario-artigo-sobre-um-livro-inedito/#comments</comments> <pubDate>Fri, 11 May 2012 19:31:57 +0000</pubDate> <dc:creator>Giselle Cintra</dc:creator> <category><![CDATA[Artigo]]></category> <category><![CDATA[Cultura]]></category> <category><![CDATA[Literatura]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=18608</guid> <description><![CDATA[Quando chegaram às minhas mãos os originais do romance de costumes de Josefina Duailibi Mahfuz, nem pude acreditar no que estava vendo, no que estava lendo. Esse livro levou mais de vinte anos para ser escrito e, mesmo assim, não teve a oportunidade de ser publicado. E certamente não mais o terá, pois sua autora [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Quando chegaram às minhas mãos os originais do romance de costumes de <strong>Josefina Duailibi Mahfuz</strong>, nem pude acreditar no que estava vendo, no que estava lendo. Esse livro levou mais de vinte anos para ser escrito e, mesmo assim, não teve a oportunidade de ser publicado. E certamente não mais o terá, pois sua autora faleceu no interior de Minas há mais de sete anos e a família nem quer saber do assunto. Pelo menos por enquanto.</p><p><strong>O país do faz de conta</strong>, escrito na terceira pessoa, numa linguagem tensa e avassaladora, narra a história de uma mulher que, impossibilitada de ter filhos, resolve adotar crianças pobres da periferia de uma cidade média, situada num país imaginário da América do Sul. Na verdade, são muitas histórias paralelas que se cruzam e se distanciam no tempo e no espaço para, ao fim e ao cabo da narrativa, se juntarem num só emaranhado de situações plausíveis e, não raro, bem próximas da realidade: o desfecho inexorável e surpreendente ultrapassa qualquer tentativa de compreensão. Embora apresente personagens e cenários deliberadamente atuais, trata-se de um livro de difícil classificação e quase impossível de ser analisado. Mas tentemos.</p><p>Aurora Solrac, professora de piano e ativista política, chegou a casar-se pelo menos três vezes, fora duas tentativas frustradas de relação àla Sartree Beauvoir — o que lhe causou problemas com a polícia e, consequentemente, com a justiça de sua cidade. Pois bem. Aos quarenta e sete anos, resolve pendurar as chuteiras amorosas e adotar três crianças de uma favela próxima. A decisão, entretanto, não foi tomada antes de consultar seus velhos pais, que, embora apreensivos e descrentes, concordaram com o ímpeto da filha única. Documentação reunida e aprovada pelas autoridades competentes, dentro de três meses os pequenos puderam se transferir para a casa da nova mãe. Em resumo: começam aí dramas e conflitos, em cenário surreal e fantasmagórico, narrados com frieza e precisão sintática. Um verdadeiro soco no estômago.</p><p>A autora, utilizando-se da tessitura de uma aranha, faz o tempo passar devagar, contando outras histórias paralelas e pintando novos quadros, em que transporta o leitor para situações sempre inusitadas. <em>O país do faz de conta</em> não lembra<em> Cem anos de solidão</em>, mas se aproxima do misterioso universo de García Márquez pelo que traz de informações e representações simbólicas da condição humana, ao descrever um painel psicológico digno dos melhores prosadores do século XX. O livro trata de guerras conjugais, litígio por posse de terra, desavença familiar por espólio, corrupção política, homossexualismo e, de maneira soberba e cristalina, luta pelo poder — em todos os seus desdobramentos e especificidades. E mergulha também nas relações pessoais dos personagens, desnudando um quadro perturbador de tragédias que deságuam em crimes hediondos e todo tipo imaginável de perseguição, em que a inveja é sempre o fio condutor de todos os percalços e atribulações.</p><p><span
id="more-18608"></span></p><p>Dividido em seis partes e 66 capítulos, <em>O país do faz de conta</em> consegue a proeza da poesia em sua prosa tensa, contida e ritmada, e o milagre do permanente interesse pela leitura, a cada frase, a cada parágrafo, a cada capítulo. As situações e tipos descritos apresentam consistência e verossimilhança. São seres marcados por distúrbio psíquico, por desvio de conduta e por irremediável fracasso social. E todos de carne e osso. Poucos volumes romanescos de mais de 800 páginas conseguem efeito literário como esse. Aliás, um feito para poucos narradores contemporâneos. Salvo raríssimas exceções.</p><p>Há no capítulo 13, da segunda parte do romance, descrições pormenorizadas de questões marcadas pelo sentimento da inveja e do despeito. (E aqui o narrador, malabaristicamente, destrincha os dois substantivos com a lente da clareza e os conhecimentos da filosofia.) Há no livro referência também ao escritor ítalo-argentino José Ingenieros sobre a mediocridade sistêmica a pairar sobre a humanidade, que vegeta sem nenhuma possibilidade de salvação. O homem é, antes de tudo, um animal, o mesmo animal de Neanderthal, embora hoje use computador, trafegue em automóveis possantes e voe em aviões a jato. Segundo análise feita a partir do discurso livre indireto da narrativa josefiniana, poucos, pouquíssimos homens — aqui tratados de “lúcidos”, “luminares”, “visionários” — conseguem, com seu trabalho, sua fé ou sua arte, transformar o curso da história, o fluxo da vida e a face do mundo, revolucionando conceitos, práticas e mesmo culturas milenares, para o bem da maioria de seres que caminham sem nada perceber, tamanha a cegueira coletiva que os condiciona e aliena.</p><p>O narrador não deixa, entretanto, de apontar, nas entrelinhas, aqueles outros seres que, meio vivos, meio mortos, fingem ser o que de fato não são e que, certamente, jamais serão: homens que não criam nada e nada fazem, a não ser corromper, matar, roubar, futricar e viver na sombra de alguns luminares, só por ter-lhes um dia engraxado as botas, esfregado as costas, ou servido de fantoches em suas caminhadas extraconjugais, n   algum momento de suas vidas. O clímax desse episódio retorna noutra história, lá no penúltimo capítulo, em um conflito autoral pela disputa dos originais de um livro secreto, cujo prefácio fora grosseiramente arrancado, não se sabe como, quando e por quem.</p><p>A falsidade e o ressentimento tiveram tratamento quase cirúrgico em três capítulos do livro (17, 36 e 64), justamente quando a autora se detém no complexo de inferioridade. Dessa anomalia estritamente humana, vão surgindo, aqui e acolá, infelizmente, nuanças de uma convicção cada vez mais cristalizada. Homens e mulheres protagonizam cenas ridículas repletas de significados supraliterários. Em contraposição a um conjunto de situações ficcionais de cunho fantástico, o quadro exposto quase toca o real, quando leva o leitor a mergulhar numa análise das similaridades de suas próprias vivências. Pululam nestas páginas personagens que fingem dar aquilo que, na verdade, estão a subtrair de alguém supostamente necessitado de alguma ajuda ou cuidado — não se pode admitir nunca a superioridade intelectual de quem se revela contrário aos apelos da etnia e ao determinismo genético. Naturalmente, as comparações são inevitáveis.</p><p>As referências que tratam da inveja, caracterizadas nos capítulos 13 e 52, trazem-nos uma constatação terrível: a inveja — ao lado do despeito — é um sentimento de inferioridade quase infantil. O grande perigo reinante, embora subterrâneo, é o despeito. Na inveja, deseja-se um objeto, um cargo, uma posição e vive-se, de fato, a tormenta de não tê-los; no despeito, mais avassalador e cruel, além de desejar-se o objeto, o cargo, a posição alheios, busca-se a eliminação do outro, social e fisicamente, numa tentativa desesperada de tomar-lhe o lugar cobiçado e colocar/vestir sua máscara na face despersonalizada pelo distúrbio psíquico e má formação de caráter. Retrato bem característico de nossos dias.</p><p>Josefina Duailibi Mahfuz, aqui e ali, descreve uma paisagem humana hostil sendo devastada pela fraqueza e apatia de uns e pela ganância e corrupção de outros. Devido à omissão do Estado e de carcomidas leis, suas criaturas não conseguem vislumbrar, em curto prazo, uma solução para o impasse de suas vidas mesquinhas e sem sentido. Por isso, os personagens do livro, espectrais, em sua caminhada para o aniquilamento, vão se diluindo em autômatos, mortos vivos ou sonâmbulos, ao deixarem na cidade um rastro de desolação e uma aparência de abandono. Não se pode dizer, no entanto, que seja uma cidade fantasma, após a avalanche de desgraças que se abateu sobre a sua população. Os recursos linguísticos utilizados pela escritora, por diversos, vão a pouco e pouco enriquecendo a trama com sutilezas verbais as mais insólitas e surpreendentes. Um alívio para as nossas aflições silenciosas.</p><p>Nos capítulos 27 e 43 há referências explícitas também sobre o ciúme. Em cenas meticulosas, plasmadas com o esmero artesanal de um escultor impressionista, surge um emaranhado de intrigas e dissimulações. Um exemplo será bastante. No último diálogo entre enteado e padrasto, há frases lapidares sobre esse sentimento: — “Deixa-me em paz, Orestes. Não vês que estou em outra? – argumenta o jovem Fernando, tentando se desvencilhar do abraço do padrasto”. — “Se não me queres mais, não devias me enganar assim tão abertamente. Nem por isso deixo de te amar, mesmo sabendo da existência de Sandro. Mas saiba de uma coisa: se não ficares comigo, não ficarás com mais ninguém – esbraveja com fúria o esposo de Juliana.” E, após dizer isso, saca do revólver e, cego de cólera, atira diversas vezes contra o rapaz, matando-o friamente. Esse gesto faz pensar que o ciúme de um homem por outro homem é mais compulsivo e neurótico do que o ciúme de um homem por uma mulher, ou o ciúme de uma mulher por um homem ou por outra mulher. E isso, não só na ficção de Josefina Duailibi Mahfuz, como também na vida real, tem gerado desavenças e desencontros na rotina de muita gente, com resultados assustadores e consequências desastrosas. Os jornais têm estampado manchetes dessa natureza, cotidianamente, sem nenhum pudor.</p><p>Ao fim do sexagésimo sexto e último capítulo, lá pela página 880 desse livro apocalíptico, as trinta e três histórias, inicialmente díspares e independentes, se fecham uniformemente como por encanto: Aurora Solrac, rediviva, contempla o sonho de ser mãe com uma ponta de decepção, e se vê desamparada frente ao mistério da vida, totalmente entregue à impotência e à desesperança. Mas, do seu desconforto existencial, ainda encontra força para proferir uma frase extraída e adaptada do relatório final de Albert Einstein sobre o famoso “Manhattan Project”, que há de ficar martelando por muito e muito tempo na cabeça dos leitores&#8230;</p><p>Por <a
title="Taveira" href="http://www.thesaurus.com.br/autor/joao-carlos-taveira" target="_blank">João Carlos Taveira</a>, poeta e crítico literário</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/11/um-romance-extraordinario-artigo-sobre-um-livro-inedito/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Livro Eléctrico 28, uma viagem na história que percorre a beleza de Lisboa</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/11/livro-electrico-28-uma-viagem-na-historia-que-percorre-a-beleza-de-lisboa/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/11/livro-electrico-28-uma-viagem-na-historia-que-percorre-a-beleza-de-lisboa/#comments</comments> <pubDate>Fri, 11 May 2012 18:56:25 +0000</pubDate> <dc:creator>Giselle Cintra</dc:creator> <category><![CDATA[CPLP/Lusofonia e Lusofilia]]></category> <category><![CDATA[Livros recomendados]]></category> <category><![CDATA[Portugal]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=18623</guid> <description><![CDATA[A autora Nysse Arruda associada ao atelier de design de Henrique Cayatte, e à fotógrafa Clara Azevedo, pretendo criar uma obra de referência para os habitantes locais e turistas que visitam a cidade e que, a bordo do Eléctrico 28, percorrem uma rota com grande significado histórico na capital. Lisboa tem a terceira mais bela livraria [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>A autora Nysse Arruda associada ao atelier de design de Henrique Cayatte, e à fotógrafa Clara Azevedo, pretendo criar uma obra de referência para os habitantes locais e turistas que visitam a cidade e que, a bordo do Eléctrico 28, percorrem uma rota com grande significado histórico na capital. Lisboa tem a terceira mais bela livraria do mundo, o 6° mais belo Café do mundo, um dos mais perfeitos e inteligentes edifícios do  Mundo, o Casa da Música, o único Parque citadino do Mundo ligado ao Mar, o Parque Ocidental da Cidade,  uma das maiores construções em ferro do Mundo, um dos maiores arcos em betão do Mundo &#8211; Ponte do Arrábida &#8211; tem uma das maiores Torres do Mundo construídas em granito – Clérigos &#8211; e agora, a Estação de São Bento foi considerada a 16° mais bela Estação Ferroviária do Mundo.</p><div
class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;"><dl
id="attachment_18626" class="wp-caption       aligncenter" style="width: 310px;"><dt
class="wp-caption-dt"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Eléctrico-28-.png"><img
class="size-medium wp-image-18626 " title="Eléctrico 28" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Eléctrico-28--300x202.png" alt="" width="300" height="202" /></a></dt><dd
class="wp-caption-dd">Para melhor visualização, clique sobre a imagem. Livro A Beleza de Lisboa &#8211; Eléctrico 28 &#8211; Uma Viagem na História</dd></dl></div><p>&nbsp;</p><p>Para obter o livro, acesse o site da Imprensa Nacional Casa da Moeda no <strong>link</strong>: <a
href="https://www.incm.pt/site/loja?type=produto_detalhe&amp;codigo=101958">https://www.incm.pt/site/loja?type=produto_detalhe&amp;codigo=101958</a></p><p>&nbsp;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/11/livro-electrico-28-uma-viagem-na-historia-que-percorre-a-beleza-de-lisboa/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Cinemateca exibe Horror no cinema brasileiro</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/11/cinemateca-exibe-horror-no-cinema-brasileiro/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/11/cinemateca-exibe-horror-no-cinema-brasileiro/#comments</comments> <pubDate>Fri, 11 May 2012 18:26:56 +0000</pubDate> <dc:creator>Giselle Cintra</dc:creator> <category><![CDATA[Cultura]]></category> <category><![CDATA[Eventos]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=18613</guid> <description><![CDATA[Realizada em parceria com a Heco Produções, a retrospectiva HORROR NO CINEMA BRASILEIRO exibe na Cinemateca Brasileira,em São Paulo, do dia18 a23 de maio, filmes representativos de um gênero narrativo que dificilmente se associa à história do cinema. Capa do filme Enigma para Demônios exibido na Cinemateca Inédita em São Paulo, a mostra tem curadoria de [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Realizada em parceria com a Heco Produções, a retrospectiva HORROR NO CINEMA BRASILEIRO exibe na Cinemateca Brasileira,em São Paulo, do dia18 a23 de maio, filmes representativos de um gênero narrativo que dificilmente se associa à história do cinema.</p><div
class="mceTemp" style="text-align: center;"><dl
id="attachment_18614" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px;"><dt
class="wp-caption-dt"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2012/05/14.1.-Enigma-para-demônios.jpg"><img
class="size-medium wp-image-18614" title="Enigma para demônios" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2012/05/14.1.-Enigma-para-demônios-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></dt><dd
class="wp-caption-dd">Capa do filme Enigma para Demônios exibido na Cinemateca</dd></dl></div><p>Inédita em São Paulo, a mostra tem curadoria de Eugenio Puppo. Em maio, as atrações são os longas Enigma para demônios, As noites de Iemanjá e Exorcismo negro. Dirigido por Carlos Hugo Christensen, Enigma para demônios baseia-se no conto Flor, telefone, moça, de Carlos Drummond de Andrade, e narra a história de uma mulher, herdeira de uma fortuna familiar, que é atormentada por estranhos telefonemas. Nascido na Argentina em 1914, Christensen se mudou para o Brasil nos anos 1950, fugindo das autoridades do governo peronista. Aqui realizou uma trilogia de filmes dedicados à cidade do Rio de Janeiro – Meus amores no Rio (1958), Esse Rio que eu amo (1961) e Crônica da cidade amada (1965), este último inspirado em crônicas de diversos autores brasileiros. Além de Enigma para demônios, Christensen rodou outro longa com temas fantásticos, A mulher do desejo, em 1976. Produção atípica na filmografia do cineasta Maurice Capovilla, As noites de Iemanjá é estrelado por Joana Fomm e Sérgio Hingst.</p><div
class="mceTemp" style="text-align: center;"><dl
id="attachment_18615" class="wp-caption alignright" style="width: 223px;"><dt
class="wp-caption-dt"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2012/05/14.2.-exorcismo-negro.jpg"><img
class="size-medium wp-image-18615" title="exorcismo-negro" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2012/05/14.2.-exorcismo-negro-213x300.jpg" alt="" width="213" height="300" /></a></dt><dd
class="wp-caption-dd">Capa do filme Exorcismo Negro</dd></dl></div><p>A história gira em torno de uma misteriosa mulher que é tomada por forças sobrenaturais ao assistir aos ritos de Iemanjá. Autor de clássicos como O profeta da fome (1969), estrelado por José Mojica Marins, e Jogo da vida (1977), adaptação de um conto do escritor João Antônio para as telas, Capovilla também dirigiu documentários para o programa Globo Repórter nos anos1970. Amadrugada se encerra com a exibição de Exorcismo negro, de José Mojica Marins, filme de suspense no qual Mojica, interpretando a si mesmo, se defronta com sua própria criatura, a personagem de Zé do Caixão. Escrito pelo cineasta, em parceria com o mestre da pulp fiction brasileira Rubens Francisco Lucchetti, Exorcismo negro pegou carona no sucesso do clássico O exorcista, lançado em 1973. O filme conta com a participação do ator Adriano Stuart, recentemente falecido, a quem a Cinemateca homenageia. Enigma para demônios e As noites de Iemanjá serão projetados em novas cópias 35mm confeccionadas especialmente para a ocasião.</p><p><span
id="more-18613"></span></p><div
class="mceTemp" style="text-align: center;"><dl
id="attachment_18616" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px;"><dt
class="wp-caption-dt"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2012/05/14.3.-A-mulher-do-desejo.jpg"><img
class="size-thumbnail wp-image-18616" title="A mulher do desejo" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2012/05/14.3.-A-mulher-do-desejo-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></dt><dd
class="wp-caption-dd">Capa do filme A mulher do desejo</dd></dl></div><p>A mostra tem sessões mensais às sextas, com reprises às quartas. A Cinemateca Brasileira fica no Largo Senador Raul Cardoso, 207, próxima ao Metrô Vila Mariana.</p><p><strong>Outras informações</strong>: (11) 3512-6111</p><p>Ingressos: R$ 8,00 (inteira) / R$ 4,00 (meia-entrada)</p><p>Maiores de 60 anos e estudantes do Ensino Fundamental e Médio de escolas públicas têm direito à entrada gratuita mediante a apresentação de documento.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Veja a programação:</strong></p><p><strong>18.05 | SEXTA</strong></p><p>SALA CINEMATECA BNDES</p><p>00h00 <strong>ENIGMA PARA DEMÔNIOS</strong></p><p>&nbsp;</p><p><strong>19.05 | SÁBADO</strong></p><p>02h00 <strong>AS NOITES DE IEMANJÁ</strong></p><p>04h00<strong> EXORCISMO NEGRO</strong></p><p>&nbsp;</p><p><strong>23.05 | QUARTA</strong></p><p>SALA CINEMATECA BNDES</p><p>21h00 <strong>ENIGMA PARA DEMÔNIOS</strong></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/11/cinemateca-exibe-horror-no-cinema-brasileiro/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>O terremoto que mexeu com o Brasil</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/10/o-terremoto-que-mexeu-com-o-brasil-3/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/10/o-terremoto-que-mexeu-com-o-brasil-3/#comments</comments> <pubDate>Fri, 11 May 2012 02:46:24 +0000</pubDate> <dc:creator>Giselle Cintra</dc:creator> <category><![CDATA[Brasília]]></category> <category><![CDATA[Eventos]]></category> <category><![CDATA[Lançamentos]]></category> <category><![CDATA[Livros recomendados]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=18597</guid> <description><![CDATA[A livraria Cultura e a Thesaurus Editora convidam para o lançamento do livro O terremoto que mexeu com o Brasil, de autoria de José Alberto Vivas Veloso, no dia 1º de junho de 2012, sexta-feira, às 19h30, na Livraria Cultura, em Brasília. O  autor fará a apresentação do livro antes da sessão de autógrafos. Terremotos [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
id="attachment_18598" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2012/05/1655_med.jpg"><img
class="size-full wp-image-18598" title="Alberto Veloso" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2012/05/1655_med.jpg" alt="" width="200" height="150" /></a><p
class="wp-caption-text">José Alberto Vivas Veloso, autor do livro O Terremoto que mexeu com o Brasil</p></div><p>A livraria Cultura e a Thesaurus Editora convidam para o lançamento do livro <a
title="livro o Terremoto que mexeu com o Brasil" href="http://www.thesaurus.com.br/livro/2899/o-terremoto-que-mexeu-com-o-brasil" target="_blank">O terremoto que mexeu com o Brasil</a>, de autoria de <a
title="José Alberto Vivas Veloso" href="http://www.thesaurus.com.br/autor/jose-alberto-vivas-veloso" target="_blank">José Alberto Vivas Veloso</a>, no dia 1º de junho de 2012, sexta-feira, às 19h30, na Livraria Cultura, em Brasília. O  autor fará a apresentação do livro antes da sessão de autógrafos.</p><p>Terremotos no Brasil? Sim, eles existem e nem sempre são inofensivos como muitos pensam. Além de enfoca a mais longa e agressiva sismicidade conhecida. O livro sinaliza que nossos sismos terão cada vez mais importância em um País que possuirá cidades mais populosas e infraestruturas mais complexas e numerosas.</p><div
class="mceTemp" style="text-align: center;"><dl
id="attachment_18599" class="wp-caption alignright" style="width: 310px;"><dt
class="wp-caption-dt"><a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2012/05/O-terremoto-que-mexeu-com-o-Brasil.png"><img
class="size-medium wp-image-18599" title="O terremoto que mexeu com o Brasil" src="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2012/05/O-terremoto-que-mexeu-com-o-Brasil-300x205.png" alt="" width="300" height="205" /></a></dt><dd
class="wp-caption-dd">Convite do lançamento do livro O Terremoto que mexeu com o Brasil</dd></dl></div><p>A Terra gira, o mundo treme e o Brasil também. No livro, o leitor conhece os locais brasileiros onde os tremores de terra são mais comuns, descobre que o Nordeste é uma de nossas regiões mais sísmicas e depois fica a par da mais longa e agressiva sismicidade já registrada no País: O Caso João Câmara. Integra o livro um vídeo inédito, resultado de filmagens realizadas nos dez dias posteriores ao principal abalo ocorrido em 30/11/1986. Os interessados em saber de que modo os terremotos acontecem, como são registrados e medidos encontram suporte científico no Apêndice I, e, no II, uma Cartilha Sísmica que mostra a maneira de proceder diante dos tremores de terra.</p><p><strong>Acesse um capítulo deste livro:</strong> <a
href="http://www.nosrevista.com.br/wp-content/uploads/2012/05/o_terremoto.pdf">o_terremoto</a></p><p>&nbsp;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2012/05/10/o-terremoto-que-mexeu-com-o-brasil-3/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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