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><channel><title>Nós - Fora dos Eixos</title> <atom:link href="http://www.nosrevista.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.nosrevista.com.br</link> <description>Revista Cultural e Literária</description> <lastBuildDate>Wed, 10 Mar 2010 14:47:10 +0000</lastBuildDate> <generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <item><title>Música, Literatura, Educação e Política Para Todos</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/musica-literatura-educacao-e-politica-para-todos/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/musica-literatura-educacao-e-politica-para-todos/#comments</comments> <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 14:47:10 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Cultura para todos]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=9775</guid> <description><![CDATA[A banda Casa Branca, os escritores Guilherme Fiúza e Cristovam Buarque e a professora Stella Maris Bortoni são os convidados do Sarau do Açougue T-Bone nesta quinta-feira.
Por Francisca Azevedo *
Especial Para Nós – Fora dos Eixos
Nesta quinta-feira (11/03), o Açougue Cultural T-Bone promoverá mais um sarau cultural com a participação de grandes nomes da literatura [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>A banda Casa Branca, os escritores Guilherme Fiúza e Cristovam Buarque e a professora Stella Maris Bortoni são os convidados do Sarau do Açougue T-Bone nesta quinta-feira.</p><p>Por <strong>Francisca Azevedo</strong> *</p><p>Especial Para <strong>Nós – Fora dos Eixos</strong></p><p>Nesta quinta-feira (11/03), o Açougue Cultural T-Bone promoverá mais um sarau cultural com a participação de grandes nomes da literatura brasileira.</p><p>Desta vez, o evento tem a parceria do  senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que fará o lançamento do videoclipe <strong>Educacionismo, uma Doce Revolução</strong>, com apresentação do hino do Movimento, de autoria da banda Casa Branca.</p><p>Além disso, a noite terá ainda bate-papo literário com o jornalista e escritor carioca Guilherme Fiúza, que falará sobre o livro <em>Meu Nome Não é Johnny</em> e também com a escritora Stella Maris Bortoni.</p><p>Stella falará sobre a importância do Movimento Educacionista junto às escolas brasileiras. O evento começa às 20 horas!</p><p><strong>Bate-papo com os escritores</strong></p><p>Guilherme Fiúza conversará com o público sobre o livro <em>Meu Nome Não é Johnny,</em> que conta a história da vida real de João Guilherme Estrella, nascido em bom berço no bairro do Leblon (Rio de Janeiro) e convertido em personagem graúdo da vida bandida carioca.</p><p>Da primeira venda de droga para pagar uma dívida à ascensão vertiginosa no tráfico – deixando &#8220;tubarões&#8221; para trás, no melhor estilo &#8220;Scarface&#8221; – ele chega a um degrau na escada do crime em que geralmente não há mais volta.</p><p>Mas no seu caso, absolutamente peculiar, há voltas e reviravoltas improváveis, como mostra a reportagem do autor. &#8220;João Guilherme é a prova viva de que é viável recuperar as pessoas. É o atestado de que a nossa luta não é em vão”, afirmou a juíza Marilena Soares, que o julgou e o condenou.</p><p><strong>Sem tabu</strong></p><p>Para o autor, jornalista com passagem por editorias de política, literatura e meio ambiente na imprensa carioca, o livro busca uma abordagem franca de temas-tabu, &#8220;sem moral da história&#8221;.</p><p>&#8220;Não há separação dos personagens em heróis e vilões. Apenas procuro mostrar um 3&#215;4 humano de alguém atravessando o mundo cão do tráfico e da cadeia sem ser devorado por ele, embora levasse boas mordidas&#8221;, diz Fiúza.</p><p>Nascido no Rio de Janeiro em 1965, Guilherme Fiúza trabalhou como repórter e editor em veículos como Jornal do Brasil, O Globo e No.com, passando também por assessorias políticas. É colunista do site jornalístico NoMínimo.</p><p><strong>Stella Maris Bortoni</strong></p><p>É professora titular de lingüística (aposentada) da Universidade de Brasília e doutora em lingüística pela Universidade de Lancaster.</p><p>Realizou seu pós-doutorado na Universidade da Pennsylvania (EUA) nas áreas de Sociolingüística e Etnografia de sala de aula.</p><p><strong>Cristovam Buarque</strong></p><p>Senador do DF e idealizador do Movimento Educacionista, que propõe uma revolução baseada na educação destinada a mudar a triste realidade brasileira com suas iníquas desigualdades.</p><p>Lançamento do videoclipe <strong>Educacionismo, uma Doce Revolução</strong>, com a banda Casa Branca.</p><p>Além do hino do Educacionismo, a banda apresentará seu repertório de músicas que vai da MPB e reggae a rock nacional. São composições próprias e também grandes sucessos da música brasileira.</p><p><strong>Casa Branca</strong></p><p><strong> </strong></p><p>A banda Casa Branca surgiu em junho de 2008, na reunião de colegas de classe da Escola de Música de Brasília.</p><p>Após tocarem em uma apresentação de um evento cultural do colégio CEF Polivalente, na Asa Sul, os amigos Walle, Ronald e Rômullo, viram que o potencial era grande.</p><p>E que o objetivo era um: fazer música dançante e de qualidade. Ensaiaram algumas vezes, montaram um repertório e chamaram um amigo guitarrista para completar o grupo – ainda tocam com guitarristas -. Estrearam na “9° Festa Junina do CEM CESO” em julho.</p><p>Hoje, com dois festivais, três premiações e o título de ‘Banda Educacionista do Distrito Federal’, Casa Branca tem como objetivo levar uma mensagem de positividade.</p><p><strong>Valores</strong></p><p>A banda resgata valores como amizade, respeito, moral e ética, atingindo um público jovem, cativo e buscando evolução para a ascensão no mercado musical.</p><p>Com influências de funk, reggae, rock, MPB e jazz, a banda almeja grandes palcos e tem como objetivo principal alcançar o maior número de pessoas possível com sua música.</p><p>Hoje Casa Branca é uma realidade, e mantém as portas abertas para a sua imaginação.</p><p>O Movimento Educacionista surgiu em 2007, em Brasília e conta com 156 núcleos no país e três nos Estados Unidos. “Uma escola de qualidade para todos” é a meta principal do movimento.</p><p>No T-Bone, os presentes terão acesso a várias publicações sobre o Movimento Educacionista.</p><p>* <strong>Francisca Azevedo</strong> é da Assessoria de Imprensa do T-Bone.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p>Realização: Açougue Cultural T-Bone e Movimento Educacionista do DF e Entorno.</p><p>Apoio institucional: ONG Missão Criança</p><p>Apresentação: Mímico Miquéias Paz.</p><p>Data: 11/03. Horário: 20 horas.</p><p>Local: Açougue Cultural T-Bone: SCLN 312 Bloco B Lj 27 Brasília (DF).</p><p>Telefone (61) 3274-1665.</p><p>Entrada franca.</p><p>Contatos: Senador Cristovam Buarque (61) 3303-2288 e  (61)  9217-0723. Assessora Parlamentar: Maria do Socorro.</p><p>Banda Casa Branca, telefone: (61) &#8211; 9825-3597 – (Walle Junior).</p><p>Guilherme Fiúza, telefone: (21) 9809-2052.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/musica-literatura-educacao-e-politica-para-todos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Conferência de Cultura Vai Traçar Novo Paradigma Para o Setor</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/conferencia-de-cultura-vai-tracar-novo-paradigma-para-o-setor/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/conferencia-de-cultura-vai-tracar-novo-paradigma-para-o-setor/#comments</comments> <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 13:44:10 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Cultura para todos]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=9773</guid> <description><![CDATA[Por: informes@informes.org.br
Especial Para Nós &#8211; Fora dos Eixos.
O presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, deputado Ângelo Vanhoni (PT-PR), afirmou que a II Conferência Nacional de Cultura a ser realizada de 11 a 14 deste mês, em Brasília (DF), vai apontar novo conceito sobre o papel do Estado em relação às [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Por: <a
href="mailto:informes@informes.org.br">informes@informes.org.br</a></p><p>Especial Para <strong>Nós &#8211; Fora dos Eixos.</strong></p><p>O presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, deputado Ângelo Vanhoni (PT-PR), afirmou que a II Conferência Nacional de Cultura a ser realizada de 11 a 14 deste mês, em Brasília (DF), vai apontar novo conceito sobre o papel do Estado em relação às políticas públicas de cultura do país.</p><p><strong>“Nós estamos defendendo</strong> o novo paradigma que existe hoje na política cultural do país, o de entender a cultura como um direito social, como uma prioridade do Estado.</p><p><strong>A partir desse entendimento</strong> pode-se garantir o fomento, o apoio, a manutenção da tradição, a preservação da memória em todo território nacional. Além disso, contribui para a promoção dos bens culturais e dos valores sociais forjados pela sociedade como um direito social de todo cidadão e cidadã brasileira”, disse o deputado.</p><p><strong>Na opinião de Vanhoni</strong>, para enfrentar o novo desafio é preciso aperfeiçoar a legislação brasileira. Nesse sentido, o parlamentar aponta a PEC 416/05, do deputado Paulo Pimenta (PT-RS), que cria o Sistema Nacional de Cultura, como exemplo.</p><p><strong>Segundo o parlamentar</strong>, o Sistema Nacional de Cultura vai traçar novos relacionamentos na área cultural, entre os entes federados. “O sistema vai estabelecer princípios, vai dividir atribuições e responsabilidades entre União, estados e municípios o que levará ao desenvolvimento efetivo das políticas culturais em nosso país”.</p><p><strong>Vanhoni lembra</strong> ainda do debate que está sendo colocado sobre a alteração da Lei Rouanet (Lei de fomento à cultura). De acordo com o parlamentar a lei surgiu como alternativa de investimento à área cultural, mas que precisa de reformulação.</p><p><strong>O parlamentar defende</strong> a criação de uma nova lei de fomento à cultura como forma de definir parâmetros do ponto de vista da ótica pública.</p><p><strong>Esses parâmetros</strong>, segundo avaliação do deputado, vão estabelecer políticas de financiamento e da produção cultural, de forma, a “ajudar a cultura brasileira a se constituir como um instrumento de emancipação do homem e da mulher em todo o território nacional”.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p>Agenda &#8211; A II Conferência Nacional de Cultura acontece no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21. A abertura do evento será amanhã, no Teatro Nacional Cláudio Santoro, e contará com a presença da ministra-Chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff e do presidente da República em exercício, José Alencar.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/conferencia-de-cultura-vai-tracar-novo-paradigma-para-o-setor/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Plágio: Pesquisadora Denuncia Publicação de Cópias de Traduções</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/plagio-pesquisadora-denuncia-publicacao-de-copias-de-traducoes/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/plagio-pesquisadora-denuncia-publicacao-de-copias-de-traducoes/#comments</comments> <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 13:24:10 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Geral]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=9771</guid> <description><![CDATA[Por: Marcelo Villela Gusmão *
Publicado originalmente na revista Caros Amigos &#8211; 01/2010
Há pouco mais de dois anos, a tradutora Denise Bottmann tem pesquisado os meandros obscuros do mercado livreiro nacional e revelado algumas práticas nada ortodoxas. A principal delas se esconde por entre as obras estrangeiras aqui publicadas: o plágio de tradução. Até o mês [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Por: <strong>Marcelo Villela Gusmão</strong> *</p><p>Publicado originalmente na revista <strong>Caros Amigos</strong> &#8211; 01/2010</p><p>Há pouco mais de dois anos, a tradutora Denise Bottmann tem pesquisado os meandros obscuros do mercado livreiro nacional e revelado algumas práticas nada ortodoxas. A principal delas se esconde por entre as obras estrangeiras aqui publicadas: o plágio de tradução. Até o mês de outubro de 2009, Denise já havia denunciado em seu blog “Não Gosto de Plágio” (www.naogostodeplagio.blogspot.com) uma centena deles.</p><p><strong>No Brasil,</strong> a tradução é um ofício significativo para a cultura. Segundo a Abrates (Associação Brasileira de Tradutores e Intérpretes), mais de 80% das publicações em formato de livro são traduções. Ao transpor uma obra literária, artística ou científica para o português, o tradutor passa a ter certos direitos sobre a nova criação. Basicamente, quando utilizada para fins comerciais, o profissional responsável deve ser remunerado e ter seu nome estampado em cada exemplar da obra.</p><p><strong>O que tradutores</strong> e leitores meticulosos começaram a perceber é que algumas traduções, principalmente de obras literárias, estavam sendo publicadas em nome de tradutores desconhecidos. Mas não demorou para que descobrissem que, na verdade, eram cópias de antigas traduções, com os nomes dos tradutores originais substituídos por outros.</p><p><strong>Denise é historiadora</strong>, ex-docente da Unicamp e tradutora do inglês, francês e italiano desde 1984. Assina 70 traduções de livros e artigos das áreas de ciências humanas, teoria e história literária e história da arte. Ela tomou conhecimento desta prática em meados de 2007, após ler a denúncia de Saulo von Randow Júnior, tradutor diletante que achou curioso o fato de a tradução do romance Ivanhoé atribuída a Roberto Nunes Whitaker, e publicada pela editora Nova Cultural na coleção Obras-Primas em 2002, ser idêntica à feita por Brenno Silveira e publicada pela Martins Editora cinco décadas antes.</p><p><strong>Algumas denúncias</strong> já circulavam entre interessados em literatura e tradução. Em 2002, o tradutor Ivo Barroso relatou na revista eletrônica Agulha as impressionantes semelhanças entre a tradução atribuída a Fábio M. Alberti da peça Cyrano de Bergerac, feita para a Nova Cultural, e o trabalho de Carlos Porto Carreiro, cuja primeira edição data do início do século passado. A versão copiada manteve inclusive erros tipográficos das edições autênticas.</p><p><strong>Semelhanças</strong></p><p>A possibilidade de haver versões idênticas de uma mesma obra é uma façanha praticamente inconcebível para qualquer tradutor com um mínimo de bom-senso. As semelhanças podem se limitar a uma ou outra palavra, talvez uma frase.</p><p>Denise logo constatou que outros títulos da editora Nova Cultural apresentavam o mesmo problema. Somente na coleção Obras-Primas, suas pesquisas identificaram que vinte dos cinqüenta volumes tiveram os nomes de seus tradutores originais substituídos ou apagados. O mesmo se repete com livros das coleções Imortais da Literatura Universal e Os Pensadores, publicadas pela editora.</p><p><strong>Ao esmiuçar o volum</strong>e dedicado a Platão, por exemplo, Denise constatou que a tradução atribuída a Enrico Corvisieri é semelhante à tradução de Jaime Bruna, publicada sob licença pela Abril Cultural. Contudo, para que a cópia não mostrasse sua aparente literalidade, a edição apresenta sinais do que se chama de “tradução por sinonímia”, ou a substituição de vocábulos por outros de mesmo sentido, mas mantendo a estrutura gramatical da outra tradução. Desta forma, “exerceram” é trocado por “tiveram”, “cautela” se torna “precaução” e assim por diante.</p><p><strong>Tais mudanças</strong> não provam se tratar de outra tradução, mas apenas retratam o leque de artimanhas empregadas. Conforme mostrou Denise, elas vão da simples cópia literal, passando por alterações revisórias no início dos parágrafos e chegando à reunião de trechos de traduções diferentes.</p><p>Prova desta última proeza ela encontrou, com ajuda da tradutora Joana Canêdo, no Dicionário Filosófico de Voltaire publicado pela editora Martin Claret. As duas edições mais conhecidas, publicadas no século 18, possuem 73 e 134 verbetes. Mas a editora brasileira conseguiu adicionar outros dois verbetes ao dicionário, séculos após a morte do iluminista francês.</p><p><strong>A curiosa edição ampliada</strong>, com tradução atribuída a Pietro Nassetti, baseia-se na tradução de Líbero Rangel de Tarso, feita para a Atena Editora em 1937, bem como na de Bruno da Ponte e João Lopes Alves para a portuguesa Editorial Presença em 1966 e aqui publicada pela editora Abril Cultural. Segundo Denise, a Martin Claret utilizou os 73 verbetes publicados pela Atena Editora e complementou com os da editora Abril Cultural.</p><p><strong>Mas ao fazer isto</strong>, a editora esqueceu-se de que uma tradução é diferente de outra. Assim, enquanto a Atena Editora publicou o verbete “bêtes” como “irracionais”, a Abril Cultural o traduziu como “animais”, apresentando também diferenças de tradução no texto. A editora Martin Claret, acreditando se tratar de verbetes diferentes, publicou ambos.</p><p>O<strong> catálogo da editora</strong>, composto segundo sua página na internet por cerca de 500 títulos, possui ainda outras controvérsias. Para Denise, 158 obras apresentam problemas relacionados à tradução, sendo que 49 delas já foram analisadas e tiveram o plágio confirmado. Curiosamente, 137 foram aparentemente traduzidas por apenas três profissionais: Alex Marins, Jean Melville e Pietro Nassetti.</p><p><strong>Obras Esgotadas</strong></p><p>Denise explica que as denúncias de plágios exigem dela horas diárias em pesquisa. É necessário adquirir um exemplar da obra acusada de plágio e encontrar outro da obra plagiada, o que requer certa obstinação, pois, na grande maioria dos casos, os prejudicados são tradutores falecidos, autores de obras esgotadas e publicadas por editoras extintas. Seguem-se então horas analisando as edições antes de tudo ser documentado no blog.</p><p><strong>Além disso</strong>, Denise entra em contato com as editoras, alerta tradutores e herdeiros, reivindica maior atuação dos órgãos públicos, envia e-mails a docentes, pesquisadores e entidades de livros, para que todos estejam cientes das “irregularidades cometidas em livros publicados por algumas editoras de projeção”.</p><p><strong>Até o momento,</strong> o saldo da pesquisadora é de 89 tradutores que tiveram suas produções apropriadas sem os devidos créditos por mais de uma dúzia de editoras. Obras acusadas de plágio, de acordo com Denise, ainda constam no acervo de bibliotecas, licitações e compras do governo, bibliografias de cursos universitários e trabalhos acadêmicos.</p><p><strong>O Desenrolar Jurídico</strong></p><p>A atual Lei do Direito Autoral (9.610), criada em 1998, define que somente tradutores, herdeiros e editoras podem reclamar na justiça a violação de seus direitos autorais, incluindo plágios de tradução. No entanto, Paulo Oliver, presidente da Comissão de Direito da Propriedade Imaterial da OAB-SP, aponta que há um empecilho financeiro: “não são todos os autores que possuem verba para manter uma ação indenizatória, que pode surgir após uma busca e apreensão, perícias e a competente ação ordinária de indenização”.</p><p>O papel do Estado no setor autoral foi sensivelmente reduzido nas duas últimas décadas. Em 1973, a antiga Lei de Direito Autoral (5.998) estabelecia a criação do Conselho Nacional de Direito Autoral (CNDA), “órgão de fiscalização, consulta e assistência, no que diz respeito a direitos do autor e direitos que lhes são conexos”, dizia o texto da lei. O Conselho foi efetivamente criado três anos depois e sobreviveu até 1990, extinto oficialmente com a legislação em vigor.</p><p><strong>&#8220;A questão do direito autoral</strong>, se não foi abandonada, ficou num plano totalmente secundário dentro do governo, naquela filosofia do Estado mínimo, em que o estado não tem que atuar em áreas que não são da sua alçada. É algo equivocado, pois o direito autoral envolve a defesa do patrimônio cultural brasileiro”, critica José Vaz de Souza Filho, da Diretoria de Direitos Intelectuais, vinculada à Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura.</p><p><strong>Desde fins de 2007,</strong> o Ministério da Cultura trabalha para retomar sua atuação. Em conjunto com profissionais do setor autoral, tem arquitetado uma revisão na atual legislação. As reivindicações baseiam-se em três áreas: melhor relação entre criadores e investidores, maior acesso da sociedade às produções culturais e ampliação da presença do Estado, que se consolidaria na recriação do CNDA, agora sob o nome de Instituto Brasileiro de Direito Autoral (IBDA).</p><p><strong>Segundo Souza Filho</strong>, a previsão é que o IBDA, além de ter competência fiscalizadora e supervisora, tenha uma instância administrativa de resolução de conflitos, auxiliando autores e tradutores sem condições de assumir o custo de uma briga judicial.</p><p><strong>Durante o III Congresso </strong>de Direito de Autor e Interesse Público, realizado em São Paulo no início de novembro de 2009 e último passo antes que o anteprojeto de lei seja submetido à consulta pública, o Ministério da Cultura apresentou uma proposta que pode desestimular o plágio de tradução. Sugere que seja criado um mecanismo de licenças não-voluntárias para três hipóteses, duas delas relacionadas ao livro: obras cujas edições estão esgotadas e obras órfãs, das quais se desconhece os detentores dos direitos. Nestes casos, se uma editora manifestar intenção em reeditar determinada obra, e for constatado existir interesse público por ela, o IBDA poderá conceder uma licença, ficando a editora interessada responsável por remunerar o detentor dos direitos.</p><p><strong>Resistência</strong></p><p>O governo espera com isso ressuscitar obras há muito tempo longe das livrarias, seja por resistência dos detentores dos direitos em republicá-las, seja por completo desconhecimento de quem são eles. Assim, a licença não-voluntária permitirá fazer dentro da legalidade o que as editoras acusadas de plágios de tradução fazem ilegalmente. E com sanções mais adequadas sendo discutidas na revisão da lei, a prática pode ser desencorajada, como acredita Denise Bottmann.</p><p>Por ora, a tradutora já formalizou cerca de dez denúncias, entre elas a que fez o Ministério Público Estadual solicitar que fosse aberto um inquérito contra a editora Martin Claret por violação de direitos autorais. Segundo Luiz Antonio Ribeiro Longo, delegado titular do 23º Distrito Policial, responsável pela investigação, a perícia está analisando as obras.</p><p><strong>Procurada, a editora</strong> se manifestou através da advogada Maria Luiza de Freitas Valle Egea. Segundo ela, a Martin Claret não confirma que nenhum de seus títulos é plágio, mas afirma que a editora “realizou alguns pagamentos para editoras sobre traduções apontadas como plágio”.</p><p><strong>A editora Nova Cultura</strong>l afirmou que, após averiguação, “determinou a retiradas de circulação e venda de todas as obras nas quais se constatou qualquer suspeita de problemas”, mas não informou o número de títulos com problema. Afirmou ainda que conversou com os tradutores Hernâni Donato e Luiz Costa Lima, cujas traduções de “A Divina Comédia” e “O vermelho e o negro” haviam sido publicadas em nome de outros tradutores.</p><p><strong>Entretanto, </strong>ainda há muitos tradutores a serem ressarcidos, obras a serem retiradas de circulação e outros plágios a serem confirmados. Em janeiro de 2009, Denise escreveu em seu blog: “eu fico meio assim, sentindo-me uma espécie de Denise, a caçadora de fraudóides. Mas aí penso: não é possível uma coisa dessas; alguém tem de fazer algo a respeito&#8221;. Quando tudo terminar, as pilhas de livros plagiados que hoje abarrotam sua estante não poderão ser doados. Talvez ela faça uma fogueira.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p>A revista <em><strong>Caros Amigos</strong></em> é uma publicação mensal da Editora Casa Amarela. Rua Paris, 856, Sumaré · Telefone: (11) 2594. 0355.<br
/> <a
href="http://www.carosamigos.terra.com.br/">www.carosamigos.terra.com.br</a></p><p><cite></cite></p><p><cite></cite></p><p><cite></cite></p><p><cite></cite></p><p><em> </em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/plagio-pesquisadora-denuncia-publicacao-de-copias-de-traducoes/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Cadeia Também Para os Ladrões de Ideias</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/cadeia-tambem-para-os-ladroes-de-ideias/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/cadeia-tambem-para-os-ladroes-de-ideias/#comments</comments> <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 13:20:11 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Plágio]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=9769</guid> <description><![CDATA[
Por: Menezes y Morais *
Infelizmente é o que mais se vê hoje em dia são acusações pela prática criminosa do plágio.
Existem poetas, músicos, escritores que, em nome do “diálogo” com outros criadores – que inclusive já passaram para o andar de cima – plageiam, digamos assim, na maior cara dura, não apenas palavras [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p><p>Por<strong>: Menezes y Morais *</strong></p><p><strong> </strong></p><p>Infelizmente é o que mais se vê hoje em dia são acusações pela prática criminosa do plágio.</p><p><strong>Existem poetas</strong>, músicos, escritores que, em nome do “diálogo” com outros criadores – que inclusive já passaram para o andar de cima – plageiam, digamos assim, na maior cara dura, não apenas palavras inventadas, mas versos inteiros.</p><p><strong>São “piratas”, “vampiros</strong>”, gente desonesta que busca reconhecimento com aquilo que não lhes pertencem. Querem ser reconhecidos a qualquer custo.</p><p><strong>Na seara</strong> da falta de honestidade intelectual, nem mesmos os autores anônimos escapam de serem vítimas dos criminosos sem criatividade e sem caráter. Os ladrões de ideias roubam até mesmo as pixações que lêem nas ruas.</p><p><strong>Para esse tipo de </strong>gente, não existe aspas. O que existe é o mau caratismo e o ego inflado para aparecer, mesmo correndo o risco de ser descoberto roubando as ideias alheias.</p><p><cite>* <strong>Menezes y Morais</strong> é jornalista, escritor, professor, historiador e editor da <strong>Nós – Fora dos Eixos.</strong></cite></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/cadeia-tambem-para-os-ladroes-de-ideias/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Turiba Comemora 60 Anos com Recital no Projeto MúsicaPoética</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/turiba-comemora-60-anos-com-recital-no-projeto-musicapoetica/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/turiba-comemora-60-anos-com-recital-no-projeto-musicapoetica/#comments</comments> <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 12:54:46 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Sarau]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=9767</guid> <description><![CDATA[Por: Anand Rao *
Especial Para Nós – Fora dos Eixos.
O poeta Luis Turiba, 60 anos, começou a escrever poesia em 1977, quando publicou no Rio de Janeiro o livreto Kiprokó.
Ele confessa que tem como principal influencia direta nos seus trabalhos os poetas Chacal, os modernistas Oswald de Andrade e Manuel Bandeira, o concreto Augusto de [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Por: <strong>Anand Rao</strong> *</p><p>Especial Para <strong>Nós – Fora dos Eixos</strong>.</p><p>O poeta Luis Turiba, 60 anos, começou a escrever poesia em 1977, quando publicou no Rio de Janeiro o livreto <em>Kiprokó</em>.</p><p>Ele confessa que tem como principal influencia direta nos seus trabalhos os poetas Chacal, os modernistas Oswald de Andrade e Manuel Bandeira, o concreto Augusto de Campos.</p><p><strong>Influências</strong></p><p>Cita ainda como influência os músicos Chico Buarque de Hollanda e Caetano Veloso, e o poeta pantaneiro Manoel de Barros.</p><p>Turiba, como é mais conhecido, publicou os seguintes livros de poesia:</p><p><em>Clube do Ócio</em>, em 1982, em Brasília; <em>Cadê</em>?, em 1998; e <em>Bala</em>, em 2005, pela editora de Salvador P555.</p><p>Além de ter editado, com outros companheiros, a revista <strong>Bric-a-Brac</strong>, de 1985 a 1992, tem dois livros no prelo: o infantil <em>Luisa Lulusa, A atriz</em> <em>Principal</em>; e <em>MeiaOito</em>, pela Coleção OIPOEMA.</p><p>Anand Rao (<a
href="http://www.anandraobr.com/">www.anandraobr.com</a>) é o organizador e criador do projeto MúsicaPoética, que visa a musicar na hora no palco na frente de todos os poemas declamados pelo poeta convidado e pela platéia.</p><p>Nesta entrevista, Turiba fala sobre cultura, poesia, músicapoética, enfim, vale a pena conferir.</p><p><strong>Anand Rao</strong>: Turiba, qual a sensação de participar do MúsicaPoética, um projeto onde seus poemas serão musicados no palco logo após serem declamados?</p><p><strong>Turiba</strong> &#8211; Sei lá, tudo ainda vai acontecer, mas as perspectivas são as melhores possíveis. Considero Anand Rao um criador incrível. Temos umas duas canções em parceria e acho vamos fazer umas outras tantas. Estou ansioso por este novo capítulo poético em minha vida. Gosto muito desse desafio. Vamos lá&#8230;..</p><p><strong>Anand Rao:</strong> O que acha deste processo de composição do compositor Anand Rao, essa loucura de desmistificar o processo e compor no palco na frente de todos?</p><p><strong>Turiba</strong> – Como já disse, estou curiosíssimo para ver como funciona. Do Anand Rao podemos esperar quase tudo e tenho certeza que sairão coisas incríveis. Da minha parte, vou procurar facilitar ao máximo o trabalho musical dele, pois meus versos naturalmente já nascem com um DNA musical, repleto de quebradas interessantes. Como o Anand é uma espécie de trovador cibernético, o choque transcriativo será multifacetário e desta árvore poéticamusical os frutos nascerão maduros e doremifá fá fá&#8230;..</p><p><strong>Anand Rao:</strong> Como você vê a literatura, especificamente a poesia, no Brasil hoje, há poetas de qualidade, a poesia é respeitada, há espaço na mídia para difusão da poesia, enfim, dê sua visão?</p><p><strong>Turiba</strong> – A poesia é irmã rebelde e marginal da literatura. Sempre foi. Poesia não tem nada a ver com dados mercadológicos. Poesia é invenção, transcendência, susto, ou como disse recentemente o Ferreira Gullar: poesia é espanto! Nós, os poetas marginais, já estamos velhos. Alguns se consolidaram, outros não. Alguns encontraram seus caminhos, outros estão no descaminho. Enfim, daqui a pouco nos vamos ver o Chacal e o Nicolas Behr na Academia Brasileira de Letras, É inevitável. Mas o bom mesmo é fazer versos&#8230;&#8230;</p><p><strong>Anand Rao:</strong> O que pretendes apresentar no show que fará com Anand Rao?</p><p><strong>Turiba</strong> – Poemas de meus dois novos livros: o infantil <em>Luisa Lulusa</em>&#8230;, que é bastante musical e quem sabe nasce um opera infantil do nosso encontro; e também poemas do livro maior que é o <em>MeiaOito</em>, escrito graças a Bolsa Funarte de Literatura, que ganhei em 2007. Será um encontro maravilhoso, garanto&#8230;.</p><p><strong>Anand Rao:</strong> O que achas de artistas que possuindo outros empregos se apresentam de graça, sem a cobrança de couvert, muitas vezes deixando desempregados artistas que vivem de arte. Anand Rao disse que não se apresenta de forma nenhuma gratuitamente, pois, respeita quem vive de arte. Que achas disso?</p><p><strong>Turiba</strong> – Respeito extremamente quem vive de arte e penso que ao dizer versos em público estamos trabalhando e devemos receber por isso. Tenho um grupo, o OIPOEMA, que sempre recebe algum cachê quando se apresenta na Barca Poética. Mas às vezes a gente dá a chamada canja. Eu, por exemplo, adoro tocar cuíca em mesas de pagode e toca onde der e for possível sem cobrar nada. Então, sou a favor, mas não tão radical assim&#8230;.</p><p><strong>Anand Rao:</strong> E Brasília e a poesia depois destes escândalos políticos. Há poesia em Brasília, há espaço para a poesia, quais são os espaços, a mídia divulga a poesia?</p><p>Turiba – Sim, poesia vai estar presente nos 50 anos de Brasília e na resistência contra a corrupção. Há muitos caçadores de fantasmas e patrulheiros ideológicos soltos por aí, mas a poesia está acima de tudo isso.</p><p>A mídia divulga poesia sim. O próprio Correio Braziliense tem dado espaços generosos para esse tipo de trabalho. Domingo passado a poeta Eudoro Augusto, da minha geração e do grupo do Chacal, ocupou uma página inteira com uma belíssima reflexão sobre Poesia.</p><p>Na semana passada, o próprio CB publicou um indignado poema meu que falo sobre o quadro político do DF</p><p><strong>Anand Rao:</strong> E as novidades para este ano, algum livro no prelo, quais as ações para este ano?</p><p><strong>Turiba</strong> – Sim; um infantil em homenagem a Luisa Lambach, minha filha de 11 anos, que tem como título LUISA LULUSA, A ATRIZ PRINCIPAL. Um livro que escrevi desde o momento em que ela foi anunciada até completar três anos com a nascimento da mana Manuela, a Manu.</p><p>É um livro pro vovô, pra vovó, pro papai e pra mamãe; pros filhos e filhas, pros netos e netas e até pros bisnetos e bisnetas. Quem ler, de qualquer idade, vai entender e curtir, pois é uma declaração de amor às crianças por intermédio de Luisa.</p><p>Tem o ‘MEIAOITO” que talvez venha a ser o meu livro mais maduro. Há nele poemas longos, divididos em capítulos. O “MEIAOITO” mesmo é um poema de 15 páginas, em forma de roteiro de tudo o que aconteceu na mente e no coração de um jovem carioca na rebelião estudantil de 68. Tudo termina em um 69, pode?</p><p><strong>Anand Rao</strong> :Alguma coisa ficou pendente que gostarias de colocar nesta entrevista?</p><p><strong>Turiba</strong> – Não, só quero agradecer ao meu parceiro Anand Rao pela aventura que vamos viver no próximo dia 11. Afinal, dois dia depois entro no Clube dos Sexagenários e tenho que aproveitar muito bem esse embalo.</p><p>* Anand Rao é jornalista, escritor, cantor e compositor.</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Serviço</strong></p><p><strong>O que</strong>: Nesta quinta, 11 de março, 21h, Café com Letras, 203 Sul, Brasília (DF), o poeta Luis Turiba se apresenta ao lado de Anand Rao no Projeto MúsicaPoética.</p><p><strong>Quanto</strong>: couvert a R$ 10, 00.</p><p>Anand Rao Produções</p><p><a
href="http://www.anandraobr.com/">www.anandraobr.com</a></p><p><a
href="mailto:anandrao477@gmail.com">anandrao477@gmail.com</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/turiba-comemora-60-anos-com-recital-no-projeto-musicapoetica/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Mulher: Voz da Cidadania</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/mulher-voz-da-cidadania/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/mulher-voz-da-cidadania/#comments</comments> <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 12:32:02 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Poesia]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=9763</guid> <description><![CDATA[ Por: Gustavo Dourado *
Mulher, trabalho, sonhos:
Despertar da consciência&#8230;
Luzes, parto, dores, arte:
Divindade da excelência&#8230;
Luminar da natureza:
Sua voz é transcendência&#8230;
Mulher que brota a família:
Gera o homem, humanidade&#8230;
Gere o lar, flui a virtude:
Dá amor, planta saudade&#8230;
Mulher é flor do infinito:
Que germina a eternidade&#8230;
Nas lutas do dia a dia:
Mulher na linha de frente&#8230;
Operária, camponesa:
Servidora sapiente&#8230;
A mulher nos ilumina:
Do [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong>Por: <strong>Gustavo Dourado</strong> *</p><p>Mulher, trabalho, sonhos:</p><p>Despertar da consciência&#8230;</p><p>Luzes, parto, dores, arte:</p><p>Divindade da excelência&#8230;</p><p>Luminar da natureza:</p><p>Sua voz é transcendência&#8230;</p><p>Mulher que brota a família:</p><p>Gera o homem, humanidade&#8230;</p><p>Gere o lar, flui a virtude:</p><p>Dá amor, planta saudade&#8230;</p><p>Mulher é flor do infinito:</p><p>Que germina a eternidade&#8230;</p><p>Nas lutas do dia a dia:</p><p>Mulher na linha de frente&#8230;</p><p>Operária, camponesa:</p><p>Servidora sapiente&#8230;</p><p>A mulher nos ilumina:</p><p>Do Oriente ao Ocidente&#8230;</p><p>A mulher conquista o mundo:</p><p>É voz da cidadania&#8230;´</p><p>Eco da revolução:</p><p>Com amor e poesia&#8230;</p><p>Todo louvor à mulher:</p><p>A flor da sabedoria&#8230;.</p><p>Gustavo Dourado</p><p><a
href="http://www.gustavodourado.com.br/">www.gustavodourado.com.br</a></p><p><a
href="mailto:gustavo.dourado@gmail.com">gustavo.dourado@gmail.com</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/mulher-voz-da-cidadania/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Anita Malfatti</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/anita-malfatti/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/anita-malfatti/#comments</comments> <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 12:30:18 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category><guid
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Comunidade cultural do DF pode ver a exposição comemorativa dos 120 anos de nascimento de Anita Malfatti até  25 abril
A mostra celebra uma das mais consagradas artistas brasileiras da história: Anita Malfatti. A curadoria é de Luzia Portinari Greggio,
A exposição conta com cerca de 120 obras entre trabalhos a óleo, desenhos, pastéis e aquarelas, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Por: <strong>Redação</strong></p><p>Comunidade cultural do DF pode ver a exposição comemorativa dos 120 anos de nascimento de Anita Malfatti até  25 abril</p><p>A mostra celebra uma das mais consagradas artistas brasileiras da história: Anita Malfatti. A curadoria é de Luzia Portinari Greggio,</p><p>A exposição conta com cerca de 120 obras entre trabalhos a óleo, desenhos, pastéis e aquarelas, abrangendo todas as técnicas utilizadas pela artista, ao longo de sua vida e contemplando as várias fases da trajetória de sua vida.</p><p>O que o público confere nesta exposição são obras que, de certa forma, relatam e ilustram a história das artes plásticas no país, do final do século XIX até meados do século XX.</p><p><strong>Serviço </strong></p><p><strong>Data</strong>: até 25 de abril.</p><p><strong>Visitação</strong>: terça a domingo, das 9h às 21h.</p><p><strong>Local</strong>: Galeria 1 | SCES, Trecho 2, lote 22, Brasília (DF).</p><p><strong>Agendamento</strong> de visitas monitoradas: segunda a sexta, das 8h às 18h. <strong>Telefone</strong>: (61) 3310.7480 e 3310.7420.</p><p><strong>Recepção</strong>/Informações: terça a domingo, das 9h às 21h. Telefone: (61) 3310.7087.</p><p><strong>Entrada Franca</strong>. Classificação: Livre.</p><p><strong>Ônibus gratuito</strong>, identificado com a marca do Centro Cultural, de terça a domingo, das 11h às 23h, saindo do Teatro Nacional Cláudio Santoro às 11h.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/anita-malfatti/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Influenciados pelo Folclore e o Cotidiano Urbano</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/influenciados-pelo-folclore-e-o-cotidiano-urbano/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/influenciados-pelo-folclore-e-o-cotidiano-urbano/#comments</comments> <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 12:28:35 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=9759</guid> <description><![CDATA[A exposição Os Gêmeos – Vertigem Fica Aberta no Centro Cultural do Banco do Brasil até o dia 16 Maio.
Por: Redação
Com curadoria de Gustavo Pandolfo e Otavio Pandolfo, a dupla apresenta telas e obras interativas que brincam com os sentidos visuais, auditivos e táteis dos visitantes.
Trata-se de um painel do cenário da arte contemporânea, com [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>A exposição <strong>Os Gêmeos – Vertigem</strong> Fica Aberta no Centro Cultural do Banco do Brasil até o dia 16 Maio.</p><p>Por: <strong>Redação</strong></p><p>Com curadoria de Gustavo Pandolfo e Otavio Pandolfo, a dupla apresenta telas e obras interativas que brincam com os sentidos visuais, auditivos e táteis dos visitantes.</p><p>Trata-se de um painel do cenário da arte contemporânea, com personagens influenciados pelo folclore ou o cotidiano urbano brasileiro, além de objetos sonoros agrupados em uma parede que podem ser manipulados pelos espectadores.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p><strong>Data</strong>: até 16 de maio.</p><p><strong>Visitação</strong>: terça a domingo, das 09h às 21h</p><p>Local: Pavilhão de Vidro | SCES, Trecho 2, lote 22</p><p><strong>Agendamento</strong> de visitas monitoradas: Segunda a sexta, das 8h às 18h | <strong>Telefone:</strong> (61) 3310-7480 e 3310.7420.</p><p><strong>Recepção</strong>/Informações: terça a domingo, das 9h às 21h. Telefone: (61) 3310.7087.</p><p><strong>Entrada Franca. </strong>Classificação: Livre.<strong> </strong></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/influenciados-pelo-folclore-e-o-cotidiano-urbano/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Sobreviventes</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/sobreviventes-2/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/sobreviventes-2/#comments</comments> <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 12:26:02 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Crônica]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=9757</guid> <description><![CDATA[Por Orlando Muniz *
Quando vejo os relatos dramáticos daqueles que conseguiram escapar da morte quase certa, arrebatados por ondas gigantes de um tisunami ou de um grande terremoto, começo a imaginar como deve ter sido terrível a sensação de viver um momento que poderia ter sido o último da vida.
Nada mais do que isso, só [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Por <strong>Orlando Muniz</strong> *</p><p>Quando vejo os relatos dramáticos daqueles que conseguiram escapar da morte quase certa, arrebatados por ondas gigantes de um tisunami ou de um grande terremoto, começo a imaginar como deve ter sido terrível a sensação de viver um momento que poderia ter sido o último da vida.</p><p><strong>Nada mais</strong> do que isso, só uma fotografia congelada de sentimentos turvos e lembranças que percorrem a janela de uma vida em segundos e se reproduzem na velocidade do raio. Tudo é incerteza quando o medo e o pavor são as únicas companhias.</p><p><strong>Ouvindo os sobreviventes</strong> com um pouco mais de atenção e mais vagar, percebo que mesmo havendo um espaço para lágrimas e ansiedades, lá no fundo, o que brota é uma energia impressionante de quem passou com louvor por mais uma etapa de vida.</p><p><strong>Não há nada</strong> que possa ser comparado ao momento de uma certeza que tudo aquilo, por mais terrível que tenha sido, fará parte de um passado e não irá voltar.</p><p><strong>A face bela</strong> de qualquer história de sobrevida em catástrofes — ou mesmo nos ataques fulminantes de perda de consciência — é a constatação, pela forma mais dura, de como viver é algo maravilhoso sem qualquer reparo ou emenda.</p><p><strong>Viver, viver&#8230;</strong> viver! Tem algo mais fantástico do que acordar para a vida após um pesadelo amplo e cheio de amarras? Com certeza não tem, e não há quem não se confraternize com a própria sorte ante a certeza de que aquilo era somente um pesadelo.</p><p><strong>Espero que aqueles que sobreviveram</strong> das profundezas de uma grande onda ou dos escombros do grande terremoto possam colocar todas as suas forças em favor do consolo àqueles que não tiveram a mesma sorte e perderam pessoas queridas nessa tragédia.</p><p>Que a força de suas almas possa servir de alento aos que não acordarão desse longo pesadelo.</p><p>* <strong>Orlando Muniz</strong> é cronista e contista. Nasceu em 1959, em Eirunepé, na foz do Rio Juruá, no Amazonas. Filho de Benedito e Maria. Formou-se em Direito na Universidade Federal do Maranhão. Advogado, procurador federal, é autor dos livros <em>Armazém Brasil</em> (crônicas urbanas), publicado em 2006, e de <em>Máscara das Palavras</em> (contos), lançado em 2009, ambos pela Thesaurus.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p><a
href="http://www.thesaurus.com.br/">www.thesaurus.com.br</a></p><p><a
href="http://orlandomuniz.blogspot.com/" target="_blank">http://orlandomuniz.blogspot.com</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/sobreviventes-2/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>A II Conferência Nacional da Cultura Discute Diversidade, Cidadania e Desenvolvimento</title><link>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/a-ii-conferencia-nacional-da-cultura-discute-diversidade-cidadania-e-desenvolvimento/</link> <comments>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/a-ii-conferencia-nacional-da-cultura-discute-diversidade-cidadania-e-desenvolvimento/#comments</comments> <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 12:18:44 +0000</pubDate> <dc:creator>Expediente</dc:creator> <category><![CDATA[Cultura para todos]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.nosrevista.com.br/?p=9755</guid> <description><![CDATA[Encontro começa nesta quinta-feira, 11, com a participação de cerca de 1,5 mil delegados de todo Brasil
Por Lara Aliano *
Especial Para Nós – Fora dos Eixos
A II CNC – Conferência Nacional da Cultura será realizada no período de 11 a 14 de março no Centro de Convenções Brasil 21, em Brasília (DF).
A cerimônia de abertura [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Encontro começa nesta quinta-feira, 11, com a participação de cerca de 1,5 mil delegados de todo Brasil</p><p>Por <strong>Lara Aliano</strong> *</p><p>Especial Para <strong>Nós – Fora dos Eixos</strong></p><p>A II CNC – Conferência Nacional da Cultura será realizada no período de 11 a 14 de março no Centro de Convenções Brasil 21, em Brasília (DF).</p><p>A cerimônia de abertura será apenas para convidados e imprensa, na noite do dia 11, no Teatro Nacional Cláudio Santoro.</p><p>A II CNC tem por objetivo debater, aperfeiçoar e formular políticas públicas da área.</p><p>O II ENC vai reunir 1.925 pessoas: 1.325 delegados e delegadas,  743 eleitos nas conferências estaduais; 190 eleitos nas pré-conferências setoriais e 392 delegados federais.</p><p><strong>Discussões</strong></p><p>Delegados natos e representantes dos Conselhos Estaduais de Cultura também fazem parte do programa, sendo dois para cada estado e do Conselho Nacional de Políticas Culturais/CNPC.</p><p>A II CNC terá 350 observadores e observadoras, 250 convidados e  convidadas, dos quais 22 são palestrantes.</p><p>Durante a realização da II CNC o Centro de Convenções Brasil 21 será palco de grandes discussões sobre Cultura, envolvendo artistas, produtores culturais, investidores, gestores e representantes da sociedade de todo o País.</p><p>Na abertura do encontro, o ministro da Cultura, Juca Ferreira, receberá o presidente da República em exercício, José Alencar, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, outros ministros de Estado e secretários Estaduais e Municipais de Cultura.</p><p>Segundo o ministro Juca Ferreira, eventos como a Conferência provam como é positivo e essencial que a sociedade tome cada vez mais iniciativas, uma vez que o papel do Estado é criar as condições para o acesso.</p><p>“Isso tudo reflete o quê? Que através desse método democrático de discutirmos tudo, as prioridades, os métodos, os projetos, estamos valorizando a Cultura, responsabilizando o Estado pela construção dessa sensibilidade plena, dessa economia tão importante que é a Cultura”, reforça o ministro.</p><p><strong>Marcos regulatórios</strong></p><p>Os debates da Conferência contribuirão para a construção de um marco regulatório da Cultura, fundamental para o fortalecimento da área no País. Outras áreas estratégicas como Educação, Saúde e, mais recentemente, Assistência Social, já possuem seus marcos regulatórios.</p><p>Na Cultura, estão em tramitação no Congresso Nacional o Sistema Nacional de Cultura (SNC), o Plano Nacional de Cultura (PNC) e a PEC 150/2003, que vincula à Cultura 2% da receita federal, 1,5% das estaduais e 1% das municipais.</p><p>Durante o encontro, também serão avaliados os resultados da I Conferência, realizada há cinco anos.</p><p><strong>Eixos</strong></p><p>Os debates seguirão cinco eixos temáticos: Produção Simbólica e Diversidade Cultural; Cultura, Cidade e Cidadania; Cultura e Desenvolvimento Sustentável; Cultura e Economia Criativa; Gestão e Institucionalidade da Cultura.</p><p>Dentro das etapas da II CNC, foram feitas conferências municipais e intermunicipais; estaduais e do Distrito Federal; pré-conferências setoriais; conferência virtual e conferências livres como forma de mobilizar os setores culturais para esta plenária nacional.</p><p>Todos os estados realizaram suas conferências, elegendo 743 delegados ao todo. Mais de 200 mil pessoas estiveram diretamente envolvidas nas etapas estaduais e municipais.</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Primeira edição</strong></p><p>No total, foram realizadas 143 pré-conferências setoriais, com 3.193 inscritos como candidatos a delegado. Além de deliberar, esses encontros têm o objetivo de estimular a criação e o fortalecimento de redes de agentes e instituições culturais do País, para dar prosseguimento, em caráter permanente, às discussões e articulações.</p><p>Em sua primeira edição, em 2005, 1.192 municípios realizaram conferências, o que representou 21,42% do total das cidades brasileiras.</p><p>Nesta segunda Conferência, nas etapas municipais e estaduais, observou-se um significativo avanço no processo participativo, uma vez que, de agosto a outubro de 2009, aconteceram 3.071 reuniões, mais da metade do total dos municípios do País estiveram envolvidos.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p>II Conferência Nacional de Cultura</p><p>De 11 a 14 de março de 2010.</p><p>Centro de Eventos e Convenções Brasil 21 – Setor Hoteleiro Sul, Quadra 06, lote 1, conjunto A. Brasília (DF).</p><p>Informação e credenciamento de imprensa:</p><p>Lara Aliano, assessora de Imprensa do MinC, no telefone (61) 2024 2401 ou <a
href="mailto:Lara.aliano@cultura.gov.br">Lara.aliano@cultura.gov.br</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.nosrevista.com.br/2010/03/10/a-ii-conferencia-nacional-da-cultura-discute-diversidade-cidadania-e-desenvolvimento/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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